terça-feira, 7 de dezembro de 2010 | Autor:

Boa noite Mestrão.

Tenho uma aluna particular que se chama Tânia, que se dedica à veterinária e ela me pediu para que, por favor, eu divulgasse entre meus conhecidos a necessidade de achar um lar para uma cachorrinha. Acho que uma das melhores formas para fazê-lo, é através do seu blog, já que milhares de pessoas acessam diariamente e, quem sabe, uma delas está pensando em ter um cãozinho. Aliás, tem duas fotos dela antes e depois dos cuidados.

Agradeço se você puder fazer esta divulgação.

Um mahá abraço com saudades,

Federico

PS: Olha e e-mail que ela me enviou e o que ela tinha recebido antes. Se você quer postar o comentário, seria importante postar também a troca de e-mails entre elas. Ao final a Tânia, far-se-ia responsável das vacinas.

PS2: para saber mais, o pessoal pode enviar um e-mail para Tânia que ele responderá à brevidade: taniagunther@hotmail.com

E-mail da Tânia para mim

Oi Fe!
Essa é a pretinha que falei; a ong se chama sos cães de rua (tem até um site-soscaesderua.com.br-mas ainda estão fazendo algumas melhorias). Como a ong é nova e ainda está se estruturando é perigoso levá-la p lá pois os animais estão em quarentena e alguns ainda estão doentes.
Como disse, comprometo-me a vaciná-la mesmo depois da adoção (já que os filhotes devem tomar algumas vacinas com intervalos mensais).
Muito obrigada, só de repassar vc está ajudando bastante!!!
Bjs

E-mail da Eliana para a Tânia

Olá Tânia, tudo bem?

Estou enviando a foto da Pretinha( antes e depois), foi retirada da rua ela e a irmãzinha , que infelizmente não sobreviveu.Ela está p/ adoção, mas ninguém
a quer, pois tem um pequeno problema em uma das perninhas e sua imunidade é um pouco baixa.Estava tentando ficar com ela, mas como não depende só de mim ……………Meu coração está apertadíssimo.
Não estamos com muitas condiçoes de mante-la na clínica onde está hospedada, o valor já está muito alto.A idéia no momento é levá-la p/ um abrigo em São José onde temos outros, lá pagamos mensalmente, pois em Suzano é arriscado p/ a saúde dela.
Ela é muito especial e precisa de muuuuuuuuuito amor e carinho.

        

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 | Autor:
 

 

Dalila

 

 

Olá Mestre

Quero compartilhar uma história absolutamente incrivel.
Nem tudo acaba mal…

http://www.youtube.com/watch?v=WmhIe-JoQpM

Muitos, muitos beijinhos e um xi-coração muito apertado
Lila

Emocionante e comovente! Veja este, com melhor resolução:
httpv://www.youtube.com/watch?v=6IbcDNfYITo

Por alguma razão, às vezes este link não funciona. Então, abra o anterior e procure na coluna ao lado uma outra versão.

terça-feira, 11 de agosto de 2009 | Autor:

Rafael Schoenfelder

Se a ética existe até entre os animais, quem sabe os ditos “Seres humanos” também possam aprender.

http://www.youtube.com/watch?v=Nv-BQLyR0w4&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Eorkut%2Ecom%2Ebr%2FFavoriteVideos%2Easpx%3Fuid%3D17872760531739746083%26na%3D2%26nst%3D17&feature=player_embedded

Abraços

Rafael
Curitiba

[Encontrei uma versão com mais qualidade, da TV espanhola, mas que está incompleta. Sugiro assistir primeiro a que o Rafael postou, porque está completa e tem legendas:]

httpv://www.youtube.com/watch?v=6IbcDNfYITo

 

Alexandre Montagna

Belo vídeo. Talvez você goste dessa terceira versão, Mestre, que está completa, com legendas em português e vídeo colorido:
httpv://www.youtube.com/watch?v=vk2nFzv4NOQ

Observe que o leopardo ficou tão abalado ao descobrir que a presa abatida tinha um filhote agarrado à sua barriga, que nem a comeu. Largou a presa e ficou cuidando do filhote! Isso foi mesmo chocante e inesperado. Por outro lado, há humanos que largam os filhotes de cães e gatos na rua para que morram.

quinta-feira, 11 de junho de 2009 | Autor:

O touch healing se baseia no fato confirmado de que o toque (qualquer experiência sensorial, seja ela massagem, coçada, cafuné, toque erógeno ou o seja lá o que for) aumenta a capacidade imunológica, expande a expectativa de vida e causa mutações genéticas positivas. São afirmações bastante audaciosas. Portanto, estudemos sua fundamentação.

