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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 | Autor:

Email do JB:

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 | Autor:

Oi Mestre!

Que feliz que você vem ministrar cursos no Rio de Janeiro nos dias 17 e 18 de setembro! Já estamos contando os dias…

Aproveito para deixar as imagens de uma ação efetiva dos instrutores da nossa cidade. Colaboramos com dois textos seus na revista Pilotis da PUC-Rio.

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Reply ]

Muito bom, Rafinha! Se todos replicassem nossos textos nas revistas e jornais de bairro, da faculdade, da empresa, as pessoas nos conheceriam muito melhor e gostariam mais de nós.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 | Autor:

Falar ou escrever com erros é uma das maiores demonstrações de que o indivíduo em questão não recebeu uma boa educação.

Tenho acompanhado o fenômeno da evolução da nossa língua durante estas últimas décadas com perplexidade e apreensão. Muito em breve não estaremos mais falando português e sim algum dialeto esdrúxulo. Até quando poderemos declarar, com orgulho, que falamos uma língua vagamente aparentada com a de Camões, a melhor língua literária do mundo?

Para quem fala bem o português, uma palavra errada, uma dicção viciosa, uma concordância mal feita por parte do interlocutor são coisas que causam má impressão. Se quem fala é um instrutor, mais grave ainda, pois precisa expressar-se de forma compreensível por tratar-se de pessoa que vai à frente do público para instruí-lo!

Ademais, somos especializados em público de nível superior. Já imaginou o desconforto que causaria a um cliente culto ter que aprender algo de um profissional que não sabe nem falar corretamente a própria língua?

Eu mesmo já abandonei cursos de informática, de anatomia e de outras disciplinas porque era insuportável receber em minha mente os sucessivos insultos à cultura perpetrados pelos semi-analfabetos que pretendiam receber o meu dinheiro para ensinar-me alguma daquelas matérias.

Os erros que se seguem denotam origens humildes e são sinalizadores de pouca cultura, mesmo se quem os aplicar for portador de diploma universitário, como vem ocorrendo cada vez com maior frequência.

Não diga:

Diga:

Um desse, um daquele.

Um desses, um daqueles.

Um óculos, meu óculos.

Uns óculos, meus óculos.

Quer que eu faço?

Quer que eu faça?

Quer que eu vou?

Quer que eu ?

Como é que você chama?

Como é que você se chama?

Que nem.

Como.

Eu vou vim.

Eu virei, eu venho.

Se você ver.

Se você vir.

Se você manter.

Se você mantiver.

Se você compor.

Se você compuser.

Antes de ontem.

Anteontem.

Duzentas gramas.

Duzentos gramas.

Dou aula de terças e quintas.

Dou aulas às terças e quintas.

Ele falou assim que não vai poder.

Ele falou que não vai poder.

Ele falou assim: “não vou poder”.

Se caso ele não puder.

Se ele não puder.

Caso ele não possa.

Provavelmente ele não possa.

Provavelmente ele não vai poder.

É provável que ele não possa.

Por causa que…

Porque

Estou meia cansada.

Estou meio cansada.

são uma hora.

é uma hora.

é meio dia e meio.

é meio dia e meia.

Faço assim, igual: quando sair eu aviso.

Faço assim: quando sair eu aviso.

Igual: sábado eu falei corretamente.

Por exemplo: sábado eu falei…

Igual ontem, igual eu.

Como ontem, como eu.

Subzídio. (Com som de z.)

Subsídio. (Com som de s.)

Môlho de chaves.

(Só se puser as chaves de molho).

Mólho de chaves (sem acento).

Deitar de costa.

Deitar de costas.

Eu truce.

Eu trouxe.

Entre 4 a 6 dias.

Entre 4 e 6 dias.

Trabalho tanto como ele.

Trabalho tanto quanto ele.

Muitas das vezes.

Muitas vezes.

Oras bolas.

Ora bolas.

