terça-feira, 7 de julho de 2009 | Autor:

Lucas De Nardi

Oi Mestre!

Pois é, a Nai me contou que conversou contigo e falou deste epsódio.

Bom, eu sou um pouco detalhista demais quando conto histórias, então se ficar muito grande escrevo de novo. [Não precisa. Eu vou cortar um pedacinho.]

[ … Trecho cortado para abreviar o relato. …]

A outra situação aconteceu quando eu conversava com uma amiga e uma conhecida. Num determinado momento minha amiga comentou sobre a escola, e a terceira pessoa da conversa perguntou:

– Escola do que?
– Do Método DeRose
– Ah, do DeRose! – disse ela e ficou alguns instantes em silêncio. Logo depois falou:
– DeRose é Yôga, né!? Ele é muito sério, não é!? Tem várias escolas aqui em Porto Alegre.

Aquilo me deu uma alegria e um alívio ao mesmo tempo, pois parece que não precisamos mais mencionar Yôga, o nome do nosso Método já basta. E mesmo assim, as pessoas sabem que estamos nos referindo à filosofia do Yôga, mas alicerçada por algo mais sério. Ao menos foi o que senti nestas duas experiências.

Para concluir, gostaria de dizer que acho que o grande receio de tirarmos o nome Yôga dos diálogos, fachadas e material de divulgação de nosso trabalho é um receio comercial. [Mas quem não faz um trabalho comercial, não tem o que recear, não é mesmo?] Os diretores e instrutores tem medo de perder a identidade e deixar de cativar as pessoas para usufruirem de seus serviços. Mas se pensarmos no alívio que seria se sempre que identificarmos nossa proffisão e nossa filosofia de vida, as pessoas não fizessem caras esquisitas ou nos associassem com estereótipos que nada tem a ver com os conceitos de força, beleza, energia, qualidade de vida que ensinamos, certamente todos adotariam esta nova forma de identificação ante a sociedade.

E pensando mais a fundo, se as pessoas pararem de nos associar com tudo aquilo que não tem relação com o que fazemos, talvez comecem a nos associar com o que realmente somos!

Espero que não tenha ficado um texto muito longo, nem cansativo. E desejo que sirva de incentivo para que os demais também se pronunciem como ensinantes do Método DeRose para ver o que acontece.

Acho que era isso, né, Mestre!?

Beijos

Lucas De Nardi – Porto Alegre – RS

 

Camila Lopes

Oii,
Já passei por essa experiência e isso realmente está acontecendo com muito mais frequência e é uma satisfação quando alguém pergunta o que pratica ou faz, e então responde : faço, ou sou instrutor do Método DeRose, a pessoa : ah! sim, ouvi falar muito bem.
Demonstra o quanto vale cada degrau com esforço, mas alcançado com a seriedade que existe em nosso trabalho.
Por isso temos que acatar com lealdade a tudo o que nos é passado. Pois manter algo tão valioso como isso, requer além de muito amor a garra de um vitórioso que todos nós somos.

Ale Filippini

Hoje falei para uma amiga que fazia o Método DeRose e ela disse: Ah, me lembro uma vez que estava em Porto Alegre e tinha o pessoal do DeRose no mesmo restaurante que eu, eles estavam cantando e eram muito alegres, no final, eu e meu marido estávamos lá, cantando com eles, foi contagiante!
Ela nunca fez Yôga e é bem provável que seu eu falasse sobre Yôga, ela também faria confusão … mas sabia bem como era “o pessoal do DeRose” …

Alê – Unidade Alphaville / SP

 

Joao Marcelo
[João Marcelo é dono de uma expressiva agência de propaganda.]

Eu não consigo dar uma opinião do ponto de vista do instrutor e do diretor de Unidade, ou seja, de quem precisa ter a visão comercial das consequências de tirar a palavra Yôga dos materiais de comunicação.

Mas, posso dar minha opinião de profissional de Marketing: em uma palavra…..genial!!!! Assim, abandonamos a concorrência, muitas vezes estranha, das “iogas” e vamos para um novo patamar, onde estamos sozinhos, pois não há pessoa ou nome que alcance o DeRose.

Se hoje muitas pessoas já reconhecem, amanhã mais pessoas ainda vão reconhecer… depende de muito trabalho, coragem e de que todos tenham a noção exata de que passam a representar e, de certa forma, falar em nome do DeRose.

 

Ale Filippini

Cansei de falar que fazia Yôga e ouvia: “ah, não tenho paciência para essa coisa zen” ou “acho tão bonito ióga, tão tranquilo” ou “preciso fazer também, estou precisando me acalmar”… Ninguém faz a menor idéia do que realmente Yôga é!!
Comecei a falar que pratico o Método DeRose e ponto. No more questions …
E se alguém não conhecer, é mais fácil explicar do que tentar desfazer um estigma.

Alê – Unidade Alphaville / SP

Renata Andrade

É Mestre mais difícil do que ensinar é conseguir espargir o que aprendemos para um número expressivo de pessoas.

Mas graças ao trabalho desses que conseguem disseminar nossa cultura o Método DeRose é cada vez mais reconhecido e enaltecido mundo a fora. Recentemente tive uma experiência muito prazerosa. Estava numa consulta com a minha dermatologista e ela me perguntou qual era minha profissão e eu cai no erro de falar que era instrutora de Yôga. Pela sua reação pude perceber que na cabeça dela passaram-se mil pensamentos deturpados sobre o Yôga, coisas que não tem realmente a ver com o Yôga que professamos. Foi quase que uma reação de indiferença e até desprezo. Continuando a consulta tive a oportunidade de dizer que eu dava aula numa unidade do Método DeRose e então ela parou de escrever, olhou para mim com uma cara de orgulho e disse: Puxa, que legal. Método DeRose é muito sério.

Beijo grande e até o Fest-Yôga!!!