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sábado, 21 de janeiro de 2012 | Autor:

Enviado por Márcio Migliacci:

 

Pessoas re-ativas são aquelas que pensam e atuam dentro de padrões de causa e efeito.
Pessoas pró-ativas influenciam o meio, garantem harmonia, direcionam boas energias, iluminam tudo e a todos a seu redor. Nunca se sentem vítimas das circunstâncias. Escolhem com sabedoria as coisas que podem influir para uma mudança significativa que atenda a muitos

Quando um Proativo comete um erro, diz: “Enganei-me“, e aprende a lição.
Quando um Reativo comete um erro, diz: “A culpa não foi minha“, e responsabiliza terceiros.

Um Proativo sabe que a adversidade é o melhor dos mestres.
Um Reativo sente-se vítima perante uma adversidade.

Um Proativo sabe que o resultado das coisas depende de si.
Um Reativo acha-se perseguido pelo azar.

Um Proativo trabalha muito e arranja sempre tempo para para os demais.
Um Reativo está sempre “muito ocupado” e não tem tempo sequer para os seus.

Um Proativo enfrenta os desafios um de cada vez.
Um Reativo foge dos desafios e nem se atreve a enfrentá-los.

Um Proativo compromete-se, dá a sua palavra e cumpre.
Um Reativo faz promessas e quando falha só se sabe justificar.

Um Proativo diz: “Sou bom, mas vou ser melhor ainda”.
Um Reativo diz: “Não sou tão mau assim; há muitos piores que eu”.

Um Proativo ouve , compreende e responde.
Um Reativo não espera que chegue a sua vez de falar.

Um Proativo respeita os que sabem mais e procura aprender algo com eles.
Um Reativo resiste a todos os que sabem mais e apenas se fixa nos defeitos deles.

Um Proativo sente-se responsável por algo mais que o seu trabalho.
Um Reativo não se compromete nunca e diz sempre: “Faço o meu trabalho e é o quanto basta”.

Um Proativo diz: “Deve haver uma melhor forma de o fazer. . .”
Um Reativo diz: “Sempre fizemos assim. Não há outra maneira.”

Um Proativo é parte da solução.
Um Reativo é parte do problema.

Um Proativo consegue “ver a parede na sua totalidade”.
Um Reativo fixa-se “no azulejo que lhe cabe colocar”.

Um Proativo compartilha esta mensagem com os amigos.
Um Reativo a lê e a deleta. Acredita que esse texto foi enviado apenas para ele!

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Olá, Mestre.

Recentemente escrevi um post justamente sobre isso também.

É incrível como a imensa maioria das pessoas são reativas! Depois não sabem por que o sucesso se não lhas chega, ficam apenas a esperá-lo…

Compartilho com a galera.

Beijos do DeBona.

http://rodrigodebonametodo.blogspot.com/2011/06/pro-atividade-virtude-nata-ou-habito.html

terça-feira, 25 de maio de 2010 | Autor:

Fernando Salvio

Oi Mestre.

É tão bom postar um comentário e receber uma resposta online!

Eu entrei no Youtube esses dias e apareceram esses vídeos como recomendados. Achei bem interessantes pela idade que tem. São, segundo consta na legenda, de 1938.

Peguei até o Ser Forte para recordar a parte das viagens à Índia, e não parei.

Krisnamacharya Yoga Film

Esse aqui mostra uma mulher praticando, que acredito devia ser coisa rara na época, fora escolas Shaktas.

Namagiriammal, Wife of Krishnamacharya.

Iyengar Yoga

Iyengar Yoga 2

Finalmente, para efeito de comparação, vendo uma coreografia da Gi Correa, dá pra ver que estamos um pouco mais avançados nessa área.

Abraços,

Fernando Salvio
Al Campinas — São Paulo — SP — Brasil

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Não só vendo a coreografia da Gisele Correa, mas também a da Michele Hayashi, da Yael Barcesat, do Daniel Suassuna, do Rodrigo Vivas, do Artur Costi, do Guilherme Nunes e tantos outros virtuoses. Você encontra suas coreografias no YouTube.


