sábado, 1 de outubro de 2011 | Autor:

Mestrão,

Vale registrar que, embora a página da ouvidoria do Ministério Público do DF seja bastante extensa e burocrática quanto aos dados requeridos, é uma fonte direta de registro e análise de queixas.

Após ler a denúncia aqui exposta e as matérias publicadas sobre o fato, segui o exemplo do Instr. Heduan e registrei também meu pedido de investigação. Hoje recebi a mensagem de resposta (encaminhamento da mesma, mas já um começo).

“Em atenção a sua manifestação, informamos que foi encaminhada, para conhecimento e providências cabíveis, à Promotoria de Justiça Militar, por meio do Memorando número 470/2011/Ouvidoria, e à Promotoria de Defesa do Meio Ambiente- PRODEMA, por meio do memorando número 471/2011/Ouvidoria.”

Creio que, se todo cidadão realmente assumisse o poder que possui (delegado temporariamente ao governo) e exigisse a conduta correta de seus representantes, com investigação e correção de erros cometidos (dos humanos que lá estão), essa sensação de medo e impunidade seria corrigida.

Obrigado pela dica e parabéns pelo importante serviço que realiza.

Abraço, Anísio – Un. Alto da XV – Curitiba/PR

Reply ]


Muito bom, Anísio. Parabéns!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010 | Autor:

Há algum tempo conversava com um amigo sobre a relação do consumo de carnes e o meio ambiente. Ele por sua vez, comentou comigo sobre um artigo que estava escrevendo para conclusão do curso de Pós Graduação em Ecodesign, pela Universidade Positivo de Curitiba. Achei interessante e resolvi compartilhar um trecho que inevitavelmente aos mais sensíveis e conscientes, dói o coração.

Impacto Ambiental do Consumo Animal
Por: Alexandre Tomasoni
kisarum8@gmail.com

(…) O Impacto na vida animal

Todos os anos bilhões de animais são confinados, torturados e mortos para que alguém possa sentar-se à mesa e saborear um pedaço de carne. Este massacre poderia ser perfeitamente evitado apenas com uma mudança no hábito alimentar para uma dieta mais saudável a base de vegetais.
Segundo o Ministério Norte-Americano da Agricultura (2009), só os Estados Unidos abatem mais de oito bilhões de animais por ano, para alimentação. Sendo assim, mais de 22 milhões são sacrificados nos abatedouros americanos por dia, isto é: mais de 950 mil por hora; 16 mil por minuto. Apesar dos progressos dos últimos anos, os animais continuam a ser mantidos em condições de criação precária, mutilados de diversas maneiras, sem anestésicos, transportados por longas distâncias em compartimentos exíguos e insalubres, para serem finalmente executados aos gritos, das formas mais cruéis possíveis.
Os animais criados para consumo, são privados de todos os seus instintos naturais, confinados por toda a vida, desde o nascimento até a morte. A grande maioria desses animais, jamais veem a luz do sol ou pisam em terra, nem tampouco podem mover-se livremente e interagir com seus parceiros e crias.
Segundo Sônia Felipe, (2008), professora de ética e filosofia política da Universidade Federal de Santa Catarina, aves criadas para o abate não tem possibilidade de selecionar os alimentos que desejam consumir, vendo, cheirando. Elas são criadas em gaiolas coletivas, por isso não ciscam. O stress gerado resulta num dos principais problemas que é o canibalismo. Para evitar isso se faz a desbicagem, que nada mais é do que a degeneração do comportamento da galinha (…).
De outro lado, a reprodução artificial faz com que as vacas leiteiras produzam leite ininterruptamente, enquanto seus filhotes são alimentados em tigelas para não engordar e não desenvolver músculos. este bezerro desmamado, ainda é trancado e amarrado num pequeno espaço para que não se mova, permanece no escuro durante seus quatro meses de vida, até ser abatido sem sequer ter visto a luz do sol, tudo isso para produzir a famosa carne nobre de vitelo.
Por sua vez, o sistema de produção da carne suína não é diferente, os porcos tem sus rabos arrancados, seus dentes removidos e assim como os bois, são castrados sem anestesia. Vivem em situações deploráveis até serem abatidos sem piedade, com muita dor e sofrimento. Em países como a China, cães e gatos são considerados animais de consumo, e da mesma forma que tratamos nossos bois, suínos e frangos, os chineses os criam e abatem com inimaginável crueldade.
Os animais são seres sensíveis e inteligentes, capazes de sentir dor, medo e afeto. O consumo da carne tornou-se a causa de maior impacto na vida desses animais, porém existem diversas outras formas de ultrapassar a barreira ética e expor esses seres aos mais diversos tipos de tortura, dor e sofrimento.
A indústria de peles é uma das mais cruéis do mundo, sendo a China fonte mundial da maioria dos produtos de pele, conforme Relatório do Ministério Norte-Americano da Agricultura (2005). Como não poderia ser diferente da produção da carne a produção de artigos de pele utiliza-se de métodos chocantes de colocação de armadilhas, transporte, confinamento e matança. Depois de uma vida passada em condições deploráveis, os animais são eletrocutados, asfixiados, envenenados ou estrangulados, nem todos morrem imediatamente, alguns chegam a ser esfolados ainda vivos. Mais de 40 milhões de animais são mortos a cada ano da forma mais hedionda e covarde possível para o uso de suas peles.
(…) O impacto ao animal ainda se estende aos circos que torturam e mantém em condições precárias seus animais, as touradas, rodeios, aos parques aquáticos de golfinhos e baleias, as barbatanas de tubarão que fornecem substância afrodisíaca, enfim, são inúmeras as atrocidades cometidas pelo homem perante os animais e que conduzem o planeta a uma situação dramática de perda de diversidade, extinção animal e aquecimento global. (…)