Fulano é píssico.

(Alucinação idiomática).

Os guarani.

Os guaranis.

O filme ganhou oito oscar.

O filme ganhou oito oscars.

Comprei uma Mercedes.

(Só se você comprou uma mulher)

Comprei um Mercedes.

Metereológico.

Meteorológico.

Com nós.

Conosco.

Própio.

Próprio.

Poblema, pobrema.

Problema.

Adevogado.

Advogado.

Largatixa, largato, iorgute.

Lagartixa, lagarto, iogurte.

Foi uma situação onde

Foi uma situação na qual

(onde, só lugar físico.)

Você acha que só quem fala assim não foi alfabetizado? Então, preste atenção quando seus amigos falarem. Vai identificar muitas destas gralhas no falar da maior parte deles. A partir daí, por autocrítica, considere a possibilidade de você, que é amigo daquelas pessoas, estar cometendo escorregadelas similares. E passe a prestar atenção à sua locução.

________________

P.S. – Aos colegas de Portugal, peço que corrijam os seus monitorados e equipes quanto aos erros mais comuns em suas cidades. O mesmo com relação aos demais países.


Veja os comentários

segunda-feira, 28 de novembro de 2011 | Autor:

Que coisa boa ter acompanhado a construção deste post :D . Dei umas boas risadas lendo-o agora ahahahahah.

Aproveito para convidar todos os colegas do mundo a visitar Paris em 2012, em sua companhia, olha que máximo :) .
Te envio o link do vídeo do evento deste ano. Os que vieram se maravilharam com a cidade, o evento e sua presença!
Um abraço e obrigada por tudo
Soninha

quarta-feira, 9 de novembro de 2011 | Autor:
É mega importante que você participe do DeRose Festival Paris 2011. Todos os colegas da Europa devem demonstrar apoio entre si. Além do mais, Paris é uma cidade charmosa, um museu a céu aberto, cujo glamour marca-nos indelevelmente. Ir a Paris é um prazer. E é cultura. Eu atravessei o oceano para prestigiar a colega Sónia Saraiva. Vários companheiros vieram lá do Brasil e já estão em Paris. É preciso que todos os alunos e instrutores de Portugal, Espanha, Itália, Inglaterra, Escócia, Luxemburgo, Suíça se agilizem e tomem logo a decisão de inscrever-se. E os da França? Bem, se moram em Paris, não podem deixar de participar do evento em sua própria cidade. Este é um evento para reunir mais de 500 participantes em função do apelo da cidade sede e pelo fato de que os demais países estão tão próximos entre si. Dá para ir até de automóvel! Sai baratíssimo de avião, de trem, de ônibus. O que precisamos é de mais agilidade neste Velho Mundo para que não se converta em um mundo velho.
LEVANTA-TE, EUROPA!
sábado, 29 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por André Bouchardet:

 

Veja este texto que recebi por e-mail. Achei-o bem divertido.

Redação feita por uma aluna do curso de Letras da UFMG que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática portuguesa:

 

“Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo. Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-à-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.”

Forte abraço.

André Bouchardet

Graduado
Unidade Asa Norte

quinta-feira, 27 de outubro de 2011 | Autor:

Assista ao discurso do Steve Jobs:

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Continuação do dircurso: rel=”nofollow”>

Este vídeo é sobre educação, escola e diploma. Papai deveria assisti-lo, depois do discurso do Steve Jobs:

 Parte 1:

Sobre produção, indústrias, emprego, consumo, poluição, reciclagem, contaminação do solo, do ar e da água:

 
Brasil inventa o papel sintético, com plástico reciclado:

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL985618-10406,00-CIENTISTAS+BRASILEIROS+CRIAM+O+PAPEL+DE+PLASTICO.html

 

 

 

Rafaella

Obrigada pelas lindas palavras, Mestre!
Olha este vídeo que os alunos do Leblon fizeram em sua homenagem com um dos áudios do seu lindo CD Mensagens.
Beijos

