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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012 | Autor:

Bom dia Mestre,

Hoje haverá a reprise do Programa “Novo Código Florestal: a Votação no Congresso”, às 11:00 hrs. Seria interessante compartilharmos isso.

Como assistir: http://www.canal.fiocruz.br/como-assistir/

É muito importante que todas as pessoas estejam mais informadas, atentas e participativas em relação a todas as questões referentes ao meio ambiente e todas aquelas de interesse público.

Vamos acompanhar, não podemos ser passivos e assistir de braços cruzados as decisões e atitudes dos governantes e criadores de normas e leis que elegemos.

Um grande beijo,

Camila Bloizi.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011 | Autor:
Petição contra destruição de Belo Monte
Ainda da tempo de impedirmos isso.
Consciência é com a gente mesmo.
http://movimentogotadagua.com.br/Henrique Eutshc

 

 

Oi Mestrinho, tudo bem? Estou te enviando um link e gostaria muito de te pedir para compartilhar com nossos sempre amigos conscientes. Grandes atores emprestaram suas imagens contra a maior Hidrelétrica do Brasil e a terceira maior do mundo, completamente sem fundamento, um elefante branco chamado Belo Monte. Esse vídeo é mais do que atual e imprescindível. Grande beijo cheio de saudade de vc e da Fêzita. Obrigada. Lu Fandinho.

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Olá Mestre.

Apenas corrigindo o texto copiado do Henrique, a petição seria contra a construção da usina Belo Monte e não contra a “destruição” da mesma.

Para os que aplicam o axioma número 1 até mesmo em campanhas com lindos rostinhos, recomendo esse artigo/entrevista que vai fundo no tema:

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/10/belo-monte-nosso-dinheiro-e-o-bigode-do-sarney.html

Forte abraço,

Fernando Salvio

 

_________________

 

Na verdade, Salvio, eu entendi que o Henrique se referia à destruição da localidade Belo Monte com a construção da Hidrelétrica Belo Monte. DeRose.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por Ana Cláudia Rodrigues:

Quero compartilhar uma ação importante, ao qual é possível fazer a diferença para ajudar na Defesa das Florestas e do desenvolvimento sustentável, basta acessar o site http://www.florestafazadiferenca.org.br/home/ e participar.

beijos,

Claudia

sexta-feira, 20 de maio de 2011 | Autor:

Oie, tudo bem? Saudade de vc.
Estamos com um assunto super complicado sendo discutido nos últimos anos, e nas últimas semanas com muita força. Trata-se do “Novo Código Florestal”. A bancada ambiental na Câmara Federal conseguiu protelar a votação ainda que o lobby do agrobusiness seja muito forte. Domingo teremos uma manifestação pácífica no Lago do Ibirapuera com o WWF e dentro teremos um evento de discussão com a SOS Mata Atlântica. Peço gentilmente se vc pode nos disponibilizar seu espaço tão funcional e lido, para que possamos colocar nosso convitinho. Agradeço desde já atenção que me é sempre dispensada. Grande beijo da sua sempre amiga Lu Fandinho

sexta-feira, 12 de novembro de 2010 | Autor:

Olá Mestre!
Falando em comida… Olha o que recebi hoje. Sei que nós seguimos a alimentação biológica, diferente dessas outras correntes, mas achei interessante!
Abraço bem forte,
Juliana (Granja Viana)

ONU recomenda mudança global para dieta sem carne e sem laticínios

Segundo relatório da ONU, um consumo reduzido de produtos de origem animal é necessário para salvar o mundo dos piores impactos das mudanças climáticas. ONU afirma que agricultura se equivale ao consumo de combustíveis fósseis porque ambos crescem rapidamente com o desenvolvimento econômico.

Uma mudança global para uma dieta vegana é vital para salvar o mundo da fome, da escassez de combustíveis e dos piores impactos das mudanças climáticas, afirmou hoje um relatório da ONU. Na medida em que a populção mundial avança para o número previzível de 9,1 bilhões de pessoas em 2050 e o apeite por carne e laticínios ocidental é insustentável, diz o relatório do painel internacional de gerenciamento de recursos sustentáveis do Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP).

