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Enviado por Maurício:
Olá, Mestre.
Olha que notícia boa encontrei, O Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região:
- “Todos os tipos de dietas vegetarianas, incluindo a dieta vegetariana estrita, utilizada porveganose e que exclui todos os produtos e ingredientes de origem animal, são viáveis sob o ponto de vista nutricional”. Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª região (CRN-3), que orienta e fiscaliza a profissão dos nutricionistas nos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo.
- “Os profissionais nutricionistas não poderão mais desencorajar um paciente que chegue ao seu consultório com a opção de uma dieta vegetariana sob o pretexto de essa ser inviável do ponto de vista nutricional”, Dr George Guimarães, nutricionista especializado em dietas vegetarianas.
Outras considerações neste outro blog: http://cantinhovegetariano.blogspot.com/2012/01/parecer-do-crn-3-sobre-dietas.html#more
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Para quem tiver interesse em ler o parecer completo publicado no CRN-3 aí está o link:
http://www.crn3.org.br/legislacao/doc_pareceres/parecer_vegetarianismo_final.pdf
Fiquei feliz ao ler este parecer. Quem sabe assim muitos nutricionistas passem a respeitar mais a opção de cada um e procurem orientar da maneira correta os seus clientes. Eu como futura profissional da área fico envergonhada quando escuto que algum nutricionista tentou desencorajar o seu próprio cliente. Isso acontece por pura falta de conhecimento sobre assunto, o que é mais vergonhoso ainda, já que diversos estudos mostram a viabilidade desse tipo de dieta, além dos seus benefícios!
Beijos,
Patrícia Duque Estrada
Yôginí da Unidade Downtown
Rio de Janeiro — RJ
gustavo321
Mestre finalmente conseguimos colocar o teu video no ar com as legendas em inglês.
Espero que gostes, vou esta noite ainda colocar em outros servidores.
Gostaria de contar com a participacao dos nossos colegas para partilhar o video em sites, facebook, twitter, blogs…
Saudades tuas, abraços Mestre querido.
Gustavo de Londres
No fim da entrevista eu declaro que o meu lema é “Ellerni kaj servi” . “Lerni” significa aprender; “ellerni“, aprender profundamente; “kaj” (pronuncia-se “kái”), significa e; “servi“, servir. “Ellerni kaj servi” significa aprender e servir. Quem legendou não conhecia esperanto e se enganou com a escrita. Mas isso não desmerece o belíssimo trabalho (e põe trabalho nisso!) de traduzir e legendar a entrevista. Agradeço de coração esse carinho. Agradecemos todos, principalmente os que não compreendem português. DeRose
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Caro Maestro,
envio-lhe o link da sua entrevista na TV Estadão com legendas em italiano:
A tradução e legendagem foi feita pela yôginí Sara Gambelli, a correcção pelos instrutores Carlo Mea, Natacha Santos e Anna Contieri.
Un abbraccio affettuoso da tutti noi!
Enviado por Marco Santos:
Querido Mestre,
creio que vai gostar de ver o vídeo que acompanha a notícia que lhe envio, onde um corvo, com o apoio de uma rosca, faz esqui num telhado coberto de neve.
Os animais são mesmo fantásticos, e ainda há humanos que julgam que só eles é que se sabem divertir.
Um beijo no coração.
–
Marco Santos
Campo Alegre Método DeRose | Porto | Portugal
Hoje, com tantos alunos, amigos, companheiros e irmãos na Polícia Civil, na Polícia Militar, no Exército, no Poder Judiciário, na Assembleia Legislativa, na Câmara Municipal, na Prefeitura, na OAB, na Receita Federal e Estadual, no CONSEG – Conselho de Segurança e em tantas outras esferas, sentimo-nos imensamente prestigiados e protegidos. Ficamos consolados em saber que aqueles que tentaram prejudicar-nos provaram o sabor amargo da espada da Justiça, tudo dentro da Lei como prevê a nossa digna Constituição.
Temos um sadio orgulho em constatar que dezenas de deputados, delegados, advogados e magistrados olham por nós para que a Justiça seja feita de forma honesta, sem privilégios, mas também sem prevaricação de nenhuma das partes.
Contamos com alunos e amigos em muitos círculos influentes da sociedade: Rotary, Maçonaria, Governo, todos eles Pessoas do Bem, que querem ajudar-nos a realizar nossos ideais edificantes de orientação para uma juventude sem drogas e para as obras sociais e filantrópicas. Todos querem nos ajudar.
Nós, coletivamente, temos dezenas de milhares de alunos, ex-alunos, leitores dos nossos livros (já mais de um milhão de exemplares vendidos) e alguns milhões de alunos à distância que estudam gratuitamente pela internet, pelos nossos CDs, DVDs e livros dos nossos instrutores. Contamos hoje com mais de 100 websites do Método DeRose coligados, em vários estados. É uma responsabilidade muito grande gerenciar o poder que isso nos traz. Mesmo que não seja o nosso objetivo, acabamos tendo muito poder.