 

Aumento da capacidade imunológica e ampliação da expectativa de vida

Na década de 1970, em um laboratório de pesquisas farmacêuticas nos Estados Unidos, daqueles que torturam os animais para desenvolver remédios mais eficazes para benefício da praga humana, os cientistas se depararam com uma perplexidade. Ao inocular os vírus nos coelhinhos usados como cobaias, havia um grupo, todo da mesma gaiola, que não desenvolvia a doença como os demais. Os pesquisadores tentaram por todos os meios descobrir o que estava causando uma super resistência tão espantosa nessas cobaias, pois isso valia milhões de dólares se isolado e posto no mercado. Tudo em vão. Aquele engradado recebia a mesma comida e água, a mesma quantidade de luz e de ventilação dos demais. Experimentaram trocar as gaiolas de posição. Verificaram, chocados, que os coelhos da jaula nova que fora colocada na posição antes ocupada pela das cobaias resistentes, tornaram-se também refratárias às enfermidades! O que haveria de diferente naquela localização?

Instalaram dezenas de câmeras para monitorar vinte e quatro horas por dia e analisar tudo o que acontecesse a cada minuto. Então, observaram que a funcionária encarregada de dar comida aos coelhos era uma jovem baixinha que chegava todos os dias com a ração e a atirava em todas as gaiolas que não alcançava. Mas daquela que estava na frente, ao seu alcance, ela pegava os coelhinhos e os acariciava, falava com eles e dava-lhes a comida na boca. Depois de muito estudo, perplexos, os cientistas foram obrigados a admitir que o carinho aumentara a capacidade imunológica das cobaias. Infelizmente, isso não podia ser isolado e posto em comprimidos para vender nas farmácias.

 Bebês prematuros

 Em 2009, descobriu-se nos Estados Unidos que bebês nascidos com menos de sete meses ganhavam até 47% a mais de peso por dia se fossem massageados (leia-se acariciados) durante quinze minutos várias vezes pela manhã, à tarde e à noite.

 

Alteração genética

Em 1959, cientistas russos procederam a uma experiência na Sibéria. Aprisionaram várias raposas selvagens e foram cruzando as menos agressivas. A primeira geração foi mantida dentro de pequenas jaulas. Seus filhotes, já nascidos em cativeiro, tinham, naturalmente, menos agressividade e deixavam-se tocar e acariciar. Em poucas gerações, começaram a agir exatamente como cães domésticos, demonstrando carinho pelos tratadores e até abanando a cauda em sua presença. Até aí, nada de mais. O fenômeno digno de nota ocorreu quando passaram a ser verificadas mutações físicas, como o aparecimento de um tufo de pêlo branco na cabeça, que as outras raposas não ostentavam, e muito menos as selvagens. Foram mutações assim que há dezenas de milhares de anos começaram a modificar os lobos e deram origem aos tão queridos cães domésticos. Hoje, com a engenharia genética, sabe-se que os cães simplesmente deixaram de desenvolver alguns genes dos lobos selvagens, assim como as raposas siberianas domesticadas. E por que isso ocorreria? No caso dos lobos e das raposas é muito claro. A natureza é seletiva. Se a descendência de um animal não precisa de um determinado gene para a sobrevivência sua herança genética vai sendo gradualmente modificada ao longo das gerações. E com o ser humano, que resultados positivos isso poderia ter? Será que reavivaria os genes recessivos do Homo amābilis?

 

O toque salva vidas

Talvez o touch healing ajude a explicar em parte a baixa incidência de óbitos entre instrutores da Nossa Cultura. Por tudo isso, temos a convicção de que todos nós, com qualquer faixa etária, temos nossa saúde e expectativa de vida bem aumentadas, entre outros fatores, também por sermos carinhosos e privilegiarmos o toque, seja pelos abraços, ósculos, cafunés ou outras formas de comunicação afetuosa entre amigos. Valorizemos isso. Não deixemos que essa qualidade tão rara se banalize. Sejamos gratos e reconhecidos a cada companheiro que nos transmita o seu carinho com o precioso touch healing !

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sábado, 14 de março de 2009 | Autor:

Jaya, a prova viva de que vegetarianismo faz bem até aos cães.

God created dog and spell his own name backwards.
Enviado por Claudia Melcher
(Claudia, por favor, entre em contato comigo, pois não consigo mais localizá-la!)

