segunda-feira, 20 de dezembro de 2010 | Autor:

Graças a você e a todos os amigos que frequentam o Blog do DeRose, tivemos a satisfação de ser agraciados com mais esse reconhecimento. Havia centenas de blogs concorrendo. Qual não foi a nossa satisfação ao escutar, na cerimônia de entrega dos prêmios, quando o apresentador declarou “O vencedor é… o Blog do DeRose!” Foi uma apoteose para os colegas que estavam no auditório lotado!

Cambria e eu fomos ao palco receber o troféu e o diploma. Entreguei publicamente os dois ao verdadeiro heroi da nossa vitória – o Cambria! Usando do microfone, prestei as devidas honras ao nosso blogmaster. Ele, por sua vez, falou muito bem. E fomos todos dormir felizes, com uma sensação de missão cumprida, de apoio da sociedade e de reconhecimento público.

Espero que em 2011 continuemos com o sucesso que o nosso blog conquistou e que ainda consigamos nos superar. Conto com você, com a sua presença constante, com a contribuição ativa e com o seu carinho. E vamos ganhar outra vez no ano que vem!

terça-feira, 5 de outubro de 2010 | Autor:

Oi Mestre!
Estudo o Método em Brasília, na Unidade Asa Norte. Sou aluno do Suassuna.
Transcrevo abaixo o tópico intitulado “Cultura Patriarcal” do capítulo “Conversações Matrísticas e Patriarcais” do livro de Humberto Maturana e Gerda Verden-Zöller (1993): “Amor y Juego: Fundamentos Olvidados de lo Humano – Desde el patriarcado a la democracia”, traduzido e publicado no Brasil como “Amar e Brincar: fundamentos esquecidos do humano – Do patriarcado à democracia” (São Paulo: Palas Athena, 2004).

CULTURA PATRIARCAL

Os aspectos puramente patriarcais da maneira de viver da cultura patriarcal européia – à qual pertence grande parte da humanidade moderna, e que doravante chamarei de cultura patriarcal – constituem uma rede fechada de conversações. Esta se caracteriza pelas coordenações de ações e emoções que fazem de nossa vida cotidiana um modo de coexistência que valoriza a guerra, a competição, a luta, as hierarquias, a autoridade, o poder, a procriação, o crescimento, a apropriação de recursos e a justificação racional do controle e da dominação dos outros por meio da apropriação da verdade.
Assim, em nossa cultura patriarcal falamos de lutar contra a pobreza e o abuso, quando queremos corrigir o que chamamos de injustiças sociais; ou de combater a contaminação, quando falamos de limpar o meio ambiente; ou de enfrentar a agressão da natureza, quando nos encontramos diante de um fenômeno natural que constitui para nós um desastre; enfim, vivemos como se todos os nossos atos requeressem o uso da força, e como se cada ocasião para agir fosse um desafio.
Em nossa cultura patriarcal, vivemos na desconfiança e buscamos certezas em relação ao controle do mundo natural, dos outros seres humanos e de nós mesmos. Falamos continuamente em controlar nossa conduta e emoções. E fazemos muitas coisas para dominar a natureza ou o comportamento dos outros, com a intenção de neutralizar o que chamamos de forças anti-sociais e naturais destrutivas, que surgem de sua autonomia.
Em nossa cultura patriarcal, não aceitamos os desacordos como situações legítimas, que constituem pontos de partida para uma ação combinada diante de um propósito comum. Devemos convencer e corrigir uns aos outros. E somente toleramos o diferente confiando em que eventualmente poderemos levar o outro ao bom caminho – que é o nosso –, ou até que possamos eliminá-lo, sob a justificativa de que está equivocado.
Em nossa cultura patriarcal, vivemos na apropriação e agimos como se fosse legítimo estabelecer, pela força, limites que restringem a mobilidade dos outros em certas áreas de ação às quais eles tinham livre acesso antes de nossa apropriação. Além do mais, fazemos isso enquanto retemos para nós o privilégio de mover-nos livremente nessas áreas, justificando nossa apropriação delas por meio de argumentos fundados em princípios e verdades das quais também nos havíamos apropriado. Assim, falamos de recursos naturais, numa ação que nos torna insensíveis à negação do outro implícita em nosso desejo de apropriação.
Em nossa cultura patriarcal, repito, vivemos na desconfiança da autonomia dos outros. Apropriamo-nos o tempo todo do direito de decidir o que é ou não legítimo para eles, no contínuo propósito de controlar suas vidas. Em nossa cultura patriarcal, vivemos na hierarquia, que exige obediência. Afirmamos que a uma coexistência ordenada requer autoridade e subordinação, superioridade e inferioridade, poder e debilidade ou submissão. E estamos sempre prontos para tratar todas as relações, humanas ou não, nesses termos. Assim, justificamos a competição, isto é, o encontro na negação mútua como a maneira de estabelecer a hierarquia dos privilégios, sob a afirmação de que a competição promove o progresso social, ao permitir que o melhor apareça e prospere.
Em nossa cultura patriarcal, estamos sempre prontos a tratar os desacordos como disputas ou lutas. Vemos os argumentos como armas, e descrevemos uma relação harmônica como pacífica, ou seja, como uma ausência de guerra – como se a guerra fosse a atividade humana mais fundamental.
Em nossa cultura patriarcal, estamos sempre prontos a tratar os desacordos como disputas ou lutas. Vemos os argumentos como armas, e descrevemos uma relação harmônica como pacífica, ou seja, como uma ausência de guerra – como se a guerra fosse a atividade humana mais fundamental.

