sábado, 14 de abril de 2012 | Autor:

Um bom exemplo de praticante do Método DeRose, na área de conceitos, é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras).

Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.

Três vezes três

O três é um dos números reverenciados nas nossas raízes hindus. Vamos, então, fazer nossa contagem a partir dele.
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domingo, 18 de março de 2012 | Autor:

Primeiro Projeto de Lei proposto pelo Prof. DeRose em 1978.
Novo Projeto de lei proposto por nós em 1999.

Em 1999 elaborei um novo anteprojeto que fosse suficientemente simples para que todos pudessem compreender, e pequeno o bastante para que não houvesse a possibilidade de os interessados se engalfinharem numa disputa infértil. O texto que propus tinha apenas dois artigos:

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 | Autor:

Bom dia Mestrão!

Veja que interessante, em tempos de branding, chega-me este vídeo que mostra a importância de sabermos como veicular bem a nossa mensagem ao nosso público certo.

A receita é simples: simplificar, especializar e focar. É incrível como tentamos complicar e desvirtuar uma mensagem que é clara e específica.

Espero que goste!!

Link do youtube:

Bisous!

Instr. Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/CE

Reply ]

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O mais chocante, Rômulo, é que eu já publiquei umas oito vezes aquele link semelhante a este que alude à criação de uma embalagem da Apple se ela fosse da Microsoft e, justo aqueles que mais precisam desse tranco, não viram nenhuma das oito publicações. Ou, pior ainda, se viram, não conseguiram assimilar e continuam me enviando projetos poluídos e sem respiros. Bem, vamos tentar de novo! Obrigado pela contribuição. Beijos.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por Felipe Martins:

 

Ontem assisti o documentário ”The Cove” e chorei muito ao ver as imagens finais.
Dá uma dor no peito, uma vontade de gritar!!! Não quero deixar ninguém triste mas todos deveriam assistir. Mostra o extermínio sangrento de golfinhos, usados para vários fins, entre eles comida para as crianças nas escolas.

 

”O aplaudido documentário THE COVE, que revela um grave crime ambiental cometido em solo japonês, é assinado pelo realizador Louie Psihoyos, fotógrafo da National Geographic durante 18 anos. Entre muitos outros, este filme conquistou o Prémio do Público no Festival de Sundance 2009 e arrecadou o Óscar na categoria de Melhor Documentário.

Este excelente documentário traz á luz um crime ambiental covarde, em solo japonês, que é encoberto pelo governo desse país. Com uma produção incrível e corajosa, o realizador e a sua equipa conseguem imagens impressionantes e chocantes sobre a matança dos golfinhos em Taiji, no Japão. São cenas inéditas do que acontece naquela cidade. Completo em todos os detalhes, este filme conta com Rick O´Barry, antigo treinador de golfinhos, no papel principal. O filme venceu o Óscar de Melhor Documentário na edição de 2010.’

Também podemos assinar a petição do Care2 acessando esse link: https://apps.facebook.com/petitions/3/help-save-japans-dolphins/

Se for muito forte não precisa publicar…

Um abraço

Felipe Martins

[ Reply ]

Eu já conhecia essa barbárie. Mas acho que vale a pena denunciá-la aqui mais uma vez. É terrível. O ser humano foi mesmo um grande erro de projeto.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por Luana Zambiasi:

 

Oi Mestre, tudo bem?

Hoje pela manhã minha irmã mostrou o seguinte link no facebook:
Aprovada Lei que permite TORTURA de animais.

O Deputado Edson Portilho, do Rio Grande do Sul, teve a desventura de
criar um projeto de lei que permite que os animais sejam torturados e
sacrificados em rituais religiosos. O parlamentar, sabendo que os
protetores dos animais se manifestariam , fez a seguinte trama: marcou a
apresentação para votação da lei num dia de julho , mas fez um chamado
urgente e marcou a reunião às pressas, mais cedo. Os únicos avisados
foram os demais deputados. Ou seja, não havia defesa. Os animais não
tiveram oportunidade de ter pessoas que os representassem . Quem poderia
responder por eles?
E aconteceu o que mais temíamos: houve 32
votos contra os animais e apenas 2 a favor. Os animais agora poderão ter
olhos e dentes arrancados e cortados em vários pedaços para fazer o tal
Banho de Sangue. Os animais que não servem
mais para o ritual são mortos a sangue frio, conscientes e sem qualquer anestesia.

Por isso, vamos garantir que o Deputado nunca mais consiga se reeleger .
Divulgue , para que Edson Portilho não se eleja para mais nenhum tipo de cargo.

