quinta-feira, 3 de novembro de 2011 | Autor:

Enviado por Roberta Fraga:

Este foi o primeiro contato via email que consegui, por isso estou enviando a mensagem por aqui.

Meu nome é Roberta Fraga, sou colaboradora no Livros e Afins, do Alessandro Martins, por meio de quem conheci o seu trabalho e blog.

O Motivo de lhe enviar este email é, em primeiro lugar esta campanha que estou divulgando no meu blog:

http://peculiarizar.com/2011/10/feliz-aneversario.html

Por meio dela, conheci a Terapia de Gerson. Não sei, se o Senhor já conhece, mas segue abaixo:

Versão completa, com legendas totalmente REVISADAS por mim.
Baixe, grave em disco, de de presente a amigos, parentes, estranhos…
Faca re-upload mas escreva na descrição os créditos das legendas, da forma como escrevi aqui.
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O câncer é uma industria que apenas nos EUA gira 200 bilhões de dólares por ano (2004). As dezenas de curas alternativas para doenças cronicas e degenerativas são infelizmente censuradas por pressão dos malditos lobbies dos cartéis farmacêuticos. Os lobbies dos Carteis da doença influenciam com dinheiro Ministérios da Educação, da Saúde, e muitos órgãos de governos no mundo inteiro. Pouca gente sabe que o famoso FDA norte-americano é um dos órgãos mais corruptos do governo daquele país decadente econômica, financeira e moralmente.
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No Brasil infelizmente ainda tem muita gente desinformada e que segue o que a imprensa comprada alardeia contra Curas Alternativas. Tem muita gente que acredita que a medicina convencional tem todas as respostas e que médicos trabalham, sempre elo benefício do doente.
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A medicina em geral (raras exceções) esta bastante corrompida pelos Traficantes de Drogas Legais: os carteis farmacêuticos. A grande maioria dos medicamentos são desnecessários ou nocivos.
Uma enorme variedade de doenças pode ser curada apenas com HIDRO JEJUM! Nos casos de doenças cronicas sérias e as degenerativas terapias como a Gerson são excepcionalmente eficazes e vc não precisa ingerir NENHUM produto farmacêutico.
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No Brasil ainda não existe nenhuma clinica especializada em Terapia Gerson. Só existe a principal, em Tijuana, México e uma na Hungria, com médicos treinados em Tijuana.
No Japão um hospital adota a Terapia, como esta mostrado em outro vídeo chamado “Morrendo por não saber”.
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O Milagre Gerson apresenta o médico que criou a Terapia que leva seu nome, há mais de 75 anos, uma terapia que tem comprovado curar o câncer e outras doenças crônicas e degenerativas.

Através de sua própria luta contra sua enxaqueca, o Dr. Max Gerson concebeu um tratamento inteiramente baseado em nutrição e desintoxicação criando as condições para o próprio organismo para se curar.
Ele curou-se e desenvolveu a Terapia que leva seu nome e que tem tido enorme sucesso em curar inúmeras doença.

Temas abordado no filme:
– A indústria do câncer: com a lei do seu lado.
– Tratamentos naturais de câncer
– Dr. Max Gerson — história de sua vida
– A relação entre agricultura e doença … e saúde!
– O papel da toxicidade e deficiência de nutrientes na doença?

A cada refeição podemos estar intoxicando nosso corpo ou nutrindo-o. A Terapia Gerson supre o organismo com mega doses de nutrientes naturais de sucos vegetais e ao mesmo tempo desintoxica o corpo através dos enemas.

Este revela que o seu potencial para ter saúde ultrapassa os limites impostos sobre nós pela indústria de doença: a indústria farmacêutica.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por Iô:

Outra forma de ajudar a evitar os maltratos contra nossos anjos…
Veja que legal essa reportagem: “Só dieta à base de vegetais reverte doenças cardíacas, afirma médico” em:

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/980909-so-dieta-a-base-de-vegetais-reverte-doencas-cardiacas-afirma-medico.shtml

Tomara que cada dia mais a gente encontre médicos com essa lucidez e atitude…

Bjm,

domingo, 1 de maio de 2011 | Autor:

Acabo de saber que o nosso estimado Edgardo Caramella está precisando de mentalizações de saúde. Vamos enviar luz azul turqueza e azul celeste, muito amor e mensagens “verbalizadas” mentalmente.

