sábado, 2 de Março de 2013 | Autor:

Que época rica em almas inspiradas! Alexandre Dumas, Victor Hugo, George Sand, Honoré de Balzac, Lizst… Esses e tantos outros, todos juntos numa só época e num só lugar!

Balzac já havia escrito uma carrada de livros, era o mais lido em Paris e suas obras um sucesso pelo mundo afora. A essa altura sua mãe lhe disse: “Honoré, você não nasceu para escrever. Maldita hora em que enfiou essa idéia na cabeça. Você deveria ter um emprego regular e receber um salário, ao invés de viver cheio de dívidas e ser insultado nos jornais pelos críticos que o ridicularizam com suas caricaturas!” Até a Igreja colocou o nome de Balzac na lista negra, considerando seus livros perniciosos. Balzac, o herege, o maldito.

Ah! Se Balzac tivesse ouvido sua mãe… Ah! Se eu tivesse ouvido a minha mãe… Hoje a literatura não teria La Comédie Humaine e eu seria um empregado numa empresa qualquer. Não teria escrito mais de vinte livros, não teria viajado o mundo todo tantas vezes, não teria mudado para melhor a vida de tanta gente. Teria me limitado a trabalhar para viver e viver para trabalhar como as legiões de empregados infelizes, sem motivação, que viveram e morreram sem nunca saber a que vieram ao mundo. Nesta idade, provavelmente, eu estaria velho, pobre e doente, como em geral estão os empregados nessa fase da vida, ansiando por uma aposentadoria que, longe de ser libertadora, constituiria o prenúncio do fim.

Mas, se a instituição do emprego é nociva, por que nossos pais nos aconselham a sermos empregados? Pior: eles nos doutrinam, pressionam e, muitas vezes, obrigam a esse destino desafortunado e sem perspectivas.

Conscientize-se desta realidade humilhante. Um amigo pergunta: “O que o seu filho faz?” E o pai tem que responder: “Ele é um empregado.” Numa situação assim embaraçosa, é normal que esse genitor justifique: “Mas ele está muito bem. É uma carreira de futuro. Trabalha numa grande empresa.” (Com sorte e se trabalhar direito, dentro de dez anos ele poderá estar ganhando bem, se não for despedido antes.)

Quando escuto isso sinto como se o pai de um escravo no Império Romano estivesse respondendo: “Meu filho é escravo. Mas ele está muito bem. Trabalha para um rico senhor, muito conceituado.”

E se o filho ou filha encontra um caminho melhor, instala-se em casa um clima de tragédia e tortura psicológica. Mas os pais não querem justamente o bem dos seus filhos?

Querem. Contudo, são condicionados pelo Sistema e acham honestamente que o melhor é ser empregado.

Primeiro paradigma: o sistema de escravagismo

Os historiadores estimam que nos últimos 50.000 anos, desde o período pré-histórico até o final do século XIX, o escravagismo era um princípio aceito e praticado por quase todos os povos. Pode-se declarar, então, que a humanidade sempre explorou a escravatura e que a supressão dela no século XX foi um pequeno espasmo, um soluço na história laboral. Era considerada uma prática natural, pois, se não fossem os escravos, quem construiria as grandes obras e quem trabalharia nas residências? O trabalho escravo parecia ter todas as vantagens e sempre contou com o beneplácito da religião. Mesmo pessoas tidas como bondosas e inteligentes não viam nada demais em ter escravos.

Segundo paradigma: a revolução industrial

Num dado momento, ocorreu um arroubo de transição reforçado, em grande parte, pela revolução industrial. A maior parte das nações e quase todos os intelectuais, repentinamente, despertaram da sua letargia e declararam-se contra a escravidão. A nova onda era o emprego! O que eles não confessaram – talvez nem se tenham dado conta – é que a legião de empregados era apenas uma leve adaptação do sistema de escravagismo. Ninguém quis reconhecer que a instituição da mão de obra descartável beneficiava a todos, menos aos empregados que eram explorados para que o Sistema se mantivesse em movimento. Sem a massa anônima de empregados, as indústrias não funcionariam; o comércio entraria em colapso; e os serviços, quem os faria? Portanto, o melhor sempre foi usar um tapa-olho e enxergar só a metade que convinha à sociedade.

Nessa ótica, os empregados são como os soldados de um exército. Os generais sabem que os soldados estão ali para ser sacrificados. Antes de uma batalha são avaliadas as expectativas de baixas: 30%, 50%, 70% – mas a batalha precisa ser ganha. Para a instituição militar, se o comandante tivesse pena de enviar seus comandados para a carnificina, estaria subvertendo o Sistema e seria, ele próprio, sacrificado.

Na instituição do emprego é a mesma coisa. Os empregados ganham mal, são humilhados, contraem doenças laborais e vivem na corda bamba, já que a qualquer momento podem ser demitidos. E o serão, inexoravelmente. Todo empregado já esteve desempregado e sabe que o estará outras vezes. Então, por que cargas d’água nossos pais nos empurram para esse destino impiedoso? Porque toda a sociedade tem que ser condicionada, mediante uma verdadeira lavagem cerebral sistemática, a considerar que a única opção é ser empregado.

É a mesma coisa com o militarismo. É melhor achar bonito um batalhão marchando ao som de hinos marciais, com seus uniformes e armas viris; é melhor louvar o heroísmo e condecorar os mortos. Porquanto, se questionássemos isso, o que poríamos no lugar? Como garantiríamos a soberania nacional? Como defenderíamos nossos lares?

Assim, mandamos nossos filhos para o sacrifício do emprego, um verdadeiro holocausto, achando que é para o bem deles. Não é. É para o bem da sociedade, que se nutre das vidas dilaceradas de tantos jovens que são obrigados a humilhar-se por um salário ofensivo, em um emprego sem segurança. Mas, se não tem segurança, por que nossos pais aplicam o chavão “a segurança de um emprego”?

É sabido que as empresas demitem. É sabido que se você for demitido com mais de trinta anos de idade será difícil conseguir outra colocação. Com mais de trinta e cinco será quase impossível. Conheço profissionais capacitados, com diversos diplomas, que ficaram desempregados por vários anos. Por que ocorre isso? Primeiro, porque o Sistema educa as pessoas para ser empregadas como ideal de vida. Os cursos técnicos e as faculdades todos os anos despejam milhões recém-formados no mercado de trabalho. Isso cria uma oferta maior que a procura, o que desvaloriza o profissional e o obriga a aceitar condições indignas. Segundo, porque um recém-formado tem mais entusiasmo, dedica-se mais, exige menos regalias e aceita um salário mais modesto. Tudo isso, porque ele é jovem, cheio de esperanças, está ali para vencer e quer tomar o lugar dos mais antigos. Como vantagem adicional, tendo sido formado mais recentemente, deve estar mais atualizado. Quem você acha que o empregador vai preferir? O veterano que tem quase dez anos de casa, está mais velho, mais acomodado, já tem família, precisa ganhar mais, exige regalias e não aceita certas tarefas nem hora extra? Quem você acha que o empregador vai preferir? Isso mesmo. Qualquer um escolheria o mais novo. A tão propalada segurança do emprego é uma balela.

Terceiro paradigma:
a obsolescência da relação patrão/empregado

Em pleno século XXI, podemos afirmar sem margem de erro que o conceito de emprego e a relação patrão/empregado estão obsoletos. Ainda vão durar bastante, pois a mudança de paradigma demora muito para se processar. Contudo, hoje já existem plenas condições de sucesso para os jovens que optarem por carreiras não convencionais. Aliás, é onde se encontram as maiores e melhores oportunidades.