Mestre, peço de coração que divulgue, proteste…fiquei sem ação no momento em que vi a foto sobre o que está acontecendo. Infelizmente são nestes momentos que percebemos o quanto podemos fazer a diferença.

Um super beijo

Lu

Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR

 

Selvageria! São esses facínoras que se dizem criados à imagem e semelhança de deus? Imagem e semelhança de satanás, isso sim. Que recebam na terra e no além os suplícios que merecem.

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Enviado por Renata Drummond:

procurando saber mais sobre esse deputado selvagem achei esse matéria que me deixou mais triste e revoltada: http://qbrandotabus.wordpress.com/2011/09/21/lei-permite-o-sacrificio-e-a-tortura-de-animais-em-rituais-religiosos-no-rs/

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Enviado por Chandra DeRose:

Oi Pai. sobre esse post tenho um comentário… eu até coloquei ha uns dias atras no meu blog sobre essa matéria:

tem o link tb que podemos acessar o projeto de lei quando entra pelo blog: http://www.metododerosepinheiros.com/2011/09/lei-que-admite-tortura-de-animais.html

“Você sabia? uma Lei que admite a tortura de animais foi aprovada…
Acho que você já deve ter ouvido falar sobre essa tal lei. Essa foi descrita em 2003 e apoiada por um deputado.

A Agência Notícias de Direitos dos Animais há uma semana noticiou que um fato muito grave que aconteceu em 2004, mas com um texto relativamente vago que acabou gerando muita informação falsa na rede. Confira no Fauna Urbana o que de fato aconteceu e o que podemos fazer a respeito.

Edson Portilho, dep. estadual em 2001
O então deputado estadual Edson Portilho (PT-RS) criou o Projeto de Lei Estadual/RS n. 282/2003 em que torna-se permitida a tortura de animais quando parte de “cultos e liturgias das religiões de matriz africana“. A votação estava marcada para o terceiro quadrimestre de 2004, mas Edson criou um regime de urgência, em uma manobra injustificável que retirou a voz de qualquer oposição. Após uma votação de 32 contra 2 votos, seres vivos podem agora ser mutilados e feridos e suas vidas podem ser, simplesmente, descartadas uma vez não sirvam mais para o ritual.
O blog Aldeia Gaulesa traz um contraponto defendendo a posição de Edson Portilho, um raro questionamento ao texto descontextualizado originalmente publicado na ANDA, mas sem em nenhum momento refletir sobre os direitos dos animais. Em discurso, feito na época, Edson justificou-se afirmando “Não sou Batuqueiro, mas sou Negro. E, como Negro, tenho o dever de lutar por esta causa”, confundindo várias causas diferentes, igualmente ignorando os direitos dos animais, e envergonhando essa nobre raça que construiu o nosso país.

Religião é sempre um assunto muito delicado e de escolha pessoal, mas até que ponto devemos ser coniventes com atitudes de desrespeito a outros seres vivos como mutilação e morte em nome do respeito à religião? Escravidão, discriminação, infanticídio e várias outras coisas horrendas já foram aprovadas por todas as religiões de milhares de anos atrás, mas a humanidade evoluiu, e muitas religiões evoluíram junto com a humanidade. Devemos fechar os olhos para práticas normalmente condenáveis puramente por pentercerem a religiões que ficaram para trás nessa evolução? Restringir, ainda, por origem africana é perpetuar mais um preconceito.

Existe um abaixo assinado em favor da Lei de Proteção Animal que tornaria inconstitucionais (e, portanto, anuláveis) leis absurdas como a 282/2003 do RS.

Atualização em 15 de setembro de 2011: Na época em que esse artigo foi escrito, Edson Portilho era vereador em Sapucaia do Sul, cidade da região metropolitana de Porto Alegre. Lamentavelmente, nossos esforços de divulgação não atingiram o eleitorado gaúcho e ele voltou a ser eleito deputado estadual, ainda pelo Partido dos Trabalhadores.

Os eleitores devem lembrar que o sistema eleitoral brasileiro para deputados e vereadores funciona por partido e não por candidato. Assim sendo, se ele se candidatar a qualquer cargo legislativo, um voto para o partido e local em que o deputado Edson Portilho se candidatar será uma ajuda à sua eleição e uma desconsideração com os direitos dos animais.”

beijinhos, Chandra

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Enviado por Guilherme Medeiros:

Uma lei dessas é revoltante. O mais curioso é que esta lei trata da Proteção aos
Animais.

