quinta-feira, 5 de maio de 2011 | Autor:

Querido Mestre, quiero compartir un video del Grupo SwáSthya, compañía de coreografías del Método DeRose de Argentina, que tengo el orgullo de dirigir. Es una edición de las obras Padma y Shaktí que filmamos en un estudio con el deseo de que pronto ese material se convierta en un dvd.

Aprovecho para invitar a los que quieran ver el show en vivo que estaremos presentando durante el mes de mayo todos los sábados a las 23 hs. en el Teatro del Sur, en Buenos Aires. En el adjunto están los datos del teatro.
Fui muy lindo verte y compartir esta noche la cena con nuestros amigos europeos
Abrazo apretado,
AdriAdriana Bruer – Directora de la compañía de coreografías del Método DeRose de Argentina -(Instructora de la Sede Decana)

sexta-feira, 25 de março de 2011 | Autor:

O Prof. Camacho nos enviou o seguinte texto:

Encyclopedie des Arts Martiaux de l’Extreme Orient, de Gabrielle e Roland Habersetzer, uma referência ao Tándava. Encontra-se na entrada Kalaripayat. Diz o autor que ‘de acordo com a lenda, este estilo de combate provirá do Samhara-Tándava, dança da dissolução cósmica do deus Shiva, na qual existem movimentos de ataque e de defesa com base no princípio da dualidade Homem-Mulher (Shiva-Shaktí).’ (p. 290, edição de Setembro de 2 000).”

É possível que o casal Habersetzer tenha chegado bem perto e desenterrado dados do Shiva Natarája nyása com outro nome, ou de outra fonte. Sabemos que, por ser muito antigas, as tradições hindus se nos apresentam sob mais de uma versão. As próprias técnicas do Yôga surgem-nos com diferentes nomes. E as histórias da mitologia hindu não raro possuem duas ou três versões diferentes. Por tudo isso, fiquei bem otimista em face ao texto acima. DeRose.

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Querido Grande Mestre

Deixo-lhe mais alguma documentação que confirma os ensinamentos da nossa escola no que respeita ao Shiva Natarája nyása. Desde logo, Kim Min-Ho, doutor em antropologia e membor do CNRS (Centre nationale de la recherche scientifique) em França, no livro L’origine et le développement des arts martiaux. Pour une anthropologie des techniques du corps, afirma que «na Índia, existem métodos de combate estruturados, baseados nas técnicas de Yôga» (p. 24, edição de 1 999, ed. L’Harmattan).
Por sua vez, Patrick Denaud, no livro Kalaripayat. L’origine des arts martiaux (edição de 1996, Editions Budostore), declara alguns aspectos bastante interessantes. Desde logo que nesta arte marcial indiana »as técnicas utilizadas são próximas das do Yôga.» (p. 12). Sobre as origens do Kalaripayat diz esta autor que «se confunde por vezes com as origens do Yôga» (p. 15). Denaud refere uma das origens miticas desta arte marcial:
Mas o mais interessante é chegar, neste livro à secção “Limpeza e purificação do corpo”. Isto quando o autor começa a descrever as técncias utilizadas, como os pontapés, os socos, o ticro com arco, etc… Mas na limpeza e purificação este autor compila as seguintes técnicas:
Dhauti: «Empregam-se quatro procedimentos para purificar o corpo: a lavagem estomacal (antardhauti), a limpeza da cavidade bocal (dantadhauti), a limpeza da peito (hrddhauti) e a purificação do reto (múláshôdhana).» (p. 121). E indica ainda outra técnicas contidas no shat karma, nomeadamente vasti (p. 125), nêti (p. 126), laulikí (p. 126), trátaka (p. 126), kapálabhati (p. 126).

Um grande abraço

João Camacho

 

 

terça-feira, 9 de março de 2010 | Autor:

Olha que lindo texto:

“A Mulher cria o universo, ela é o próprio corpo desse universo. A Mulher é o suporte dos três mundos, ela é a essência de nosso corpo. Não há outra felicidade senão aquela proporcionada pela Mulher. Não há outro caminho senão aquele que a Mulher pode abrir para nós. Nunca houve e nunca haverá, nem ontem, nem agora, nem amanhã, outra ventura senão a Mulher; nem reino, nem peregrinação, nem Yôga, nem prece, nem fórmula mágica (mantra), nem ascese, nem plenitude além daquela prodigalizada pela Mulher.”