Para fazer a Fernanda mais feliz e alegrar a nossa vida, conto com uma linda cadelinha weimaraner que me faz companhia, deitada na cadeira ao meu lado enquanto escrevo estas linhas. É uma raça muito bonita, cinzenta, de olhos claros e pêlo curto, grandalhona, com umas patas enormes. Ela se chama Jaya e eu não poderia deixar de mencioná-la. Todos os proprietários de cães estão convencidos de que esses magníficos animais têm paranormalidades. Eu também acho. Neste momento, quando escrevi seu nome, ela levantou a cabeça, fitou-me com seu olhar atento e assestou as orelhas como se tivesse escutado seu nome em meu pensamento.

 

 

Fernanda e eu cobrimos a filhota com tantas atenções e carinho que às vezes preocupa-nos que venha a se comportar mais tarde como uma criança mimada. Ela passa o dia todo ao nosso lado, pois moramos no mesmo imóvel em que temos a escola. Para compensar as viagens constantes, procuramos mantê-la ao nosso lado o restante do tempo, enquanto estamos trabalhando. Ela sobe numa das cadeiras, enrosca seu corpanzil e dorme. Ou então traz um brinquedo para nos convidar a um folguedo, o que quase sempre aceitamos de bom grado e partimos para um cabo-de-guerra (o qual ela tem sempre que perder, por uma questão de adestramento).

Aos domingos, sempre que estamos em São Paulo, passea­mos com ela no Parque do Ibirapuera ou pela Rua Oscar Freire para que ela possa fazer um pouco de exercício. Não há quem não pare para comentar como ela é linda, como é tão educada, perguntar que raça é essa ou qualquer outro pretexto para se aproximar e lhe fazer um carinho. Jaya, por sua vez, desde pequena sempre conviveu com os alunos da escola e isso a tornou muito sociável. Ela adora gente e adora cães. Gosta até de gatos! Brinca e conversa com todo o mundo. Conversa, sim, pois quando dou o comando “fala!” ela emite uns resmungos muito bonitinhos.

Mas também é nosso cão de guarda, pois assusta pelo seu tamanho, já que o weimaraner é um cão de grande porte; e intimida muito mais nas raras vezes em que solta uns latidos muito grossos, acompanhados de um rosnado de gelar a alma.

Desde que ela veio morar conosco, ainda com quarenta e cinco dias de nascida, nunca comeu carne. Quando foi ao seu primeiro veterinário, Fernanda lhe deixou bem claro que ela seria vegetariana e que ele só seria seu médico se aceitasse essa nossa decisão. Bem, ele aceitou, mas com reservas. Afinal, é um animal grande e precisa de muita proteína, cálcio e todos os outros elementos nutricionais, caso contrário pode não se desenvolver, pode ficar com problemas de saúde, coitadinha.

Nossa decisão envolvia uma grande responsabilidade. Contudo, sou vegetariano há cinquenta anos. Tornei-me vegetariano em idade de crescimento e cresci tanto que fiquei maior que o meu pai – muito mais robusto que ele e que todos os meus colegas de escola. A vida inteira, pratiquei esportes violentos, artes marciais e aos 52 fui fazer ginástica olímpica. Portanto, tenho plena convicção de que o vegetarianismo nos deixa bem mais fortes.

Jaya se alimenta de ração vegetariana, adora mini-cenourinhas, fica alucinada por uma maçã, banana, queijo, yogurte, biscoitos caninos sem carne e uma grande variedade de alimentos que na teoria os cães não deveriam apreciar. E descobrimos o inusitado: com o sistema vegetariano o pêlo fica mais bonito, a pele livre de alergias, o hálito fica ótimo, as fezes não cheiram tão mal, o organismo sofre menos riscos de contrair verminoses e outras doenças típicas da ingestão de carnes, o animal torna-se mais ágil, mais inteligente e vive mais tempo!

Conversando num jantar com uma médica veterinária, mencionei que minha weimaraner nunca roeu nada meu, quase não late e que aos quatro meses aprendera a sentar, deitar, dar a patinha, fazer suas necessidades no lugar certo, ir para a sua cama, esperar a ordem de pegar a comida, não entrar em determinados cômodos da casa e uma série de outros comandos. A veterinária não acreditou. Para essa raça, nessa idade, ela não poderia ter aprendido isso tudo. Como Jaya estava na época com quatro meses, convidei-a a me visitar para se convencer da “excepcionalidade” da nossa cadelinha. E não pude perder a oportunidade de gracejar: “É mais inteligente porque ela é vegetariana!”

