sexta-feira, 26 de agosto de 2016 | Autor:

Que época rica em almas inspiradas! Alexandre Dumas, Victor Hugo, George Sand, Honoré de Balzac, Voltaire, Diderot, Lizst… Esses e tantos outros, todos juntos numa só época e num só lugar!
Balzac já havia escrito uma carrada de livros, era o mais lido em Paris e suas obras um sucesso pelo mundo afora. A essa altura sua mãe lhe disse: “Honoré, você não nasceu para escrever. Maldita hora em que enfiou essa ideia na cabeça. Você deveria ter um emprego regular e receber um salário, em vez de viver cheio de dívidas e ser insultado nos jornais pelos críticos que o ridicularizam com suas caricaturas!” Até a Igreja colocou o nome de Balzac na lista negra, considerando seus livros perniciosos. Balzac, o herege, o maldito.
Ah! Se Balzac tivesse ouvido sua mãe… Ah! Se eu tivesse ouvido o meu pai… Hoje a literatura não teria La Comédie Humaine e eu seria um empregado numa empresa qualquer. Não teria escrito mais de trinta livros, não teria viajado o mundo todo tantas vezes, não teria mudado para melhor a vida de tanta gente; não teria dado uma profissão incrível a tantos jovens! Teria me limitado a trabalhar para viver e viver para trabalhar como as legiões de empregados infelizes, sem motivação, que viveram e morreram sem nunca saber a que vieram ao mundo. Nesta idade, provavelmente, eu estaria velho, pobre e doente, como em geral estão os empregados nessa fase da vida, ansiando por uma aposentadoria que, longe de ser libertadora, constituiria o prenúncio do fim.
Mas, se a instituição do emprego é nociva, por que nossos pais nos aconselham a sermos empregados? Pior: eles nos doutrinam, pressionam e, muitas vezes, obrigam a esse destino desafortunado e sem perspectivas.
Conscientize-se desta realidade humilhante. Um amigo pergunta: “O que o seu filho faz?” E o pai tem que responder: “Ele é um empregado.” Numa situação assim embaraçosa, é normal que esse genitor justifique: “Mas ele está muito bem. É uma carreira de futuro. Uma grande empresa.” (Com sorte e se trabalhar direito, dentro de vinte anos ele poderá estar ganhando bem, se não for despedido antes.)
Quando escuto isso sinto como se o pai de um escravo no Império Romano estivesse respondendo: “Meu filho é escravo. Mas ele está muito bem. Trabalha para um rico senhor, muito conceituado.”
E se o filho ou filha encontra um caminho melhor, instala-se em casa um clima de tragédia e tortura psicológica. Mas os pais não querem justamente o bem dos seus filhos?
Querem. Contudo, são condicionados pelo Sistema e acham honestamente que o melhor é ser empregado.

youtu.be/6InekDLMHFU

domingo, 14 de agosto de 2011 | Autor:

A você, nosso aluno que é papai. A você, nosso instrutor que é papai. E a você que é papai do nosso aluno ou do nosso instrutor.

A todos os papais da nossa grande família, desejo um dia, um ano e uma vida muito feliz, como todos merecemos e estamos trabalhando para isso.

Recebam todos o nosso reconhecimento e a gratidão dos seus filhos, que só estão vivos graças aos seus papais e mamães. E só quando alguém assume essa missão é que sabe o quanto de esforço, dedicação, abnegação e investimento custa ter, manter e educar um filho.

Parabéns a todos pelo dia de hoje. Um abraço apertado do DeRose.

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