Shaktísangama-Tantra II. 52

Te amo Mestrão. saudade

Carla Mader – Diretora da Unidade Itu, SP
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domingo, 7 de junho de 2009 | Autor:

Lerivan X. Ribeiro
lerivan.ribeiro@uni-yoga.org.br | 189.101.242.59

Em homenagem ao dia dos namorados que está chegando e a minha linda shaktí Iza:
“Eu Te Amo” Em vários idiomas:

Africano: Ek is lief vir jou
Albanês: Te dua Alemão Ich liebe Dich
Árabe: Ohiboka (mulher para homem)
Árabe: Ohiboke (homem para mulher)
Armênio: Yes kez sirumen
Búlgaro: Obicham te
Cantonês: Ngo oi ney
Coreano: Dangsinul saranghee yo
Dinamarquês: Jeg elsker dig
Eslovaco: lubim ta
Espanhol: Te amo
Espanhol: Te quiero
Esperanto: Mi amas vin
Finlandês: Mina” rakastan sinua
Francês: Je t’aime
Grego: S’ayapo
Hebraico: Ani ohev otach (homem para mulher)
Hebraico: Ani ohevet otcha (mulher para homem)
Holandês: Ik ben verliefd op je
Holandês Ik hou van jou
Húngaro: Szeretlek te`ged
Inglês: I love you
Ioguslavo: Ja te volim
Iraniano: Mahn doostaht doh-rahm
Irlandês: Taim i’ ngra leat
Islandês: Eg elska thig
Italiano: ti amo
Japonês: Aishiteru
Japonês: Chuu shiteyo
Japonês: Kimi o ai shiteru
Japonês: Ore wa omae ga suki da
Javanês: Kulo tresno
Latim: Te amo
Libanês: Bahibak
Mandarin: Wo ai ni
Norueguês: Eg elskar deg
Persa: Doo-set daaram
Português: (Brasil) Eu te amo
Português: (Portugal) Amo-te
Russo: Ya tebya liubliu
Sueco: Jag a”lskar dig
Tcheco: miluji te
Turco: Seni Seviyorum

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segunda-feira, 4 de maio de 2009 | Autor:

Ter conhecido esse homem honesto, inteligente, meigo, sensível foi para mim um grande privilégio. Agradeço à sua shaktí Luísa, a quem também admiro tanto por sua inteligência e beleza, o grande obséquio, o pújá que foi introduzir-nos, reciprocamente, um ao outro. Eu sempre soube que existia vida inteligente fora da Nossa Cultura, mas difícil de se achar, como a farinha de melhor qualidade para formular o nosso croissant.

Rogo aos deuses do Olimpo que eu possa preservar a proximidade de vocês os dois, que me proporcionam tanto bem-estar. 

Estou a ler o livro do António Mateus, Selva Urbana, que me ofertou com uma comovente dedicatória. No livro ele conta, entre outras coisas, algumas passagens da sua convivência com o grande líder Nelson Mandela, mártir de tantas perseguições e exclusões. Em um dos trechos Mandela declara: “Sabem? Se alguma coisa aprendi na prisão, é que o tempo é a coisa mais importante na vida. Dada por Deus, uma só uma vez. E nunca mais volta para trás.”  “É por isso que procuro chegar sempre a horas a todos os compromissos. Quem se atrasa, rouba a coisa mais preciosa dos outros: o tempo. E esse, é um tesouro de vida que só Deus nos deveria poder subtrair.”

Recomendo veementemente a leitura deste livro, que instrui, emociona e expande a inteligência.

E aguardo a oportunidade de receber em São Paulo esse amigo que o destino estava guardando para mim, para tentar retribuir modestamente a hospitalidade lusitana, tão proverbial entre nós.

 

Mateus Antonio

Obrigado mestre pela sugestão de leitura do meu livro Selva Urbana, que me deu um prazer imenso escrever.
Se me permite o espaço, para os eventuais interessados – já que o livro é uma edição universitária de acesso nem sempre fácil – aqui vos deixo o respectivo link da internet.
Abraço de amizade.

http://www.wook.pt/ficha/a-selva-urbana/a/id/200358

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