sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019 | Autor:

Acordei, escovei os dentes com creme dental de coco, tomei banho com sabonete de coco e xampu de coco. Penteei meu cabelo com gel de coco. Passei um desodorante de coco. Fiz barba com creme de barbear de coco. Passei na pele creme hidratante de coco. Tomei um desjejum de ovos fritos em óleo de coco e tomei café com leite de coco, adoçado com néctar de coco. Vesti minha camisa feita com fibra de coco e fui trabalhar. Chegando ao escritório as pessoas me inquiriram agressivamente: “Você não usa coco? Você tem que usar coco!” Depois de concordar timidamente e provar que até a minha camisa era de fibra de coco, sentei-me na minha baia para trabalhar. Comecei imprimindo uns relatórios em papel reciclado de fibra de coco. Escutei a colega na baia ao lado dizendo à outra: “A melhor coisa para candidíase é aplicar óleo de coco na pepequinha.” Por educação virei para o outro lado e escutei: “Minha filha, para cozinhar eu só uso gordura de coco.” Na saída, uma colega me ofereceu um umectante labial de gordura de coco para os meus lábios rachados.

Terminei o expediente e fui ver um biquíni para a minha namorada. Comprei um que o sutiã era formado por duas metades de coco. Dizem que está na moda. Passei em uma loja de cavalheiros e comprei para mim um chapéu coco, para ser mais bem aceito por todos. Fui para a happy hour, onde tomei um porre da aguardente de coco. Já mais prá lá do que prá cá, entrei num coco e fui para casa onde me esperava minha namorada. Ela me pediu para sair e tomar uma água de coco geladinha, e comprar creme de coco em pó para engrossar algumas receitas.

Chegou uma hora em que eu não aguentei mais. Agarrei um coco com raiva e espatifei o maldito contra o cimento da calçada. Vieram dois policiais da Força Nacional do Coco e me levaram preso por coquicídio. Foi então que eu acordei. Estava no ano de 2030 e era apenas um pesadelo no qual eu estava revivendo a ridícula modinha do coco do ano de 2018.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018 | Autor:

Atitude Afirmativa é a primeira característica do DeROSE Method.
Atitude Afirmativa é estar predisposto a concordar, estimular, incentivar a toda e qualquer ideia ou proposta.
Atitude Afirmativa é primeiro dizer “sim”; e depois, pôr mãos à obra!
Atitude Afirmativa é o que precede a ação efetiva. A segunda, sem a primeira, não acontece.
Foi pela Atitude Afirmativa, seguida da ação efetiva, que conseguimos concretizar todos os sonhos, todas as realizações tachadas de “impossíveis”, vanguardeiras, pioneiras e revolucionárias do DeROSE Method pelo mundo afora.

Foto no thumbnail: Empreendedores do DeRose Method: Valter Figueiredo, Antonio Prates e Diego Nogueira (Copacabana – Rio de Janeiro).

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#derosemethod #deroselive

quinta-feira, 15 de junho de 2017 | Autor:

Excelente matéria publicada no jornal O Globo, um dos mais importantes do país. Meus cumprimentos ao brilhante jornalista Ronald Villardo pelo rigor, coragem e compromisso com a verdade. Por outro lado, agradeço a deferência, mas concordo com o que alguns vão escrever nos comentários: “Mestre só Jesus”. Obrigado, Ronald, obrigado O Globo, mesmo, de coração.

Leia o texto na íntegra também pelo website do jornal: https://oglobo.globo.com/rio/derose-um-mestre-que-ha-seis-decadas-ensina-respirar-21276408

Reportagem do jornalista Ronald Villardo no jornal O Globo, dia 20 abril de 2017

quarta-feira, 14 de junho de 2017 | Autor:

Reportagem que saiu no The Sunday Times, de Londres, considerou o DeROSE Method como de qualidade cinco estrelas. Veja o texto integral.

DeRose Method no The Times. Five Stars!

quinta-feira, 2 de março de 2017 | Autor:

As normas que constam no meu livro Método de Boas Maneiras são basicamente aplicáveis aos adeptos da proposta clean. Contudo, estas dicas serão úteis a todos, pois visam a desenvolver um sentido estético do comportamento com amplitude universal.
É bem verdade que um praticante do DeRose Method não usa drogas, não fuma, não toma álcool e não come carnes de animais mortos. Por isso mesmo, devemos estar atentos para uma perfeita integração familiar, social e profissional. Evidentemente, procuramos manter o mimetismo a fim de não chamar a atenção. Mas, às vezes, não funciona. Então, que sejamos notados e lembrados pela nossa elegância, simpatia, cultura e cordialidade.
A maior parte das normas de conduta surgiu de razões práticas. Se você conseguir descobrir o veio da consideração humana, terá descoberto também a origem de todas as fórmulas da etiqueta. Tudo isso se resume a uma questão de educação. Boas maneiras são as maneiras de agir em companhia de outras pessoas de forma a não invadir seu espaço, não constrangê-las e fazer com que todos se sintam bem e à vontade na sua presença. Por isso, boas maneiras são uma questão de bom senso.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017 | Autor:

Cruzei meu Rubicão. Hoje, já não atuo mais na área profissional de Yôga. Atualmente trabalho com o DeRose Method. Será que o Método é Yôga com outro nome? Não. DeRose Method é outra coisa. Vou demonstrar o que acabo de dizer.

Por definição, “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi”. Ora, o DeRose Method transcendeu o “estritamente prático”. No momento em que os conceitos de reeducação comportamental ocupam mais de 80% do tempo do praticante durante o seu dia, restam menos de 20% para a prática regular convencional. Logo, o Método não é estritamente prático. Consequentemente, não é Yôga.

Não abandonei o Yôga. Ele está preservado intacto como parte do Método. Mas o segmento profissional em que nos inserimos já não é mais restrito a essa filosofia, nem está mais sujeito aos estereótipos que lhe foram impostos pela opinião pública ocidental.

Ao nosso acervo acrescentamos um formidável patrimônio de conceitos comportamentais aplicáveis ao mundo real do praticante: à sua profissão, à sua faculdade, ao seu esporte, à sua família, ao seu relacionamento afetivo.

sábado, 25 de fevereiro de 2017 | Autor:

Trabalhei muito, meu amigo. Todos os sábados e domingos do ano, durante 50 anos (uma pessoa comum se aposenta aos 35 anos de trabalho), dando cursos e viajando por este Brasil imenso e pelo resto do mundo. Você sabe por que trabalhei tanto? Eu o fiz porque acredito no que eu faço. Acredito no meu Método. Acredito nas pessoas que estão comigo nesta empreitada. E acredito no ser humano. Caso contrário, eu teria desistido há muito tempo.
Com mais de setenta anos de idade, espargi o conhecimento milenar, incrementei qualidade de vida, saúde, vitalidade, harmonia e felicidade nas pessoas. Mudei a vida de muita gente, de muitas famílias. Sou consciente de ter salvado a vida de milhares de jovens ao evitar que se envolvessem com drogas, bebidas e fumo. Trabalhei muito, muito mesmo. Até quando estava doente, continuei viajando e ministrando cursos. Quantas vezes saí da cama, dei aula e voltei para a cama! Não sei quantos foram capazes de fazer isso. Escrevi dezenas de livros publicados nas Américas e na Europa. Ergui bem alto o nome do Brasil noutras nações. Não admito que pessoas que recebam pagamento pelas suas respectivas profissões, venham me censurar por haver cobrado pelos meus cursos e pelos meus livros.
Por isso, também, eu saí do segmento do Yôga. Cansei de gente complicada, intolerante e preconceituosa.