Nossa Cultura é o meio onde tudo isso foi superado, onde há respeito à vida. Obrigado por nos proporcionar um ambiente tão raro e honesto.

Mahá baddha abraço.

Oi André, tudo bem? Tenho um amigo que pratica aí em Brasília, Hugo Leonardo Queiroz, será que vocês se conhecem?

Gostei do texto André =)
Através do Método podemos nos tornar pessoas melhores sim.

O título “Do patriarcado à (para a) democracia” dá a impressão de que houve uma evolução, mas houve? No patriarcado, o homem é a maior autoridade, tendo poder sobre todos que lhe estão subordinados, devendo estes lhe prestar obediência. Democracia é um regime de governo no qual o poder de tomar decisões políticas está na mão dos cidadãos, por meio de representantes eleitos. Veja que, os eleitos deveriam apenas representar as decisões políticas tomadas pelo povo, mas o que ocorre é o inverso, o povo que representa as decisões políticas dos eleitos, os cidadãos enfim fazem o que o patriarcado quer. O direito de votar, manifestar e lutar foi conquistado, contudo a desigualdade ainda persiste, o poder e a opressão também. Querendo ou não, se obedece a autoridade, se consente.

Você já leu o livro “Discurso da Servidão Voluntária”? Vou citar alguns trechos pra você:

“Não é preciso combater o tirano, não é preciso anulá-lo; ele se anula por si mesmo, contanto que as pessoas não consintam a sua servidão. Não se deve tirar-lhe coisa alguma, e sim nada lhe dar”.
“Para que os homens deixem-se sujeitar, é preciso que sejam forçados ou iludidos”.
“Para alguns, mesmo que a liberdade estivesse inteiramente perdida e de todo fora do mundo, a imaginam e a sentem em seu espírito; e a servidão não é de seu gosto por mais que esteja vestida”.
“Sob os tiranos, as pessoas facilmente se tornam covardes e efeminados”.
“Como é possível que tantos homens, cidades, nações suportem tudo de um tirano, que tem apenas o poderio que lhe dão, que não tem o poder de prejudicá-los senão enquanto aceitam suportá-lo, e que não poderia fazer-lhes mal algum se não preferissem, a contradizê-lo, suportar tudo dele”.
“O povo parece ter perdido todo sentimento do mal que o aflige, com efeito, deixa crer que o próprio amor da liberdade não é tão natural”.

beijos para você, beijos para o DeRose =)
Fernanda.
Unidade Centro Cívico – Curitiba/PR
http://www.derosecentrocivico.org/

sexta-feira, 3 de setembro de 2010 | Autor:

Insights
Dias 15, 16 e 17 de outubro

Pelo segundo ano consecutivo o evento Insights será realizado em São Paulo, para facilitar a participação de instrutores de todo o subcontinente.
Insights é um evento exclusivo para instrutores de unidades credenciadas e tem o objetivo de aprimoramento profissional, pedagógico, ético, filosófico, técnico, administrativo e financeiro.

Trabalharemos juntos pelas três diretrizes prioritárias da nossa instituição cultural:
1) Formar mais instrutores (bons instrutores), que é a nossa missão maior.
2) Aprender a escrever livros (bons livros) e publicá-los efetivamente.
3) Consolidar cada vez mais a boa imagem da nossa marca.

Reforçamos que a renda do Insights será revertida em benefício do FDI. Portanto, também por esse motivo, não deixe de prestigiá-lo.

Contudo, esse não é o único motivo para inscrever-se. Temos observado ao longo dos anos que os instrutores mais bem sucedidos são os que participam dos eventos destinados ao aprimoramento profissional Insights e Matando um leão por dia. O que, aliás, é óbvio.

