terça-feira, 11 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado pelo instrutor Fretta:

Percepção, paradigmas e a sorte…

É muito difícil prestar atenção em todas as informações ao nosso redor. Somos bombardeamos com informações o tempo todo, e só vemos, realmente, aquilo que de fato nos interessa.

A mente portanto realiza um processo de foco consciente em determinados aspectos de nossa realidade, mas pode também capturar inconscientemente muitas outras informações.

Infelizmente, muito de nosso sucesso em realizar atividades, desenvolver habilidades e memorizar fatos é realizado no nível consciente, que precisa de foco.

Preste atenção neste vídeo, e observe um grupo de homens e mulheres brincando com uma bola de basquete.

Agora continue a leitura e você ficará surpreendido com este explanação:

No livro A arte da inovação, de Ton Kelley, o autor diz que deveríamos agir todos os dias como se viéssemos de outro país, ou seja, ficarmos atentos ao que acontece ao nosso redor. No dia a dia, costumamos colocar uma espécie de venda nos olhos, e escolher sempre os mesmos caminhos, raramente parando para olhar em volta. Mas com um viajante em um país desconhecido, você vê o mundo com novos olhos, novos paradigmas e aumenta muito a intensidade de suas experiências. Antenado em tudo ao seu redor, você encontra coisas fascinantes a cada esquina.

Mesmo em nossas cidades devemos sempre olhar para as oportunidades ao nosso redor, e isso exige bastante esforço. Temos que nos reeducar, e mesmo assim perdemos informações que estão bem diante do seu nariz.

Se você assistiu o vídeo, poderá saber o número de vezes que o time de camisa branca passou a bola, mas não tem a menor ideia de que uma pessoa vestida de urso passou pela tela andando como se estivesse na lua.

Da próxima vez, que você for a um local bastante conhecido por você, como um shopping do seu bairro, observe os detalhes que normalmente são invisíveis nas lojas ou cafés, percebe os aromas, as texturas das paredes, as cores do ambiente, as maneira como os vendedores abordam seus clientes, você vai ficar impressionado com a quantidade de informação que pode absorver.

Que tal, fazer isto, observar mais os detalhes ao seu redor para melhorar a decoração da sua Unidade, ou da sua casa?Desenvolvendo várias percepções olfativas, sonoras e visuais, para que as pessoas tenham experiência indescritíveis junto à você.

Oi ainda, estando mais apto as oportunidades que estão estão o tempo todos nos rodeando.

Tina Seelig, em seu livro: Se eu soubesse aos 20…. tem um conceito para sorte que eu concordei plenamente: o que ela chama de sorte é o fato de que, se as pessoas estiveram mais ligadas nas situações cotidianas, podem tirar vantagem das oportunidades do acaso. Em vez de se guiarem por uma linha reta, prestam atenção no que acontece ao seu redor, tirando maior proveito das circunstâncias.

Segundo a autora, pessoas de sorte são também as mais flexíveis e abertas a novas possibilidades e sempre se dispõe a fazer coisas novas.

Pessoas de sorte também custumam ser otimistas e esperar sempre o melhor de tudo, o que faz com que a profecia se torne autorrealizável, porque, mesmo quando as coisas não acontecem como esperado, pessoas com sorte encontram alguma maneira de extrair algo de positivo daquilo, mesmo nas piores situações.

Resumindo, ser observador, amigável, otimista e ter a mente aberta atrai a sorte.

Para mim, nada melhor do que o esforço, para atrair a sorte, quanto mais eu me esforço, mais eu tenho sorte…

Ou ainda, uma das minhas frases favoritas: “Sorte é o acontece quando a competência encontra a oportunidade”. Não sei o autor, você lembra?

Beijos do Fretta

sábado, 23 de abril de 2011 | Autor:

Desde 1960, ensinamos sobre os “Corpos do Homem e Planos do Universo”, que é um capítulo do nosso Tratado de Yôga e consta entre as web classes gratuitas do nosso site www.Uni-Yoga.org. Nessa aula, explanamos sobre os planos ou dimensões do universo segundo a tradição dos antigos. Do mais denso para o mais sutil são: físico, emocional (também chamado astral), mental, intuicional (também chamado búdico) e nível da hiperconsciência. Cada um dos planos, segundo os ensinamentos ancestrais, é divido em sete subplanos. O plano físico é divido em três subplanos densos (sólido, líquido e gasoso) e quatro subplanos energéticos (ou vitais, ou pránicos, ou etéricos). O plano astral é dividido sete subplanos, dos quais o mais baixo dos sete, o baixo astral, é denominado inferno (a palavra inferno, que hoje conhecemos, origina-se da palavra latina pré-cristã inferus “lugares baixos”, infernus). E o mais elevado dos sete é chamado de céu (ou sétimo céu). E assim por diante. [Se desejar mais informações a respeito, assista à respectiva webclass gratuitamente.]

