sexta-feira, 5 de agosto de 2016 | Autor:

Como em todas as coisas, estas dicas não são infalíveis. Mas não custa mencioná-las. Uma delas, é a forma como você lida com papel. As pessoas educadas, bem sucedidas, tendem a tratar qualquer papel com respeito.
Não era à toa que os professores admoestavam os meninos sem educação das primeiras séries que tinham as folhas dos cadernos com “orelhas”, aquelas extremidades levantadas e amassadas. Em contrapartida, os mais caprichosos, os que, via-se, estavam fadados a ser bem-sucedidos, tinham as folhas dos seus cadernos impecavelmente limpas e lisas, como se seus cadernos e livros tivessem sido comprados naquele momento.
As pessoas que guardam um tíquete de estacionamento, ou daqueles para resgatar roupa no conserto, amassando-o de qualquer jeito, em geral têm mais dificuldade para vencer na vida. Isto serve também para as cédulas de papel moeda. Quase sempre, quem as guarda amarfanhando o dinheiro, está predisposto a não ganhá-lo.
Já estive propenso a supor que fosse por uma questão energética ou psicológica, de o indivíduo não respeitar o din-din, mas não. A questão é muito mais simples do que isso. É cultural, pois funciona com os tkts.
E funciona também com qualquer papel. Entregue a alguém uma folha de papel A4, ou apostila. Veja como o cidadão dobrou esse papel. Há os que dobram zelosamente e há os que dobram sem se preocupar com o esquadro, o encaixe, o vinco. E cartão de visitas? O cartão já é pequeno e tem gente que consegue amassá-lo, dobrá-lo de qualquer jeito ou pior. Certa vez, um advogado trocou cartões de visita com alguns profissionais que estavam com ele em uma reunião, na qual eu estava presente. Mais adiante, quis acrescentar um número de telefone celular e pediu aos demais o seu próprio cartão para acrescentar o dito número. Foi uma vergonha! Um dos profissionais que, via-se pelos calçados que era pessoa simples, tirou do bolso o cartão de visitas… enrolado! Enrolado!!! O advogado agarrou o seu cartão tratado com tanta desconsideração, tirou-o da mão do segundo, atirou-o fora e lhe deu outro cartão intacto. Mas não colocou nele o número do celular…
Belíssima bofetada com luva de pelica – mas, por dentro, uma manopla de aço.

youtu.be/9EXGOZh_Ams

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 | Autor:
Olá Mestre! falamos hoje a tarde sobre a petição da Campanha “Não Foi Acidente”, para acabar com a impunidade no trânsito. São milhares de vidas ceifadas todo ano, por assassinos dirigindo embriagados e que saem ilesos, tendo que pagar apenas algumas cestas básicas por acabar com vidas alheias. Eles sequer são obrigados a fazer o teste do bafômetro! É um absurdo!
Pedi seu apoio, da Fê e de toda a egrégora do Método, na divulgação dessa causa e nas assinaturas. Eles precisam de 1 milhão e pelo que vi, têm agora pouco mais da metade desse número… Como é difícil mudar alguma coisa no Brasil! Mas nossa família é grande e feita de pessoas com grande senso de justiça, boa índole e respeito pelo outro. Se cada um de nós puder ajudar, tenho certeza de que teremos um pouco mais de justiça nesse país. E mais segurança pelo menos.Esse é o link para a página deles no Facebook: http://www.facebook.com/NaoFoiAcidente para quem quiser saber mais.

E esse é o link para a petição: http://naofoiacidente.org/blog/assine-a-peticao/

Obrigado querido Mestre!!! Tenho certeza que com seu apoio e de tanta gente boa, as coisas serão bem melhores nesse país, senão pelo menos mais justas. Grande abraço!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012 | Autor:

Prefácio

Um dia deparei-me com uma chocante verdade: nasci no século passado! Está bem, não só eu como todos os habitantes do planeta que nasceram até o raiar do ano 2001. Mas o fato é que mais de 60 anos de vida ensinam muita coisa.

De uns tempos para cá comecei a notar que para tudo sobre o que as pessoas me consultavam eu tinha uma regra ou conselho decorrente de experiências já ocorridas comigo nas mesmas circunstâncias uma porção de vezes. Era como se eu já tivesse visto aquele filme e soubesse exatamente como iria terminar.