 

Quando ela estava com dez meses, um dia entrou no meu quarto com a boca espumando e cabeça baixa. A imagem me gelou o sangue. Jaya com hidrofobia! Será que o meu karma seria assim tão cruel a ponto de não se satisfazer afastando de mim os meus filhos e agora ceifando a minha filhota Jaya que tanto amamos, a Fernanda e eu?

Ofereci um pouco de água, pois os cães com raiva ficam com fobia e a rejeitam. Seria uma forma de checar antes da chegada do veterinário. Quando aproximei o pote de água, Jaya virou bruscamente a cabeça e se afastou. Meu coração bateu mais forte! Eu teria que mandar matar a pessoinha de quatro patas que me dera tanto carinho pelos últimos dez meses?

Só me vinham imagens da Jaya pequenina e depois crescendo na nossa companhia, abanando aquele cotoco de cauda, com as orelhinhas para trás e o olhar mais doce do mundo…

Mesmo consciente do risco que corria, abraceia-a bem forte e coloquei sua cabeça no meu ombro. Um nó na garganta me impedia de falar com ela.

Mas, então, senti um perfume diferente do seu cheirinho delicioso de cachorro vegetariano. Cheirei sua boca. Oh! Céus! Que alívio! Ela havia apenas comido o meu sabonete!

lerivan
lerivanfloripa@yahoo.com.br | 189.101.242.59

Mestre,
Um presente para você:
httpv://www.youtube.com/watch?v=dsv2YqCVJQ0

Um vídeo que eu gravei da Jaya no Fest-Yôga de Floripa do ano passado.
Forte Abraço!

 

 

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sexta-feira, 13 de março de 2009 | Autor:

Fernanda levou seis anos – SEIS ANOS! – tentando me convencer a ter um cachorro. Eu não queria, pois tinha uma imagem de que cachorro dá trabalho, incomoda, late, rói, destrói as coisas, faz sujeira, obriga os donos a estar todo o tempo irirtados, a dar broncas… cães que fogem, cães que atravessam a rua no meio dos veículos e são atropelados, cães que têm de estar todo o tempo amarrados por uma guia, arrastados como escravos, só podendo comer ou fazer suas necessidades quando o dono permita… eu não queria nada disso para mim. Por uma questão de estilo de vida, de qualidade de vida e de filosofia eu não queria estar agora arranjando sarna para me coçar. Quando, finalmente, Fée me convenceu, entramos num acordo: nosso filhote seria fêmea para não sair marcando território com urina; seria escolhida uma femeazinha bem calma e não-dominante a fim de não nos dar trabalho para educá-la; seria castrada para não me aparecer ligeiramente grávida por algum sem-vergonha de família duvidosa, ao passear no parque; e teria uma treinadora desde antes de ser escolhida no canil.

Assim foi. Quando chegou à nossa casa com 45 dias de vida, já veio acompanhada da Ana Gabí, yôginí treinadora de cães ultra competente e carinhosa. Duas a três vezes por semana Jaya, Fernanda e DeRose eram seus disciplinados alunos. Os pais orgulhosos da Jaya mantinham-na rigorosamente na linha. Cobriam-na de carinho, mas para compensar exigiam muita disciplina – sempre com afeto, sem punições, sem gritos, sem pancadas. Sempre à base de reforço positivo e uma boa dose de petiscos.

O resultado foi uma cadelinha feliz, sociável, muito afetuosa, que fica solta dentro da residência e da escola e que nunca destruiu nada meu. Em casa, meus objetos ficam em prateleiras bem perto do solo e ela nunca tocou em nada. Há um vaso de porcelana que está há mais de ano sobre uma mesa de centro baixinha na sala de estar. Jaya brinca, corre e pula em torno da mesa e jamais derrubou o vaso. Seres humanos já o derrubaram uma vez ou duas, felizmente, sem quebrá-lo. Jaya, nunca! Quanto a fazer barulho, só costuma latir para nos proteger e mesmo assim, apenas de vez em quando.