O projeto de lei de autoria do referido Deputado alterou o texto original acrescentando o parágrafo único ao artigo 2º:

Art. 2º – É vedado:
I – ofender ou agredir fisicamente os animais, sujeitando-os a qualquer tipo de
experiência capaz de causar sofrimento ou dano, bem como as que criem condições inaceitáveis
de existência;

->> Parágrafo único – Não se enquadra nessa vedação o livre exercício dos cultos e liturgias
das religiões de matriz africana. (Incluído pela Lei n° 12.131/04)

Essa foi a justificativa do Projeto de Lei.

Diante dos direitos e deveres individuais e coletivos garantidos na Constituição Federal no art. 5º, especificamente no Inciso VI, ” é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias “, ou do Código Penal sobre os crimes contra o sentimento religioso em seu art. 208: ” Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, faz-se necessária a apresentação deste projeto de lei que define, em parágrafo único, a garantia constitucional que vem sendo violada por interpretações dúbias e inadequadas da Lei nº 11.915, de 21 de maio de 2003 que institui o Código Estadual de Proteção aos Animais. Face a essa dubiedade de interpretação, os Templos Religiosos de matriz africana vêm sendo interpelados e autuados sob influência e manifestação de setores da sociedade civil que usam indevidamente esta lei para denunciar ao poder público práticas que, no seu ponto de vista, maltratam os animais.

Encontrei no dicionário como um dos significados da palavra religião, Reverência, respeito.
Um ritual que maltrate os animais desta forma não pode ser chamado de religioso.
É muito triste que ainda por cima conte com a autorização do Estado, que é quem deveria coibir isto.

Abração Mestre
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Contudo, só postarmos comentários indignados entre nós mesmos não resolve nada. É preciso compartilhar com todos os nossos amigos e conhecidos, mas principalmente com órgãos de imprensa, políticos (para que saibam que não perdoaremos atitudes dessa natureza) e entidades de proteção dos animais. É preciso denunciar ao Ministério Público e realizar abaixo-assinados para enviar à Presidente da República, Ministros, Presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e de Brasília. E mais o que eu não me lembrei de sugerir aqui. Uma coisa dessas é para fazer um escarcéu! Você viu a foto do pobre cão com as patas quebradas para amarrá-las às costas? Imagine a dor! Isso não pode ficar assim.

segunda-feira, 4 de julho de 2011 | Autor:

Queridos Colegas,

Sou aluna do Metodo De Rose na cidade de Itu e gostaria de compartilhar com vocês a oportunidade maravilhosa e enriquecedora de partipar do Projeto Mucky.

O Projeto Mucky foi criado em 1985 para dar assistência aos primatas brasileiros provenientes do tráfico ou do abandono. Único do genero no Brasil, o Projeto Mucky socorre, recupera, mantém, pesquisa e busca procriação das espécies em extinção e tem o objetivo de reintegrar os primatas à natureza. Realiza ainda um trabalho de combate ao tráfico de animais silvestres por meio de palestras, eventos e programas de educação ambiental.

Dentre os primatas existentes no projeto, temos o sagui de tufo preto, bugios e ainda alguns cachorros e gatos que foram abandonados na porta do projeto. Apesar deste não ser o nosso foco, auxiliamos estes animais.

Atualmente, estamos em sérias dificuldades financeiras…

Os animais que chegam ao Projeto necessitam de cuidados especiais, pois como a grande maioria é proveniente de tráfico de animais silvestres, sofreu maus tratos.

Não temos ajuda do governo e com isso o nosso desespero aumenta….

O Projeto esta em pé pois conta com a ajuda dos padrinhos e madrinhas, que auxiliam com um valor mensal que é de no minimo R$30,00 (trinta reais) por mês.

Além disso, estamos necessitando de todo o tipo de ajuda:
- Alimentos (Cesta básica, frutas, legumes,etc)
- Material de Limpeza
- Medicamentos veterinários e materiais de enfermaria.
- Ração para os gatos e cachorros
- Roupinhas para os cachorros
- Ursinhos de pelúcia para os primatas
- Mantas e cobertores pequenos
- Roupas usadas para o bazar da pechincha.
- Material de escritório (canetas, sulfites, pastas, etc)
- Mão de obra voluntária para cuidar dos animais e para ajudar na cozinha e no escritório.

Os nossos animais são especiais, muitos tem uma alimentação regrada e tomam medicamentos de alto custo. Tudo isso, é para tentar manter a qualidade de vida deles.

Se você tiver interesse em nos ajudar entre em contato comigo por email: pri.amb@hotmail.com ou entre em contato diretamente com o Projeto Mucky.

Um abraço a todos e desde já, muito obrigada !