Acontece que toda a sociedade está estruturada para produzir um contingente humano que constitua força de trabalho. Por isso, desde pequenos sempre escutamos: “Você tem que estudar para conseguir um bom emprego.” Tudo gira em torno disso. Emprego para o homem e casamento para a mulher. Até parece que estamos escrevendo no início do século passado! No entanto, as coisas continuam assim. É como os cadarços dos sapatos. Há mais de meio século, quando eu ainda era criança, lançaram os primeiros calçados sem cordão. Eram os sapatos de fivela. Tempos depois introduziram o elástico. Depois, o velcro. Depois, o zíper. E até hoje a maior parte dos sapatos continua usando os absurdamente unpractisch cadarços que dão trabalho para calçar, para descalçar e desamarram-se o tempo todo, fazendo crianças e adultos tropeçar e cair. Por que continuam usando uma coisa dessas, trabalhosa, sem praticidade e perigosa, ao invés de substituí-la por alguma das muitas alternativas mais modernas? A explicação é que o humanóide demora a incorporar as mudanças.

Com a universidade é a mesma coisa. Antigamente, poucos tinham o privilégio de estudar. O diploma era cobiçado. Os tempos mudaram, não obstante, ainda hoje é assim, especialmente para aqueles que não puderam estudar na época em que ter diploma era chique. Naquela época era um diferencial. Hoje todo o mundo tem diploma. E ele não vale mais nada. Foi banalizado. Quem cursa uma faculdade “para conseguir um bom emprego” vai ficar desempregado se não fizer uma pós-graduação no exterior, mestrado, doutorado, especializações etc. Isso custa caro. Custa tempo. Anos verdes de vida, anos preciosos de início de carreira na juventude. Quando o brilhante e esforçado estudante consegue ingressar no mercado de trabalho terá perdido tanto tempo que jamais aprenderá a ganhar dinheiro, como o aprenderam aqueles que, sem diploma algum, começaram a trabalhar em tenra idade.

Estaríamos pregando que os jovens deixassem de estudar? De forma alguma. Defendemos o direito de quem quiser estudar para ser empregado numa carreira comum, que o seja; mas, por outro lado, que respeitemos a liberdade de escolha de quem quiser seguir uma carreira nova, criativa, inusitada, que o realize e gratifique mais. Ainda que seja a de saxofonista ou a de instrutor do Método DeRose!

Assista agora ao discurso do Steve Jobs:

httpv://br.youtube.com/watch?v=yplX3pYWlPo

Continuação do dircurso:

httpv://br.youtube.com/watch?v=ksoo-G_YB2o&feature=related

Este vídeo é sobre educação, escola e diploma. Papai deveria assisti-lo, depois do discurso do Steve Jobs:
Parte 1:
httpv://www.youtube.com/watch?v=yFi1mKnvs2w
Parte 2:
httpv://www.youtube.com/watch?v=0pn_oTIwy4g

 

 

 

Sobre produção, indústrias, emprego, consumo, poluição, reciclagem, contaminação do solo, do ar e da água:

http://www.unichem.com.br/videos.php
http://www.storyofstuff.com/international/

Instr. Bruno Sousa
brunosousa@xbb.com.br | 201.38.112.140

Mestre, não tem a ver com assunto, mas achei este texto sobre trabalho interessante. Fica bem clara a diferença entre o profissional preso a um emprego que não o satisfaz e o Instrutor de SwáSthya, que alia uma enorme paixão pelo que faz ao desafio do empreendedorismo. Beijão!

Um mundo sem desafios: os riscos de infelicidade da carreira “confortável”
SÃO PAULO – A certeza é uma necessidade do ser humano. Quem não quer garantia de que amanhã terá emprego e salário? Mas essa premissa se transforma em armadilha a partir do momento em que os profissionais criam uma zona de conforto e, ao mesmo tempo em que conseguem prever o futuro, se sentem infelizes. A explicação é do presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), Villela da Matta.

Ele conta que oito em cada dez profissionais estão infelizes. Por conta de tanta infelicidade, as empresas necessitam operar com um número maior de funcionários do que realmente era necessário para se manterem competitivas.

O motivo é que gente desmotivada trabalha aquém de seu potencial. Não é só uma questão de produtividade, mas principalmente de qualidade e envolvimento. Para sobreviverem, as organizações necessitam de quem enxerga além e pensa de forma estratégica.

A falta de desafios

A necessidade da certeza afastou as pessoas dos desafios. Daí surgiu um paradoxo. Segundo Villela da Matta, a incerteza também é uma necessidade do ser humano. Sem ela, não é possível ser feliz!

Imagine um mundo no qual tudo é fácil: as pessoas não precisam estudar, uma vez que há ótimos empregos para todos, sem exceção. Os salários, as casas, os carros são todos iguais. E não há preocupações, porque o governo cuida de tudo, até mesmo paga salários extras para a população.

O que aconteceria se vivêssemos em um lugar assim? Sem objetivos a serem perseguidos, a vida ficaria sem graça! Acredite, o ser humano também não suporta muitas certezas!

O que a maioria das pessoas buscam, ainda que não notem? Desafios. O problema é que encarar desafios significa trilhar caminhos desconhecidos, o que envolve riscos. E então, dependendo da pessoa, a necessidade da certeza pode falar mais alto.

Escravo da certeza

Como é possível ser escravo da certeza e, ao mesmo tempo, necessitar de desafios para ser feliz? A vida é feita de escolhas. A necessidade da incerteza faz com que as pessoas cresçam e trilhem caminhos inimagináveis, cujo fim provável é o sucesso ou, no mínimo, a satisfação pessoal.

Empresários hoje admirados pelo público, por exemplo, não existiriam se não fosse a busca incessante por desafios. Quantas pessoas têm coragem de investir o dinheiro de toda uma vida ou o empréstimo obtido no banco, mesmo sabendo dos riscos de o negócio aberto não dar certo? Por sua vez, a necessidade da certeza leva muitas pessoas a terem apenas um objetivo com relação ao trabalho: as férias. Conforme explica o presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, existem três formas de lidar com as barreiras à realização profissional e pessoal:

Ignorando-as: o profissional se convence de que a situação não é tão ruim, sendo capaz de ficar anos a fio em uma mesma empresa, que não o agrada;

Responsabilizando fatores externos e as pessoas ao redor: “Neste caso, o profissional diz para si mesmo: não tenho dinheiro suficiente porque sou jovem; não cresço porque meu chefe não quer um rival; não consigo mudar de emprego porque a situação na minha área é crítica. É uma forma desesperadora de se enganar. Quem encara a vida dessa forma enfrentará todos os dias os mesmo problemas”, diz da Matta.

Fazendo algo novo, para virar o jogo: trata-se da melhor maneira de enfrentar problemas. “É uma insanidade buscar coisas novas para sua vida fazendo sempre o mesmo”, adverte o especialista. “Nos caminhos que envolvem riscos, não existem erros, apenas aprendizados”, garante.

Como não ser refém de sua zona de conforto?

Segundo o presidente da SBC, para fugir da zona de conforto, as pessoas precisam ter objetivos de vida. Mas atenção: não estamos falando de desejos como “quero comprar uma Ferrari”.

Além disso, é importante estabelecer uma data para que a meta seja atingida, bem como os meios para tal.

No entanto, saiba que, para fazer algo grandioso, é preciso mudar a partir de agora, trabalhando as limitações. “Poucas pessoas entendem que, para mudar algo em suas vidas, precisam fazer coisas diferentes e ser alguém diferente desde já. A maioria diz: na segunda-feira, eu começo a dieta; ou quando eu terminar a faculdade, tentarei viajar para aquele lugar que sempre quis conhecer”.