Os que dizem que não puderam comparecer porque não tinham dinheiro, entram em um círculo vicioso: não participam por não ter recursos e por isso não aprendem a gerar recursos. Continuam ganhando mal. Instrutor que ganha mal está prejudicando o seu aluno, pois não consegue investir em cursos de aperfeiçoamento, viagens, eventos de crescimento profissional, reuniões relevantes e outras atividades que fariam dele um melhor instrutor e, consequentemente, permitiriam trabalhar melhor em prol do seu aluno.

Assim sendo, você que é aluno, incentive o seu instrutor a participar do Insights. Você também será beneficiado.
Atenção: As inscrições no Insights, bem como em todos os nossos eventos, só podem ser efetuadas pelo Diretor da unidade credenciada à qual o instrutor estiver vinculado.
Para que você se programe, o evento se iniciará no dia 15/10 às 13 horas e se encerrá dia 17/10 às 20 horas.

sexta-feira, 25 de junho de 2010 | Autor:

Seja você aluno ou instrutor, se quiser alegrar meu coração, peça, motive, instigue, insista com o seu Diretor de unidade para que ele adote os testes mensais. Às vezes, o Diretor fica reticente porque acha que alguns alunos não vão gostar. Mas outros, como você, vão gostar muito! E já sabemos que o formato atual é o de não-obrigatoriedade. Basta incentivar os alunos para que eles queiram estudar.

Fico muito, mas muito entristecido mesmo, achando que todo este esforço não está adiantando nada, quando dou um curso e pergunto, como o que dei no mês de julho de 2009: “O que é sádhana?”  E nenhum dos alunos presentes na minha sala de aula sabe responder. A pergunta seguinte foi: “Você é praticante de pré-Yôga?” E a resposta de todos: “Sou aluno de SwáSthya.” Mas, então, não fez um teste escrito para passar ao Yôga?” E todos ficaram me olhando constrangidos.

Eram alunos de várias cidades e um deles passou do pré-Yôga para o SwáSthya quando estudava a Nossa Cultura na França. A considerar que o teste de admissão foi realmente prestado e que a correção do teste foi mesmo bem feita, só nos resta a justificativa de que se o aluno não procede aos testes mensais simplesmente não fixa a matéria e se esquece do que havia estudado-apenas-para-ser-aprovado e poder ingressar no Yôga.

Comentei isso com um instrutor que estava presente e testemunhou a cena e ele me disse: “Pois é, Mestre, por causa disso eu me sinto um mero treinador físico. Isso não me realiza. Não foi para isso que me tornei instrutor de Yôga.”

Nem a mim. Isso também não me realiza. Portanto, se alguns Diretores fazem corpo mole para adotar os testes, com receio de perder alunos, que seja você, aluno, e que seja você, instrutor, a me ajudar nessa tarefa ingrata que é a de encorajar seu Diretor. Eu estou desgastado de tanto solicitar e não ser atendido. Afinal, estamos todos trabalhando pelo mesmo ideal ou estou iludido e as escolas querem outra coisa?

Meus cursos tem muito conteúdo, não são para quem não sabe de que eu estou falando. Não são para quem não leu meus livros. Não são para quem não assistiu as aulas em DVD. Não são para quem não faz os testes mensais. Por isso, durante muito tempo só dei cursos para instrutores. A pedido dos organizadores de cursos, abri uma concessão permitindo que alguns cursos inscrevessem alunos. Mas se os alunos não tiverem nível para me acompanhar, não aceitarei mais dar cursos para alunos e voltarei a só aceitar instrutores.

Este é um desabafo muito sentido. Acredite que eu mesmo me autocensurei e deletei a maior parte do texto, porque estava entristecido demais. Você não ia gostar de ler o que eu escrevi antes.

Se você, Diretor, está pensando em me dizer que este problema deveria ser de âmbito interno e não abordado públicamente, quero relembrá-lo de que há anos venho abordando este tema em circulares às escolas, em informativos aos instrutores e de viva-voz em cursos e em eventos para instrutores. Em vão. Não quero usar de autoritarismo e MANDAR que essa recomendação seja obedecida. Quero que parta da opinião e colaboração dos alunos e dos instrutores. Que eles digam aos seus diretores para não ter medo de perder alunos por causa dos testes. As escolas que aplicam os testes são as que tem mais alunos! Por que será? E se perderem alguns, é porque eles não vieram buscando uma Cultura. Vieram buscando outra coisa que não é com o que trabalhamos. É preciso fazer escolhas. É preciso abrir mão de alguma coisa para atingir um objetivo.

Será que posso contar com você para incentivar o seu Diretor e me proporcionar essa satisfação?

_____________________

Che Cardoso

Posso contribuir com uma sugestão?

