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segunda-feira, 19 de setembro de 2011 | Autor:

Namastê, é uma saudação laica e leiga; quer dizer apenas algo como “bom dia”, “boa tarde” ou “boa noite” para quem chega e para quem parte. Consulte http://www.sanskrit-lexicon.uni-koeln.de/mwquery/

Um forte abraço.

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Fui pesquisar para entender mais como estas palavras foram ïntroduzidas nesta cultura moderna do jeito que eu lhe escrevi e achei isto, no Wikipedia:

As it is most commonly used, namaste is roughly equivalent to “greetings” or “good day,” in English, implicitly with the connotation “to be well”. As against shaking hands, kissing or embracing each other in other cultures, namaste is a non-contact form of respectful greeting and can be used universally while meeting a person of different gender, age or social status.

Namaskār (Devnagari/Hindi: नमस्कार) literally means “I bow to [your] form”.

“The spirit in me respects the spirit in you,” “the divinity in me bows to the divinity in you,” and others, are relatively modern interpretations, based on literal translations of the Sanskrit root of namaste.[citation needed] They are usually associated with western Yoga and New Age movements.

[O negrito e sublinhado é nosso para chamar a atenção ao fato de que essa interpretação é fantasiosa, inventada pelo Yôga ocidental e saladas mistas New Age.]

Ou seja, esta interpretaçao “mais moderna” deve ter uma distorção de quem quis dar um sentido mais “esotérico” a um cumprimento milenar….

Cheguei hoje do Rio e tive a satisfaçao de receber seu Pocket Zen Noção, o qual já devorei e gostei bastante. O capitulo que discorre sobre como o mundo trata seus luminares me deixou irriquieto E sorridente, pois é fato que a mediocridade impera E sinto-me como um peixe fora da água em várias de minhas atitudes e pensamentos…

Bom, fiquei feliz com nosso encontro e as possibildiades que se abriram. Estou com a agenda bastante tumultuada, pois estas viagens me quebram o ritmo, mas sei que em breve estaremos juntos para conversar, pois assim o desejo e o convite já houve.

Boa noite!

Daniel Heuri

segunda-feira, 15 de junho de 2009 | Autor:

Normalmente, nós costumamos só visitar a página atual, mais recente, nos blogs e outros acessos que fazemos no Google etc. Porém, no caso deste blog – por ser de uma Cultura estável, milenar, de valores quase imutáveis, vale a pena dispor de algum tempo para ler e compartilhar as boas mensagens, artigos, pensamentos, experiências, músicas, vídeos, entrevistas, links, coreografias e todo um tesouro de comentários que os companheiros de filosofia deixaram nas páginas anteriores.

E, não se esqueça, divulgue este blog para todos os seus pares, amigos, desamigos, conhecidos, desconhecidos, parentes, clientes, alunos, monitores e monitorados.

Internautas de carteirinha, insiram a divulgação deste blog em todos os nichos e meandros da blogosfera e onde mais couber. Precisamos fazer com que as pessoas saibam como nós somos de fato. Sabemos, por experiência própria de meio século de ensino, que se as pessoas nos conhecerem melhor elas sempre gostam de nós e de nossas propostas (algo como 99,999%).

Quase sempre quem não gosta de nós é aquele que não nos conhece pessoalmente nem leu nossos livros, portanto, não tem a mínima idéia de quem somos nós, a não ser pelo que eventualmente tiver escutado de algum concorrente comercial receoso de perder clientes para nós.

No entanto, eu já disse isto na minha biografia Quando é Preciso Ser Forte :

“Por que indicamos gratuitamente no nosso site os endereços de centenas de instrutores de outras linhas de Yôga e de Yóga que não fazem parte da Uni-Yôga? Bem, nós temos um acordo tácito com muitos deles e que consiste no seguinte: uma vez que nós não trabalhamos com o foco nos benefícios, quando somos procurados por interessados em terapias, em Yôga para gestantes, para crianças, para a terceira idade ou em misticismo, nós indicamos profissionais dos outros tipos de Yôga que se dediquem a essas especialidades. Só em São Paulo contabilizamos cerca de duas mil visitas e telefonemas por mês. Em um ano são 24.000 interessados. Como nem todos os que procuram as nossas escolas adaptam-se bem às exigências do nosso Método, gentilmente indicamos a esses as outras modalidades de Yôga e de Yóga. Com isso estamos mantendo muitas delas e preservando a existência da diversidade de opções, pois não é nosso objetivo SwáSthya ocupar todos os espaços e não existirem mais os inúmeros ramos de Yôga. Evidentemente, observamos a ética da reciprocidade. Não enviamos alunos para os que nos atacam e caluniam, porquanto isso não seria justo.”

Então, divulgamos a “concorrência”?

