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sábado, 1 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por Debora Azevedo:

“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. “Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

Albert Einstein

sábado, 8 de maio de 2010 | Autor:

Que crise qual nada! Há algum tempo atrás, na maior crise que o nosso país irmão já havia passado, viajei a Buenos Aires para inaugurar mais uma escola, a Unidade Barrio Norte. A economia em frangalhos, inúmeras empresas falindo… e a nossa crescendo e abrindo novas unidades.

Durante a crise global de 2009 que partiu dos Estados Unidos e arrasou com a economia de nações em todo o mundo, nós, ao contrário, abrimos mais umas dezenas de unidades em vários países.

Agora, em 2010, novamente, o mundo declara estar em crise econômica. As Bolsas de Valores despencam. Outra vez, viajo a Buenos Aires para conhecer a nova Unidade Núñez que acaba de ser inaugurada e comemora ter em suas salas de aula o mesmo número de alunos que possuem outras unidades com anos de existência! Isto é uma vitória do colega Diretor Daniel Fersztand; uma vitória para a sua Federação, liderada pelo Maestro Caramella; e uma vitória para todos nós que trabalhamos com o Método DeRose.

Esse fato nos demonstra que a mudança de paradigma está funcionando muito melhor do que imaginávamos.

Com isso, nos últimos meses celebramos a inauguração de novas escolas em Londres, Roma, São Paulo, Barcelona e Buenos Aires. E ainda estamos com os projetos em andamento para mais algumas inaugurações nos próximos meses.

PS – Lembre sempre seus alunos e seus colegas de turma que os inscritos em qualquer das nossas unidades credenciadas tem o direito de frequentar gratuitamente, quando em viagem, qualquer outra escola pelo Brasil todo e pelo mundo afora. Só não pode frequentar outra unidade na sua própria cidade. Com isso, além de não precisar interromper seu programa de práticas durante as suas viagens, o aluno ainda pode frequentar diversas outras escolas em muitos países, tendo desde já uma famiglia de braços abertos em todo o planeta e que o receberão falando português! Esse é um relevante diferencial da nossa egrégora e que nenhuma outra escola, curso, academia, ginásio ou empresa do ramo que for, NENHUMA consegue oferecer.


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segunda-feira, 20 de abril de 2009 | Autor:

Link:

http://aeiou.expresso.pt/video-trabalhar-o-corpo-para-combater-a-crise-=f509650#commentbox

domingo, 12 de abril de 2009 | Autor:

Em continuação aos posts Senso de urgência e Ativos e passivos, acrescentemos agora algumas sugestões. A crise que está desesperando o mundo lá fora quase não atingiu o Brasil. Sorte nossa e parabéns aos nossos economistas. Agora, a notícia de que o Brasil ofereceu 4,5 bilhões de dólares ao FMI para ajudar os países ricos a sair da crise!

Na nossa profissão (ou pelo menos, na nossa rede) não sentimos nenhuma consequência. Ao contrário. Temos observado crescimento do número de alunos na maioria das unidades credenciadas do Sudeste e em um bom número das do Sul. Também já credenciamos quatro novas escolas e iremos credenciar mais três nos próximos meses, o que mostra que não é apenas um crescimento interno de cada escola, mas também um crescimento da própria rede. No entanto, manda o bom-senso que todos sejamos prudentes e previdentes.

Conheço alguns colegas que ganham muito bem, mas o dinheiro se esvai por entre seus dedos. Nem eles mesmos sabem em que estão gastando, mas o rico dinheirinho some. Não adianta ganhar bem se você não sabe administrar. Nosso sútra sobre esse tema, alerta: “O que define a riqueza não é o quanto se ganha e sim o como se gasta.”

Em tempo de crise, quem tem dinheiro faz ótimos negócios e sua prosperidade se consolida. Se, eventualmente, a crise reverberar por estas bandas, você poderá – por exemplo - negociar a compra da sua sede própria e reduzir as preocupações futuras.