Então, comecei a escrever os conselhos ou observações que eu tinha para repartir com quem vinha conversar sobre seus negócios, sua família, sua saúde, sua questões afetivas…

Muitas coisas que a vida me ensinou, já coloquei em outros livros. Assuntos referentes à etiqueta. reuni no livro Boas Maneiras. Palavras que falam ao coração, publiquei no Mensagens. Conselhos sobre casamento escrevi no Alternativas de relacionamento afetivo. Conceitos e técnicas a respeito de sexualidade, editei no livro A sexualidade sacralizada. Reflexões e insights sintetizei no Sútras – máximas de lucidez e êxtase. Temas referentes a uma vida riquíssima de experiências, viagens e fatos que dariam vários filmes, compilei na autobiografia Quando é Preciso Ser forte. Técnicas para maximizar a saúde e o autoconhecimento, reuni no Tratado de Yôga. Mas ainda havia muita coisa para ensinar e que não se encaixava em nenhum dos títulos acima.

Todo esse material eclético, eventualmente engraçado, mas essencialmente escrito para facilitar a sua vida, poupar o seu dinheiro e decepções, salvar seu casamento e suas amizades, evitar acidentes e processos criminais, minimizar a ocorrência de assaltos, furtos e agressões, tudo isso veio para este volume. Se você já nasceu com 50 anos de idade bem vividos e viajados, talvez este livro não tenha muito para lhe ensinar. Mas… vou-lhe confessar uma verdade: até eu preciso lê-lo de vez em quando para não repetir erros cometidos no passado. Afinal, ninguém erraria se ouvisse os próprios conselhos. Dizem que se conselho fosse bom ninguém dava de graça. Então, tudo bem: compre o livro!

A capacidade de autocura do organismo

Uma das coisas que a vida me ensinou foi que o corpo se cura sozinho na maior parte das ocorrências. Corremos para os remédios em busca de apoio e ajuda, mas o organismo, muitas vezes, teria conseguido curar-se sem a necessidade deles. Não estou falando do efeito placebo. Estou me referindo ao processo natural de reação e autocura. A homeopatia diz: Similia similibus curantur. DeRose redargue: Natura naturibus curantur.

Você já notou que algumas pessoas bem idosas declaram que nunca foram ao médico? E outras que vivem tomando remédios continuam doentes e, com frequência morrem cedo?

Certa vez, numa consulta médica, ao ver que os remédios receitados eram meio fortes e muito químicos, perguntei ao clínico se ele não conhecia outro meio de resolver o problema. Ele me disse que sim, tomando chazinhos medicinais da nossa flora, pois fariam o mesmo efeito. Ou, ainda, poderia ir à praia, caminhar a pé, fazer amor, praticar Yôga! Questionei, então, porque havia me receitado toda aquela parafernália química e ele justificou declarando que os pacientes em geral cobram isso do médico e que se o profissional não receitar os produtos da indústria farmacêutica, o cliente acha que trata-se de um mau médico e troca-o por outro que recomende bastante remédio.

Anos depois, minha esposa ficou grávida e passei a ir com ela mensalmente ao ginecologista. Ao longo dos nove meses de gestação, notamos que a qualquer sintoma mencionado pela paciente, o médico dizia:

– Está muito bem.

E não dava nenhuma medicação. No último mês confessei-lhe uma certa perplexidade, pois se o corpo da paciente podia resolver sozinho os problemas que iam surgindo, poderíamos ter economizado nove consultas. A resposta que esse ginecologista me deu foi semelhante à anterior e acrescentou que o organismo se cura sozinho de quase tudo. Mas, quando medicado, o paciente atribui a cura à eficácia do remédio e à competência do médico.

Por outro lado, quanta gente nós conhecemos que à primeira sugestão de que se submeta a uma cirurgia, corre para a sala de operações, especialmente se tem um seguro saúde que cubra tudo. Pergunto ao leitor: como está a saúde dessas pessoas? Está melhor do que a sua ou a minha? Ou está bem pior?

Note bem: não estou condenando as cirurgias ou medicamentos necessários. Procuro apenas salvar a sua vida, propondo que ao invés de levar uma facada na barriga e outra no bolso, você repense cem vezes. Uma cirurgia pode lhe custar muitas dores, pode dar errado e pode resultar em acidentes cirúrgicos, choques anafiláticos, paradas cardíacas, enganos do instrumentador, infecção hospitalar ou até falecimento na mesa de operação. Medicamentos desnecessários podem gerar efeitos colaterais, intoxicações medicamentosas, dependências etc.

Repito para que fique bem claro: se precisar, tomarei remédios e aceitarei a contra-gosto uma cirurgia. Mas antes tentarei tudo o que for possível, começando por uma alimentação tão mais rígida quanto mais radical for a circunstância.

Alimentação saudável, mudança de ares, férias, carinho, sexo, alegria, mudança de profissão, podem salvar a sua vida. Ou podem ampliar expressivamente a sua expectativa de vida. E se nada disso funcionar, pelo menos você terá se divertido bastante e terá sido feliz o tempo de vida que ainda lhe restar.

Basicamente, com relação a este tema, o que a vida me ensinou é que a natureza cura. Só precisa de tempo e de uma ajudinha, reduzindo os estímulos prejudiciais.