Diz o relatório: “Espera-se que os impactos da agricultura cresçam sustancialmente devido ao crescimento da população e do consumo de produtos de origem animal. Ao contrário dos que ocorre com os combustíveis fósseis, é difícil procurar por alternativas: as pessoas têm que comer. Uma redução substancial nos impactos somente seria possível com uma mudança substancial na alimentação, eliminando produtos de origem animal”.

O professor Edgar Hertwich, principal autor do relatório, disse: “Produtos de origem animal causam mais danos do que produzir minerais de construção como areia e cimento, plásticos e metais. A biomassa e plantações para alimentar animais causam tanto dano quanto queimar combustíveis fósseis”.

A recomendação segue o conselho de Lorde Nicholas Stern, ex-conselheiro do governo trabalhista inglês sobre a economia das mudanças climáticas. O Dr. Rajendra Pachauri, diretor do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), também fez um apelo para que as pessoas observem um dia sem carne por semana para reduzir emissões de carbono.

O painel de especialistas categorizou produtos, recursos e atividades econômicas e de transporte de acordo com seus impactos ambientais. A agricultura se equiparou com o consumo de combustível fóssil porque ambos crescem rapidamente com o desenvolvimento econômico, eles disseram.

Ernst von Weizsaecker, um dos cientistas especializados em meio ambiente que coordenaram o painel, disse: “A crescente riqueza econômica está levando a um maior consumo de carne e laticínios – os rebanhos agora consomem boa parte das colheitas do mundo e, por inferência, uma grande quantidade de água doce, fertilizantes e pesticidas”.

Tanto a energia quanto a agricultura precisam ser “dissociadas” do crescimento econômico porque os impactos ambientaris aumentam grosso modo 80% quando a renda dobra, afirma o relatório.

Achim Steiner, subsecretário geral da ONU e diretor executivo da UNEP,afirmou: “Separar o crescimento dos danos ambientais é o desafio número um de todos os governos de um mundo em que o número de pessoas cresce exponencialmente, aumentando a demanda consumista e persistindo o desafio de aliviar a miséria e a pobreza”.

O painel, que fez uso de diversos estudos incluindo o Millennium Ecosystem Assessment (avaliação do ecosistema no milênio), cita os seguintes itens de pressão ambiental como prioridade para os governos do mundo: mudanças climáticas, mudanças de habitats, uso com desperdício de nitrogênio e fósforo em fertilizantes, exploração excessiva dos oceanos e rios por meio da pesca, exploração de florestas e outros recursos, espécies invasoras, fontes não seguras de água potável e falta de saneamento básico, exposição ao chumbo, poluição do ar urbano e contaminação por outros metais pesados.

A agricultura, particularmente a carne e os laticínios, é responsável pelo consumo de 70% de água fresca do planeta, 38% do uso da terra e 19% da emissão de gases de efeito estufa, diz o relatório, que foi liberado para coincidir com o dia Mundial do Meio Ambiente no sábado.

Ano passado, a Organização de Alimentos e Agricultura da ONU (FAO) disse que a produção de alimentos teria de aumentar em 70% para suprir as demandas em 2050. O painel afirmou que os avanços na agricultura serão ultrapassados pelo crescimento populacional.
O professor Hertwich, que é também diretor de um programa de ecologia industrial na Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, disse que os países em desenvolvimento, onde se dará grande parte do crescimento populacional, não devem seguir os padrões de consumo ocidentais: “Os países em desenvolvimento não devem seguir nossos modelos. Mas cabe a nós desenvolver tecnologias em, digamos, energia renovável e métodos de irrigação.”
Leia o relatório: http://www.unep.org/resourcepanel/documents/pdf/PriorityProductsAndMaterials_Report_Full.pdf

Texto escrito por Lucas Afonso.

quarta-feira, 23 de junho de 2010 | Autor:

FernandoSalvio

Mestre, gostaria de lhe mostrar um texto de uma campanha que estou fazendo, se puder divulgar agradeceria muito.

http://wp.me/pXSx6-M

Eu chorei após o jogo do Brasil

Não foi de emoção pelo time de futebol nem de raiva das tais vuvuzelas… Foi um misto de decepção, raiva e incompreensão.