Instrutores das outras modalidades de Yôga não são os nossos concorrentes, já que trabalhamos com outra coisa e lidamos com outro público. Nossos concorrentes são os cursos de línguas, os campos de golfe, as quadras de squash, os clubes de pólo e de equitação, os cruzeiros marítimos, as escaladas às montanhas do Nepal, atividades essas cujo tempo tem que ser dividido com a frequência nas nossas escolas.

Atualmente tenho muitos amigos que lecionam várias linhas de Yôga e de Yóga e sinto que nossos laços de amizade estão se fortalecendo com o tempo. Isso me faz muito feliz, pois no passado quando um instrutor lecionava um tipo de Yôga achava que deveria ser inimigo de todos os demais. Era uma atitude lamentável que inclusive comprometia a boa imagem do próprio profissional que agia dessa forma.

Quantos e quantos alunos eu ganhei porque ouviram fulano ou sicrano falando mal de mim e acharam aquele comportamento tão feio que abandonaram o instrutor maledicente. (Bem feito!) Depois, por curiosidade, eles vinham conferir se eu era tudo aquilo que o outro futricara. Imediatamente constatavam que aquela atitude não passava de inveja e dor-de-cotovelo. A maioria dos alunos que ganhei dessa forma permanece comigo, fiel, até hoje.

O que importa é que essas coisas tendem a acabar e que cada vez mais os instrutores e instituições de outras vertentes estão me convidando para dar palestras e cursos em suas sedes, escrevem-me, visitam-me, convidam-me para visitar suas escolas. Que bom! Pensei que não fosse viver para ver isso.

 

 

 


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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 | Autor:

Link enviado pelo colega João Camacho, de Portugal:

Índia cria arquivo de posições de Yôga para evitar pirataria

Andrea Wellbaum, da BBC Brasil em Londres

Um grupo de cerca de 200 gurus e cientistas da Índia se reuniu para identificar todas as antigas posições de Yôga – os ásanas – para prevenir a pirataria.

A medida, que tem o apoio do governo indiano, é uma resposta à concessão de dezenas de patentes nos Estados Unidos a professores de Yôga que alegam ter sido os criadores de determinados ásanas e que podem estar se beneficiando indevidamente de um conhecimento indiano milenar.

“Patentes de posições de Yôga e marcas registradas sobre instrumentos de Yôga têm se tornado excessivas no Ocidente. Até agora, identificamos 130 patentes relacionadas ao Yôga concedidas nos Estados Unidos”, afirmou à BBC Brasil o Dr V.P. Gupta, que criou um arquivo digital do conhecimento indiano, a Traditional Knowledge Digital Library (TKDL).

O livro mais antigo que está sendo documentado deve ser o Yôga Sútra, de Pátañjali, segundo Gupta.

Até agora, cerca de 600 ásanas já foram documentados e espera-se que até o fim do ano sejam registrados pelo menos 1500.

Indústria bilionária

Uma vez identificadas, elas serão incluídas na TKDL e reconhecidas como propriedade pública da Índia.

“Nosso objetivo não é patentear as posições de Yôga, já que o conhecimento que já é de domínio público não pode ser patenteado. Como os livros de Yôga foram escritos em 2500 a.C., ninguém pode patentear ou registrar o Yôga”, explicou Gupta. [Aqui nós detectamos uma tradução errada. Se o livro mais antigo que estão estudando é o Yôga Sútra, conforme consta alguns parágrafos acima, a data é estimada em cerca de 300 a 400 a.C. Embora o ensinamento do Yôga seja de mais de 5000 anos, não foram encontrados textos datados de 2500 a.C.]

A medida tem como objetivo, segundo Gupta, reduzir os casos de apropriação indébita das informações, “o que deve evitar os procedimentos custosos de invalidação de patentes concedidas indevidamente”, disse Gupta.

Estima-se que o Yôga virou um negócio de US$ 225 bilhões (cerca de R$ 526 bilhões) no Ocidente. Cerca de 16,5 milhões de americanos praticam Yôga e gastam cerca de US$ 3 milhões (cerca de R$ 7 milhões) por ano em aulas.


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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 | Autor:

Prefácio do livro do Edgardo

Quando comecei a ler as primeiras páginas do livro Bienvenido Yôga, tive uma sensação boa. Senti logo que era uma obra séria. No entanto, à medida que prosseguia na leitura, descobri que era mais do que isso. Tratava-se de um trabalho fascinante, cheio de conteúdo e com informações que outros livros não ofereciam.

Continuei a leitura, agora motivado por um prazer de estudar a matéria, apesar de trabalhar com o tema há cinco décadas e de já ter estado na Índia por vinte e quatro anos.

Há algo no texto e nas entrelinhas que instiga o leitor a ir descobrindo mais e mais sobre esta filosofia milenar. Ao contrário de outros autores, o Mestre Edgardo Caramella demonstra um conhecimento prático e iniciático bem profundo e que não nos deixa dúvidas sobre a convicção e sobre as origens desse conhecimento.

Por todas essas razões, não apenas recomendo a leitura desta obra, mas também posso dizer que aprendi muito com ela.


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