É uma pena termos que compartilhar toda esta realidade, mas tapar o sol com a peneira não dá mais!

Um beijo carinhoso!

Lu

Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.derosecentrocivico.org

quarta-feira, 16 de junho de 2010 | Autor:

Fe Rengel


Olá querido Mestre,

Quero lhe agradecer pelo sádhana no domingo, foi muito especial. Além disso, foi uma oportunidade de estarmos próximos e rever os amigos.

Escrevo também para tirar uma dúvida: quando falamos sobre a nossa formação, dizemos que somos instrutores do Método DeRose formados pela …? Já sei que não devemos misturar a palavra mágica com o Método. Mas neste caso qual seria a forma mais adequada para falar que somos formados por uma instituição sem citar a palavra mágica?

Talvez esta questão já tenha uma resposta e eu é que estou desatualizada, neste caso peço-lhe desculpas por perguntar algo que já deveria saber.

Um beijo cheio de carinho.

Fernanda Rengel
Joinville – SC

Sua pergunta é bem pertinente, Fernanda. É um tópico que ninguém ainda havia perguntado, mas certamente alguém titubearia ao tentar responder.

Os instrutores do Método DeRose são formados pelo próprio sistematizador e homologados pelo Diretório Central do Método DeRose.

Vou lhe contar uma história muito interessante. Há alguns anos, houve um encontro do Yôga com a ióga para debater sobre a regulamentação da profissão. O outro time convidou um alto funcionário do MEC, que era amigo deles, para esclarecer algumas questões. Para me espezinhar, perguntaram-lhe se era possível que alguém tivesse uma Universidade de Yôga. O alto funcionário do MEC respondeu-lhes “Por que não?”. Visivelmente abalados, questionaram: “Mas então teria que ser reconhecida pelo MEC, não é mesmo?” E, mais uma vez, o amigo deles que fora convidado para tentar me desmoralizar, respondeu que não era preciso nenhum reconhecimento do MEC. Aí ficaram zangados: “Mas, ô Fulano, se não precisa do reconhecimento do MEC o que é que dá a credibilidade a essa universidade?” E a resposta que ele deu em seguida é antológica: “O reconhecimento do MEC não dá credibilidade. Quantas faculdades e universidades fajutas você conhece e que são reconhecidas pelo MEC? Muitas, não é? O que dá credibilidade não é o MEC, é o nome de quem expede os certificados. Se o Dr. Pitanguy resolver dar um curso de cirurgia plástica na sua clínica, o que dá a credibilidade é o nome dele. Ninguém está ligando a mínima que o curso não seja reconhecido pelo MEC.” Com isso, o outro time me ajudou bastante, pois, graças à polêmica levantada, várias pessoas presentes decidiram fazer o curso da Universidade de Yôga, não por causa do nome Universidade e sim pelo nome DeRose, que assinava o certificado.

Nossos inseparáveis amigos que vivem prestando atenção ao que eu faço para me atacar prestaram-me mais um grande serviço. Eu queria consultar oficialmente o MEC a respeito, mas hesitava para não levantar a lebre e evitar chamar a atenção sobre a nossa Universidade de Yôga, pois poderia criar mais problemas do que soluções. Então, meus grandes colaboradores de plantão me ajudaram denunciando-me ao MEC. Com isso, o MEC respondeu a eles por escrito declarando que a minha Universidade de Yôga não precisava de registro naquele Ministério e que eu tinha a liberdade de ensinar o que bem entendesse. O documento acabou nas minhas mãos e hoje eu tenho essa declaração oficial. Devo isso aos que queriam me prejudicar e, como sempre, acabaram me ajudando. Por que lhe contei toda essa história? Só para ilustrar que o que dá credibilidade ao certificado é o meu nome, marca forte que está há 50 anos no mercado e que constitui o maior grupo desse segmento não apenas do Brasil ou da América Latina, mas o maior do mundo, com escolas na França, Inglaterra, Itália, Espanha, Portugal, Estado Unidos, Argentina, Chile e tantos outros países.

