domingo, 17 de março de 2013 | Autor:

Oi Mestre.
Adorei passar o fim de semana com vocês. O evento foi incrível e estão todos de parabéns!
Recebi este link de um aluno. Um golfinho que pede ajuda aos mergulhadores para tirar um pedaço de rede que fica preso na barbatana dele.
Muito legal!
Beijos e até o Pró-Tático.
Juli.

Unidade Downtown – Rio.

http://www.youtube.com/watch?v=2gvgkHSyKFE

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012 | Autor:

Enviado por Tamara Queiroz:

A biografia de Jobs é fascinante.

Foi tenso e especial as últimas semanas aqui, na editora, antes e depois do falecimento dele.

Mestre,

Vi esse vídeo de um gatinho e um golfinho acarinhando um ao outro e lembrei muito de você.

Soltei muitas exclamações: “Own!”.

http://tvig.ig.com.br/variedades/mundo+animal/gato+brinca+com+golfinhos-8a49802632f3ab5b0133135d966208d2.html

B-joletas minhas

quarta-feira, 12 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por Felipe Martins:

 

Ontem assisti o documentário ”The Cove” e chorei muito ao ver as imagens finais.
Dá uma dor no peito, uma vontade de gritar!!! Não quero deixar ninguém triste mas todos deveriam assistir. Mostra o extermínio sangrento de golfinhos, usados para vários fins, entre eles comida para as crianças nas escolas.

 

”O aplaudido documentário THE COVE, que revela um grave crime ambiental cometido em solo japonês, é assinado pelo realizador Louie Psihoyos, fotógrafo da National Geographic durante 18 anos. Entre muitos outros, este filme conquistou o Prémio do Público no Festival de Sundance 2009 e arrecadou o Óscar na categoria de Melhor Documentário.

Este excelente documentário traz á luz um crime ambiental covarde, em solo japonês, que é encoberto pelo governo desse país. Com uma produção incrível e corajosa, o realizador e a sua equipa conseguem imagens impressionantes e chocantes sobre a matança dos golfinhos em Taiji, no Japão. São cenas inéditas do que acontece naquela cidade. Completo em todos os detalhes, este filme conta com Rick O´Barry, antigo treinador de golfinhos, no papel principal. O filme venceu o Óscar de Melhor Documentário na edição de 2010.’

Também podemos assinar a petição do Care2 acessando esse link: https://apps.facebook.com/petitions/3/help-save-japans-dolphins/

Se for muito forte não precisa publicar…

Um abraço

Felipe Martins

[ Reply ]

Eu já conhecia essa barbárie. Mas acho que vale a pena denunciá-la aqui mais uma vez. É terrível. O ser humano foi mesmo um grande erro de projeto.

sábado, 16 de abril de 2011 | Autor:

Olá Mestre olhe que lindo 🙂

terça-feira, 28 de dezembro de 2010 | Autor:

Há algum tempo conversava com um amigo sobre a relação do consumo de carnes e o meio ambiente. Ele por sua vez, comentou comigo sobre um artigo que estava escrevendo para conclusão do curso de Pós Graduação em Ecodesign, pela Universidade Positivo de Curitiba. Achei interessante e resolvi compartilhar um trecho que inevitavelmente aos mais sensíveis e conscientes, dói o coração.