Gustavo Cardoso

Querido Mestre,
Esta e a primeira vez que deixo um comentario no teu blog, que por sinal esta fantastico.
Queria compartilhar contigo e com todos os outros leitores este video, sao apenas alguns minutos do nosso tempo mas que pode fazer uma grande diferenca.
Todos a quem eu mostro este video se dizem emocionados quando terminam de ver, acho que esta na mao de todos nos espalharmos Informacao relevante, que nao manipule e que ajude a mudar a vida das pessoas para podermos construir um mundo melhor.
Um grande abraco
http://video.google.com/videoplay?docid=5473738085353371179&ei=HWqFSdnDB42siALT5fj8Cg&q=vegan
Peco perdao pela falta dos acentos, mas o teclado nao os tem. [Gustavo é instrutor do Método DeRose em Londres.]

Diego Borba

Muito bons os vídeos Mestre.

recomendo esse também para quem ainda não viu…

http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024&ei=JzOLSeabFpKwqwLO8bzHCw&q=zeitgeist+portugues

Abraço.

Lerivan Ribeiro

Existe um documentário muito bom sobre os testes feitos em animais: “Não matarás”, do Instituto Nina Rosa.
Para quem ainda não viu confira no you tube, são 7 partes.
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Fiquei muito indignado quando assisti a este documentário.

 

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Lucas De Nardi

Olá Mestre!
Primeiramente, parabéns pelo sádhana de hoje. O aniversariante da semana é você, mas quem ganhou um presentão fomos nós. Muito obrigado.
Bom, conforme conversamos na festa aí vai o link do vídeo. Espero que você também goste. É uma das coisas mais espetaculares que já assisti.

Beijos e bom descanso

 

terça-feira, 25 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por Thaís Lopes:

 

Por Abraham Shapiro

Há poucos dias, a mídia mundial noticiou a lamentável morte de Steve Jobs. Em um de seus discursos, Jobs disse: “Se eu nunca tivesse frequentado o curso de caligrafia, o Mac não teria múltiplos tipos de letras e espaços proporcionais”.

Num mundo onde as pessoas segmentam profissionais pela grife das escolas em que se formaram, o pensamento de Jobs é uma dissonância. Se eu tivesse dito isto, soaria como tolice. Mas foi Jobs quem falou. E o que se infere das palavras de suas palavras é que chegou a hora de aprendermos a avaliar pessoas por sua capacidade de realização, e não pelos cursos e diplomas que conseguiram colecionar.

Conheço imbecis diplomados nas melhores universidades do mundo. Gastaram fortunas movidos pela crença retrógrada de que a escola faz o aluno. Estão por aí, vendo a vida passar sem fazerem nada de efetivo por si ou pelo mundo. Eles se distinguem pelo quão excelente foi a formação que receberam.

Isto me lembra a biblioteca de livros fantásticos que um amigo rico tem em sua casa. Ele jamais leu nenhum. Mas herdou dinheiro de seu pai, e compra livros. Para quê servem? Penso que talvez sirvam como objetos de defesa contra assaltos, já que alguns são grandes e pesados.
A pergunta que não cala é: “Tudo bem. Já sei de seu diploma. Mas o que você fez com a grande educação que recebeu?”

Por outro lado, conheço profissionais que conseguiram um diploma de curso à distância, e hoje dominam perfeitamente o que estudaram, fazendo coisas importantes para si e para as organizações onde trabalham.

As escolas devem nos ajudar a criar conexões a fim de solucionar problemas. Mas depende de nós.

Jobs nunca recebeu diploma de faculdade alguma. Ele atribuiu os créditos do desenvolvimento do Macintosh a um cursinho de caligrafia. Lembra-me o axioma: “Chocolate não engorda. Quem engorda é você”.

Faculdade não é algo bom nem ruim. A questão é “o que fazer com o que se aprende lá?”