Não é de se admirar que tenhamos tantos alunos à distância, já que o nosso site não vende nada e proporciona uma miríade de informações, free downloads dos nossos livros, MP3 de CDs com material didático e aulas práticas, endereços de centenas de instrutores da nossa linha e de outras correntes não ligadas a nós, bem como inúmeros outros serviços de utilidade, tudo gratuito. Poderíamos estar ganhando um dinheirão, mas fazemos questão de que a nossa proposta não seja comercial. Claro que é importante ganhar dinheiro, mas essa não é a nossa prioridade.
Com uma legião tão expressiva de estudantes, colaboradores e simpatizantes, seria um pecado não mobilizar todo esse exército para ações sociais, humanitárias e ambientais, colaborando com a Defesa Civil, com o Rotary e com as demais entidades assistenciais e culturais à quais estamos vinculados.
Estou escrevendo este texto para lhe relembrar: juntos, nós temos muito poder. Separados seríamos fracos! Portanto, vamos usar essa força sempre construtivamente. Vamos usá-la para melhor servir à Humanidade, ensinando à juventude um ideal de estilo de vida sem drogas, sem álcool e sem fumo e oferecendo-lhes a possibilidade de uma formação profissional na nossa área. Com isso, certamente, vamos reduzir a criminalidade por causa das drogas, vamos diminuir os acidentes por causa do álcool e vamos minimizar as enfermidades causadas pelo tabaco. Se só conseguíssemos isso com nossos alunos imediatos, já seria um belo trabalho social. Mas se os formarmos empreendedores do Método DeRose, torná-los-emos replicadores da nossa filosofia de vida e poderemos multiplicar por cem ou por mil o número de pessoas que serão beneficiadas com o nosso trabalho.
Una-se a nós! Vamos trabalhar juntos pelo Bem.
Civilidade, o que é isso?
O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário Houaiss nos diz que é “um conjunto de formalidades, de palavras e atos que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito e consideração, boas maneiras, cortesia.” Como sinônimo nos oferece a palavra “delicadeza”.
Eu tiraria formalidades e colocaria atitudes, já que a civilidade precisa ser tão legitimamente incorporada que não deve depender de formalidades. Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo.
Cordialidade
Cordialidade provém do latim cordis, coração. É algo que fazemos de coração, com afeto, com amor. Expressar cordialidade como um estilo de vida, além de ser uma postura linda perante a vida, perante o mundo, faz bem a nós mesmos. No passado, havia inclusive remédios que eram denominados cordiais, porque faziam bem ao coração.
De fato, você fica com uma sensação de coração mais leve quando manifesta uma atitude bonita, amável, seja lá com quem for. Isso nos demonstra que o maior beneficiado não é o outro que foi alvo da nossa gentileza e sim nós mesmos, em primeiro lugar.
A civilidade abre portas, facilita os trâmites sociais, culturais e até mesmo os burocráticos. Um aluno cordial cativa seus professores que facilitarão sua vida escolar. Um funcionário gentil azeita as relações com clientes, com colegas e com superiores. Um cliente simpático consegue mais boa vontade e, às vezes, até um desconto por parte do vendedor. Um vendedor atencioso vende mais, ganha mais dinheiro. Um morador simpático consegue exceções maravilhosas do porteiro do seu prédio.
A civilidade, a cordialidade são muito fáceis quando o outro já está sendo amável. Mas, e quando o outro está sendo grosseiro e agressivo? Bem, aí é preciso que sua civilidade seja muito autêntica e que você tenha assumido o compromisso perante si próprio de ser cordial em qualquer situação, com qualquer pessoa, haja o que houver.
Certa vez, a vizinha apresentou uma reclamação por escrito contra uma instrutora do nosso Método que morava no apartamento de cima. Reclamava que a moradora de cima chegava tarde, andava de salto alto e ouvia música muito alta. Fora uma reclamação injusta. Na época, Virgínia nem usava salto alto. E sempre foi uma jovem suave, de modos sutis. O impulso da indignação era escrever uma carta veemente que rebatesse as reclamações daquela senhora. A vontade de qualquer pessoa seria a de lhe dizer umas verdades e criar um confronto. Mas, como Virgínia é instrutora do Método DeRose, orientei-a a escrever esta carta:
“Prezada Sra. Rosa Maria.
Fiquei ciente de que, involuntariamente, perturbei o seu sossego. Peço que me desculpe, pois tenho plena consciência de que a minha liberdade termina onde começa a do meu vizinho. Lamentavelmente, as paredes e lajes do nosso prédio são muito finas e o mínimo ruído produzido num apartamento perturba os que estão em baixo e em volta.