Tive um dia ótimo, passeando e respirando ar puro na trilha da Pedra Grande que fica na zona norte de São Paulo, no horto florestal. Entre as árvores, a humidade e o perfume da vegetação, revigoravam meu corpo a cada passo, até chegarmos ao lago das carpas e posteriormente na borda da grande pedra de onde pudemos contemplar a já deteriorada paisagem dos prédios, que a cada dia fica mais perto da mata, como um exército sem rosto feito de cimento que avança sorrateiramente.

Na volta para casa, pude perceber como as pessoas se envolvem com a Copa, a pressa dos carros, as televisões ligadas em cada bar, a movimentação geral dos torcedores e um sentimento nacionalista, que acontece a cada quatro anos, com diferentes intensidades dependendo do nível de felicidade do povo.

Durante o segundo tempo, resolvi cuidar da minha causa, que para quem ainda não conhece, trata-se da tentativa de transformar uma das últimas áreas verdes da região onde moro (Água Rasa – Moóca), em um parque, ao contrário do projeto da construtora que comprou o terreno e pretende derrubar boa parte das árvores para a construção de quatro torres de apartamentos.

Fui de casa em casa, deixando pequenos bilhetes com o endereço do site onde eu estou reunindo informações a respeito desse projeto e fui até o terreno aproveitar a distração provocada pelo jogo, para fotografar as árvores, enquanto ainda estão em pé.

Nesse breve momento, entre gritos de gols e buzinas, fotografando cada parte do terreno, uma tristeza tomou conta de mim, ao ver o desperdício e o crime que estão cometendo para as crianças e adultos que a cada dia sofrem mais com problemas respiratórios e doenças decorrentes do stress.

Enquanto eu fotografava, um garotinho com a cara toda pintada atrás dos portões de uma casa olhava desconfiado e eu perguntei pra ele, o que ele achava da idéia do parque.

Talvez eu nunca esqueça a expressão de alegria que ele fez. E olhando para a irmã menor, gritou que adoraria!

Essa mesma expressão eu vi no rosto de cada morador que pude levar a idéia. Todos, de forma unânime, gostaram da possibilidade ter um parque perto de casa. Um pouco da alegria daquele garotinho, aparecia em cada um dos rostos, desde os mais novos até as senhorinhas que já comentavam como seria bom poder ter um espaço verde pertinho para poder caminhar todos os dias.

Continuei fotografando e registrando tudo o que podia e constatei que existem árvores secando, boa parte do terreno já foi devastada e que nessa região ocorrem enchentes, já que algumas casas possuem comportas na entrada, típicas desses locais problemáticos.

Pude reparar também que para fora desse terreno, nas ruas adjacentes, existem pouquíssimas árvores. Numa grande calçada de um edifício recém construído, que faz divisa com o local, não existe nenhuma.

Voltei para casa e lembrei da expressão do garotinho e pensei também na cara de decepção dele, quando eu falei que as árvores poderiam ser derrubadas para a construção dos prédios, caso ninguém nos ajudasse.

E comecei a chorar, talvez prevendo como aquele garotinho agiria vendo a construção tomando conta das árvores, num futuro muito próximo e o sonho dele escoando bueiro transbordando abaixo…

Se você leu até aqui, já fico menos triste, mas preciso muito da sua ajuda. Preciso que esta idéia se espalhe o mais rápido possível, preciso que você assine o abaixo-assinado na internet e preciso que você entre em contato com pessoas influentes, empresas, políticos e divulguem esta idéia através desse site. Envie para seus contatos de email e se possível publique em seus blogs, comunidades e revistas.

Agradeço o seu tempo e sua ajuda.

