Nossa proposta cultural

Os candidatos, quando nos procuram, não estão interessados em paliativos para mascarar as mazelas do trivial diário. Eles estão interessados em absorver uma cultura. Segundo o Dicionário Houaiss, cultura significa, entre outras coisas: conjunto de padrões de comportamento, crenças, conhecimentos, costumes etc. que distinguem um grupo social. Pois bem, Nossa Cultura é uma reeducação comportamental que contempla especialmente o bom relacionamento entre os seres humanos e tudo o que possa estar associado com isso (por esse motivo, foi sugerido que nossa profissão se denominasse life style coaching).

Escrevemos sobre vários temas: comportamento, ficção, boas maneiras, contos, gastronomia, biografia, filosofia etc. Aos que nos lêem e assistem às nossas aulas procuramos reeducá-los para que se tornem pessoas melhores, mais polidas, mais viajadas, mais refinadas, mais civilizadas, mais cultas, que aprimorem até sua linguagem e suas boas maneiras. Sugerimos uma revolução comportamental, propondo uma forma mais sensível e amorosa de relacionamento com a família, com o parceiro afetivo, com os amigos, com os subordinados e com os desconhecidos. Recomendamos que eventuais conflitos sejam solucionados elegantemente, sem confrontos. De quebra, ensinamos como respirar melhor, como relaxar, como concentrar-se e cultivar a qualidade de vida, proporcionando condições culturais e sociais para que os jovens se mantenham longe das drogas, do fumo e do álcool. Tudo isso junto, em última análise, conduz ao autoconhecimento.

Esta proposta seleciona o público mais afeito à cultura e faz alusão ao fato de que não ensinamos apenas algumas macaquices, coisas de saltimbancos, como algumas pessoas entendem, mas que ensinamos uma cultura. Como efeito colateral benéfico, ficamos atrelados ao Ministério da Cultura e não ao Ministério da Educação. Em reunião que o Prof. DeRose teve em Brasília com o Ministro Gilberto Gil, ele lhe disse uma frase memorável: “Conhecimento é com o Ministério da Educação. Autoconhecimento é com o Ministério da Cultura” que é o nosso caso.


Mantendo os jovens longe das drogas

Se o nosso trabalho não servisse para mais nada, se não proporcionasse nenhuma outra contribuição social, ele seria válido apenas pelo seu aspecto de manter milhares de jovens longe das drogas.

O grande sonho de todo pai ou mãe é ter a certeza de que seu filho ou filha está em boa companhia e não vai se envolver com drogas, nem sair para a balada conduzido(a) por um amigo alcoolizado na direção de um veículo assassino.

Durante um curso da Nossa Cultura, o jovem Vinicius Machado fez uma declaração pública que comoveu os presentes:

– Professor DeRose. Quero lhe agradecer, porque você salvou a minha vida.

O professor respondeu que ele também estava salvando a vida de muita gente, pois também era instrutor do Método DeRose. Mas Vini explicou:

– Não. Você salvou mesmo a minha vida. Eu tinha um amigo e costumava sair com ele para a night. A gente enchia a cara e saía por aí. Hoje, depois da aula, eu estou indo ao velório dele. Encheu a cara, bateu com o carro e morreu. Eu podia estar lá, mas estou aqui, vivo. Por isso, digo que você salvou a minha vida.

Os pais reconhecem isso. Há tempos um pai lhe perguntou como conseguimos o que ele nunca havia logrado: como conseguimos que a garotada se mantenha longe das drogas, da bebida e até do fumo?

Na verdade, quem consegue isso é o ambiente saudável, é a boa companhia, são os demais jovens com quem o recém-chegado vai conviver. Ele vê aquela moçada bonita, corpos sarados, gente alegre e feliz. Ele quer participar daquela tribo. Mas para ser aceito pela galera tem que ser cara-limpa.

Fica-nos a sensação de confiança que recebemos dos pais e mães, e o sentimento de responsabilidade com que devemos corresponder àquele privilégio. Felizmente, cada vez mais pais e mães compreendem e apóiam seus filhos para que sigam a profissão que tiverem escolhido. A documentação com reprodução de cartas dos pais e mães dos alunos encontra-se no livro Quando é Preciso Ser Forte, 40a. edição, Editora Nobel.


Nada de sectarismo

Desaprovamos o sectarismo porque ele compromete o senso crítico, a capacidade de julgamento e a liberdade de ação do indivíduo. Nossos alunos e leitores são pessoas cultas, educadas, lidas e viajadas. Em suma, pessoas amadurecidas e lúcidas. Isso é uma verdadeira vacina contra seitas, sejam elas de cunho espiritual, político ou qualquer outro.

Pleno de coerência, nosso Axioma Número Um, declara laconicamente: Não acredite. Não acredite na propaganda, nem nas notícias que chegam pelos jornais. Não acredite na informação mais honesta, transmitida pela pessoa mais sincera, pois até essa sofreu distorção. Não acredite em mim e não acredite naquele que fala contra mim. Porque todas as “verdades” são relativas a uma ótica particular, dependendo do observador. Todas as afirmações aureoladas como verdades, sofreram as distorções de cultura, neuroses e interesses dos que as aceitam como reais.

Doutrinação não funciona para a nossa proposta. Pessoas suscetíveis a aceitar catequese, de quem quer que seja, não são o nosso público. Não queremos entre os nossos a síndrome de rebanho. Costumamos dizer que não somos nem mesmo ovelhas negras, pois não admitimos sequer ser ovelhas. É preciso saber pensar livremente. Livre pensar não é sinônimo de questionar compulsivamente. Também por isso não somos ovelhas, nem negras, pois não estamos contestando a forma de viver dos outros. Somos adeptos da diversidade de opções e da liberdade de escolha.

