Esse gato, com certeza aderiu o movimento do dia sem carne.
[Não consegui abrir, Juka.]
Mestrão, o Juka quis passar esse vídeo: httpv://www.youtube.com/watch?v=G3fUsBrfNNA
Saudades tuas.
Esse gato, com certeza aderiu o movimento do dia sem carne.
[Não consegui abrir, Juka.]
Mestrão, o Juka quis passar esse vídeo: httpv://www.youtube.com/watch?v=G3fUsBrfNNA
Saudades tuas.
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Muito bom hein!
E vendo esse, olha o que eu achei no youtube:
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Ainda bem que as mulheres na Nossa Cultura não são assim.
Boa diversão e bom fim de semana a todos os amigos.
Beijos da Fê
Isto são seres locomovendo-se pelo Cosmos com respeito entre si. Isto é uma possível síntese da Beleza. Nossa Cultura preconiza esta poética atitude.
Um aluno meu, Cezar, enviou-me hoje um texto que lembra bastante um relato teu que consta na entrevista com António Mateus, na ocasião em que tacaste um abração arrebatador numa senhora que insinuou desrespeito e indelicadeza (antes do abraço). Copio o texto abaixo.
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“O homem que não se irritava”
Em uma cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa
determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião.
Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse:
- O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente:
- a senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o:
- Servi sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e fi cou pensativo por alguns segundos…
Todos pensaram que ele iria brigar…
Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente:
- A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
=== Moral da estória
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério…
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
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Olhem só que vídeo liiiiiiiiindo!
Da vontade de visitar Rio.
Saudades!
Anahí
Buenos Aires
hihihihi. fofos… mas quem tem em casa gato e ratos??? hehe