Assim sendo, nossos certificados já não serão mais expedidos pela Universidade e sim pelo Método, ou melhor, pelo Diretório Central do Método e firmados pelo próprio sistematizador. A União Nacional de Yôga e sua divisão Universidade de Yôga estão praticamente inativas, convertendo-se em chancelas de garantia de qualidade dos livros de Yôga, mas sem divulgação externa e sem movimentação financeira.

Acho que com essa larga explanação você fica municiada para qualquer questionamento.
Um forte abraço para você.

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Regina Wiese Zarling

Eu jamais me esquecerei desse encontro lá no Rio de Janeiro, no qual fomos proíbidos por eles de te aplaudir. Então só levantavamos os braços fazendo movimentos de alegria… Na minha equipe [de debates], fizeram de tudo para boicotar a nossa egrégora [os instrutores da nossa modalidade] … E tinha uma senhora bem querida de uns quase 70 anos ou mais que olhou para todos e disse: “Eu fui formada pelo DeRose e na minha frente ninguém fala mal dele!” Enquanto nós tentávamos [pedir que parassem de atacá-lo] era só gritaria [por parte dos ensinantes da ióga] , mas aquela mulher calou a boca de todos, pois os surpreendeu [talvez pela idade] ! Mesmo assim, durante os debates, a nossa egrégora [nossos instrutores] foi praticamente proibida de falar! [ … ] Hoje, depois de um tempo até que lembramos disso com uma certa diversão, mas na hora, a pressão foi tão grande, que causou outra dor a nossa querida Ro de Castro. Sei que sabes do que estou falando. [Como isso já foi publicado em livro, creio que não há problema em mencionar aqui: A Rosângela estava grávida e por causa das agressões perpetradas contra nós, perdeu o bebê.]
Bjs
Regina
Método DeRose Alto da XV
Curitiba-PR

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Renata

Estou com uma dúvida, e o nome Uni-Yoga, permanecerá?

Obrigada!

Sim. A Uni-Yôga – União Nacional de Yôga continua existindo, mas apenas como um selo de qualidade. É também com quem são firmados os contratos de credenciamento enquanto não houver outra entidade que possa substituí-la. Já a Uni-Yôga – Universidade de Yôga é quem avaliza a qualidade dos livros de Yôga que forem editados por nós ou mesmo por edições independentes. E todas as escolas que não conseguirem a certificação para colocar o logo do Método DeRose em sua fachada, continuarão a ostentar a placa da Uni-Yôga.
Obrigado por nos ajudar colocando a sua dúvida. Abraço.

domingo, 28 de junho de 2009 | Autor:


Alessandro Martins
http://livroseafins.com | alessandro@alessandromartins.com | 201.22.21.198

Mestre DeRose,

acabo de receber do Ministério da Cultura o aviso de criação do site

http://www.culturadigital.br

Todos podem participar. É uma rede social onde serão debatidos colaborativamente políticas públicas para o País.

Inicialmente, os temas são Arte e Tecnologia Digital, Comunicação Digital, Economia Digital, Infra-estrutura para a Cultura Digital e Memória Digital. Mas, importante, outros eixos podem e devem surgir, a partir das iniciativas organizadas pelos participantes.

Achei bacana divulgar aqui, porque lembrei da fala do ex-ministro Gilberto Gil: se é auto-conhecimento, é da alçada do Ministério da Cultura.

E, então, talvez diversas pessoas identificadas com a nossa cultura achem importante participar de algo assim que certamente terá relevância para tomadas de decisão do governo no futuro.

Enfim, cito o email:

O Ministério da Cultura está lançando o Fórum da Cultura Digital Brasileira, um processo político que pretende produzir, de forma colaborativa, uma política pública para o Brasil contemporâneo.

Esse Fórum, realizado em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, terá eventos presenciais e deve se encerrar em novembro, em um grande evento, para o qual esperamos ter sua participação e de outros cidadãos que estão pensando como as tecnologias podem contribuir para melhorar a nossa sociedade.

O novo dessa iniciativa consiste no lançamento da rede social da Cultura Digital. No endereçohttp://www.culturadigital.br, desenvolvemos um site de relacionamento cujo objetivo é organizar a discussão. O espaço é totalmente horizontal e aberto a tod@s que tenham interesse em expor suas idéias e conversar sobre os temas que circundam a cultura digital.

Por meio da tag #culturadigitalbr nós também vamos indexar os conteúdos produzidos pelos usuários nas diferentes redes sociais existentes, de forma a constituir um banco vivo de conteúdos.

Estamos propondo inicialmente cinco eixos de discussão: Arte e Tecnologia Digital, Comunicação Digital, Economia Digital, Infra-estrutura para a Cultura Digital e Memória Digital. Outros eixos podem e devem surgir, a partir das iniciativas organizadas pelos interagentes. Toda colaboração é bem-vinda.

Abraços do Ale.
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terça-feira, 2 de junho de 2009 | Autor:

Em conversa com o, então, Ministro da Cultura Gilberto Gil, ele me disse: “DeRose, conhecimento é com o Ministério da Educação; autoconhecimento, é com o Ministério da Cultura. Yôga é autoconhecimento.”

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