Quando você tiver algum problema de saúde, além de consultar o seu médico e mais uma segunda opinião (e uma terceira, quarta, quinquagésima…) é importante consultar também as pessoas que já passaram por problemas semelhantes. É curioso, mas os que sofreram do mesmo mal podem lhe dar dicas que os médicos, incompreensivelmente, ignoram.

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012 | Autor:

Algumas pessoas (a maioria) quando perdem alguma coisa ficam tão descontroladas que acabam piorando o que já estava ruim. Meu vizinho no Rio de Janeiro já tinha perdido algum dinheiro num assalto. Não satisfeito, quando os assaltantes foram embora ele saiu correndo atrás. Balanço da atitude descontrolada: perdeu também a vida.

Uma conhecida perdeu o namorado para outra sirigaita. Não satisfeita com a perda, foi tomar satisfações à sedutora. “Ah! Não vou deixar isso barato, não!” É, barato não saiu. Tomou uma surra da outra. Agora, perdera o namorado, o relógio, o vestido que ficou inutilizado e a reputação. Nenhum mancebo quis mais se aproximar dela. “É daquelas que fazem escândalo…”, diziam.

Minha filosofia a respeito é: se me atrasei e já perdi o avião, não vou agora perder também a calma, a saúde e a classe.
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domingo, 2 de dezembro de 2012 | Autor:

Não tenha ilusões. Tudo o que você disser a respeito de uma pessoa chegará ao conhecimento dela. Portanto, segure essa língua. Depois não adianta ficar revoltado com a inconfidência das pessoas. É assim mesmo.

Segredo de mais de uma pessoa não é mais segredo. No momento em que você conta seu segredo para uma pessoa da sua confiança, ela também só conta para uma outra da confiança dela e assim sucessivamente. Em pouco tempo, dezenas de pessoas estarão sabendo o seu “segredo”.

E para que contar? Por que essa necessidade de se expor? Sempre que precisar comentar algo sobre alguém, só diga coisas boas. Um belo exercício é: quando começar a dizer algo ruim ou começar a vomitar uma crítica sobre alguma pessoa, reverta a frase e comece imediatamente a elogiá-la. Essa pessoa não tem nada de bom para ser elogiado? Invente!
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sábado, 8 de setembro de 2012 | Autor:

 “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas, de um povo heróico o brado retumbante. ”
Cadê o rio?

Às margens do Rio Ipiranga, D. Pedro I bradou “Independência ou Morte” e, com isso, tornou o nosso país independente, fundando um império, territorialmente, um dos maiores que a humanidade conheceu.

Onde está o Rio Ipiranga?

Como mostrar às crianças de São Paulo, aos paulistas, aos paulistanos e aos visitantes de outras partes do Brasil onde foi que tudo aconteceu? Como mostrar ao nosso povo o lugar em que o Brasil se tornou independente, se esse local foi destruído pela irresponsabilidade de quem encaixotou e escondeu o Rio Ipiranga debaixo da terra?

É como se nos envergonhássemos, ao invés de nos orgulharmos, daquele local venerável e quiséssemos mantê-lo escondido das vistas de todos.

Enquanto em outros países os locais sagrados da nação são preservados para o louvor das gerações seguintes, nós aceitamos como um rebanho sem voz e sem voto, que nosso maior símbolo de independência seja escondido no subsolo.

Exijamos dos Governos municipal, estadual e federal que invistam em obras para o resgate desse símbolo nacional e de orgulho paulista. Afinal, a capital e sede da corte era o Rio de Janeiro, mas foi em São Paulo que o Brasil se tornou independente e deixou de ser colônia.

Resgatar nosso Rio Ipiranga pode ser um poderoso incentivo do sentimento pátrio e da consciência de que somos uma Nação Independente, o qual merece respeito e exige o justo reconhecimento.

Essa consciência começa em casa. É preciso que nós Paulistas e Brasileiros, cultivemos a autoestima e o amor-próprio, reverenciando esse local emblemático da nossa existência como Nação Independente.

Assine a petição: “Eu tenho orgulho do Rio Ipiranga.”

http://www.peticoesonline.com/peticao/eu-tenho-orgulho-do-rio-ipiranga/629

São Paulo, 28 de junho de 2012.

DeRose

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sexta-feira, 7 de setembro de 2012 | Autor:

Pessoas inteligentes falam de idéias.

Pessoas medíocres falam de acontecimentos.

Pessoas burras falam de outras pessoas.

Autor desconhecido

 

Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se de que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assunto ou retire-se sem muito alarde.

Lembre-se do axioma no. 1 da Nossa Cultura: não acredite. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.

O dispositivo no. 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.

O dispositivo no. 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.

O dispositivo no. 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.

O dispositivo no. 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das pessoas mais críveis.

