quarta-feira, 6 de maio de 2009 | Autor:

Orgulhe-se do seu distintivo

Portar ao peito o distintivo da nossa instituição com a cor do seu grau ou cargo é motivo de orgulho e constitui um mérito conquistado que temos a satisfação de exibir sempre, dentro e fora das nossas escolas ou dos nossos eventos.

Somente a nossa entidade conta com essa insígnia que sinaliza qual é a modalidade de Yôga e em que nível de adiantamento encontra-se o praticante ou o instrutor.

Seu pin é o diferencial que, em qualquer ambiente da sua vida social, cultural, acadêmica, profissional, familiar, política, esportiva ou empresarial define que você é DeRose, que você professa um life style, uma proposta de vida mais refinada, culta e sofisticada. Seu pin é um indicativo à sociedade de que você é uma pessoa polida, séria, honesta e descomplicada, de bons hábitos, que não fuma, não toma bebidas alcoólicas, não come carnes e não usa drogas.

Orgulhe-se do seu distintivo! Porte-o com qualquer roupa, até as mais formais. Porte-o orgulhosamente em solenidades, passeios, praia, viagens, cursos técnicos, faculdade, escritório etc. Use-o com terno, com vestido de noite, com traje esportivo, com training, com camiseta, com maiô, com qualquer roupa, em todos os lugares.

Ana Gabriela de Souza
O pin é tão lindo que nem merece mais esse nome tão simples, “PIN”. Acho que poderia se chamar insígnia, pois é quase uma condecoração de nossa instituição aos que passam de grau! beijos…

DeRose
Gostei da sugestão, Gabi. Vou começar a me referir ao pin como insígnia. Obrigado pela boa idéia. bjokas.

 

Insígnia: “sinal distintivo que é atributo de poder, de dignidade, de posto, de comando, de função, de classe, de corporação, de confraria etc.; símbolo, emblema, divisa”. Na pesquisa etimológica, insígnia remete a insígne, “que é notável por suas obras ou feitos; destacado, famoso, ilustre”.

 

 willmoritz

Mestre,

Verifiquei as traduções de “insígnia” para os nossos outros idiomas, e ainda hão de ser muitos mais em nosso futuro plurilíngue.

Español: Insignia
Français: Insigne
English: Badge
Deutsch: Abzeichen
Italiano: Distintivo (Existe “Insegna”, mas se usa para placas de estabelecimentos)

Sânscrito: liGga* 

*Capeller’s Sanskrit-English Dictionary: n. mark, sign, emblem, badge, characteristic, attribute; proof, means of proof, evidence (j.); organ of generation, esp. the male organ of Shiva (r.); idol i.g.; gender (g.), the subtile frame or body (ph.).

Grego moderno (Ελληνικά):

Σήμα (sima) / διακριτικό σήμα (diacritikó sima)

Quanta força, poder e energia em todas estas formas, não?!!

 

Pois é. Mas Will, volte lá no dicionário de sânscrito, pois há uma letra que não está correta. DeRose.

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quinta-feira, 26 de março de 2009 | Autor:

A conotação dos testes mensais para praticantes é a de não-obrigatoriedade. O aluno fará os testes se assim o desejar. Caso os faça e seja aprovado, passará para um grau mais elevado (de sádhaka para yôgin; de yôgin para chêla). Obviamente, para galgar os níveis de aluno (sádhaka, yôgin e chêla) não é necessário participar de curso específico para formação profissional. Portanto, procure ler, estudar os DVDs/webclasses e participar voluntariamente dos testes.

Um aluno desinformado, seja lá qual for o seu grau, compromete a imagem do nosso Método e o bom nome do seu professor, passando para frente informações equivocadas, como aquele que declarou que praticava “yóga” com um dos nossos mais antigos e queridos instrutores.

Pior foi o que praticou durante anos na Sede Central e declarou certa vez: “A Yôga fez de mim um outro homem. Só não consigo ainda fazer a postura do lótus.” Imagine como ficou o conceito da instrutora dele, uma vez que não aplicamos o gênero feminino para a palavra Yôga, não utilizamos o termo postura e jamais traduzimos do sânscrito os nomes das técnicas! Onde ele terá lido ou escutado tal nomenclatura? E como terá permanecido tantos anos conosco sem ser corrigido pela sua instrutora?

Mais recentemente outro aluno da mesma Unidade mudou-se para Florianópolis e, ao se despedir, disse-nos: “Floripa tem tudo a ver com o Yôga. A gente só de andar pela rua já está relaxando…” Então foi isso que ele aprendeu com o seu instrutor? Que Yôga é relaxamento?

E mais uma da Sede Central, para que não digam que criticamos as outras escolas. Um praticante estava conosco havia cinco anos e saiu-se com esta: “Mestre DeRose, o professor Fulano é um ótimo instrutor. A parte da aula que eu mais gosto é a parte espiritual.” O tal instrutor Fulano ficou vermelho, gaguejou, deu uma bronca no aluno e passou horas nos justificando que ele jamais disse qualquer coisa que pudesse ter passado essa falsa imagem. Pois é, mas também não deve ter aplicado as perguntas regulamentares no final de cada classe nem deve ter aplicado os testes mensais para avaliar o que o aluno estava absorvendo.

Para melhorar o nível dos alunos, a primeira providência é incentivar todos os praticantes, mesmo os que não querem se tornar instrutores, a participar do exame mensal com vinte perguntas, extraídas do livro Tratado de Yôga. São as perguntas do mês. O teste mensal é para que o próprio praticante conscientize que existe um universo fascinante que ele ainda não conhece sobre a Nossa Cultura. Este procedimento tem também a utilidade de proporcionar um feed-back ao instrutor e lhe fornecer meios para que faça mais em benefício do aluno.

A Profa. Rosana Ortega, da Unidade Berrini, São Paulo, declarou que a partir do momento em que os testes começaram a ser aplicados, seus alunos ficaram mais engajados e passaram a estudar muito mais. Ninguém se recusou a participar da avaliação. Pelo contrário. “O pessoal está curtindo!” Mesmo antes, ao dar informações ao candidato, o instrutor percebe que ele passa a valorizar mais o curso quando sabe que há um monitoramento sério do seu progresso.

A Profa. Marisol Espinosa, de Porto Alegre, confirmou: depois que passou a oferecer os testes mensais aos alunos, todos gostaram e desenvolveram uma fidelidade maior pelo SwáSthya e pela escola.

Além dos testes mensais voluntários, a Profa. Vanessa de Holanda, da Unidade Leblon, Rio de Janeiro, certa vez me disse que no final de cada prática aplicava as perguntas do livro. Sua tática era a de avisar na sessão anterior qual iria ser o capítulo sobre o qual seria feita a pergunta da aula seguinte. Segmentando o estudo dessa forma, conseguiu estimular os alunos a ler mais e tomar gosto pelo livro. Alguns confessaram que não conseguiram parar mais de lê-lo.

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