Para mudar, por sua vez, o especialista recomenda que a pessoa cultive crenças fortalecedoras, tais como “Eu sou responsável pelo meu mundo” e “Eu crio meus próprios caminhos”. Acreditar que cada um é responsável por sua vida e felicidade é o primeiro passo. Confira as dicas de Villela da Matta para enfrentar desafios e sair da zona de conforto:

Saiba quais são seus objetivos de vida;

Acredite que você é o único responsável por sua vida;

Convença-se de que não existem erros, apenas aprendizados. “Se analisar a biografia das pessoas mais bem-sucedidas do mundo, perceberá que elas erraram muito mais do que acertaram”, diz da Matta;

Aprenda a dar tempo ao tempo;

Ao realizar seu planejamento de carreira, não superestime o que pode fazer em um ano, mas também não subestime o que pode conseguir em cinco;

Não existe milagre. É necessário entrar em ação constantemente, todos os dias;

Aprenda que tudo na vida tem um preço e pague o preço que for necessário.
http://economia.uol.com.br/planodecarreira/ultnot/infomoney/2009/01/26/ult4229u2258.jhtm

Alexandre Montagna

Vídeo interessante para retratar o paradigma do empregado (e um pouco a questão burocrática também).

httpv://www.youtube.com/watch?v=oYmWPucPRTQ

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Olá Mestre! Mais um ano se passou, e que alegria poder dizer com convicção que não se tratou de apenas mais um ano. Um ano bom para o Brasil e ótimo para o Método DeRose. Em 2009 me formei instrutor e parece que já faz décadas, tamanha a intensidade das mudanças que se operam na minha vida. Nunca trabalhei tanto, nunca aprendi tanto e nunca conheci tantas pessoas legais, de bem com a vida como nestes poucos meses de formado. Nunca ganhei tão bem, nem viajei tanto! Deixo no meu caminho pessoas felizes, e eu mesmo me torno a cada dia portador de uma felicidade sincera e contagiante. Finalmente, estou trabalhando em algo de que gosto, mas mais do que isso num ambiente de trabalho incrível, rodeado de pessoas fantásticas. E para completar ainda caminhando paralelamente a meus propósitos individuais de vida. Agradeço de coração à equipe de instrutores do Alto da XV, em especial ao Prof. Rogério Brant, e ao meu monitor Alexandre Meireles. E um abraço especial a você meu Mestre querido. Sem você nada disso seria possível. Que neste ano vindouro minhas ações possam honrar o nome que portamos nas nossas insígnias e medalhas, o DeRose que está na ponta das nossas línguas e no fundo do nosso coração. Que venha 2010 cheio de força! Encontramo-nos no Param-Paraná, Beijos.

Felipe Lengert – Unidade Alto da XV – Curitiba, Brasil

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gustavo321

Mestre,

Eu assino esta revista online e olha só que interessante este artigo que vem ao encontro daquilo que dizes e que muitos desdenharam, achando que os tempos nunca mudam e que vivemos num mundo cristalizado.
Interessante o artigo não e mesmo?
Também tem algo muito valido em relação ao tal plano B, que deixa de ser uma opção para ser algo obrigatório para quem queira alguma segurança para o final de vida.
Um grande beijo
Gustavo de Londres
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21/01/2010 – O Enigma da Longevidade – Júlio Sérgio Cardozo
Você está preparado para a era do fim dos empregos?

A tecnologia tem o seu lado perverso, apesar de aumentar a produtividade, tira o emprego. Como você vai se posicionar em um mundo em que cada vez mais há menos oportunidades de trabalho? Pense em sua empregabilidade futura.

O problema do desemprego é uma ameaça real em todo o mundo, que se agrava diante do crescimento desordenado da população e se torna um desafio quando enfrentamos crises como a que vivemos no último ano. Apesar dos sinais de recuperação da economia, uma lição ficou na mente dos executivos: fazer mais com menos.

Não tem jeito, os duros prejuízos reportados ao longo das inúmeras crises que passamos deixaram marcas e as empresas estão cada vez mais conscientes de que não podem jogar dinheiro fora. Aquela era de gastos desvairados em momentos de torneiras abertas acabou. Hoje, qualquer investimento que for feito será muito bem avaliado, pensado e dimensionado. E mais do que nunca a questão custo versus retorno certamente ditará as regras de todos os projetos que sairão da gaveta.

As perspectivas para 2010 e os anos que se seguirão são bastante positivas. Mas como já disse, nada será como antes. Haverá emprego como antes? Minha resposta é não. As estatísticas mostram claramente que o modelo do emprego formal, como estamos acostumados a ver da carteira assinada, está acabando. Da mesma forma que assistimos a uma reinvenção das profissões.

Pode parecer um cenário catastrófico, mas as mudanças que vemos hoje terão impactos profundos bem mais cedo do que imaginamos. Quando o economista Jeremy Rifkin, em seu livro “O Fim dos Empregos” previu um futuro sombrio há 16 anos, não só causou grande polêmica, como foi alvo de olhares desconfiados, já que estamos acostumados a ver futurologias caírem por água abaixo. Infelizmente, ele estava certo.

A busca com sofreguidão por redução de custos na produção provocou cortes e mais cortes de postos de trabalho. Por outro lado, esta nova fase, chamada por Rifkin de a terceira revolução industrial, é o resultado do surgimento de novas tecnologias, como o processamento de dados, a robótica, as telecomunicações e as demais tecnologias que aos poucos vão pondo máquinas nas atividades anteriormente realizadas por seres humanos.

O pior de tudo é que as pessoas ainda não se deram conta de que viverão cada vez mais, não encontrarão tantas oportunidades de trabalho porque já não há empregos para todo mundo como antes e terão carreiras mais curtas nas empresas. Esses aspectos já estão afetando suas vidas e é um caminho sem volta.

O mercado de trabalho não consegue absorver os milhares de profissionais que perdem seus empregos todos os dias e quem passou dos 60 enfrenta o dilema de encontrar um lugar ao sol. O que fazer então se dados recentes do IBGE chamam a atenção para o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, que está na casa dos 72 anos? A resposta para este paradoxo – menos emprego, carreiras mais curtas e a longevidade – é planejar a carreira o mais cedo possível e antes que a tragédia do desemprego perene bata à sua porta.

Ter um plano B deixou de ser uma possibilidade para se transformar em necessidade imperiosa. No livro “O Melhor Vem Depois”, que escrevi em coautoria com a jornalista Andrea Giardino, retratamos bem essa questão. Impressionante os depoimentos que nos chegam diariamente dos leitores que comprovam esse movimento que acontece no mercado. Tem sido difícil dar conta de tantos pedidos de conselhos de como enfrentar a situação. Casos, às vezes, desesperadores.

Muitos dos profissionais que entrevistamos para ilustrar o livro foram reféns desse cenário e por não terem um plano B, ingenuamente acreditavam que se recolocariam rapidamente. O ex-presidente da GVT, Marcio Kaiser, enfrentou um duro golpe ao se ver um belo dia sem o sobrenome corporativo e descobrir que não havia mais espaço para seu talento. Após meses e meses de tentativas, parece ter encontrado um caminho.

Se tivesse traçado uma meta desde cedo, talvez seu destino tivesse sido outro e não o da vítima do acaso. Cabe a nós dentro dessa sociedade baseada na informação, valorizar nosso conhecimento e transformar as competências adquiridas em algo que nos perpetue como população ativa, mesmo aos 70 anos.

Quer um conselho? Corra e prepare o terreno desde já e comece a traçar seu plano B.
A vida não segue roteiros, mas para quem se planeja a rota seguirá seu curso desejado. Pode não ser exatamente do jeito que você idealizou, no entanto, não o deixará refém do destino. Lembre-se que se você não conduzir o barco da sua vida, ele vai fazê-lo por você.

Se você não for o comandante pelo menos seja um passageiro da primeira classe e aproveite a paisagem. Ficar aí ao sabor do destino não dá. Reaja!

Por Julio Sergio Cardozo (CEO da Julio Sergio Cardozo & Associados e professor livre docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Website: http://www.cardozo-group.com/. Twitter: http://Twitter.com/juliocardozo)

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Para quem quiser o link direto esta aqui:

http://br.hsmglobal.com/notas/56065-voc%C3%AA-esta-preparado-era-do-fim-dos-empregos?utm_source=220110_colunistas&utm_medium=220110_colunistas&utm_content=220110_colunistas_voc%C3%AA-esta-preparado-era-do-fim-dos-empregos&utm_campaign=220110_colunistas
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terça-feira, 20 de novembro de 2012 | Autor:

Felizmente, hoje no mundo já não é mais permitido fumar nos aviões e, no Brasil, há décadas já não se empestam os ônibus, metrôs etc. Com a lei antifumo celebrada inicialmente no Estado de São Paulo e no Estado do Rio de Janeiro é proibido fumar em restaurantes, empresas, lojas, repartições do governo e em qualquer área pública, mesmo aberta. Já na Europa, que acena com uma bandeirola de Primeiro Mundo, é um inferno. Em alguns países, em pleno século XXI, fuma-se desbragadamente. E nós, viajores de uns rincões injustamente aviltados com a pecha de Terceiro Mundo, indignamo-nos, perplexos com a incultura e parca educação daqueles inveterados poluidores dos lugares em que comemos. Recentemente, Fernanda e eu estávamos em um shopping center e não conseguimos esperar a chegada de um elevador tal a concentração de fumaça que uma dúzia de fumantes exalava. Preferimos descer de escada.