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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 | Autor:

Quando é Preciso Ser Forte é o nosso livro mais relevante. Se você quiser conhecer nossa trajetória desde o início, quais foram meus Mestres, erros e acertos, aprendizado, correções de curso, evolução da proposta, elementos biográficos, viagens, família e – além disso tudo – ensinamentos para a vida, é fundamental a leitura do Ser Forte. Não é um livro de Yôga. É uma obra sobre filosofia, história, ética, empreendedorismo, Índia, romance, drama e bom-humor. Acima de tudo, é uma leitura fluida e agradável. Muitos leitores declararam que não conseguiram parar de ler até chegar à conclusão.


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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor:

Em algumas cidades aqui no Brasil, comemora-se em 15 de outubro o Dia do Professor, noutras, o Dia do Mestre. No final, quer dizer a mesma coisa, pois refere-se basicamente ao “Mestre-escola”, termo que já não se usa para designar o professor primário. Por extensão, professores de todos os graus e de todas as disciplinas são cumprimentados.

Assim, quero cumprimentar a todos os instrutores, professores e Mestres da Nossa Cultura. Você, que ensina o nosso código comportamental, está mudando o mundo e escrevendo a História. Você está salvando vidas. Está tornando as pessoas mais felizes, mais bonitas, mais prósperas, mais cultas, mais educadas. Você está melhorando o mundo!

Este dia é seu. Que seus alunos celebrem este dia como você merece.


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quarta-feira, 27 de maio de 2009 | Autor:

Centenas de Mestres, professores, instrutores e alunos de quinze estados do Brasil e mais cinco países reunir-se-ão nesta sexta, sábado e domingo para aprender mais, aprofundar-se, praticar juntos e confraternizar-se no Fest-Yôga de Floripa. Já há muito tempo que não há mais vagas, portanto este post é apenas para compartilhar a notícia. Mas, na sequência, virá o Festival Internacional de Yôga de São Paulo, cujas inscrições estão abertas. Não vá perder essa chance!

A única forma de se increver é através do Diretor da sua unidade credenciada. Inscrições diretamente do interessado não são aceitas. É preciso que o seu Diretor autorize a sua participação, uma vez que os participantes não podem ser pessoas que fumem, tomem álcool, comam carnes ou usem drogas. O evento não permite a participação de alunos de unidades não credenciadas, nem os de academias, clubes, condomínios ou empresas, porque esses não passaram por processo seletivo, nem se submeteram ao exame de admissão, nem aos testes mensais que são veementemente recomendados pela Uni-Yôga.  Mesmo os alunos de unidades credenciadas que ainda estejam no pré-Yôga terão que esperar o recebimento da sua insígnia de praticante de Yôga. Também não é permitida a inscrição de menores de 18 anos. Com toda essa seletividade, ainda assim as inscrições esgotam-se com meses de antecedência e sem praticamente divulgação alguma. Os organizadores só imprimem um folder com a programação e normas. Você viu isso aqui no blog que é um veículo poderosíssimo de divulgação, que atinge dois milhões de pessoas e nem uma linha foi usada para divulgar o evento. Mesmo assim ele teve tanta gente inscrita que precisou utilizar outros hoteis da região. Parabéns ao dono do evento, Prof. Joris Marengo, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina. E parabéns a todos o que não perderam a oportunidade de participar.

Você sabia?

A maior parte dos alunos que decidiram tornar-se instrutores tomou essa decisão após participar de um Fest-Yôga.


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sexta-feira, 10 de abril de 2009 | Autor:

Lealdade nunca é demais

Certa vez, um grupo de alunos debatia sobre qual seria a melhor técnica: colocar determinado esclarecimento antes ou depois dos mantras? Enquanto a maioria concordava com o procedimento tradicional, alguém defendeu a opinião do professor Fulano, que era divergente.

Nesse ponto interferi chamando-lhes a atenção para o seguinte fato: se você quer saber qual é a forma mais recomendável, é muito simples; basta consultar os livros, CDs e os vídeos do Sistematizador do Método. Se ele coloca tais esclarecimentos depois dos mantras, então essa é a forma mais adequada.

Como é que isso, tão óbvio para alguns, pode ser incompreensível para outros?

