domingo, 17 de julho de 2016 | Autor:

COMO SURGIU O CURSO DE FORMAÇÃO DE INSTRUTORES. Nas décadas de 60 e 70 os professores de Yôga sofriam uma rigorosa fiscalização por parte da Secretaria de Educação do Estado. Ainda por cima, essa fiscalização trabalhava para fazer cumprir uma legislação totalmente equivocada, que nos enquadrava no Departamento de Educação Física. Um disparate completo, já que o Yôga não é Educação Física. Uma das exigências era a de que tivéssemos teto alto, por causa dos saltos! E não adiantava declararmos que no Yôga não damos saltos − a lei dizia que sim e os burrocratas só faziam cumpri-la. Além dessa exigência havia uma quantidade de outras que nos prejudicavam, já que foram elaboradas para academias de ginástica, o que não tinha nada a ver com o nosso trabalho. O fiscal visitava nossa escola duas vezes por mês, um zelo incomum. Entrava com ares de “otoridade”, falando alto e destratando os instrutores. Tempos depois soubemos que era assim só conosco, uma vez que recebera ordens vindas de cima para nos dificultar a vida a fim de que desistíssemos de ensinar SwáSthya Yôga. De fato, consultei outros professores e todos confirmaram que as piores exigências burocráticas só eram feitas à nossa instituição. Até as visitas a outros estabelecimentos, quando ocorriam, eram mais espaçadas. Ao que parecia, alguém lá em cima não gostava de mim. O fato é que tínhamos que ir vivendo e trabalhando sob aquelas circunstâncias. Uma delas era que quando eu viajasse para ministrar cursos só poderia deixar dando aula quem já tivesse prestado exame na Secretaria de Educação. Começamos, então, a preparar nossos pupilos para essa avaliação que, como prevíramos, não seria fácil. Talvez devido a essa fiscalização exageradamente rigorosa e aos exames só existirem no Estado da Guanabara, tenha sido lá que surgiram os primeiros autores brasileiros de Yôga e também o Yôga de melhor qualidade na época. Aceitando essa premissa, deveremos reconhecer que a entidade sobre a qual mais rigores tiverem sido impostos, essa deve ter-se tornado a melhor de todas. E foi exatamente o que aconteceu. Em pouco tempo, tornamo-nos a mais expressiva escola de Yôga do país. Apresentamos três discípulos para prestar provas. Um deles foi a atriz e cantora Tânia Alves, mãe da também atriz e cantora Gabriela Alves. A outra foi a escritora Eliane Lobato, que tem hoje vários livros publicados sobre Yôga e outras matérias. O terceiro foi o Celso Teixeira, que decepcionou-se com estas coisas que denunciamos aqui e mais tarde desistiu de tudo. Nesse exame nós conquistamos todos os primeiros lugares. De resto, houve reprovações em massa. Como vinha gente de todos os estados para concorrer e tentar receber a carteira de instrutor de Yôga nessa prova de suficiência que era a única no país, a notícia dos nossos ótimos colocados logo se espalhou como fogo morro acima. Imediatamente começamos a receber pedidos de instrutores de várias cidades, para prepará-los a fim de que pudessem prestar o próximo exame da Secretaria de Educação. Assim começaram os nossos cursos preparatórios. No exame seguinte, todos os que participaram do nosso curso passaram e, novamente, pegamos os primeiros lugares. Quanto aos demais, foi reprovação geral. Isso consolidou a fama do curso. Angariou-nos muita admiração, mas, em contrapartida, uma brutal inveja! Nos anos seguintes, iríamos pagar um