Procuro ouvir minhas músicas em volume baixo e sempre que posso caminho descalça quando estou em casa. Mesmo assim, soube que o som tem atrapalhado o seu descanso.
Já providenciei um tapete para ver se assim os ruídos do meu apartamento não reverberam mais no seu e vou tentar escutar minhas músicas ainda mais baixo. Caso essas medidas não sejam suficientes, por favor, me informe para que eu veja que outros cuidados preciso adotar para não incomodá-la.
Quanto a chegar tarde em casa, eu preciso trabalhar até tarde e como não tenho computador em casa preciso usar o do escritório da Universidade onde trabalho, a fim de que na manhã seguinte minhas tarefas estejam em dia. Mas procurarei entrar em casa o mais silenciosamente possível.
Obrigada pela sua compreensão.
Virgínia Barbosa
Apartamento 75
Tel. xxxx-xxxx”
Como resultado dessa cartinha, a moradora retirou a queixa contra a vizinha, elogiou-a perante todos os condôminos e até eu recebi elogios por nossa instrutora ser tão educada.
No mesmo prédio, uma vizinha reclamou da moradora ao lado que, por acaso era outra instrutora da nossa Cultura. A reclamação era absurda, pois aludia a barulho que faziam as amigas recebidas altas horas da noite pela Mariana. Acontece que a Mariana não recebia ninguém na sua casa, nem de noite, nem de dia, pois trabalhava muito o dia todo e à noite chegava e caía na cama, de cansada, e dormia.
Mais uma oportunidade de alimentar conflitos ou de cultivar as boas relações humanas. Aconselhei Mariana que escreveu a seguinte carta:
“Estimada vizinha Vivian.
Acabo de receber o seu e-mail que foi enviado ao síndico, sobre alguns probleminhas que estão ocorrendo no nosso andar.
Lamento que ao abrir a porta eu tenha feito muito barulho. Não percebi, mas é possível que assim tenha sido por falta de cuidado da minha parte. Vou prestar mais atenção das próximas vezes.
Sobre eu chegar de madrugada com uma amiga falando alto, isso pode ter ocorrido no máximo uma vez, há muito tempo. Moro sozinha e não recebo amigos ou amigas em casa, pelo simples motivo de que trabalho na escola até tarde e não me sobra tempo para atividades sociais em minha residência. Imagino que possa ter sido outra pessoa e sugiro que, para tirarmos a dúvida, da próxima vez que isso ocorrer, a prezada vizinha observe pelo olho mágico ou mesmo abra a porta para flagrar quem está entrando com a amiga de madrugada, falando alto.
De qualquer forma, estou ao seu inteiro dispor para conversarmos e buscarmos juntas as soluções que satisfaçam a todos nós que precisamos compartilhar um espaço tão pequeno.
Cordialmente,
Mariana Rodrigues”
Mas o prédio é mesmo problemático. A vítima seguinte fui eu mesmo, com reclamações descabidas sobre a minha cadela Jaya que é extremamente educada. Argumentava o síndico que alguns condôminos reclamaram por que ela estava solta e eles tinham medo. E porque cachorro tem que descer pelo elevador de serviço e sair pela garagem. E que nossos cães (dos moradores que tinham cachorros) não poderiam circular nem brincar nas áreas comuns do térreo. E mais uma porção de implicâncias. Agora era a minha vez de escrever uma cartinha de acordo com os nossos princípios de cordialidade e conciliação. Enviei esta carta a todos os moradores:
“Estimado Vizinho.
Sou o proprietário do apartamento 71. Recentemente, nosso Síndico teve uma amável conversa comigo a respeito da minha cachorrinha Jaya (que de cachorrinha só tem o carinho que sinto por ela, pois é meio grandalhona) e do Fred, o labrador preto de propriedade da moradora Sra. Regina.
O síndico me informou que, às vezes, eles correm e sujam o chão com as patas cheias de terra e que alguns moradores têm medo deles, não por ser bravos – pois eles são bem mansos e queridos – mas pelo seu tamanho, uma vez que poderiam trombar com algum condômino mais idoso. Ele está com a razão.
Por isso, por uma questão de civilidade e boa vizinhança, quero encontrar uma solução que o deixe satisfeito e que agrade aos demais moradores sem, com isso, prejudicar os que tem cães.
Como parte da solução, propus instalar, por minha conta, uma cerca que proteja o canteiro de flores para que elas não sejam pisoteadas pelos nossos amiguinhos de quatro patas.
Propus, também, que a parte de trás, que dá para a Av. Rebouças, seja isolada e que nossos cães possam se exercitar e brincar sem perturbar os demais moradores.
Caso o estimado Vizinho tenha alguma opinião ou sugestão a respeito, eu agradeceria se tivesse a bondade de me escrever ou contactar, para que pudéssemos avaliar e ponderar uma solução adequada.