Atente para estes dois cuidados:

1) não pode assumir novas dívidas, não pode pedir dinheiro emprestado a banco, usar cartão de crédito ou cheque especial, nem comprar a crédito;

2) não pode parar de investir no seu crescimento, não pode parar de fazer divulgação, não pode deixar de investir em produtos (criando produtos seus para fornecer aos colegas e adquirindo produtos da Uni-Yôga para dobrar o seu capital).

Este não é o momento de fazer grandes reformas, ou reformas para as quais você precise assumir dívidas. Por outro lado, pequenas reformas, ou mesmo maiores desde que você tenha o capital para quitá-la sem que isso lhe pese no bolso, essas podem ser encaradas.

Para concluir, além dos dois posts citados lá no início, leia o post: Crise = risco + oportunidade.


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quinta-feira, 5 de março de 2009 | Autor:

Em dezembro de 2007 eu enviei esta circular que abalou muita gente. Mas poucos se agilizaram para cumprir as recomendações nela constantes. Cerca de um ano depois, a Bolsa de New York entrou em crise, seguida das de todo o mundo inclusive as dos nossos países. Aprende a confiar no meu siddhi de estar sempre à frente e só terás a ganhar. Um dia eu avisei aos nossos Diretores para retirar todo o dinheiro do banco. Ninguém o fez. Alguns perguntaram: “Mas Mestre, qual é a sua fonte? Foi algum contato seu de Brasília?” Esqueceram-se de que nós somos a fonte. Acabou que só eu retirei as economias do banco. No dia seguinte, o Presidente Collor sequestrou o dinheiro que todos os brasileiros tinham nos bancos (inclusive o dinheiro dos diretores incrédulos)! Desta vez, foi a crise na Bolsa de New York. Vê se aprende a reagir rápido quando eu falar.

Senso de emergência!

Não espere mais: você tem que vencer na vida agora!

Qualquer que seja a sua profissão, imagine se acontecesse uma tragédia que desestruturasse da noite para o dia a economia nacional ou internacional, de que você viveria? O que comeria amanhã?

Admita que a estabilidade do mundo é extremamente volátil. Não será de se estranhar se ela for bruscamente quebrada. De se estranhar é que ainda não tenha ocorrido.

Considere honestamente que é muito provável um dos seguintes eventos ocorrer a qualquer momento. O que você fará da sua vida:

·          Se a Bolsa de New York quebrar de novo?

·          Se novo caos na economia nacional acontecer outra vez, com seqüestro (outra vez!) do seu dinheiro que estiver no banco, ou coisa pior?

·          Se outro golpe de estado se deflagrar no Brasil, uma vez que ocorreram vários no nosso país na história recente?

·          Se você sofrer um grave acidente de automóvel?

·          Se você ficar muito doente?

·          Se o conflito no Oriente Médio ou o do Golfo Pérsico se alastrar pelas demais nações, iniciando uma nova guerra mundial, com desabastecimento generalizado?

·          Se ocorrer uma doença como a peste negra, a gripe espanhola, ebola, vaca-louca, aids etc., que se torne pandêmica e incontrolável?

·          Se o aquecimento global gerar catástrofes naturais?

·          Se o presidente Hugo Chavez ou o presidente Evo Morales cometer algum erro de cálculo em suas estratégias governamentais?

·          Se os presidentes do Brasil e da Argentina se desentenderem e armarem conflito entre nós?

·          Se acontecer um acidente nuclear?

·          Se um cometa se chocar com a Terra?

·          Se existir vida alienígena e a Terra for invadida?

Se qualquer um, apenas um desses eventos ocorrer antes que você tenha se equilibrado, consolidado mesmo, economicamente, você vai passar muita necessidade, seja qual for a sua profissão.

Quem for empregado vai ser demitido, como aconteceu por ocasião do crash da Bolsa de New York. Se for empresário vai quebrar. Se for profissional liberal ficará sem trabalho ou terá que trabalhar de graça, como será o caso de serviços essenciais (médicos, enfermeiros e outros).

Mas se você, pelo menos, já tiver comprado a sua casa, tiver uma reserva econômica, capacidade de previsão e souber agir rápido, é possível que consiga passar pela crise com menos sofrimento.