pesado tributo por causa disso. Continuou vindo gente de toda parte, mas os exames no Estado tinham os dias contados. Por ocasião da fusão do Estado do Rio com o Estado da Guanabara, acabaram-se as avaliações na Secretaria de Educação. Não haveria, portanto, mais razão para eles comparecerem ao nosso curso. Enviei um comunicado informando o motivo pelo qual o curso preparatório seria extinto. Foi, então, que recebemos umas respostas inesperadas: – Agora que conhecemos o seu curso, descobrimos que ele é mais importante para nós do que a carteira da Secretaria de Educação, pois ela autoriza, mas é o curso que ensina como exercer a profissão. Iremos assim mesmo. – Um certificado do DeRose, atestando que fui formado aí, vale mais do que o documento da Secretaria. Guarde a minha vaga. Dessa forma, introduzi um conjunto de exames e um certificado provisório aos aprovados. Estava inaugurado o intensivo denominado “Curso de Avaliação para Futuros Instrutores de Yôga”. No início, esse curso ocorria uma vez por ano. Depois, duas, três, quatro e finalmente tornou-se regular. Quando se mostrou oportuno, criei um curso maior, o Curso de Formação de Instrutores de Yôga, planejado para várias durações diferentes. Esse foi o modelo que utilizei para introduzir nas Universidades Federais, Estaduais e Católicas de quase todo o país a partir da década de 70. Em 1994 fundamos a Universidade de Yôga, que passou a coordenar os convênios culturais firmados entre as Federações dos Estados e as Universidades Federais, Estaduais e Católicas. Depois de inúmeros aperfeiçoamentos desenvolvidos durante mais de quarenta anos de formação profissional, o curso passou a ter a duração total de 12 anos. É o mais longo do nosso país e, talvez, do mundo. No entanto, isso não assustava ninguém, graças a um dispositivo de praticidade e viabilização. Ao longo dos anos descobrimos o óbvio: um bom padeiro aprende a fazer pão pondo a mão na massa. E passamos a formar assim os nossos instrutores. São doze anos de curso, porém, durante esse período o aspirante já trabalhava desde o início, sendo muito bem remunerado. Por isso, o tempo passava agradavelmente e produzindo frutos. Ou seja, o interessado aprendia trabalhando e ganhando para estudar. Como a nossa proposta cresceu muito e passou a contar com centenas de filiados em vários países, isso nos permitia absorver um bom número de instrutores na nossa própria instituição. Assim sendo, o curso passou a ser principalmente um meio de preparação, recrutamento e seleção de pessoal para trabalhar conosco. Isso não quer dizer que todos os que formamos viessem a trabalhar conosco. Primeiro, porque não havia vagas para todos. Segundo, porque cada qual tinha a liberdade de trabalhar onde bem entendesse, em escolas, academias, ginásios, clubes, condomínios, empresas etc. A maioria optava por lecionar o SwáSthya Yôga, no entanto, todos tinham o direito de ensinar outra modalidade, já que o currículo ensinado por nós era muito abrangente e conferia uma excelente base para ensinar qualquer outro ramo. Ao escolher outra linha para ensinar ou ao optar por não estar vinculado a nós, não tornava o instrutor nosso desamigo, nem dissidente, em hipótese alguma. Temos centenas de ex-alunos que hoje lecionam outras vertentes ou mesmo que ensinam o próprio SwáSthya sem ser ligados a nós e, no entanto, são nossos bons amigos e apoiadores à distância.