 

 

 

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012 | Autor:

Observe que colunas mais lindas! Eu amo os capiteis coríntios. São da sala de jantar da minha casa em Lisboa, o Palácio Pestana. Esta foto é para compartilhar com você a beleza de uma arquitetura que é mais comum na Europa. Ela existe no Brasil, mas é rara e a maioria das pessoas não presta atenção. Quando você estiver no Rio de Janeiro, atente para a arquitetura da Biblioteca Nacional, da Escola Nacional de Belas Artes e do Teatro Municipal. Os três prédios estão na Av. Rio Branco e em uma posição entre eles você pode se deliciar admirando os três. Depois, entre e embeveça-se com a arquitetura interna.

Quando expomos fotos como esta não estamos encorajando a opulência e sim valorizando a beleza, a estética e a arte. Não ocorrendo tal valorização, uma arquitetura dessa categoria não seria preservada e todos os esforços para produzi-la estariam fadados às deterioração, o que seria um pecado.

Mais um bom motivo para divulgar os ambientes pelos quais transitamos é proporcionar aos pais dos nossos alunos uma demonstração de que a profissão de Empreendedor do Método DeRose, que o filho escolheu, é uma boa carreira e tem futuro.

Da Wikipedia:

Vitruvius descreve a ordem Coríntia como inventada por Callimachus, um arquiteto e escultor que se inspirou em um cesto de acantos. Nas palavras de Vitruvius, em seu Livro 4, Da Arquitetura: “Por seu turno, o terceiro, que é chamado coríntio, procura reproduzir a delicadeza virginal, pois as donzelas, em razão da tenra idade, formadas por membros mais graciosos, produzem com seus adereços efeitos mais agradáveis. Uma jovem mal chegada à idade núbil, cidadã de Corinto, acometida por uma enfermidade, faleceu. Após seu sepultamento, sua ama reuniu e dispôs num cesto as poucas coisas às quais ela se afeiçoara enquanto vivera. Levou-as a seu túmulo e as colocou sobre ele, e, para que elas se conservassem dia após dia, teceu por cima delas um pequeno teto. O cesto havia sido colocado casualmente sobre raízes de acanto, e, nesse ínterim, premidas por seu peso, verteram na primavera, folhagens e hastes em profusão. As hastes do acanto, crescendo ao longo das bordas do cesto e empurradas pela beira do teto, em razão do seu empuxo, foram forçadas acurvar suas extremidades. Calímaco, então, que em virtude da elegância e da graça de sua arte de trabalhar o mármore foi denominado pelos atenienses o príncipe dos artífices, passando perto desse monumento, reparou no cesto e na delicadeza da folhagem que medrava ao redor, e, encantado com a novidade das formas produzidas, executou para os coríntios colunas segundo esse modelo e instituiu suas proporções, e atribuiu as relações da ordem coríntia a partir daquilo que está presente na perfeição de suas obras”.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2012 | Autor:

Este é um novo capítulo que será inserido no meu livro Ser forte.

Antes de prosseguir relatando as peripécias das minhas vidas, preciso contextualizar onde se passa a história. Vivo em um subcontinente que não considero seja um simples país e sim um conglomerado de nações federadas sob uma única nacionalidade. Somos vinte e sete estados (um deles se denomina Distrito Federal), cada qual com a sua diferente etnia, religião, culinária e vertente linguística. Nas distintas combinações destas quatro variáveis, em proporções diversas, teceu-se uma vastíssima rede de culturas denominada Brasil.

Como o país promoveu uma imagem equivocada de si mesmo, preciso esclarecer que nossa terra e nossa gente talvez sejam muito diferentes da percepção que o leitor acalenta, mesmo que seja meu conterrâneo!

Estes esclarecimentos também servirão para forrar a cultura de alguns povos que sistematicamente nos perguntam sobre cobras e macacos atravessando a Avenida Paulista. Ou que declaram àquela curitibana ou gaúcha “Você não tem cara de brasileira. Você é loira de olhos azuis!” Assim, para incrementar a cultura geral de muita gente pelo mundo afora, aqui vão algumas informações que provavelmente irão surpreender.

Somos a sexta maior economia do mundo. Nossa população corresponde a um terço de toda a população da América Maior[1], a qual conta com 33 países. O nosso país sozinho (8.514.876 km2) é maior que toda a Europa Ocidental.

Não se pode estereotipar o nosso povo, já que cada “nação” foi edificada a partir de imigrações muito diferentes. Não podemos, por exemplo, declarar que o povo aqui é branco, ou negro, ou oriental, ou aborígene. Cada estado tem preponderância de alguma dessas etnias ou de uma miscigenação particular. Também não podemos declarar que a população seja católica, ou protestante, ou judia, ou muçulmana, ou shintoísta, ou budista, ou espírita, ou que siga cultos afro. Cada cidade tem sua predominância. Para mencionar apenas alguns desses vinte e sete estados, podemos citar:

O estado do Rio Grande do Sul (281.748 km2) tem território maior que a Inglaterra, Escócia e Irlanda do Norte juntos (U.K. = 244.820 km2). A imigração foi principalmente alemã e italiana. Em algumas cidades, ainda é possível escutar os dialetos alemães (Hunsrückisch, Plattdeutsch) e italianos.

O estado de Santa Catarina (95.346 km2) é maior que a Hungria (93.030 km2). Nele, recebemos principalmente a imigração alemã e até hoje há cidades onde só se fala alemão, com exceção da capital, na qual a imigração foi principalmente açoriana. Também tivemos a presença italiana no sul do estado.

O estado do Paraná (199.709 km2) tem território maior que a Grécia (131.990 km2). A imigração foi principalmente alemã, holandesa, italiana, polonesa, ucraniana, japonesa e árabe.

O estado de São Paulo (248.808 km2) tem território em que cabem mais de oito Bélgicas (30.528 km2). A imigração majoritária foi a italiana. Depois, a japonesa. Em seguida, a “árabe” (libaneses, sírios e turcos). Tem uma população israelita bastante expressiva e que se dá muito bem com o segmento islâmico. Convivem lado a lado, fazem negócios entre si e ocorrem até casamentos entre suas famílias!

O estado do Rio de Janeiro (43.909 km2) é maior que a Suíça (39.770 km2). A imigração foi majoritariamente portuguesa, contudo, na serra instalaram-se finlandeses, suecos, suíços e alemães.

O estado da Bahia (567.692 km2) sozinho englobaria facilmente a Inglaterra, Escócia, Irlanda, Grécia, Hungria, Bélgica, Suíça e Portugal. Tem uma presença preponderante da cultura africana na religião, na culinária, na língua e na etnia.

Os estados do Norte são alguns dos maiores. São fascinantes, um outro mundo. Essas regiões apresentam uma influência maior das culturas indígenas.

No Nordeste tivemos invasões holandesas que deixaram muitos genes recessivos de olhinhos azuis que reaparecem aqui e ali; e também invasões francesas que resultaram no nome da capital São Luís, em homenagem ao Rei Luís IX, patrono da França e ao rei francês da época (1612), Luís XIII.

No Sul e Sudeste as temperaturas no inverno podem chegar a alguns graus celsius abaixo de zero e em algumas cidades, como São Joaquim (SC), costuma nevar.

A Região Centro-Oeste abriga a nossa capital federal e Goiânia, duas cidades que foram projetadas com um planejamento estratégico.

Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, dez por cento dos brasileiros tem ao menos um antepassado alemão e 25 milhões são descendentes de italianos, sendo que a metade desse número vive no estado de São Paulo. No entanto, como um todo, fomos colonizados pelo portugueses os quais nos concederam sua nobre língua que é a melhor língua literária do mundo. Oficialmente, falamos português. Coloquialmente, falamos brasileirês que possui uma sintaxe diferente da língua mater e um vocabulário bem diverso, com inumeráveis vocábulos agregados dos povos que para cá emigraram, mais os termos indígenas e africanos, o que tornou o brasileirês a língua de vocabulário mais vasto em uso hoje no mundo e de mais largo espectro fonético. No entanto, regionalmente, surgiram os dialetos simplificados do brasileirês, tais como o gauchês, o carioquês, o mineirês, o paulistês, o paulistanês etc. Fora esses dialetos do português, falam-se nesta terra nada menos que 180 línguas (isso mesmo: cento e oitenta)!

As pronúncias do português (brasileirês) são tão diversas que, normalmente, um habitante do Sul ou do Sudeste não compreende o falar do Nordeste. Temos, por exemplo, três tipos de r: o r francês, produzido na garganta; o r italiano, línguodental; e o r inglês (como em wright), articulado principalmente no interior de São Paulo e de Minas Gerais.

Com uma vastidão territorial como a que foi descrita, bem como com tantas línguas e dialetos, é impressionante que tenhamos preservado uma unidade federativa e uma identidade nacional.

Para completar esta contextualização, que aparência têm as nossas cidades? Bem, cada cidade tem sua personalidade própria, mas podemos afirmar que São Paulo é uma das mais sofisticadas, confortáveis e seguras cidades do mundo (seguras, sim, pois em 66 anos de vida fui assaltado uma única vez).

Se precisássemos comparar São Paulo com alguma cidade, essa seria New York. São Paulo lembra um pouco Manhattan, só que é melhor. A gastronomia é deliciosamente variada e refinada. Aqui encontrei a mais apurada qualidade de vida. Tanto que, depois de viajar o mundo todo, elegi esta capital para morar e como central internacional do nosso trabalho. Só o fato de que ninguém pára tudo e fecha para o almoço, como fazem em tantos países, já constitui um grande conforto. Além disso, a qualquer hora da madrugada encontramos bons restaurantes, livrarias e supermercados onde podemos fazer compras às duas, três ou quatro da manhã. Muitas empresas funcionam 24 horas por dia.

A qualidade dos produtos e serviços, bem como a cortesia dos profissionais e dos empregados paulistas é proverbial. Até a Polícia Militar é formada por pessoas educadas e de boa índole. O atendimento hospitalar é superior ao da maior parte dos países europeus. Ah! E os nossos chuveiros! É uma delícia retornar da Europa e poder tomar uma ducha decente, com chuveiro fixo na parede e muuuita água, sem o risco de que a água quente vá se acabar no meio do banho.

Então, pergunto eu, será que há crocodilos no Sena ou no Tâmisa?


[1] Denominamos América Maior àquela porção de terras e países que se estende pelas três Américas, desde a Patagônia, no extremo austral da América do Sul, passando por toda a América Central, até o México, na América do Norte. Mesmo assim, não gostamos que nos chamem de “americanos”. Acho que os argentinos, chilenos e todos os demais habitantes das Américas também não gostam e preferem ser conhecidos pelo nome da sua nacionalidade. Da mesma forma, imagino que os estado-unidenses também não gostem de ser chamados genericamente pelo nome de “americanos”, pois essa denominação só se refere ao continente, mas não ao seu país.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012 | Autor:

Anahi Flores

Va um vídeo para compartilhar com todos:

http://www.youtube.com/watch?v=TAaFhKuMRgw&eurl=http%3A%2F%2Fwww.uni-yoga.org%2Fblogdoderose%2Funi-yoga_arquivo_derose%2Fchama-isso-de-arte%2F&feature=player_embedded#t=112

Beijos!
Anahí
Bs As

Marco Santos

Obrigado Anahí pela bela partilha.

Aproveito para deixar uma lista bem completa de diversas personalidades, dos mais diversos quadrantes, vegetarianos e veganos.
No final deste comentário podem clicar no link e descarregar um ficheiro com “Notáveis Vegetarianos e Defensores do Vegetarianismo”, com informações muito interessantes e que todos deveriam saber.

Personalidades ligadas ao mundo cinematográfico e televisivo

Os adeptos do vegetarianismo/veganismo são cada vez mais e entre eles destacam-se celebridades cinematográficas e televisivas que decidiram boicotar os alimentos e produtos de origem animal.

VEGETARIANOS:

Alec Baldwin (actor)
Alexandra Paul (actriz)
Ally Shreedy (actriz)
Amber Benson (actriz)
Andy Kaufman (actor)
Anna Paquin (actriz)
Anne Hathaway (actriz)
Anne Parillaud (actriz)
Anthony Hopkins (actor)
Anthony Perkins (actor)
Barbara Bach (actriz)
Bob Barker (apresentador do Game Show)
Bo Corre (actor Eldorado)
Brad Pitt (actor)
Brandon Brooks (actor)
Bridgette Bardott (actriz)
Brooke Shields (actriz)
Candice Bergen (actriz Murphy Brown)
Casey Affleck (actor)
Cassandra Peterson (actriz)
Cathrine Oxemberg (actriz)
Charlotte Ross (actriz)
Christine Elise (actriz)
Cicely Tyson (actriz)
Claudia Christian (actriz Babylon 5)
Clint Walker (actor)
Cloris Leachman (actriz)
Corey Feldman (actor)
Dan Castellaneta (voz do Homer Simpson)
Daniele Gaither (actriz)
Danny De Vito (actor)
Daryl Hannah (actriz)
Dave Coverly (cartoonista)
David Duchovny (actor)
David Carradine (actor)
David Thewlis (actor)
Dennis Weaver (actor/produtor)
Dirk Benedict (actor A-Team)
Donald Sutherland (actor)
Doris Day (actriz)
Downtown Julie Brown (formou a MTV V.J.)
Dustin Hoffman (actor)
Eddie Furlong (actor)
Eric Stoltz (actor)
Fred Rogers (personalidade da tv)
Gary Anthony Williams (actor)
Gavin MacLeod (actor)
Geoffrey Giuliano (tv ronald mcdonald)
Guy Pearce (actor)
Hayley Mills (actriz)
Ian McKellen (actor “Gandalf “- Senhor dos Anéis)
Imelda Staunton (actriz)
Jane Velez Mitchell (jornalista da tv)
Janeane Garofalo (actriz)
Jean Kasem (actriz)
Jean Marsh (actriz)
Jennie Garth (actriz)
Joanna Lumley (actriz)
Joe Regalbuto (actor)
Johanna McCloy (actriz)
John Astin (actor)
Jonathan Taylor Thomas (actor)
Jorga Fox (actriz)
Josh Hartnett (actor)
Jude Law (actor)
Julia Robberts (actriz)
Julie Christie (actriz)
Kate O’Mara (actriz)
Kathy Najimy (actriz)
Kelly Collins II (actriz)
Kim Alexis (actriz)
Kim Basinger (actriz)
Kirk Cameron (actor)
Kristinia Wagner (actriz)
Larry Hagman (actor)
Leonard Nimoy (actor Mr. Spock da série Star Treck)
Leonardo Di Caprio (actor)
Leslie Bach (actriz)
Lisa Bonet (actriz Cosby Show)
Liv Tyler (actriz)
Lori Petty (actriz)
Lucy Briers (actriz)
Madhuri Dixit (actriz)
Maitland Ward (actor)
Margi Clarke (actriz)
Mariel Hemmingway (actriz)
Marina Sirtis (actriz)
Mary Tyler Moore (actriz)
Melanie Griffith (actriz)
Melanie Lynskey (actriz)
Meridith Baxtor (actriz)
Michael J. Fox (actor)
Mike Farrel (actor)
Milo Ventimiglia (actor)
Milton Berle (actor)
Monica Potter (actriz)
Nastassja Kinski (actriz)
Natalie Portman (actriz)
Nigel Hawthorne (actor)
Orlando Bloom (actor)
Pamela Anderson Lee (actriz)
Paul Newman (actor)
Penelope Cruz (actriz)
Persia White (actriz)
Peter Cushing (actor)
Peter Sellers (actor)
Phylicia Rashad (actriz)
Rachael Leigh Cook (actriz)
Reese Whiterspoon (actriz)
Rhea Perlman (actriz)
Richard Gere (actor)
Richard Joseph Lafond Jr. (actor)
Rick Springfield (actor)
Ricki Lake (apresentadora/ actriz)
Rider Strong (actor)
Roger Avary (realizador)
Rosanna Arquette (actriz)
Rue McClanahan (actriz)
Sabrina Lloyd (actriz)
Sal Amendola (cartoonista)
Sam Phillips (actriz)
Scott Adams (cartoonista do Dilbert)
Semantha Eggar (actriz)
Shaun Cassidy (actor)
Sheryl Lee (actriz)
Shiri Appleby (actriz)
Spike Milligan (actor)
Stephanie Zimbalist (actriz)
Steve Martin (comediante/actor)
Steven Spielberg (realizador)
Susan St. James (actriz)
Ted Danson (actor)
Terence Stamp (actor)
Thora Birch (actriz)
Tippi Hedren (actriz)
Tobey Maguire (actor)
Tracey Pollen (actriz)
Traci Bingham (actriz)
Vanessa Williams (actriz)
Virginia Madsen (actriz)
Will Estes (actor)
William Shatner (actror)