Um dia, após ter feito um curso bem agradável com a Profa. Rosângela de Castro, pensei:

– Praticamente todos os anos que eu tenho de vida (a autora tinha, então, 21 anos de idade), Ro tem de Yôga! Imagine a experiência que adquiri desde que nasci até hoje. Os amigos que fiz, os lugares que conheci, as viagens, as escolas, a faculdade e depois a experiência com o Yôga, ter conhecido o Mestre DeRose, participado do seu curso de Formação de Instrutores de Yôga na PUC, e aprendido mais uns milhares de coisas desde então, até ir para Copacabana, dirigir a Sede Histórica que deu origem a tantas coisas. Imagine, todos esses anos que tenho de vida, a Ro tem de Yôga!

E logo em seguida, conversando com o Mestre, conscientizei:

– O tempo que a Ro tem de vida, o Mestre DeRose tem de Yôga!

Foi um insight extremamente ilustrativo do quanto sabe o nosso Mestre e do quanto seu conhecimento é superlativamente incomparável com o nosso. Do quanto não podemos ter nem mesmo ideia de quão imensa é a distância que está entre o nosso entendimento e os horizontes que ele divisa.

Antes de questionar suas afirmações, deveríamos ter a humildade de reconhecer nossos limites.

Você já notou o quanto aprendeu no primeiro ano como instrutor de Yôga? Observou que no ano seguinte aprendeu infinitamente mais? Imagine, agora, quanto você saberá daqui a dez anos de leituras, cursos e viagens!

Pois bem, o Mestre DeRose tem 50 anos de Yôga, leituras, cursos e práticas de uma profundidade e de uma complexidade que nem podemos imaginar; começou a lecionar em 1960, abriu sua primeira unidade em 1964, realizou viagens pelo mundo todo desde 1975 e tem 24 anos de viagens à Índia. Conheceu e estudou com os últimos grandes Mestres de Yôga daquele país. Quanto você acha que ele conhece?

Você acha que alguém que não tenha nem a metade dessa experiência (talvez nem um milésimo dela!) tem condições de discordar ou questionar, seja lá o que for?

Acho que já é tempo de as pessoas serem mais fiéis, mais leais e mais dignas. Nosso Mestre merece esse respeito e consideração.

Vanessa de Holanda

segunda-feira, 6 de abril de 2009 | Autor:

O Hinduísmo é constituído por seis darshanas (pontos de vista). Dois desses pontos de vista são filosofias teóricas que podem ser aplicadas para fundamentar a nossa filosofia prática:

Vêdánta, espiritualista, que teve seu apogeu no período medieval da Índia; e

Sámkhya, naturalista, que teve seu apogeu na antiguidade Clássica e Pré-Clássica. Nossa fundamentação é Pré-Clássica, logo, ela é baseada na filosofia Sámkhya – naturalista.

Na verdade, esses dois pontos de vista podem parecer antagônicos (e o são mesmo se os analisarmos por uma ótica externa), mas, para o filósofo que os conheça bem, não há contradição intrínseca entre eles. O primeiro parte do princípio de que tudo é espiritual em diferentes níveis de densificação até chegar aos patamares mental, emocional, energético e físico denso. O segundo, parte do princípio de que tudo é matéria em diferentes níveis de sutilização, até alcançar os patamares energético, emocional, mental e os que estão acima dele.

Espiritualismo é uma coisa e espiritualidade é outra. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. Qualquer vertente da Nossa Cultura, de qualquer modalidade, desde que autêntica, desenvolve a espiritualidade.

Contudo…

A espiritualidade é uma função biológica. É como a digestão. Todos a temos: uns, melhor; outros, nem tanto. Nossa Cultura a aprimora. Contudo, ficar com fixação sobre isso é sinal de distúrbio psicológico. Você só pensa na sua digestão quando ela não está funcionando bem. É a mesma coisa com a espiritualidade. Imagine alguém lendo livros sobre digestão, indo a conferências sobre digestão, debatendo sobre digestão e seguindo Mestres de digestão! Essa pessoa deve ser doente da função digestiva… Quem assiste a palestras sobre espiritualidade, lê livros sobre esse tema, debate-o, ou segue Mestres espirituais, por analogia, também deve ser uma pessoa doente da espiritualidade. Caso contrário, desfrutaria dela com naturalidade e a aprimoraria com discrição.