Aqui nas Antas ao final das aulas do Curso Básico, que acontecem todas às terças-feiras, os alunos fazem o teste da aula da semana.

Ou seja, logo após ouvirem a aula já respondem às 10 questões relativas ao tema para memorizarem o conteúdo.

Isso também é interessante, pois estimula que eles treinem aquilo que viram na aula e depois consultem o livro para perceberem se assimilaram o que foi ensinado. E ao fazê-lo estão estudando duas vezes!

Ao final do mês fica mais fácil lembrar das 30 questões por irem estudando semalmente um pouquinho.

Bjos

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quarta-feira, 14 de abril de 2010 | Autor:

Todos nós, Diretores, instrutores e alunos, precisamos estar atentos 24 horas por dia em ter como prioridade AAA a missão de cativar as pessoas. O ser humano não é um ente intelectual e sim emocional. Nossos familiares, amigos, colegas, conhecidos e desconhecidos vão aceitar a Nossa Cultura, respeitar nossa proposta de vida e falar bem de nós só se gostarem de nós.  Não importa se o nosso trabalho é tão bem-intencionado, se é sério, se produz tão bons resultados para os praticantes ou se proporciona tão boas consequências para a sociedade. Se as pessoas não gostarem de você elas vão se opor à Nossa Cultura.

Em nome do nosso Método e da nossa Marca, sua missão é estar (como os escoteiros) “sempre alerta” para que todas as pessoas com quem se relacionar gostem de você. Gostem de nós. TODAS. Isso inclui o porteiro do seu prédio, o carteiro, o lixeiro, o vizinho, o cliente, o fornecedor, o colega de escritório, de faculdade, de esporte, a fofoqueira, o amigo, o desamigo e o desconhecido com quem você cruza na rua. Nossa missão é fazer com que todos gostem de nós.

Precisamos ser (ainda mais) polidos, honestos, éticos, simpáticos, comunicativos, descomplicados e jamais, jamais mesmo, criar caso com quem quer que seja. O que é que custa dar bom dia para todo o mundo e sorrir para alguém que não conheça no supermercado?

Seja prestativo, ajude as pessoas desinteressadamente, esteja sempre disponível para todos, seja paciente e amoroso com toda a gente. Você vai descobrir uma satisfação inusitada em se dedicar a isso como razão maior na sua vida. Basta estar atento.

Logo, logo você cultivará um reflexo de olhar para uma pessoa e querer cativá-la. É tão bom!
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sábado, 20 de fevereiro de 2010 | Autor:

Demorei para agradecer porque todos os dias chegava um presente novo pelo meu aniversário. Lindas prendas, mais lindos cartões, alguns deles assinados por dezenas ou centenas de pessoas. Amei todos eles. Valorizei cada pújá, desde os mais singelos, ofertados de coração. Mas quero agradecer a todos em nome da estimada instrutora Conceição Martins, de Feira de Santana, Bahia, cujos filhos também se tornaram instrutores do nosso Método, e que teve a gentileza de me enviar uma caneta de ouro com os dizeres: “Obrigado por existir e ter mudado a minha vida.” Não pelo valor do presente, mas pela intenção agradeço a essa demonstração de reconhecimento que muito me sensibiliza. Como esse, todos os demais cartões e presentes simbolizam o carinho transbordante de pessoas especiais, algumas das quais estão comigo há mais de vinte e há mais de trinta anos. Por todas elas nutro um carinho que jamais conseguiria expressar por palavras. Apenas um abraço apertado e longo pode lhes dizer o quanto de afeto sinto em minha alma. Obrigado pelas tantas, enormes, manifestações de carinho, entre elas o presente coletivo que foi o traje que utilizei para ministrar a aula pelo Dia do Yôga comemorativa pelos meus cinquenta anos de ensino. Espero cumprir melhor a minha missão daqui para a frente, pelos próximos cinquenta!

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sábado, 13 de fevereiro de 2010 | Autor:

Estamos a juntar um grupo bem expressivo para celebrar estes aniversários, o teu, o do Dia do Yôga, os 50 anos de magistério no Brasil e 30 anos de SwáSthya em Portugal. Vamos todos fazer com que este movimento abane o planeta, e agite todos numa vibração de maior consciência global e individual. Vamos continuar a fazer história e a bater recordes de participação. Toda a divulgação é pouca, por isso compete a cada um passar adiante aos seus amigos, familiares e colegas de trabalho, em todas as redes sociais e conseguir o envolvimento da imprensa. Saudades de estar perto do turbilhão, desse vórtice de energia que é S. Paulo! Terça de Carnaval vamos ter transmissão?…

Sónia Monteiro, Porto, Portugal.
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