Para ilustrar, vou-lhe contar uma história que me foi transmitida como fato real. Na Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro, o capitão teria se dirigido ao tenente e dito:

— Amanhã haverá eclipse do Sol, o que não acontece todos os dias. Mande formar a companhia às 7 horas, em uniforme de instrução. Poderão, assim, todos, observar o fenômeno e na ocasião darei as explicações. Se chover, nada se poderá ver, e os homens formarão no alojamento, para a chamada.

O tenente ao sargento:

— Por ordem do capitão, haverá eclipse do Sol amanhã. O capitão dará as explicações às 7 horas, com uniforme de instrução, o que não acontece todos os dias. Se chover não haverá chamada lá fora e o eclipse será no alojamento.

O sargento ao cabo:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio. O capitão dará no alojamento as explicações, se não chover, o que não acontece todos os dias.

O cabo aos soldados:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio e dará as explicações. Vocês deverão entrar formados no alojamento, o que não acontece todos os dias. Caso chova não haverá chamada.

Entre os soldados:

— O cabo disse que amanhã o Sol, em uniforme de passeio vai fazer eclipse para o capitão, que lhe pedirá explicações. A coisa é capaz de dar uma encrenca dessas que acontecem todos os dias. Deus queira que chova.

Portanto, se você ouviu dizer algo, através de terceiros, não perca o seu tempo acreditando em bobagens.

Por outro lado, a fofoca é uma energia poderosa que pode ser canalizada para fins construtivos. Aprendemos nas artes marciais do Oriente a não opor resistência direta ao ataque do inimigo, mas sim, aproveitar a força dele para levá-lo ao chão. Com a fofoca é a mesma coisa.

Como pessoa pública, fui alvo, a vida inteira, de maledicências atrozes, arquitetadas pelos concorrentes por motivo de inveja das realizações importantes que tive o privilégio de protagonizar. Pois saiba que sempre tirei proveito dos disse-me-disses, transmutando-os em divulgação positiva. Posso declarar que mais da metade dos meus alunos me foram enviados pelos concorrentes que, ao tecerem algum comentário aleivoso, excitaram-lhes a curiosidade. Eles vieram para ver de perto e acabaram gostando do que viram!

Quando você escutar algum mexerico sobre uma pessoa amiga, um colega de trabalho, seu Mestre, seu tipo de Yôga, não tenha acanhamento de dizer em alto e bom tom:

“Não acredito numa palavra do que você está dizendo. Essa atitude não é digna da pessoa educada que você é.”

Se isso não for possível, parta para a gozação:

“O quê? Você está dizendo que meu Mestre fez isso? Se ele de fato o fez, subiu no meu conceito, pois agora sei que ele é um ser humano como eu. Então, posso confiar nele.”

Identifique e isole o fofoqueiro

O fofoqueiro é um doente, um mal educado e um neurótico. É muito fácil identificar a origem das maledicências. Sempre que alguém contar uma inverdade, ou fizer um comentário pérfido, fraudulento, sobre um fato originalmente verdadeiro, registre quem foi. Mesmo que essa pessoa declare que ouviu dizer, que a origem da estória não foi ela. Se o fato se repetir com a mesma pessoa, ela passa a ser considerada responsável pela origem dos rumores ou divulgadora deles, o que é igualmente grave.

Os quatro filtros

Antes de passar um comentário adiante, pense:

É verdade?

Tem certeza?

É útil?

Vai contribuir para fazer as pessoas mais felizes?

Se não satisfizer a cada um desses crivos, não passe o comentário para a frente.

Como lidar com o disse-me-disse

Com o zum-zum-zum, sempre devemos ir para trás ao invés de ir para a frente. Explico: quando você escutar alguma coisa que cheire a boato, ou qualquer informação de que alguém disse ou fez algo desabonador, ou de que alguém disse algo de terceiros, ao invés de passar essa informação adiante, retroceda. Pergunte: quem lhe disse isso? Se o caluniador não quiser dizer quem foi, deduza que então foi ele mesmo que inventou. Caso ele diga quem foi, vá mais para trás e consulte essa pessoa. Muitas vezes, já no primeiro a quem você retroceda, basta para descobrir que a história era bem diferente da que lhe foi passada. Se não bastar continue rastreando de onde partiu o futrico.

Como levar o fofoqueiro a se suicidar

Quando alguém disser algo como: “eu soube de uma coisa horrível que o Fulano disse de você”, não pergunte: “o quê?”. Quando alguém disser: “eu não concordo com a orientação desta escola”, não pergunte: “por que?”. Para um fofoqueiro não há coisa pior do que não poder falar. Você não demonstrar interesse pelo que ele tem a dizer ou, até mesmo, impedi-lo (“não fale mais nada; não quero saber”) é a pior coisa que pode acontecer na estratégia do fofoqueiro.

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