Obrigado.
Fernando Salvio, garotinho de cara pintada e todos os moradores da região.
São Paulo, 21 de junho de 2010.

Site: http://vivaoparque.wordpress.com/
Abaixo-assinado: http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/assinar/6370

PS.: Todos esses fatos relatados podem ser vistos em formato de vídeo e fotos no site.

Forte abraço!

Fernando Salvio
Al Campinas – São Paulo – SP – Brasil

quinta-feira, 6 de agosto de 2009 | Autor:

Fernanda Lolatto

Aproveito o post para indicar o site: http://www.clickarvore.com.br . Através dele é possível que cada usuário plante, gratuitamente, uma muda de árvore por dia. O plantio é patrocinado por empresas e é possível verificar onde cada muda foi plantada. Transcrevo algumas informações tirada do próprio site:

O clickarvore é um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada click corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras, e agora também pela própria sociedade civil através de uma nova ferramenta de e-commerce..

O clickarvore é uma parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril, com o apoio de empresas patrocinadoras.

A Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril unem seus esforços neste Programa para captar recursos e convertê-los em árvores com a ajuda da Internet. Para cada click, uma árvore será plantada. Assim, pretendemos mudar o atual quadro de devastação da Mata Atlântica.

Os objetivos do clickarvore são:

· Apoiar iniciativas locais de recuperação de áreas, fornecendo mudas de árvores nativas e informações técnicas adequadas;

· Fomentar a produção de mudas e a coleta de sementes florestais das espécies nativas da Mata Atlântica;

· Recuperar áreas de preservação permanente, controlando os processos erosivos e de assoreamento dos corpos d’água;

·Mobilizar a sociedade civil para participar de projetos de reflorestamento;

· Apoiar a formação de corredores biológicos entre as diferentes ilhas de remanescentes florestais;

· Gerar empregos em viveiros florestais e propriedades rurais durante os plantios;

· Capacitar técnicos, agentes comunitários, professores e instituições sobre técnicas de reflorestamento, microbacias, produção de mudas e manejo adequado de áreas replantadas;

· Promover a educação ambiental;

Com o reflorestamento, reduzimos o sério problema da perda de terra por meio de erosões. Estima-se que 80% do Estado de São Paulo esteja sofrendo processos erosivos acima dos limites toleráveis, causando perdas de 194 milhões de toneladas de terra por ano, sendo que até 45 milhões de toneladas/ano chegam aos mananciais na forma de assoreamentos (BELLINAZZI JR R. Et alli.).

Geralmente toda esta terra caminha através de contínuos processos erosivos para dentro de recursos hídricos (reservatórios hidrelétricos, mananciais e demais corpos d’água), acelerando o assoreamento. Este problema pode ser minimizado com reflorestamentos em áreas de
preservação permanente, incentivados através deste programa.

Sugiro que o site seja colocado como página inicial no computador, assim será fácil criar o hábito de plantar sua muda diária e gratuitamente.

Abraços a todos.

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quinta-feira, 30 de julho de 2009 | Autor:

Ale Filippini

Aqui vai um pouco (ou muito) mais sobre o impacto da pecuária no nosso planeta.
Como é bom sermos vegetarianos e saber que contribuimos de várias maneiras para um mundo melhor (embora ainda haja tanto a fazer):

Impacto da Pecuária Bovina no Brasil
Resumo da palestra proferida por Adriana da Conceição (bióloga com especialização em Gestão Ambiental)

Um pouco da História
- Primeiros impactos no mundo: pastores transformaram florestas em savanas, devido à prática da queimada e pisoteio do gado.
- Ocorreu principalmente no Mediterrâneo e Oriente Próximo.
- No Brasil causou grande impacto na devastação da Mata Atlântica (hoje só restam 7% da mata original).