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quinta-feira, 2 de abril de 2009 | Autor:

O Yôga tem 5000 anos de existência. Nesses cinco milênios, foi desvirtuado sucessivas vezes pelas invasões que a Índia sofreu. Façamos uma comparação. Estamos no século XXI da Era Cristã. Muito bem. Existe uma luta chamada Capoeira, que é legitimamente brasileira. Tem suas raízes em tradições africanas, porém nasceu no nosso país. Imaginemos que dentro de alguns anos, a Amazônia será invadida por uma outra nação com o pretexto de ocupá-la para salvar tão precioso patrimônio da humanidade das mãos desses latino-americanos irresponsáveis que a estão destruindo.

Tal como os drávidas que viviam na Índia há 5000 anos, os brasileiros não têm tradição guerreira. Já os invasores, esses sim, contabilizam uma história de guerras, conquistas e império, tal como os sub-bárbaros arianos que invadiram a Índia a 1500 a.C. e cometeram o primeiro grande desnaturamento do Yôga.

Como ocorreu com o Império Romano, que ia incorporando outras culturas (ao absorver do Lácio o latim, da Grécia a arquitetura, escultura, mitologia etc.), esse novo império absorve a Capoeira. Em pouco tempo, digamos, um século, classificam-na como dança (“afinal, eles não dançam?”). E a reestruturam, pois isso de bater atabaques e tocar um instrumento de cordas com uma corda só é muito primitivo. Eliminam os tambores e substituem o berimbau pela guitarra eletrobioplásmica, com acompanhamento de “sincretizador” (que substituirá o computador, aquela máquina primitiva que vivia “dando pau” e pegando vírus).

Passam-se mil anos. Lá pelo ano 3000 da era Cristã, ocorre outra invasão. O Brasil é ocupado por uma terceira etnia e novos Mestres de Capoeira introduzem uma codificação que a define como religião (“afinal, eles não se benzem antes de jogar?”). Uma dança religiosa, uma dança ritual. Surgem mosteiros, templos e igrejas do culto Capoeirista. Essa vertente passa a ser conhecida como Capoeira Clássica.

Passado mais um milênio, e em torno do ano 4000, já não se fala a mesma língua, nem habita neste território o mesmo povo. Surpreendentemente, a Capoeira sobreviveu e tem mesmo um sólido sistema cultural que a preserva. Só que agora, após alguns concílios, decidiram que Capoeira é uma terapia. Passa a ser uma dança espiritual terapêutica.

Mais um milênio se passa. Estamos lá pelo ano 5000 d.C. Ninguém mais se lembra das suas origens. Criam mitologias. Surgem versões negando que a Capoeira tenha surgido em uma nação mítica chamada Brasil, a qual teria existido há tanto tempo que caiu no esquecimento. Alguns eruditos defendem que a Capoeira teria sido criada pelos negros escravos, mas a etnia então dominante nega-o peremptoriamente, e ameaça de punição quem se atrever a insistir nessa invencionice subversiva. A Capoeira é institucionalizada como uma prática para a terceira idade. Torna-se uma dança espiritual terapêutica para idosos.

Outros mil anos são transcorridos. Estamos agora no ano 6000 da Era Cristã. Todas as evidências de uma civilização latino-americana desapareceram, apagadas intencionalmente pelos cientistas e religiosos desse novo período histórico. A opinião pública de então, decide que Capoeira é para mulheres, que é ótima para TPM, gestação, rugas, celulite, varizes e que rejuvenesce. A Capoeira passa a ser classificada como uma dança espiritual, terapêutica, para idosos e para mulheres. Quem afirmar que a Capoeira legítima é uma luta, destinada a pessoas jovens e saudáveis, passa a ser acusado de discriminar os enfermos, os idosos e as mulheres; é acusado de ser polêmico; torna-se perseguido e severamente castigado com a difamação, exclusão, execração e ameaças de morte.

Bem, no caso da Capoeira, nós só abordamos 4000 anos de deturpações, do ano 2000 ao ano 6000 d.C. No caso do Yôga precisamos computar mais um milênio de distorções, já que essa filosofia conta com cinco mil anos de existência.

Oh! Céus! Eu disse filosofia? Foi sem querer. Juro. Eu quis dizer uma terapia mística para enfermos, mulheres e idosos.


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