Priscila de C. Baptista Rugolo
Presidente do Projeto Mucky
(11) 4023-0143
GSM 3G (11) 7600-0813
GSM 3G (11) 7625-6693

http://www.projetomucky.com.br

Twitter: http://www.twitter.com/projetomucky
Flickr: http://www.flickr.com/photos/projetomucky
Facebook: http://www.facebook.com/projeto.mucky
YouTube: http://www.youtube.com/user/MuckyProjeto

quinta-feira, 16 de junho de 2011 | Autor:

Estou ciente de que muita gente no nosso meio precisa se pavonear por uma questão de vaidade pessoal. Gostaria que o prezado amigo compreendesse qual é a minha posição perante títulos e condecorações.

Durante cinquenta anos trabalhei com Yôga. Foram cinquenta anos pugnando pelo reconhecimento e respeito à nossa profissão. Luta inglória, uma vez que do outro lado está a mídia internacional divulgando sistematicamente uma imagem distorcida e fantasiosa sobre o tema.

Desde 1978 tentei a regulamentação da nossa profissão. A de peão de boiadeiro foi regulamentada, mas a nossa foi rejeitada. Desde 1970 vários colegas tentaram fundar uma faculdade de Yôga. Nenhum deles conseguiu que o MEC aprovasse seus projetos. Nesse meio tempo, foram aprovadas faculdades de cabeleireiro e de mais uma porção de profissões humildes. Conclusão: por não ser levada a sério pela Imprensa, nossa profissão, apesar de ser uma filosofia e exigir muito estudo, é situada preconceituosamente abaixo da de cabeleireiro e da de peão de boiadeiro, embora estes sejam respeitáveis ofícios.

Temos profissionais extremamente cultos, sérios e que ocupam posições destacadas na sociedade. Não obstante, se qualquer um de nós for apresentado como Instrutor de Yôga, o que se passa imediatamente pela cabeça do interlocutor é que sejamos diferentes, fora da realidade. Talvez, circenses ou curandeiros. Uns iludidos… ou que tenhamos a intenção de iludir. Ou, ainda, que possamos resolver, num passe de mágica, as mazelas do trivial diário. Na sequência, alguém nos pergunta se ficamos de cabeça para baixo ou qual é o nosso nome verdadeiro. Disparates aviltantes!

Por isso, meu amigo, por uma contingência da profissão, no nosso caso é determinante que contemos com o beneplácito da sociedade na forma de títulos e condecorações. Elas não são incorporadas como artifício para insuflação do ego desta persona e sim para implementar reconhecimento à nossa nobre profissão por parte dos poderes constituídos: Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Câmara Municipal, Forças Armadas, ONU, OAB, API, entidades culturais, filantrópicas, heráldicas e nobiliárquicas.

Dessa forma, esperamos que os pais dos nossos alunos concedam a eles mais apoio e compreensão quando seus filhos lhes comuniquem que desejam praticar Yôga e, quem sabe, seguir a nossa carreira. Uma carreira que tem mantido dezenas de milhares de jovens longe das drogas, do álcool e do fumo. Se para nada mais servisse a nossa filosofia, somente por isto já seria justificável o respaldo da sociedade brasileira e da Imprensa, bem como o apoio dos pais.

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É interessante observar como na cultura brasileira não ligamos muito para os reconhecimentos públicos, e aqui nos EUA, esses títulos são de extrema importância. Para fixar nossa residência aqui a primeira coisa que o advogado nos pediu: quais são os títulos, prêmios, publicações e reconhecimentos públicos que vocês tem. Acredito que todos nós como instrutores devemos seguir seu exemplo e ir construindo uma carreira sólida com a devida documentação e registros. Obrigada Mestre, por estar sempre à frente, nos mostrando o caminho, mesmo que muitas vezes não tenhamos idéia da dimensão e da urgência disso.
Um beijo, com saudades,
Marisol Espinosa – NYC

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Bom dia Mestre.

Sobre a concepção que as pessoas em geral têm sobre os instrutores e instrutoras de Yôga, tenho uma história que aconteceu comigo alguns meses atrás.

Um dia, estava iniciando uma aula em uma renomada rede de academias em São Paulo. Naquela aula, tinha umas 15 pessoas e apenas uma aluna nova. Terminada a aula e, depois de conversar um pouco com os alunos, fui embora. Saindo da academia, encontrei esta aluna nova na recepção da academia. Quando parei junto a ela, ela me olhou de cima a baixo umas 3 vezes e sem conseguir se conter exclamou: “nossa professor, você não parece instrutor de Yôga!, está tão chique…”

Nesse momento, compreendi instantaneamente como deveria ser um instrutor de Yôga na fantasia dela e da maioria das pessoas. Então, respondi imediatamente “muito obrigado fulana! Foi o melhor elogio que recebi nos últimos anos!”. Eu estava vestido com uma calça jeans, tênis, camisa e paletó, ou seja, estava vestido de gente! Deduzindo, instrutor de Yôga, não é gente.