Impactos na água
Para produzir:
- 1 kg carne consome 20.000 litros de água comparar com
1 kg arroz consome 4.500 L
1 kg trigo consome 1.500 L
1 kgbatata consome 150 L
- um matadouro grande em São Paulo gasta 4.250.000 l/água/dia
- uma pessoa que consome 35kg/carne/ano (média brasileira) pode chegar a gastar 700.000 l/água/ano

Impactos na ocupação de terras
- 1/3 da produção agrícola mundial vai para o gado.
- Ocupa 75% das terras produtivas brasileiras (não adianta confinar o gado, pois o mesmo pode comer 7kg ração para produzir 1kg de carne).

Devastação da Amazônia
- Pecuária: principal causa de desmatamento
(2º é a soja – veja mais em: http://www.reporterbrasil.org.br/clipping.php?id=50 )
- Ocupa um área igual a região sul do Brasil em gado na Amazônia + uma região igual a área do Paraná em pasto abandonado)
- Pecuária contribuiu com 80% do total do trabalho escravo na região em 2004 e 62% em 2007.

Devastação do Pantanal
- Introdução de capim que tem devastado a vegetação local
- Fazendeiros e carvoarias: parcerias
- Provoca assoreamento dos rios da região
Savanas – pode-se dizer que a savana é uma formação vegetal herbácea (ervas) alta, atingindo nalgumas regiões os 2 metros de altura, e “salpicada” de algumas árvores e arbustos.
Assoreamento – são os processos erosivos, causado pelas águas, ventos e processos químicos, antrópicos e físicos que desagregam os solos e rochas formando sedimentos que serão transportados. O depósito destes sedimentos constitui o fenômeno do assoreamento.

Aquecimento Global (aumento do efeito estufa)
- Pecuária foi declarada pior que os automóveis.
- Vegetarianos geram menos 1.485 kg/CO2/ ano.
- No Brasil: maior emissão de CO2 pelas queimadas da Amazônia, de metano (arroto de mais de 200 milhões de bovinos) e óxido nitroso (esterco).
- No mundo: maior emissão de metano e óxido nitroso também
- Rendimento de terras – veja texto abaixo
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR770746010,00.html
“O raciocínio é matemático”, diz Greif. Para ele, alimentar os bois com pasto ou grãos é o meio menos eficiente de gerar calorias. A produção de grãos de uma fazenda com 100 hectares pode alimentar 1.100 pessoas comendo soja, ou 2.500 com milho. Se a produção dessa área for usada para ração bovina ou pasto, a carne produzida alimentaria o equivalente a oito pessoas. A criação de frangos e porcos também afeta as florestas. Par a alimentar esses animais, é necessário derrubar árvores para plantar soja e produzir ração. Mas, na relação custo-benefício entre espaço, recursos naturais e ganho calórico, o boi é o pior. ”
Vantagens na saúde
- Diabetes: risco 80% menor em contrair doença
- Pressão arterial mais baixa.
- Redução doença cardíaca.
- Doenças renais menos incidentes.
- Veganos: mais saudáveis

Doenças ligadas ao consumo de carne
- Cardíacas
- Parkinson: UNIFESP – pacientes melhoraram 70% sem carne
- Artrite e infecções: molécula estranha da carne provoca estas infecções
- Câncer e danos ao DNA – pesquisa britânica
- Câncer de próstata: INCA e pesquisa na Califórnia
- Câncer de intestino: várias pesquisas e uma que foi uma das maiores da Europa com 500 mil pessoas em 10 anos
- Câncer de mama – Harvard – dobro do risco
Referências e recomendações de sites e livros:
FAO
PNUMA
EMBRAPA
CETESB
http://www.svb.org.br/
http://www.guiavegano.com/

Além da pecuária ser campeã em trabalho escravo, está acabando com a água potável do planeta. Segundo a FAO (ONU) é uma das grandes responsáveis pelo efeito estufa, e ainda é campeã absoluta em desperdício, pois compromete o solo, gasta uma quantidade exorbitante de água e energia, e gera bilhões de toneladas e poluentes.
“Aqueça seu coração, não o planeta. Seja vegetariano!’

Alê – Unidade Alphaville / SP

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