 

Faça a mentalização agora mesmo. Sente-se com as costas eretas e realize diversas respirações profundas para captar energia em seu próprio corpo. Depois de umas dez respirações, visualize o rosto do nosso querido amigo Edgardo e transmita-lhe um facho de luz azul turquesa que envolve e penetra o rosto e o corpo todo do Ed. Juntamente com a projeção de luz azul turquesa, envie a mensagem mental de saúde, vitalidade, regeneração e poder de cura. Mantenha-se concentrado nisso pelo tempo que desejar. Depois, envie-lhe um jorro de luz azul celeste, de sedação. Por último, encerre o procedimento visualizando uma chama de luz violeta (não é lilás, é violeta) brotando sob o seu próprio corpo (o de quem está mentalizando) e visualize esse fogo violeta envolvendo seu organismo, por fora e por dentro, consumindo qualquer liame kármico que você tenha contraído com qualquer fato ou pessoa, em qualquer momento da sua vida. Ouça o crepitar dos liames kármicos sendo queimados e eliminados. Encerre o exercício passando as mãos para o prônam mudrá e pronunciando a saudação “SwáSthya!”.

sexta-feira, 14 de maio de 2010 | Autor:

Talvez alguém de Floripa possa entrar em contato.

Incrível como existem pessoas sem coração por este mundo. Este caso aconteceu agora dia 11 de maio em Floripa.
O depoimento que se encontra no site http://www.ajudaparaosanimais.blogspot.com é de uma moça ou senhora (não sei a idade) chamada Fernanda e diz o seguinte:

Preciso da ajuda de vocês:

Apareceu aqui na frente da minha casa uma cachorrinha toda machucada de maus tratos…o pior de tudo é que arrancaram um olho dela. Isso mesmo!!!

Absurdo! A coitadinha toda machucada, sem um olho, manca, sarnenta…

Não consegui deixar de ajudar porque me sensibilizei e não conseguiria simplesmente virar as costas….

Coloquei ela isolada no meu quintal e estou cuidando.

Uma moça que trabalha em um posto de saúde perto de casa estava junto na hora e também quis ajudar..ela trouxe algumas coisas para curativo, analgésico e juntei mais com as coisas que tinha aqui em casa dos meus cachorros. Estou fazendo curativos pra não deixar o olho exposto, dando comida, passando remédio..enfim, cuidando…

O grande problema é que ela tem que fazer uma cirurgia pra fechar o olho e já falei com ongs, veterinários e ninguém pode ajudar. Queria ver com vocês se me ajudam a mobilizar algum veterinário pra fazer essa cirurgia pois não tenho como arcar com esta despesa agora. Além da cirurgia, ela vai precisar continuar tomando os remédios e todo o tratamento.

Preciso da ajuda de vocês e até para dar um destino pra ela…alguém que adote, pois já tenho 3 cachorros e 2 gatos..

Não posso ficar com mais um.

Por favor pessoal, falem com amigos, com veterinários, ou com alguém que faça uma boa ação e banque a cirurgia pra depois podermos colocar pra doação.
abaixo, fotos.. ( as fotos estão no site indicado)

Bjão e obrigada
Fernanda
(48) 3259-8761 e (48) 8831-6677
fernanda@fabrikadeideias.com.br

Bjs

Regina
Método DeRose Alto da XV

DSC02162.JPG

Que coisa impressionante! Não pude conter as lágrimas perante tamanha maldade contra esse serzinho doce e indefeso. Vamos ajudar a essa cadelinha, SIM! Mas o que me consterna é saber que tantos outros casos semelhantes estão ocorrendo o tempo todo, no mundo todo. A espécie humana foi mesmo um erro. Ainda bem que ela vai dar cabo dela mesma. Assim, vamos deixar de torturar, escravizar e matar as outras espécies. Até lá, convoco todos os descendentes dos genes recessivos do Homo amabilis para que se unam a nós nesta cruzada sem fronteiras para tornar o mundo melhor. [Leia o post Fábula sobre a Síndrome de Caim.] DR

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Mestre,

Mandei um email para a Fernanda pedindo o número da conta dela para ajuda-las, porém ela me respondeu que a cachorrinha morreu sábado pois estava com uma doença grave. Muito obrigada por compartilhar isso conosco pois assim podemos ajudar.

Estamos ansiosos por sua chegada em Belo Horizonte.

Beijocas

Tabatha Fiorini – Unidade Savassi – Belo Horizonte – MG

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Triste… muito triste. DR

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segunda-feira, 26 de abril de 2010 | Autor:

Quando um amigo, familiar, jornalista ou o próprio instrutor perguntar:

“Quais são os benefícios do Yôga?”

Ou

“Quais foram os benefícios que o Yôga lhe proporcionou?”

Ou ainda:

“O que você veio buscar no Yôga?”

O que você responde?