Veja mais deste assunto em vídeo:
youtu.be/LaCumFhb_QI

Ou acompanhe pelo podcast:

segunda-feira, 18 de junho de 2012 | Autor:

Clarissa
clacunha@bighost.com.br

Mestre DeRose, a pouco mais dois meses inicie a pratica de SwáSthya Yôga e diariamente leio o blog. Obrigada por dividir seu conhecimento conosco!
Lendo as historias de incompreendidos me lembrei do brilhante cientista incompreendido Nikola Tesla, que descobriu a corrente alternada e foi incompreendido e enganado. Alguns sites contam a sua biografia (que infelizmente é floreada por alguns):
“Tesla morreu sozinho e esquecido,porque sua forma de energia limpa e barata podia arruinar os lucros de grandes empresas que investiram bilhões em construções de hidroelétricas movidas a carvão.” http://pt.shvoong.com/movies/1868866-nikola-tesla-biografia/
“Nunca mais Tesla teria outra chance de trazer energia grátis ao mundo.” http://www.exatas.com/fisica/tesla.html

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O companheiro Steve nos enviou esta notícia genial:


Gostaria de compartilhar um texto deste grande gênio, não somente na tecnologia.

“É certamente preferível produzir vegetais, e penso, por isso, que o vegetarianismo é um louvável abandono de um habito bárbaro instituído. Que podemos subsistir com alimentos vegetais e fazer o nosso trabalho até com vantagens não é uma teoria, mas sim um facto bem demonstrado. Muitas raças vivem quase exclusivamente á base de vegetais e são superiores psicologicamente e em força. (…) Tendo em conta estes factos, todos os esforços devem ser feitos para parar o abate cruel e desnecessários de animais, que deve ser destrutivo para os nossos princípios morais.” Texto publicado na Century Illustrated Magazine, em Junho de 1900.


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sábado, 31 de março de 2012 | Autor:

 A codificação das regras gerais de execução

Uma das mais notáveis contribuições históricas da nossa sistematização foi o advento das regras gerais, as quais não são encontradas em nenhum outro tipo de Yôga… a menos que venham a ser incorporadas a partir de agora, por influência do SwáSthya Yôga. Já temos testemunhado exemplos dessa tendência em aulas e textos de vários tipos de Yôga em diferentes países, após o contacto com o SwáSthya.

É fácil constatar que as regras e demais características do nosso mé­todo não eram conhecidas nem utilizadas anteriormente: basta consul­tar os livros das várias modalidades de Yôga publicados antes da codi­ficação do SwáSthya. Em nenhum deles, vai ser encontrada referência alguma às regras gerais de execução.

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sábado, 17 de março de 2012 | Autor:

Once, a famous dancer improvised a few instinctive movements. These movements however were extremely sophisticated, thanks to their virtuosity, and as a result, stunning. This body language was by no means ballet, but had undeniably been inspired by dance.

The breathtaking beauty of this technique moved those who witnessed its expressive nature. They asked the dancer to teach them his art. He did so. In the beginning the method had no name. It was something spontaneous which came from within, and which was echoed only in the hearts of those who had been born with the good fortune of having a more refined sensitivity.
The years went by, and the great dancer managed to impart a large part of his knowledge. Until one day, a long time afterward, the Master passed to the invisible plains. His art on the other hand did not die. The most loyal disciples preserved it intact and assumed the mission of passing it on. The pupils of this new generation understood the importance of also becoming instructors and not to modify or alter any of the teachings of the ingenious first mentor.
At some point in history this art gained the name integrity, integration, union: in Sanskrit: Yôga! Its founder joined the ranks of mythology with the name Shiva and with the title Natarája, king of the dancers. Leia mais »

quarta-feira, 6 de julho de 2011 | Autor:

Temos dezenas de deputados, delegados,  advogados e magistrados. Temos amigos em muitas esferas influentes da sociedade: Rotary, Maçonaria, Governo, Exército, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, médicos, psicólogos, todos pessoas do bem e que querem ajudar-nos a realizar nossos ideais edificantes de orientação para uma juventude sem drogas e para as obras sociais e filantrópicas. Todos querem nos ajudar.

Nós temos muito poder. Nós, coletivamente, temos dezenas de milhares de alunos, ex-alunos, leitores dos nossos livros (já mais de um milhão de exemplares vendidos), e alguns milhões de alunos à distância que estudam gratuitamente pela internet, pelos nossos CDs, DVDs e livros dos nossos instrutores. Contamos hoje com mais de 100 websites do Método DeRose coligados, em vários países.

Não é de se admirar que tenhamos tantos alunos à distância, já que o nosso site não vende nada e proporciona uma miríade de informações, free downloads dos nossos livros  MP3 de CDs com material didático e aulas práticas, endereços de milhares de instrutores da nossa linha e de outras correntes não ligadas a nós e muitos outros serviços de utilidade, tudo gratuito. Poderíamos estar ganhando um dinheirão, mas fazemos questão de que a nossa proposta não seja comercial.