Com toda a boa vontade do
DeRose”
Bem, nem sempre a gentileza funciona. Nesse caso, não adiantou nada quanto aos cães. Mas tenho a certeza de que contribuiu bastante para a nossa boa imagem junto aos vizinhos. E isso é sempre muito importante.
Um bom exemplo de praticante do Método DeRose, na área de conceitos, é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras).
Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.
Três vezes três
O três é um dos números reverenciados na nossas raízes hindus. Vamos, então, fazer nossa contagem a partir dele.
Se você realizar hoje menos de três boas ações, considere este como um dia de chumbo.
Se realizar três ações de boas maneiras, este foi um dia de bronze.
Com duas-vezes-três ações meritórias, seu dia terá sido de prata.
Conquistando três-vezes-três ações de civilidade, comemore um dia de ouro.
Mas se conseguiu realizar mais de três-vezes-três ações, você é o nosso herói e o seu dia foi de diamante!
Que ações poderiam ser essas?
Efetue uma doação a alguma instituição de assistência social séria.
Participe como voluntário em alguma campanha filantrópica.
Envolva-se de corpo e alma com as campanhas da Defesa Civil da sua cidade.
Dê comida a quem tem fome.
Dê um agasalho a quem tem frio.
Dê um sorriso, uma atenção, um afeto a quem esteja precisando disso tanto quanto o que tem fome e o que tem frio.
Salve um cão abandonado.
Regue as flores do jardim do seu vizinho, desinteressadamente.
Pare o carro a fim de dar passagem a um pedestre que esteja querendo atravessar a rua, mesmo fora da faixa.
Socorra um desconhecido que esteja caído na calçada tendo um ataque epilético.
Dê flores a um amigo.
Não se abale quando outro motorista for mal educado, der uma fechada ou mesmo bater no seu carro.
Peça desculpas, mesmo quando tiver a certeza de que está com a razão.
Trate bem um mendigo que venha pedir dinheiro.
Telefone para um amigo, colega ou parente, só para perguntar como vai.
Converse amenidades com um desconhecido no supermercado ou no shopping center.
Dê a mão a uma senhora para sair do carro.
Ofereça-se para ajudar a carregar as compras ao vizinho no prédio em que mora ou ao desconhecido no estacionamento.
Carregue a bolsa pesada da sua amiga.
Ouça o desabafo de quem precise falar sobre um problema.
Jogue no lixo algo que alguém tiver deixado cair fora da lixeira.
Acaricie um cão.
Elogie o filho de alguém.
Dê os parabéns a um colega ou concorrente por uma conquista ou por um projeto vitorioso.
Dê uma gorjeta mais substancial do que o mínimo de praxe.
Agradeça pelo serviço e elogie a atuação do garçom ou de outro profissional.
Diga “você está com a razão”.
Sorria para as pessoas no clube, nas lojas, na sua empresa.
Trate com cortesia o seu porteiro, a sua auxiliar de limpeza e todo o pessoal subalterno.
Recicle.
Dê informações, auxilie, oriente (na empresa, no trânsito, na faculdade).
Converse com os funcionários que o atendem.
Escute as reivindicações do cônjuge (esposa ou maridão). E atenda-as.
Diga obrigado e sorria para alguém na rua, no trânsito, nas compras.
Responda com gentileza a um vizinho irritado.
Acalme um colega, um familiar ou um amigo quando ele estiver zangado com você.
Não insulte a quem bem que merecia.
Quando não precisar de algum objeto ou roupa não o guarde nem o jogue fora: procure quem esteja precisando e faça-lhe presente. O que não presta para um pode ser uma bênção para outro.
Dê uma informação útil a alguém.
Método Giraldi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo:
Não tome decisões emocionadas.
A família é o que há de mais importante. Tenha tempo para esposa e filhos.
A ausência de um pai e de uma mãe é a porta de entrada para as drogas
Serenidade em todos os momentos.
Há três formas de amor: a palavra, o tato e o olhar. Portanto abrace seu filho, sua esposa e seus amigos.
Sorria sempre.
Elogie seu filho e seu subalterno quando possível.
Não grite com seu filho ou com seu subalterno. Troque o medo pelo respeito.
Problemas no trabalho, não devem entrar no lar.
Visite sempre seus pais, para não visitá-los no cemitério.
Observe que o Método Giraldi, da PM, tem muitas coisas em comum com o Método DeRose!
Enviado por Tamara Queiroz:
A biografia de Jobs é fascinante.
Foi tenso e especial as últimas semanas aqui, na editora, antes e depois do falecimento dele.
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Mestre,
Vi esse vídeo de um gatinho e um golfinho acarinhando um ao outro e lembrei muito de você.
Soltei muitas exclamações: “Own!”.
B-joletas minhas


