segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012 | Autor:

Chegando ao Brasil de uma viagem ao exterior, encontramos no aeroporto internacional um serzinho pequeno que ia de passante em passante pedindo para ser adotado. Saltando como uma molinha, como se quisesse se aboletar no colo das pessoas, o rabinho abanando intensamente e um olhar suplicante, não havia como ignorá-lo. Quando veio pulando em mim, fiz-lhe carinho e senti receptividade. Dei-lhe comida. Olhei nos seus olhinhos negros e não consegui deixá-lo lá. Fernanda e Vivi apoiaram minha sugestão de levá-lo para casa. Deixamo-lo durante uma semana em uma clínica, em observação, tomando todas as vacinas. Não caberia mais um ente querido de quatro nem de duas patas em nosso apartamento.

Quando fomos buscá-lo no veterinário sua alegria por nos rever era inacreditável. Vivi se apaixonou por ele e adotou-o. Quando perguntam sua raça digo que é street terrier. Mas é bem possível que tenha mesmo algum ascendente com pedigree. Ele tem uma índole ótima, é ultra educado, logo tornou-se vegetariano com prazer e parece estar nos dizendo o tempo todo “Obrigado, obrigado por me darem um larzinho!”. Quando fomos viajar para passar o Ano Novo no Rio, Vivi teve que deixá-lo na casa da treinadora. Ao retornarmos para buscá-lo, soubemos que ele ficou no portão até as onze da noite esperando que sua dona voltasse. Peça à Vivi para colocar aqui uma foto dele e vai constatar como seu olhar é expressivo.

Mais histórias de cachorros? Leia os posts: Jaya, minha weimaraner vegetariana; Pessoinhas de quatro patas; O seu carro tem cheiro de cachorro? Dê-lhe ração vegetariana!; 100 maneiras de melhorar o mundo (1): adote um animal.


sábado, 7 de janeiro de 2012 | Autor:

Enviado por Juan Mestre:

domingo, 11 de setembro de 2011 | Autor:

Jaya resolveu dar aula junto comigo. Subiu no tablado e ficou cuidando para ver se todos estavam prestando atenção à aula.

 Clique na foto para ampliá-la.

 

 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011 | Autor:

Oi Mestre,

Acabei de encontrar um outro vídeo que mostra um caso verídico de amizade entre um homem e um crocodilo. É impressionante ver o Pocho (crocodilo) brincando com o Chito.
Pocho foi encontrado por Chito com uma bala alojada na sua cabeça e por isso viveu 6 meses na casa de Chito, recebendo o seus cuidados. Depois de 6 meses o crocodilo, apesar de estar livre para voltar ao seu lar, não quis deixar o amigo.

Muito lindo!

Beijos a todos e obrigado Mestre,

PH — Buenos Aires