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Enviado pelo Claus Haas em 19/01/2010 às 11:43
Este outro texto li no blog evoluindo-sempre.blogspot.com: “Se pudéssemos sintetizar a população do mundo num pequeno vilarejo de 100 habitantes com as características do mundo atual, como seria? Seria assim: Haveria 57 asiáticos; 21 europeus; 14 americanos (norte, sul e centro) e 8 africanos. 52 seriam mulheres e 48 homens; seriam 30 brancos e 70 não brancos; Trinta seriam cristãos e 70 não cristãos. Seriam 89 heterossexuais e 11 homossexuais. Seis pessoas possuiriam 59% das riquezas da vila, e todas elas seriam norte americanas. Oitenta viveriam em casas sem condições de higiene. Setenta seriam analfabetos. Cinquenta seriam mal alimentados. Um estaria quase morrendo e outro quase nascendo. Um possuiria um computador. Um teria título ou curso superior (sim, somente um). Considerando-se o mundo nesta perspectiva, está clara a necessidade de aceitarmos a todos de forma humana, educada e respeitosa.Consideremos também isto: Se acordamos hoje cheios de saúde, temos mais sorte que milhões de pessoas que não a têm. Se nunca passamos pelas amarguras da vida; pela solidão, pela agonia da tortura, pelo desespero da fome; pelo enfado de viver, somos mais felizes que 500 milhões de habitantes deste mundo. Se podemos frequentar quaisquer espetáculos, sem ser ameaçados, presos, torturados ou mortos, temos mais sorte que 3 bilhões de pessoas do mundo. Se temos alimentação em casa, roupas, um teto e um lugar para dormir, somos mais ricos que 75% dos habitantes deste planeta; Se temos algum dinheiro no banco, na carteira, e uns trocados no bolso, estamos no meio dos 8% das pessoas mais bem aquinhoadas do mundo; Se temos os nossos pais ainda casados e vivos, somos pessoas raras. Se podemos ler esta mensagem, não nos encontramos entre os 2 bilhões de pessoas que não aprenderam a ler. Alguém já disse: Depois de ler tal texto me ocorreu mais uma vez de como sou privilegiado por estar na companhia de pessoas cultas e pró-ativas, cujo convívio nos faz crescer e evoluir. E também de como é importante levarmos estes conceitos para o resto mundo, para que todas as pessoas possam ter as mesmas chances e oportunidades… Interessante, não? Abraços. Claus Haas. |
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Enviado em 20/01/2010 às 13:55
Que texto bem bom esse. Há um video que tem parte dessas informações. É bem tocante e mostra nossa capacidade de ajudar. http://thiagoduarte.tumblr.com/post/226014415/via-masilvapaz Tenho uma frase de um grande pensador: Muito perde quem nada tem: a oportunidade de dar. |
Enviado por Juan:
| Hola querido Mestre!Um amigo me enviou esta materia sobre consumo de carne e cancer. Um grande abraço!
“Câncer de intestino está ligado à ingestão de carne vermelha, aponta estudo” |
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Isto é mesmo incrível! Há mais de trinta anos isso já é sabido e publicado em jornais, revistas e livros do mundo todo. Agora descobriram no Brasil.
O que é a kundaliní
Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. O termo é feminino, deve ser sempre acentuado e pronunciado com o í final longo. Os leigos aplicam o termo no masculino e pronunciam “o kundalíni”, mas está errado. Repetimos: o termo é feminino, deve ser pronunciado com a tônica na primeira sílaba e a longa na última.
Pronuncie em voz alta para fixar a correção: kundaliní[1]. Significa serpentina, aquela que tem a forma de uma serpente. De fato, sua aparência é a de uma energia ígnea, enroscada três vezes e meia dentro do múládhára chakra, o centro de força situado próximo à base da coluna e aos órgãos genitais. Enquanto está adormecida, é como se fosse uma chama congelada. É tão poderosa que o Hinduísmo a considera uma deusa, a Mãe Divina, a Shaktí Universal. Todo o sistema do Yôga, de qualquer ramo, apoia-se no conceito da kundaliní.
De fato, tudo depende dela conforme o seu grau de atividade – a tendência do homem à verticalidade, a saúde do corpo, os poderes paranormais, a iluminação interior que o arrebata da sua condição de mamífero humano e o catapulta em uma só vida à meta da evolução sem esperar pelo fatalismo de outras eventuais existências. Leia mais »
A codificação das regras gerais de execução
Uma das mais notáveis contribuições históricas da nossa sistematização foi o advento das regras gerais, as quais não são encontradas em nenhum outro tipo de Yôga… a menos que venham a ser incorporadas a partir de agora, por influência do SwáSthya Yôga. Já temos testemunhado exemplos dessa tendência em aulas e textos de vários tipos de Yôga em diferentes países, após o contacto com o SwáSthya.
É fácil constatar que as regras e demais características do nosso método não eram conhecidas nem utilizadas anteriormente: basta consultar os livros das várias modalidades de Yôga publicados antes da codificação do SwáSthya. Em nenhum deles, vai ser encontrada referência alguma às regras gerais de execução.
Mantra
Vocalização de sons e ultrassons
Mantra pode-se traduzir como vocalização. Compõe-se do radical man (pensar) + a partícula tra (instrumento). É significativa tal construção semântica, já que o mantra é muito utilizado para se alcançar a “supressão da instabilidade da consciência” (chitta vritti nirôdhah), denominada meditação, a qual consiste na parada das ondas mentais.
Mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto, que detenha um poder específico. Porém, é fundamental que pertença a uma língua morta, na qual os significados e as pronúncias não sofram a erosão dos regionalismos, modismos e outras alterações constantes por causa da evolução da língua viva.
Karma coletivo e egrégora
Amigo de todo mundo não é amigo de ninguém.
Schopenhauer
Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos etc.
Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação “genética” das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos, já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais. Leia mais »
Karma individual e karma coletivo
O karma individual é o denominador comum entre os diversos karmas coletivos que atuam sobre nós o tempo todo, desde antes de nascermos até depois de morrermos.
Os karmas coletivos nos são impostos por herança, em função da família à qual pertençamos[1], do local em que nascemos, nossa nação, cidade, bairro, etnia, religião etc. Ou por opção, como esporte, profissão, arte, política, filosofia e outros.
Quantos karmas coletivos atuam sobre nós? Um número indeterminado, porém, certamente, incomensurável. E, como eles atuam sobre nós? Leia mais »