O fato de não professarmos nenhum credo, não preconizarmos nenhuma terapia, não oferecermos nenhum benefício, torna nossa proposta cultural protegida contra qualquer eventual tendência ao equívoco.


O Prof. DeRose só tem uma escola, não trabalha com franquia, e não cobra royalties

As Entidades Credenciadas ao nosso Método (escolas, espaços culturais, associações, federações) são todas autônomas e cada qual tem o seu proprietário, diretor ou presidente. Não trabalhamos com franquia [1]. Utilizamos o sistema de credenciamento de entidades autônomas. Essas entidades autônomas não pagam nada ao DeRose, não têm nenhum vínculo jurídico, administrativo, fiscal, comercial ou trabalhista com o DeRose.

Então, o que ele ganha com isso? Dignidade e um bom nome valem mais do que dinheiro. Trata-se de um acordo de cavalheiros. Os credenciados nos proporcionam um trabalho sério, o qual beneficia o nome; em retribuição têm o direito de usar nos seus produtos a mesma marca, que é muito respeitada no Brasil e principalmente fora dele. Isso gera um círculo virtuoso que acaba beneficiando a todos e estimulando a opinião pública a buscar o ensinamento da Nossa Cultura em estabelecimentos sérios e em bons livros.

O Prof. DeRose tem apenas uma sede, na Alameda Jaú, 2000, em São Paulo. Levam o nome DeRose as entidades (escolas, núcleos, associações, espaços culturais, federações) que reconhecem a importância da nossa obra e que acatam a metodologia proposta por nós. É como a rede mundial de escolas Montessori. São milhares. Nem por isso alguém acha que são filiais ou franquias da professora Maria Montessori.

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[1] Há vinte anos experimentamos o sistema de franquia, mas logo verificamos que não era adequado para a nossa proposta e nunca mais quisemos saber de franchising.


Ações sociais e filantropia

Tempos atrás tivemos uma idéia. Nossa instituição conta com milhares de alunos matriculados nas escolas ou associações credenciadas; e mais de um milhão de alunos informais à distância, que estudam pela internet, pelos nossos livros, vídeos e CDs sem pagar nada, pois podem baixar esse material didático gratuitamente do nosso website. Isso representa um exército que se for bem orientado pode prestar inestimáveis serviços à sociedade.

Considerando apenas os alunos formalmente matriculados, se cada um doasse um real por mês poderíamos construir várias casas populares todos os meses para as populações carentes. Poderíamos construir um hospital ou uma escola todos os anos! Mas logo percebemos que, embora lindo, esse ideal poderia nos vulnerabilizar por envolver dinheiro. Então optamos por outra forma de ajudar os desvalidos. Passamos a encorajar nossos voluntários a que se engajassem em todas as campanhas nacionais, estaduais e municipais, tais como a Campanha do Agasalho, Natal sem Fome e a ajuda voluntária a entidades de assistência do seu bairro e da sua cidade. Assim, não mexemos com dinheiro, mas conseguimos uma participação relevante nas ações sociais que já existem. Cultivando o instinto de ajudar, nossos alunos começam a tomar iniciativa própria de efetuar donativos, bem como visitar orfanatos, asilos e outras instituições para auxiliar no que for possível.

Em Portugal, nossas escolas destinam uma parte da mensalidade de cada aluno para a Unicef da União Européia, o que nos valeu uma medalha dessa entidade. Em 2007, DeRose teve privilégio de receber o título de Membro Honorário do Rotary. Junto a ele, teremos a oportunidade de servir bem melhor à comunidade.

Em 2008, fomos agraciados pelo Governador do Estado de São Paulo com o Diploma Omnium Horarum Homo, da Defesa Civil. Em virtude das nossas atuações nas causas sociais e humanitárias, no dia 2 de dezembro de 2008, recebemos uma medalha da Associação Paulista de Imprensa. No dia 4 de dezembro de 2008, fomos agraciados com a medalha Sentinelas da Paz, pelos Boinas Azuis da ONU de Joinville, Santa Catarina. No dia 5 de dezembro, recebemos, na Câmara Municipal de São Paulo a Cruz do Reconhecimento Social e Cultural. No dia 9 de dezembro de 2008, recebemos no Palácio do Governo a medalha da Casa Militar, pela Defesa Civil, em virtude da participação nas várias Campanhas do Agasalho do Estado de São Paulo e na mobilização para auxiliar os desabrigados da tragédia de Santa Catarina. No dia 22 de dezembro de 2008, recebemos mais um diploma de reconhecimento da Defesa Civil no Palácio do Governo.

Mencionamos esses reconhecimentos que aconteceram em um único mês apenas para ilustrar o engajamento e participação dos nossos alunos e instrutores nas causas sociais e humanitárias. Imagine o que realizamos em cinquenta anos, bem como a quantidade de homenagens e condecorações com que sociedade demonstra o seu apoio e reconhecimento ao nosso trabalho. Boa parte desse material está documentada no blog do Prof. DeRose, bem como o histórico.

Aulas grátis abertas ao público

Paralelamente ao trabalho realizado pelas nossas escolas em suas dependências, mantemos práticas gratuitas e abertas a todos em parques, jardins e praias em várias cidades do Brasil e em diversos outros países pelos quais o nosso Método se difundiu.


Saiba mais sobre a Nossa Cultura, visitando o Blog do DeRose.