Assim, em meados da década de 1960, nossos alunos começaram a se referir a um bom clima emocional de uma pessoa ou ambiente como “alto astral” e ao mau clima emocional como “baixo astral“. Na década de 1970 essa nossa gíria interna do Método DeRose já havia se espalhado por todo o país. A partir da década de 1980, com o início dos meus cursos em Portugal, esse jargão começou a se expandir também pela Europa.

Ainda hoje, décadas depois, é muito comum escutar alguém dizendo: “Fulano está de baixo astral.” ou “Sicrano é alto astral.” Mas ninguém sabe que fomos nós que introduzimos essa expressão.

domingo, 6 de setembro de 2009 | Autor:

Quantas vezes você já ouviu essa frase? Está na hora de satisfazer nossos entes queridos e investir um pequeno esforço e angariar conhecimentos e qualificação que lhe serão úiteis pelo resto da vida. Leia os posts que falam sobre o nosso curso de pós-graduação com o nível de MBA.

A turma já está completa no número necessário para que o curso exista. No entanto, ainda restam alguns lugares na sala de aula e queremos que o máximo possível dos nossos instrutores colha essa conveniência.

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quinta-feira, 28 de maio de 2009 | Autor:

A conotação dos testes mensais para praticantes é a de não-obrigatoriedade. O aluno fará os testes se assim o desejar. Caso os faça e seja aprovado, passará para um grau mais elevado (de sádhaka para yôgin; de yôgin para chêla). Se optar por não fazer os testes mensais o praticante não passará de grau. Obviamente, para galgar os níveis de aluno (sádhaka, yôgin e chêla) não é necessário participar de curso específico para formação profissional. Portanto, procure ler, estudar e participar voluntariamente dos testes.

Para melhorar o seu nível, a primeira providência é participar do teste mensal com dez perguntas, baseadas nos livros Ser Forte, Tratado de Yôga, Yôga a sério e Programa do Curso Básico. São as perguntas do mês. O teste mensal é para conscientizá-lo de que existe um universo fascinante por conhecer sobre a Nossa Cultura. Este procedimento tem também a utilidade de proporcionar um feed-back ao instrutor e lhe fornecer meios para que faça algo em benefício do aluno.

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quarta-feira, 6 de maio de 2009 | Autor:

Orgulhe-se do seu distintivo

Portar ao peito o distintivo da nossa instituição com a cor do seu grau ou cargo é motivo de orgulho e constitui um mérito conquistado que temos a satisfação de exibir sempre, dentro e fora das nossas escolas ou dos nossos eventos.

Somente a nossa entidade conta com essa insígnia que sinaliza qual é a modalidade de Yôga e em que nível de adiantamento encontra-se o praticante ou o instrutor.

Seu pin é o diferencial que, em qualquer ambiente da sua vida social, cultural, acadêmica, profissional, familiar, política, esportiva ou empresarial define que você é DeRose, que você professa um life style, uma proposta de vida mais refinada, culta e sofisticada. Seu pin é um indicativo à sociedade de que você é uma pessoa polida, séria, honesta e descomplicada, de bons hábitos, que não fuma, não toma bebidas alcoólicas, não come carnes e não usa drogas.

Orgulhe-se do seu distintivo! Porte-o com qualquer roupa, até as mais formais. Porte-o orgulhosamente em solenidades, passeios, praia, viagens, cursos técnicos, faculdade, escritório etc. Use-o com terno, com vestido de noite, com traje esportivo, com training, com camiseta, com maiô, com qualquer roupa, em todos os lugares.

Ana Gabriela de Souza
O pin é tão lindo que nem merece mais esse nome tão simples, “PIN”. Acho que poderia se chamar insígnia, pois é quase uma condecoração de nossa instituição aos que passam de grau! beijos…

DeRose
Gostei da sugestão, Gabi. Vou começar a me referir ao pin como insígnia. Obrigado pela boa idéia. bjokas.

 

Insígnia: “sinal distintivo que é atributo de poder, de dignidade, de posto, de comando, de função, de classe, de corporação, de confraria etc.; símbolo, emblema, divisa”. Na pesquisa etimológica, insígnia remete a insígne, “que é notável por suas obras ou feitos; destacado, famoso, ilustre”.

 

 willmoritz

Mestre,

Verifiquei as traduções de “insígnia” para os nossos outros idiomas, e ainda hão de ser muitos mais em nosso futuro plurilíngue.

Español: Insignia
Français: Insigne
English: Badge
Deutsch: Abzeichen
Italiano: Distintivo (Existe “Insegna”, mas se usa para placas de estabelecimentos)

Sânscrito: liGga* 

*Capeller’s Sanskrit-English Dictionary: n. mark, sign, emblem, badge, characteristic, attribute; proof, means of proof, evidence (j.); organ of generation, esp. the male organ of Shiva (r.); idol i.g.; gender (g.), the subtile frame or body (ph.).

Grego moderno (Ελληνικά):

Σήμα (sima) / διακριτικό σήμα (diacritikó sima)

Quanta força, poder e energia em todas estas formas, não?!!

 

Pois é. Mas Will, volte lá no dicionário de sânscrito, pois há uma letra que não está correta. DeRose.

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