Então, te agradeço sinceramente por propor esta “nova” forma de nos mostrarmos para o mundo. Sem utilizar palavras que estejam contaminadas pela desinformação disseminada por aqueles que não estão preocupados em trazer informações serias e verídicas, mas sim em vender jornais e revistas, dizendo o que todos querem ouvir.

E, da mesma forma que aquele ditado da filosofia shakta ensina “Se o chão tem espinhos, não queira cobrir o solo com couro. Cubra seus pés com calçados e caminhe sobre os espinhos sem ser incomodados com eles”. Nós mesmos estamos aplicando este principio a fim de sermos compreendidos, ouvidos, respeitados e reconhecidos.

Mais uma vez, obrigado!

Beijos deste amigo e discípulo

Instrutor Federico Giordano

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Bom dia Mestre!

Adorei este texto, obrigada! Mesmo tendo apenas 15 anos dentro da nossa família já presenciei as mais variadas situações.

Orgulho-me de ter tido sempre como profissão apenas a nossa, pois saí do colégio direto para a nossa formação. E quando alguém me perguntava se estava estudando, fazendo faculdade, eu respondia que sim, que estudava na Universidade de (…). Então eu recebia aquela cara decepção misto de ironia, às vezes até acompanhada do comentário “ah, ta, mas faculdade mesmo você não faz?”.

Tendo me graduado no colégio mais bem conceituado (e difícil!) do meu país – daqueles que quando se menciona o nome já todos arregalam os olhos e ficam bem impressionados com você – imagina como essa reação das pessoas me revoltava internamente! Nem adiantava explicar o quanto eu estava estudando e me esforçando, fazendo exame todos os anos para me aprimorar. Na cabeça deles a ideia já estava feita, fechada e carimbada.

Obrigada pelas tuas orientações e ensinamentos; por sempre ter a visão lá na frente, mesmo além dos nossos entendimentos às vezes. Obrigada por ter retirado a palavra mágica! Tenho certeza que agora iremos crescer ainda muito mais e com base mais sólida.

Beijinhos com carinho e bom dia

Mel
Copacabana – RJ

sábado, 7 de maio de 2011 | Autor:

Olha que interessante: uma campanha que visa tornar o mundo menos lotado de reclamões – http://papodehomem.com.br/21-dias-sem-reclamar/

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Uma reclamação subcomunica duas coisas: você é um bebezinho e espera que o tudo esteja perfeito para se sentir bem; você é passivo diante do mundo, não é do tipo que age para deixar as coisas ao seu gosto, prefere ficar se queixando a tomar uma atitude.

 

Com a vontade de criar um mundo melhor, nasceu o projeto Complaint Free World(um mundo livre de reclamações). O desafio é simples: você consegue ficar 21 dias sem reclamar? Para ninguém. Sobre absolutamente nada.

“Eu deveria tê-lo matado enquanto ele ainda era uma bichinha reclamona.” 

Segundo eles, leva 21 dias para a maioria das pessoas implantar um novo hábito. Exatamente o tempo do desafio. Portanto, depois dele são grandes as chances de você se tornar uma pessoa mais agradável para o mundo, definitivamente.

Para simbolizar a jornada, eles vendem uma pulseira com a inscrição “A Complaint Free World” (já há mais de 8,4 milhões delas pelo mundo) e oferecem um widget que acompanha o progresso.O projeto não precisa ser individual, estão fazendo isso em escolas, empresas e instituições inteiras.

Eu já comecei. E aí, topa o desafio?

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Mestre, um site que ajuda você na criação desse ou de qualquer outro hábito é o http://habitforge.com.
O registro é free e ele te manda um email diariamente pra checar se você fez ou não fez.
Se não faz um dia ele zera a contagem até você conseguir fazer os 21 dias seguidos.
Muito útil e bacana.
Abraços
Will
Método DeRose Morumbi

 

Equipe de Desenvolvimento:

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Tiago Pimentel   |   Layout & Identidade Visual https://www.facebook.com/tiagopimentel http://www.flickr.com/designinabox

Alex William   |   Programação Visual (Front End) http://www.facebook.com/alex.brasileiro http://www.artinblog.com

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