Pense bem antes de ler a resposta abaixo

1

Pensar

2

refletir

3

matutar

4

carburar

5

Acabou o tempo!

Eis a

Resposta

Uma das melhores respostas pode ser:

“O Método DeRose não tem o foco em benefícios.”

Ou

“Qualquer benefício que tenha ocorrido é considerado como mera consequência. Eu não vim aqui buscando benefícios. Não vim buscando nada. Vim porque gosto do Método, gosto do ambiente e gosto das pessoas que o praticam.”

Que bonito! No dia em que todos derem esse tipo de resposta, sem titubear e de forma sincera – não simplesmente para agradar seu instrutor – aí sim, estarei feliz e realizado como escritor e professor!

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segunda-feira, 22 de junho de 2009 | Autor:

Comíamos muitos cereais, raízes, frutas e hortaliças, ovos, leite, coalhada, queijo e manteiga. Algumas tribos do noroeste alimentavam-se também de peixes, mas na nossa região considerávamos primitivismo agarrar um animal, ave ou peixe, matá-lo brutalmente e devorá-lo como fazem os mais selvagens predadores.

Nós nos afeiçoávamos às cabras e búfalos, mas não conseguíamos sentir afeição pelos tigres que matavam e dilaceravam nossos animais e parentes. A maior parte das famílias já havia perdido pelo menos um ente querido morto por algum animal carnívoro. Não podíamos descer ao mesmo nível animalesco dessas feras.

Como observávamos muito a natureza à nossa volta, percebíamos que os animais vegetarianos eram amistosos e podiam ser amansados a ponto de trabalhar conosco; e os deixávamos dormir ao nosso lado sem perigo de sermos atacados por eles no meio da noite. Nenhum animal carnívoro pôde ser domesticado para trabalhar para nós, para ser montado ou para puxar uma carroça. Somente o cão se afeiçoou ao homem e, mesmo assim, não nos dava leite nem puxava nossos arados e só servia para a guarda, muitas vezes representando perigo para nossos vizinhos.

Notamos também diferenças entre as tribos, que podiam ser atribuídas aos hábitos alimentares. O corpo dos que não abatiam animais para se alimentar de suas carnes mortas era mais saudável, a pele bonita e macia, o semblante apaziguado e amistoso. Os do noroeste, além de serem fisicamente mais rudes, quando algo os desagradava aceitavam tranqüilamente sangrar o desafeto, pois estavam habituados a derramar sangue dos animais.

Nossas comidas também eram mais saborosas e aromáticas. Certa vez provamos da comida feita por um clã nômade que nos visitara. Às carnes, é claro, tivemos repulsa e não admitimos colocá-las na boca, até por uma questão de higiene. Mas alguns vegetais que as acompanhavam, aceitamos. Não tinham gosto de nada. Era como se eles achassem que comida era a carne, e que esta não precisava de temperos. O resto não merecia nenhum cuidado especial. Quando lhes oferecemos nossos vegetais preparados em fornos, com leite e manteiga, condimentados com ervas e sementes aromáticas, largaram de lado a deles e preferiram a nossa comida. Também nos pareceu que não conheciam a arte de fazer pão, pois, sendo nômades, não plantavam os cereais e, assim, davam preferência à caça e à pesca.

Tínhamos vários tipos de pão, cada qual com uma seleção de grãos e ervas, e com um formato diferente. Porém, era sempre pesado e duro. Quando perguntei à minha mãe se não podia ser mais macio, ela riu, fez uma careta e não me respondeu. Fiz-lhe outra careta e continuei mastigando meu pedaço de pão. Mais tarde, descobri que podia deixá-lo um pouco no leite e conseguia a maciez desejada.

Uma iguaria que preparávamos era uma combinação de grãos, deixados de molho em água e ervas aromáticas durante a noite. No verão, comíamos esse prato cru, acompanhado de coalhada. No inverno, o cozinhávamos e nos servíamos dele ainda fumegando.

Nossa família tinha um carinho especial por um arbusto que dava umas sementes redondas, escuras e brilhantes, que eram moídas e guardadas para serem adicionadas a algumas receitas. Além de perfumar o alimento e enriquecer o sabor, dizia-se que tinha a propriedade de aumentar a energia para o trabalho e evitar doenças.

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segunda-feira, 16 de março de 2009 | Autor:

Qual é o nosso público

Especializamo-nos num público de adultos jovens, saudáveis, descontraídos, cultos e de bem com a vida. Assim são os praticantes de SwáSthya Yôga. Assim devem ser os seus alunos.