Com uma legião tão expressiva de estudantes, colaboradores e simpatizantes, seria um pecado não mobilizar todo esse exército para ações sociais, humanitárias e ambientais, colaborando com a Defesa Civil, com o Rotary e com as demais entidades assistenciais e culturais.

Juntos, nós temos muito poder. Portanto, vamos usá-lo sempre construtivamente. Vamos usá-lo para melhor servir à Humanidade, ensinando à juventude um ideal de estilo de vida sem drogas, sem álcool e sem fumo e oferecendo-lhes uma formação profissional na nossa área. Com isso, certamente, vamos reduzir a criminalidade por causa das drogas, vamos diminuir os acidentes por causa do álcool e e vamos minimizar as enfermidades causadas pelo tabaco. Se só conseguíssemos isso com nossos alunos imediatos, já seria um belo trabalho social. Mas se os formarmos instrutores do Método, torná-los-emos replicadores da nossa filosofia de vida e poderemos multiplicar por cem ou por mil o número de pessoas que serão beneficiadas com o nosso trabalho.

Una-se a nós! Vamos trabalhar juntos pelo Bem.

sábado, 18 de junho de 2011 | Autor:

Nos últimos tempos, principalmente em São Paulo, a maior parte das escolas está fervilhando sob um terremoto de consultorias, treinamentos, autossuperação e mudança de paradigmas. Em cinquenta anos de profissão eu nunca testemunhei tanta boa vontade, tanto empenho, tanta melhoria de qualidade e tanto crescimento quanto estou presenciando hoje em toda a rede.

A Sede Central é um epicentro no qual a aparente tranquilidade está na verdade sendo o eixo-motor de uma colossal transformação. Reuniões, debates, treinamentos, dinâmicas, consultorias, programas sucedem-se vertiginosamente. O resultado tem sido uma melhor qualidade de vida no ambiente de trabalho, um melhor clima de relações humanas e uma remuneração bem melhor a toda a equipe das unidades que nos acompanham nesta gloriosa transformação. Surgem outras entidades-satélite como o Office do Charles Maciel, a distribuidora de livros do Gustavo Oliveira, a agência de publicidade do Flávio Moreira, a agência de casting e produções artísticas da Thaís Lopes, a Editora Egrégora, a DeRose Cursos Livres, a Ordem do Mérito das Índias Orientais e uma porção de outras, todas autônomas e independentes.

Uma criativa fornada com dezenas de novos escritores promete uma enxurrada de excelentes livros sobre SwáSthya Yôga e sobre tópicos vinculados ao Método DeRose. Muitos colegas viajando para ministrar cursos no exterior. Novas escolas mais bem instaladas. Nova geração com um naipe forte de instrutores impecáveis. Novo logo e nova marca. Depois dessa, outra novíssima sem o ícone do yôgin.  Em todos os estados e países, as escolas se superando para conquistar a Certificação!


sexta-feira, 26 de novembro de 2010 | Autor:

É muito importante você cultivar a sua boa imagem junto aos colegas. Se você tiver um curso ou produto, saiba que seu colega só vai convidá-lo a dar o curso, só vai enviar os alunos para participar dele, só vai adquirir ou revender os seus produtos, só vai defender o seu bom nome e recomendar o seu trabalho, se ele gostar de você.

Vamos, portanto, aprender a regar essa plantinha, aplicando as sugestões abaixo:

  1. Seja sempre correto e simpático. Policie-se com relação ao seu olhar, pois ele denuncia seus verdadeiros sentimentos com relação a cada colega. Preste atenção no que você vai dizer. Uma frase antipática ou um tom de voz agressivo e você pode perder o amigo para sempre.
  2. Evite confrontos. Não seja neurótico. Nas relações humanas não se comporte como uma sinhá melindrável. O swádhyáya “deve ser praticado ainda mediante a sociabilidade, o alargamento do círculo de amizades e o aprofundamento do companheirismo” (Código de Ética do Yôga).
  3. Seja suave. Seja adaptável. Seja fácil de lidar. Seja descomplicado. É preciso que as pessoas se sintam bem e à vontade na sua presença, na sua escola ou na sua casa.
  4. Pague o que deve, pague sempre, pague rápido. Pague até se achar que não deve, caso o outro ache que você está devendo. Faça qualquer coisa para não ficar com o nome sujo. Lembre-se da Sexta Característica do SwáSthya Yôga.
  5. Não cometa enrolações com dinheiro. Caso contrário, ninguém mais vai querer fazer negócios com você. E não tenha dúvidas: todos vão comentar pelas suas costas que você é caloteiro.
  6. Pense com a cabeça do outro. Especialmente quando for debater ou negociar.
  7. Negociar é normal, mas não queira ganhar sempre em cima do outro. Um bom negócio tem que ser bom para os dois. 
  8. Convide os seus colegas para jantar, para passear, para viajar, para conversar. Conviva. Estreite seus laços de amizade.
  9. Mas que não seja só às vésperas de você organizar algum evento.
  10. Convide os colegas para dar cursos, palestras ou apresentar coreografias na sua Unidade, na sua faculdade, no seu clube. Organize cursos para companheiros de outras cidades.
  11. Compre os produtos dos seus colegas. Adquirir e revender os suprimentos dos demais é sempre lucrativo para você. Ainda que não seja, perder dinheiro você não perderá. Se encalhar, troque produtos com os demais instrutores. Ou aproveite a oportunidade para presentear os melhores alunos.
  12. Divulgue os cursos ou produtos dos seus colegas nas suas apostilas, livros, CDs, DVDs e em artigos ou colunas que você escreva para jornais e revistas. Mencione-os nos seus cursos. Elogie-os sempre que possível.
  13. Pergunte aos colegas o que você pode fazer por eles. Interesse-se sinceramente pela sua vida pessoal e profissional. Todos nós precisamos de uma mãozinha para melhorar nossos negócios. Descubra o que seu companheiro está precisando e ofereça-se para ajudar, sem acanhamento.
  14. Gere situações para fazer seus colegas ganharem dinheiro. Indique clientes, recomende alunos. Indique terceirizações. Passe para um colega algum contrato que você já não possa aceitar. Discretamente, faça-o saber que você está tomando essa atitude. Convide-o para ser seu parceiro em algum projeto, anúncio, promoção, evento etc.
  15. Tenha palavra. Se disser que vai participar de alguma coisa, não importa o que ocorra: participe! Seja um jantar, cinema, passeio, praia, reunião de trabalho ou curso. Cumpra a sua palavra! Há colegas que quando garantem que vão se inscrever em um curso ou evento ninguém mais acredita e nem se dão ao trabalho de lhe guardar uma vaga. Pior: para evitar prejuízos, chegam a lhe dizer que não há mais vagas!
  16. Não convide os alunos dos seus colegas para ir praticar com você. Não aceite convites dos alunos dos outros sem falar antes com o Diretor. O mesmo vale para os instrutores.
  17. Não convide os instrutores de outras equipes para ir trabalhar com você.
  18. Se você chega sempre atrasado, se você não tem palavra, se você tem o mau costume de fazer comentários inconvenientes, se você tem problemas com dinheiro, se você passa a perna nos outros, se você é encrenqueiro com os colegas, se você é problemático nas relações afetivas, essa sua fama corre de boca em boca e muitas oportunidades ficam bloqueadas.
  19. Faça qualquer esforço, pague qualquer preço para preservar seu bom nome perante os colegas, perante os alunos e perante a opinião pública. 
  20. Perceba e compartilhe do nosso esforço por ascender culturalmente. Cultive o refinamento em todas as coisas, desde as internas até as externas, desde a evolução interior até a forma de vestir ou de falar. Leia e releia o livro Método de Boas Maneiras. Medite sobre o posicionamento recomendado. Você não poderá trabalhar conosco dando aulas para um público fino e exigente se não estiver disposto a melhorar e aprimorar-se nos conceitos de elegância, politesse, fidalguia, senso de estética, sutileza, bom gosto, boa educação e refinamento.

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