VEGANOS:

Alicia Silverstone (actriz)
Angela Bassett (actriz)
Dave Goodman (produtor)
Drew Barrimore (actriz)
Ed Begley Jr (actor)
Elizabeth Burkley (actriz)
Gilliam Anderson (actriz)
Gwyneth Paltrow (actriz)
James Cromwell (actor)
Jarrett Lenonn (actor)
Jennie Garth (actriz)
Jerry Seinfeld (actor/comediante)
Jo Stevens (participante do reality show “Real World”-San Francisco)
Joaquin Phoenix (actor)
Julia Stiles (actriz)
Kaia (participante do Real World – Hawaii) Keeanan Ivory Wayens (actor)
Kevin Nealon (actor da série de comédia “Saturday Night Live-SNL”)
Linda Blair (actriz)
Lindsay Wagner (actriz)
Lisa Edelstein (actriz)
Mariel Hemingway (actriz)
Marr Nealon (actriz)
Mutt Lange (produtor)
Niels Tijssen (actor alemão)
Nigel Hawthorne (actor)
Pamelyn Ferden (actriz)
Paul McGann (actor)
Peter Bogdanovich (director The Last Picture Show)
River Phoenix (actor)
Sabrina LeBeauf (actriz)
Sara Gilbert (actriz)
Spice Williams (actriz dupla)
Stephanie Powers (actriz)
Summer Phoenix (irmã de River Phoenix actriz)
Tea Leoni (actriz)
Terrance Stamp (actor)
Tom Lenk (actor)
Tracey Pollan (actriz)
Uri Geller (entretainer)
Weird Al Yankovic (comediante)
Woody Harrelson (actor)

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Vegetarianos famosos: personalidades ligadas ao mundo da música

VEGETARIANOS:

Adalita Srsen (vocalista dos Magic Dirt)
Amy Ray (música)
Annie Lennox (cantora)
Anthony Kiedis (vocalista dos Red Hot Chili Peppers)
Arkangel (banda de hardcore)
B52?s (banda musical)
Belinda Carlisle (cantora)
Benji (guitarrista dos Good Charlotte)
Billy (guitarrista dos Good Charlotte)
Billy Idol (músico)
Bob Dylan (cantor)
Boy George (músico)
Brandii
McCoy (cantora dos The Honeybees)
Bree Sharp (cantor)
Captain & Tennille (dueto musical)
Casey Kasem (DJ)
Cathy Dennis (cantora)
Charlie Watts (baterista dos Rolling Stones)
Chris Novoselic (baixista dos Nirvana)
Chrissie Hynde (cantora dos The Pretenders)
Cindy Jackson (cantora)
Common (cantor/rapper)
Damon Alburn (vocalista dos Blur)
Daren Hayes (Savage Garden)
Des?ree (cantora)
Dre Rapper (dos Outkast)
Dwight Yokam (cantor de música country)
Eddie Jackson (baixista dos Queensryche)
Eddie Vadder (vocalista dos Pearl Jam)
Elvis Costello (músico)
Erykah Badu (cantor)
Farin Urlaub (da banda Die Ärtze)
Frenzal Rhomb (banda musical)
Gary Barlow (ex Take That)
Gavin Rossdale (vocalista dos Bush)
George Harrison (músico dos Beatles)
Gladys Knight (cantora)
Good Riddance (banda musical)
Howard Jones (cantor)
India Arie (cantora)
Jane Weidlin (da Girl’s Band Go-Go)
Janet Jackson (cantora)
Jason Orange (ex Take That)
Jeff Ament (baixista dos Pearl Jam)
Joan Baez (cantora de música folk)
Joe Jackson (músico)
Joel (vocalista dos Good Charlotte)
John Lennon (cantor/compositor e ex Beatlle )
Johnny Marr (ex guitarrista dos The Smiths)
Julianna Hatfield (música)
Justine Frischman (cantora dos Elastica)
Kate Bush (cantora)
Kirk Hammett (guitarrista dos Metallica)
Lenny Kravitz (músico)
Lilli Lehmann (cantora alemã de ópera)
Lisa Loeb (cantora)
Mark Owen (ex Take That)
Michael Bolton (cantor)
Michael Diamond (Beastie Boys)
Mike Joyse (baterista)
Montserrat Caballe (cantor de ópera)
Morrissey (cantor)
Mya (cantora)
Mylène Farmer (cantora)
Natalie Merchant (cantora)
Paul MacCartney (cantor)
Paula Cole (cantora)
Peter Gabriel (músico)
Polly
Jean Harvey (cantora)
Richard Thompson (cantor)
Rick Allen (Def Leppard)
Rick Sringfield (cantor)
Ringo Starr (músico)
Robert Smith (músico The Cure)
Robyn Hitchcock (cantor)
Seal (músico)
Serj Tankian (vocalista dos System of a Down)
Steve Morse (músico)
Steve Vai (guitarrista)
Susannah Hoffs (vocalista/guitarrista das Bangles)
Terry “Geezer”
Butler (músico)
Tina Turner (cantora)
Travis Barker (baterista dos Blink-182)
Vanessa Amorosi (cantora)
Vanessa Paradis (cantora)
Vanessa Williams (cantora)
Wendy O. Williams (música/cantora)
Yehudi Menhuin (violinista)
Yoko Ono (música, viúva de John Lennon)
Ziggy Marley (músico)

VEGANOS:

Absence (banda de hardcore)
Brandy (cantora)
Bryan Adams (cantor)
Crystal Ballroom (banda musical)
Daniel Johns (vocalista/guitarrista dos Silverchair)
Darren Edwards (dos Brilliant sins)
Dave Davies (cantor)
Earth Crisis (banda musical)
Fiona Apple (cantora)
Fugazi (banda musical)
Geoff
Tate (vocalista dos Quennsryche)
Grace Slick (cantora)
Heather Small (música)
Jack Dangers (músico dos Meat Beat Manifesto)
John Feldmann (vocalista dos Goldfinger)
John Power (cantor)
K.D. Lang (músico)
Kim Andrew (vocalista dos Brilliant sins)
Maron (banda de harcore)
Michelle Malone (cantora)
Moby (cantor)
Mushroom (dos Massive Attack)
New winds (banda portuguesa de hardcore)
Ocean Robbins (cantor)
Phil Collen (cantor)
Point Of No Return (banda de hardcore)
Purification (banda de hardcore)
Rikki Rockett (dos Poison)
Shania Twain (cantora)
Sinead O’Connor (cantora)
Tom Scholz (guitarrista da banda Boston)
Weird Al Yankovic (cantor)

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Vegetarianos famosos: Escritores, poetas, autores e filósofos

Escritores, poetas e autores

VEGETARIANOS:

Aaron David Gordon (escritor hebraico)
Alan Moore (escritor)
Alexander Pope (poeta)
Alter Kaczayzne (escritor judeu)
Annie Besant (escritora)
Brigid Brophy (escritora)
Charlotte Brontë (escritora)
Daniel A. Drombrowski (escritor)
Debra Wasserman (escritora)
Diane Fairechild (escritora)
Edwin Arnold (poeta)
Edward Carpenter (poeta)
Ellen G. White (escritora adventista)
Émile Zola (escritor francês)
Francis Moore Lappe (escritor)
Franz Kafka (escritor)
Gloria Steinem (escritora)
Henry Salt (escritor)
H.G. Wells (escritor britânico)
Hesiodos (poeta grego)
Henry David Thoreau (escritor)
Isaac Bashevis Singer (escritor)
Jean Jacques Élisée Reclus (poeta francês)
Jon Gregerson (escritor)
John Gay (escritor)
John Milton (poeta)
Joseph Ritson (escritor)
Leo Nikolayevich Tolstoy (escritor russo)
Linda MacCartney (autora de livros de culinária)
Lisa Dorfman (escritora)
Louisa May Alcott (escritora)
Luigi Cornaro (escritor)
Mark Twain (escritor)
Martha Grimes (escritora)
Martinus (escritor)
Mary Wollstonecraft Shelley (autora inglesa)
Maurice Maeterlinck (escritor belga)
Moses Maimonides (escritor)
Oliver Goldsmith (poeta britânico)
Percy Bysshe Shelley (escritor)
Philp S. Chen (escritor)
Philostratus (escritor grego)
Rabindranath Tagore (poeta)
Ralph Waldo Emerson (poeta)
Richard Schwartz (escritor)
Ron Kaufman (escritor)
Rynn Berry (escritor)
Sappho (poetisa grega)
Shmuel Yosef Agnon (escritor hebraico)
Susan B. Anthony (autora de “Womens Sufragge”)
Suzanne Havala (escritora)
Thomas Tryon (escritor inlgês)
Upton Sinclair (escritor)
Valerie Hardin (poetisa gótica/escritora)
Virginia Messina (escritora)
William Blake (escritor)

VEGANOS:

Alice Walker (escritora)
Carol Givner (autora de best-sellers)
Howard Lyman (escritor)
John Robbins (escritor)
Kerrie Saunders (escritora)
Peter Singer (escritor)
Reed Mangels (escritor)
Steve Brill (escritor)
Vesanto Melina (escritor)

Filósofos

VEGETARIANOS:

Albert Schweitzer
Amos Bronson Alcott
Anna Kingsford
Apollonius de Tyana
Crates de Tebas
Diogenes
Edward Carpenter
Empedocles de
Agrigento
Epicetus
Epicurus
Henry David Thoreau
Henry Salt
Iamblichus
Jean Jacques Élisée Reclus
Jean Jacques Russeau
Jeremy Bentham
Lucius Annaeus Seneca
Metrokles
Mohandas Karamchand Gandhi
Martin Buber
Moses Maimonides
Musonius
Rufus
Philolaus de Croton
Pitágoras
Platão
Plotinus
Plutarco
Porfírio
Publius Ovidius Naso (Ovídio)
Theophrasteos
Thomas Taylor
Voltaire
Zenão

VEGANOS:

Peter Singer

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Vegetarianos famosos: Personalidades ligadas ao desporto

VEGETARIANOS:

Al Beckles (Bodybuilder)
Andreas Cahling (Mr. Bodybuilder Internacional)
Andrew Reynolds (skater profissional)
Anthony Peeler (jogador dos Minnesota Timberwolves)
Bill Goldberg (wrestler profissional)
Bill Pearl (Bodybuilder)
Bill Manetti (campeão de halterofilismo)
Billie Jean King (campeão de tennis)
Brad Staba (skater profissional)
Brian Anderson (skater profissional)
Brian Sumner (skater profissional)
Carol Gould (atleta maratonista)
Cheryl Marek (ciclista)
Chris Lambert (skater profissional)
Debbie Lawrence (atleta)
Desmond Howard (jogador dos Washington RedSkins)
Di Edwards (atleta maratonista)
Donnie LaLonde (boxer)
Edwin Moses (campeão olímpico)
Estelle Gray (ciclista)
Forest Kirby (skater profissional)
Gary Player (golfista)
Hank Aaron (jogador de baseball)
Jack Maitland (triatleta)
Jim Kaat (jogador de baseball)
Joanna Conway (skater profissional)
Joe Namah (jogador de futebol)
John Salley (jogador dos Toronto Raptors, NBA)
Jutta Müller (windsurfing)
Katie Fitzgibbon (atleta maratonista)
Kathy Johnson (gimnasta olímpica)
Killer Kowasski (praticante de luta livre)
Kirsty McDwermott (atleta maratonista)
Kirsty Wade (atleta maratonista)
Laban Pheidas (skater profissional)
Lawrence Philips (jogador de futebol dos 49ers)
Leroy Burrell (campeão olímpico)
Les Brown (maratonista)
Lindford McFarquar (Bodybuilder)
Lisa Dorfman (atleta)
Louis Freitas (Bodybuilder)
Martina Navratilova (campeã de tennis)
Marv Levey (treinador da equipa Bufallo Bills, NFL)
Matt Field (skater profissional)
Mike Manzoori (skater profissional)
Milo de Croton (atleta grego, 500 DC)
Murray Rose (nadador olímpico)
Peter Burwash (jogador de ténis)
Rick Mc Cranck (skater profissional)
Robert Millar (ciclista)
Sammy Green (atleta maratonista)
Simon Cope (ciclista)
Sorya Bonali (skater profissional)
Stan Price (atleta recordista mundial)
Steve Berra (skater profissional)
Sylvia Cranston (triatleta)
Tony La Russa (manager de baseball)

VEGANOS:

Brendan Brazier (Ironman, tri-atleta)
Ed Templeton (skater profissional)
Geoff Rowley (skater profissional)
Jack LaLanne (fitness guru)
Jamie Thomas (skater profissional)
Jilian Parry (Miss Teen Estados Unidos 2000)
Katherine Monbiot (lutadora)
Lucy Stephens (tri-atleta)
Martina Navratilova (tenista)
Moses Itkonen (skater profissional)
Pat Reeves (halterofilista)
Peter Brock (condutor de carros de corrida)
Peter Burwash (tennista campeão)
Rudy Tomjanovich (treinador)
Ruth Heidrich (tri-campeã do Ironman)
Sally Eastall (atleta de maratona)
Sergei Trudnowski (skater profissional)

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Vegetarianos famosos: Personalidades ligadas ao mundo da moda e personalidades de áreas diversas

Modelos

VEGETARIANOS:

Angie Hill
Carre Otis
Christie Brinkley
Christine Stone
Christy Turlington
Gabriela Schenkenbach
Gail McKenna
Heather Mills
Jenny Blyth
Kathy Lloyd
Laetizia Scherrer
Marieken Linthout
Melinda Messenger
Nadja Auermann
Pamela Bordes
Rachael Garley
Tatjana Patitz
Valentina
Victoria Cooper
Yasmin le Bom

Outros

VEGETARIANOS:

Albert Mokhiber (activista dos direitos humanos)
Barbara Bach (esposa de Ringo Starr)
Bramwell Booth (general Salvation Army Leaders)
Charles Darwin (naturalista britânico)
Clara Barton (fundadora e presidente do American Red Cross)
Dick Gregory (activista ambiental)
Dweezil, Moon, Ahmet e Diva Zappa ( filhos de Frank Zappa)
Floyd Dunn (professor)
George Benard Shaw (Playwright)
Helen Nearing (culinarista)
Henry Ford (pioneiro e criador de automóveis da companhia Ford Motor)
Henry Jay Heimlich (inventor da manobra Heimlich)
Horace Greeley (editor de um jornal americano)
Isaac Pitam (vice-presidente da Sociedade Vegetariana do Reino Unido)
Jean Jacques Élisée Reclus (geógrafo)
John Harvey Kellogg (criador pioneiro da linha de comida saudável, inventor da manteiga de amendoim e dos flocos de milho)
John Howard (filantropista)
John Ray (naturalista e botânico)
Jonathon Speelman (jogador de xadrez)
Julia Hill “Butterfly” (activista da antiga Red Wood)
Kenneth David Buchizya Kaunda (activista na campanha de prevenção da SIDA)
Khaled Mardam Bey (programador de mirc)
Leonardo Da Vinci (inventor)
Lewis Gompertz (membro fundador da Sociedade de Prevenção da Crueldade para com os Animais)
Linda MacCartney (culinarista)
Nathan Braun (activista)
Peter Cushing (pintor)
Philp S. Chen (professor de química)
Radha Krishna Das (activista)
Rainha Sofia de Espanha
Richard Lacey (professor)
Robert Lutz (presidente da Chrysler Corp.)
Romy Korz (bailarina)
Ron Kaufman (orador em seminários)
Rosalind Gruben (professora)
Sangduen Chailert (activista)
Sharon Athanasiou (Editora da revista Natural Glow Magazine)
Shri Sunder Singh Bhandari (governador da UP)
Siriwan Suttajit (professor)
Stella McCartney (estilista)
Steve Job (criador da Apple Computers)
Susan B. Anthony (líder do movimento Woman’s Suffrage)
Sy Sperling (dono do clube Cabeleireiros para homens)
Sylvester Graham (inventor da bolacha Graham Cracker)
Thomas Erskine (advogado inglês)
Thomas Taylor (tradutor)
Todd Oldham (estilista)
Tomasso Masini (alquimista e astrólogo)
Vincent Van Gogh (pintor)
Will Kieth Kellogg (criador da “Kellogg’s Corn Flakes”, irmão de John Harvey Kellogg)
William Booth (general)
Yury Nickolayev (professor)

VEGANOS:

Annie Curtis (filha da actriz Jamie Lee Curtis)
Chelsea Clinton (filha do ex Presidente Clinton)
Sunny Harris (analista de mercado)

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Vegetarianos famosos: Personalidades ligadas à política, religião, ciência e saúde

Personalidades ligadas à política

VEGETARIANOS:

Alex Pacheco
Andrew Javobs (congressista dos Estados Unidos)
Andrew Bartlett Senator (senador australiano)
Anne Gilman (presidente da câmara de Islington, RU)
Benjamin Franklin (político)
Bernard Weatherall (ex orador da Casa dos Comuns, RU)
Chakravarthy Rajagopalachar (general e primeiro goverandor da Índia)
Ivan Kostov (primeiro ministro da Bulgária)
James Abourezk (senador e congressista americano)
Kamel Junblatt (membro do Parlamento libanês)
Kenneth David Buchizya Kaunda (presidente da Zâmbia)
L.K. Advani (ministro indiano)
Lucius Annaeus Seneca (imperador romano)
Maneka Gandhi (política, ministra dos direitos dos animais na Índia)
Morarj Desai (primeiro ministro indiano)
P.V. Narasimha Rao (primeiro ministro indiano desde 1991-1996)
Q. K. J. Masire (presidente da República de Botswana)
Willem Drees (primeiro ministro alemão desde 1948 a 1958)
Yung-fa Chang (ministro dos negócios estrangeiros)

VEGANOS:

Dennis Kucinich (congressista dos Estados Unidos)
Sardar Vallabhbhai Patel (primeiro ministro indiano)

Personalidades religiosas

VEGETARIANOS:

A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada (Fundador dos movimentos Hare Krishna e Food for Life -FFL)
Anand Krishna
Andrew Linzey (reverendo)
AnnieBesant
Bagwan Sri Rajneesh
Buda (não existem registos que evidenciem o contrário)
Dalai Lama
Ellen G. White (pioneira daIgreja Adventista do Sétimo Dia)
Emanuel Swedenborg
Jesus Cristo (não há registos que provem o contrário)
JidduKrishnamurti (guia espiritual)
John Todd Ferrier (Fundador da Ordem da Cruz, defensor do vegetarianismo e da compaixão para com os animais de acordo
com a perspectiva cristã)
John Wesley (fundador da igreja metodista)
Maharishi MaheshYogi Mahavira (fundador do janismo)
Maiomenedes (rabi)
Mata Amritanandamayi
Paramahansa Yogananda
São Francisco de Assis
Serge Ravnaud de la Ferriére
Shmuel Yosef Agnon
Sri Ravi Shankar
Stephen Fuchs (rabi)
William Mecalfe(reverendo)
William Booth

Personalidades ligadas ao mundo da ciência

VEGETARIANOS:

Albert Einstein(cientista)
Chandrashekar Subrahmanyam (astrofísico)
C.V. Raman (físico)
Dichaearchus de Messina (cientista grego)
Isaac Newton (cientista)
Jane Goodall (primatolgista/cientista)
John Harvey Kellogg (inventor do sucrilho)
Leonardo da Vinci (inventor)
Nikola Tesla (inventor)
Pitágoras (matemático grego)
Rudolf Steiner (cientista austríaco)
Srinivasa Ramanujan (matemático)
Thomas Edison (físico/inventor)
Voltaire (físico)

Personalidades ligadas ao mundo da saúde

VEGETARIANOS:

Albert Schweitzer (médico)
Alfred Vogel (farmacêutico suíço)
Andrew Babcock (psicólogo)
AnnaKingsford (médica)
Arturo Alvarez Bravo (médico)
Brian Greene (professor/físico)
Charles Attwood (pediatra)
Dean Ornish (médico)
Gordon Latto (médico)
Henry Hiemlich (médico)
Joel Fuhrman (fisiologista)
Kalpana Chawla (médico)
Madan Mohan Bajaj (médico)
Mitsuru Kakimoto (médico)
NithatSirichotrat (médico)
Phichai Tovivich (médico)
P.K.Jain (médico)
John MCDougal (médico)
Ruth Bates (terapeuta sexual)
Stephen Walsh Rads (psicólogo)
Vijay Raj Singh(médico)

VEGANOS:

Benjamin Spock (médico)
John Harvey Kellogg (médico cirurgião)
Kerrie Saunders

Link para Notáveis Vegetarianos e Defensores do Vegetarianismo:
http://avp.org.pt/downloads/AVP-Notaveis_vegetarianos_defensores_vegetarianismo.pdf

Fonte:
Associação Vegetariana Portuguesa
Leia mais »

sábado, 8 de setembro de 2012 | Autor:

gustavo321

Mestre finalmente conseguimos colocar o teu video no ar com as legendas em inglês.
Espero que gostes, vou esta noite ainda colocar em outros servidores.
Gostaria de contar com a participacao dos nossos colegas para partilhar o video em sites, facebook, twitter, blogs…
Saudades tuas, abraços Mestre querido.
Gustavo de Londres

No fim da entrevista eu declaro que o meu lema é “Ellerni kaj servi” . “Lerni” significa aprender; “ellerni“, aprender profundamente; “kaj” (pronuncia-se “kái”), significa e; “servi“, servir. “Ellerni kaj servi” significa aprender e servir. Quem legendou não conhecia esperanto e se enganou com a escrita. Mas isso não desmerece o belíssimo trabalho (e põe trabalho nisso!) de traduzir e legendar a entrevista. Agradeço de coração esse carinho. Agradecemos todos, principalmente os que não compreendem português. DeRose

__________________

Caro Maestro,
envio-lhe o link da sua entrevista na TV Estadão com legendas em italiano:

A tradução e legendagem foi feita pela yôginí Sara Gambelli, a correcção pelos instrutores Carlo Mea, Natacha Santos e Anna Contieri.
Un abbraccio affettuoso da tutti noi!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012 | Autor:

PESSOAS QUE PASSAM, PESSOAS QUE FICAM

Há pessoas, tantas pessoas,
que, ao longo da nossa vida, passam,
como passam as paisagens
pela janela de um trem.
Nada mais são, nada mais querem ser,
senão paisagem.
Bonita, às vezes; passageira sempre…

Mas há outras pessoas
que viajam conosco no mesmo comboio,
que permanecem ao nosso lado por toda a jornada,
compartilhando tudo:
as alegrias e também os momentos difíceis.
A essas oferto minha amizade,
meu coração
e minha alma.

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