Outras correntes especializaram-se em senhoras, idosos, crianças, gestantes, místicos, alternativos ou em terapia. O tipo de trabalho que desenvolvemos não é competente para atender as expectativas dessas pessoas. Entenda este procedimento como especialização profissional e nunca como discriminação. Jamais cometeríamos discriminação ou preconceito. Nós aceitamos pessoas de todos os credos, etnias, idades, procedências e opções sexuais. Somos contra qualquer tipo de discriminação.

A razão de termos nos especializado nesse público

Adultos jovens, saudáveis e cultos são o público mais refratário a doutrinações e manipulações. São, portanto, pessoas nas quais podemos confiar para a consecução do nosso trabalho. Queremos também precaver-nos a fim de que nenhum detrator invejoso possa jamais nos acusar de estar catequizando ou manipulando os alunos daquelas faixas mais vulneráveis que são os enfermos, as crianças, os idosos, etc.

Pesquisa na Universidade de Brasília confirma

Conforme matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo, no dia 5 de abril de 2007, o pesquisador Marcio de Moura Pereira, do Grupo de Estudos e Pesquisas da Atividade para Idosos da UnB, comprovou que o SwáSthya não é aconselhável para a Terceira Idade. Embora possamos sempre questionar que quem estava conduzindo a pesquisa não era instrutor de SwáSthya Yôga habilitado ou que o pesquisador era um antipatizante motivado por razões tendenciosas, ainda assim, basicamente concordamos com a conclusão da pesquisa: o SwáSthya não é para a Terceira Idade, como já vimos declarando há muitos anos.

A quem não direcionamos o nosso trabalho:

Crianças – é uma responsabilidade muito grande trabalhar com crianças em qualquer área. No Yôga é mais problemático, pois as recomendações comportamentais poderiam entrar em choque com as dos pais como, por exemplo, se eles tiverem o hábito do álcool e do fumo, os quais são desaconselhados por nós. Além disso, um adulto é menos sujeito a acidentes. Crianças conseguem se machucar até dentro do próprio apartamento, com os pais ao lado. Contudo, mesmo que um adulto sofresse um acidente, causaria menos comoção. Não podemos colocar uma escola de Yôga em risco e muito menos uma criança.

Idosos – são mais frágeis e propensos a sofrer algum problema em sala de prática. Também não conseguem acompanhar as técnicas mais eficientes, obrigando o instrutor a restringir-se a uma aula excessivamente leve, o que desmotiva o profissional e não tem efeito algum. Finalmente, o idoso já fumou ou bebeu ou manteve outros hábitos prejudiciais durante 60 ou 70 anos. Isso compromete seriamente os resultados deste método. O próprio autor, que escreve estas palavras, brevemente será bisavô (portanto, está excluída a possibilidade de discriminação!) e, mesmo com a prática do Yôga, observa em seu corpo as mudanças biológicas naturais dessa faixa etária. Isso significa que recusemos pessoas na idade da razão? De forma alguma! Cerca de cinco por cento dos nossos alunos tem entre sessenta e setenta anos de idade. Mas estão saudáveis, não vieram buscando terapia e aceitaram mudar seus hábitos de vida.

Gestantes – também constituem uma grande responsabilidade, especialmente numa sociedade carregada de desinformação e preconceitos. É claro que há modalidades que se especializaram nesse público, mas queremos enfatizar que não é o nosso caso. As futuras mamães devem tomar muito cuidado ao procurar qualquer linha de Yôga para não transformar o que deveria ser uma experiência maravilhosa  em um momento de grande tristeza.

Místicos – são pessoas boas, que têm uma tendência a crer. Não queremos pessoas que creiam no que estamos ensinando. Queremos pessoas que saibam, que conheçam, que estudem, que possuam um acervo de documentação e fundamentação suficientes para que nossas propostas sejam levadas a sério.

Enfermos – são pessoas que necessitam desesperadamente de alívio para o seu sofrimento e anseiam por uma esperança de cura. São vulneráveis às promessas dos charlatães e não queremos que nenhum instrutor do nosso método se imiscua nesse território. Outro fator de risco é que podem sofrer um achaque a qualquer momento, em qualquer lugar. Se um idoso ou um enfermo morre dentro de um ônibus, não passa pela cabeça de ninguém querer processar o motorista ou pedir uma lei que proíba os ônibus de circular. No entanto, se ele falecer em uma aula de Yôga não temos dúvidas de que poderão querer acusar o professor ou o próprio Yôga.

Para saber mais a este respeito, recomendamos que leia o livro A parábola do croissant, de Rodrigo De Bona.

Leia, também, neste blog o post A life style.

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