Impacto Ambiental do Consumo Animal
Por: Alexandre Tomasoni
kisarum8@gmail.com

(…) O Impacto na vida animal

Todos os anos bilhões de animais são confinados, torturados e mortos para que alguém possa sentar-se à mesa e saborear um pedaço de carne. Este massacre poderia ser perfeitamente evitado apenas com uma mudança no hábito alimentar para uma dieta mais saudável a base de vegetais.
Segundo o Ministério Norte-Americano da Agricultura (2009), só os Estados Unidos abatem mais de oito bilhões de animais por ano, para alimentação. Sendo assim, mais de 22 milhões são sacrificados nos abatedouros americanos por dia, isto é: mais de 950 mil por hora; 16 mil por minuto. Apesar dos progressos dos últimos anos, os animais continuam a ser mantidos em condições de criação precária, mutilados de diversas maneiras, sem anestésicos, transportados por longas distâncias em compartimentos exíguos e insalubres, para serem finalmente executados aos gritos, das formas mais cruéis possíveis.
Os animais criados para consumo, são privados de todos os seus instintos naturais, confinados por toda a vida, desde o nascimento até a morte. A grande maioria desses animais, jamais veem a luz do sol ou pisam em terra, nem tampouco podem mover-se livremente e interagir com seus parceiros e crias.
Segundo Sônia Felipe, (2008), professora de ética e filosofia política da Universidade Federal de Santa Catarina, aves criadas para o abate não tem possibilidade de selecionar os alimentos que desejam consumir, vendo, cheirando. Elas são criadas em gaiolas coletivas, por isso não ciscam. O stress gerado resulta num dos principais problemas que é o canibalismo. Para evitar isso se faz a desbicagem, que nada mais é do que a degeneração do comportamento da galinha (…).
De outro lado, a reprodução artificial faz com que as vacas leiteiras produzam leite ininterruptamente, enquanto seus filhotes são alimentados em tigelas para não engordar e não desenvolver músculos. este bezerro desmamado, ainda é trancado e amarrado num pequeno espaço para que não se mova, permanece no escuro durante seus quatro meses de vida, até ser abatido sem sequer ter visto a luz do sol, tudo isso para produzir a famosa carne nobre de vitelo.
Por sua vez, o sistema de produção da carne suína não é diferente, os porcos tem sus rabos arrancados, seus dentes removidos e assim como os bois, são castrados sem anestesia. Vivem em situações deploráveis até serem abatidos sem piedade, com muita dor e sofrimento. Em países como a China, cães e gatos são considerados animais de consumo, e da mesma forma que tratamos nossos bois, suínos e frangos, os chineses os criam e abatem com inimaginável crueldade.
Os animais são seres sensíveis e inteligentes, capazes de sentir dor, medo e afeto. O consumo da carne tornou-se a causa de maior impacto na vida desses animais, porém existem diversas outras formas de ultrapassar a barreira ética e expor esses seres aos mais diversos tipos de tortura, dor e sofrimento.
A indústria de peles é uma das mais cruéis do mundo, sendo a China fonte mundial da maioria dos produtos de pele, conforme Relatório do Ministério Norte-Americano da Agricultura (2005). Como não poderia ser diferente da produção da carne a produção de artigos de pele utiliza-se de métodos chocantes de colocação de armadilhas, transporte, confinamento e matança. Depois de uma vida passada em condições deploráveis, os animais são eletrocutados, asfixiados, envenenados ou estrangulados, nem todos morrem imediatamente, alguns chegam a ser esfolados ainda vivos. Mais de 40 milhões de animais são mortos a cada ano da forma mais hedionda e covarde possível para o uso de suas peles.
(…) O impacto ao animal ainda se estende aos circos que torturam e mantém em condições precárias seus animais, as touradas, rodeios, aos parques aquáticos de golfinhos e baleias, as barbatanas de tubarão que fornecem substância afrodisíaca, enfim, são inúmeras as atrocidades cometidas pelo homem perante os animais e que conduzem o planeta a uma situação dramática de perda de diversidade, extinção animal e aquecimento global. (…)

É uma pena termos que compartilhar toda esta realidade, mas tapar o sol com a peneira não dá mais!

Um beijo carinhoso!

Lu

Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.derosecentrocivico.org

quarta-feira, 12 de maio de 2010 | Autor:

Querido Mestrinho, que saudades suas e da Fêzinha.
O meu pai acabou de me enviar esta foto linda e emocionante tirada na Arrábida em Portugal.


Acho que vai gostar.
Milhões de beijinhos.

Mariana Rodrigues
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