Fiquei aliviado e feliz. Afinal, consegui a tranquilidade apesar de ter uma “criança” em casa. Agora, fica a sugestão veemente para que todos os demais sigam meu exemplo e contratem um treinador. Se não puder pagar por mês, contrate por aula. Mas é importante ter filhos educados, ahn, quero dizer, cães educados.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009 | Autor:

Ela é uma vira-latinha linda, tem dois meses e estava abandonada com fome e com frio dentro de uma caixa de papelão na rua, jogada num canto qualquer. Mariana Rodrigues adotou-a e está toda mamãe. A primeira coisa foi apresentá-la à Jaya, sua irmã de criação mais velha. Para que a Jaya não ficasse triste por sentir que a pequenina estava monoplizando as atenções, fiquei dando-lhe carinho. Depois fatiei uma banana, que é a fruta que Jaya mais ama, e fui brincar de adestrá-la. Ela faz qualquer gracinha por um pedaço de banana. Mariana pegou um pedacinho e colocou ao lado da boquinha da Sampa (esse é o seu nome). Mas, tão pequenina, não sabia o que era e deixou ali. Jaya veio, olhou aquele pedaço apetitoso de banana dando sopa, cheirou e se afastou! Não acreditávamos! Jaya não tocou na comida da nenén… Então peguei um naco da fruta e lhe ofereci. Ela imediatamente abanou o rabinho e aceitou. Que pessoa incrível é essa Jaya! A cada dia eu a admiro mais.

Para que você não tenha que procurar, vou colar aqui a resposta ao comentário do Alessandro Martins, no qual conto a história de adoção do Wilson:

Alessandro, você me emocionou profundamente com o seu texto. Sou um admirador do seu talento. Você é um grande escritor. Gostei muito também do comentário feito pelo Alexandre Kovacs, que reproduzo:

Recomendo um livro excelente sobre cães: “Da dificuldade de ser cão” de Roger Grenier, onde ele apresenta várias histórias sobre famosos autores como Camus, Sartre, Voltaire, Kafka e seus amigos cães.

Este trecho, por exemplo, citação de Maeterlink sobre o privilégio de ser cão é fantástico: “Ele é o único ser vivo que encontrou e reconhece um deus incontestável, tangível, irrecusável e definitivo. Ele sabe a quem dedicar o melhor de si, sabe a quem se dar acima de si mesmo. Ele não precisa buscar uma força perfeita, superior e infinita nas trevas, as mentiras sucessivas, as hipóteses e os sonhos”.

Sobre vira-latas, tenho uma história para lhe contar. Chegando ao Brasil de uma viagem ao exterior, encontramos no aeroporto internacional um serzinho pequeno que ia de passante em passante pedindo para ser adotado. Saltando como uma molinha, como se quisesse se aboletar no colo das pessoas, o rabinho abanando intensamente e um olhar suplicante, não havia como ignorá-lo. Quando veio pulando em mim, fiz-lhe carinho e senti receptividade. Dei-lhe comida. Olhei nos seus olhinhos negros e não consegui deixá-lo lá. Fernanda e Vivi apoiaram minha sugestão de levá-lo para casa e foram, por sua vez, respaldadas pelo Gabriel (que passou a ser o pai do Wilson) e pela Andréa (irmã da Fée). Deixamo-lo durante uma semana em uma clínica, em observação, tomando todas as vacinas. Não caberia mais um ente querido de quatro nem de duas patas em nosso apartamento.
Quando fomos buscá-lo no veterinário sua alegria por nos rever era inacreditável. Vivi se apaixonou por ele e adotou-o. Quando perguntam sua raça digo que é street terrier. Mas é bem possível que tenha mesmo algum ascendente com pedigree. Ele tem uma índole ótima, é ultra educado, logo tornou-se vegetariano com prazer e parece estar nos dizendo o tempo todo “Obrigado, obrigado por me darem um larzinho!”. Quando fomos viajar para passar o Ano Novo no Rio, Vivi teve que deixá-lo na casa da treinadora. Ao retornarmos para buscá-lo, soubemos que ele ficou no portão até as onze da noite esperando que sua dona voltasse. Peça à Vivi para colocar aqui uma foto dele e vai constatar como seu olhar é expressivo.

Mais histórias de cachorros? Leia os posts: Jaya, minha weimaraner vegetariana; Pessoinhas de quatro patas; O seu carro tem cheiro de cachorro? Dê-lhe ração vegetariana!; 100 maneiras de melhorar o mundo (1): adote um animal.

Milena Rosolen

Olá pessoal, segue mais um site para quem quiser adotar um cachorrinho: http://www.adotaretudodebom.com.br
Bjs Milena

Chrystine Omori

Konbanwa, pessoal!^-^
Esse aqui é para adotar, mas quem não puder, pode ajudar apadrinhando ou fazendo doações!
E nem precisa ser daqui de São Paulo ;)
http://www.viralataedez.com.br/

Leilane Lobo

Mestre,

Olha que linda ação!

Você assiste ao vídeo e a PEDIGREE doa um prato de ração para cães abandonados.

Já são + de 100 mil pratos doados.

Vale a pena assistir!

http://www.youtube.com/watch?v=2DR6XqBKkSM

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