Há relativamente pouco tempo, sem que acontecesse nada do que foi descrito acima, apenas por um golpe de caneta equivocado do governo brasileiro, desencadeou-se o desabastecimento nas lojas. Não havia mercadorias. Quem as tinha só vendia mediante pagamento de ágio (sobrepreço). Com a devida agilidade, passei pelo supermercado e comprei tudo o de que poderia precisar e pensei também nos amigos. Imaginei, por exemplo, minha filha (que era pequena) desejar e não poder comer um chocolatinho e a minha amiga Eliane Lobato, mãe da Parvati e da Lakshmi, com filhas pequenas sem ter sal para cozinhar. Então, comprei tudo e mais sal. Alexandra, argumentou: “Imagina se a Eliane não comprou o sal”. Mas levei-o assim mesmo. Justo naquela noite, Eliane me telefonou: “DeRose, será que você tem um pouco de sal para me emprestar? Quando fui comprar não havia mais nada. Não tenho como fazer comida para minhas filhas”! Quem não viveu uma situação dessas, acha que nunca vai acontecer. Mas escreva o que eu digo: mais cedo ou mais tarde vai ocorrer de novo.

Portanto, corra para vencer na vida agora. Não faça como a fábula d’A Cigarra e a Formiga. Você não tem tempo. A tragédia pode acontecer na semana que vem.


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quarta-feira, 4 de março de 2009 | Autor:

Por um lado

Já não leio jornais nem assisto telejornais para não me deixar contaminar com essa suposta crise que está sugestionando tanta gente, prejudicando empresas e empregados. Todos os dias, notícias estarrecedoras das bolsas de valores dos países considerados mais sólidos, desempregos em massa dos empregos mais garantidos… e nós, crescendo! Não apenas estamos abrindo novas sedes, como as escolas estão batendo suas metas e aumentando o número de alunos.  Cidade de praia é mais difícil para o nosso ramo. No entanto, mesmo as escolas do Rio de Janeiro nunca tiveram tantos alunos.

Quando ocorreu a crise de 2002 da Argentina (aquela sim, foi uma crise de verdade), a maior parte das empresas estava fechando ou falindo. No ápice da crise, viajei a Buenos Aires para inaugurar mais uma escola, a maior de todas na época, do Fernando Prado.

O que significa tudo isso? Significa que a nossa profissão é muito boa. Nossa empresa de cultura sobreviveu à ditadura, ao plano cruzado, plano Bresser, plano verão, sequestro do dinheiro das pessoas físicas e jurídicas que estava nos bancos, e nossa curva de crescimento foi sempre para cima nos últimos 49 anos! Isso se chama solidez. Isso é uma profissão que não depende da bolsa de valores, nem dos bancos, nem da taxa de juros. Sabendo trabalhar, há segurança e progresso.

E não sabendo trabalhar? Bem, aí há uma estrutura de aconselhamento, treinamento, consultoria etc. que está à disposição dos instrutores, desde os mais novos e inexperientes, quanto aos mais antigos. para proporcionar os meios para incrementar o sucesso.

Por outro lado

Por outro lado, não podemos deixar de tomar todas as precauções para evitar que sejamos arrastados pela onda de pessimismo que está vitimando tanta gente. Se estamos reagindo bem a esse panorama, que bom! Mas é preciso capitalizar-nos e tomar todas as providências para que, caso o bicho nos alcance, não nos pegue desprevenidos. Para tanto, invista em ativos e evite os passivos.

Passivo: Chamam-se passivos as aplicações que não produzam renda e, na maior parte das vezes, desvalorizem-se ou exijam um gasto para a sua manutenção. O dinheiro vai, mas não volta; e, frequentemente, continua saindo, saindo…

Ativo: Chamam-se ativos os investimentos em coisas que se valorizem e/ou produzam renda. O dinheiro vai, mas volta; e continua voltando por muito tempo.

Exemplos de passivos que as pessoas costumam assumir:

Automóvel, que se desvaloriza bastante a cada ano e ainda exige altos gastos de manutenção. É o pior dos investimentos.

Câmera fotográfica, de vídeo e outras bugigangas eletrônicas que não sejam utilizadas para produzir dinheiro, mas só usadas por prazer.

Roupa, quando comprada com muita frequência, para seguir a moda ou por compulsão, assim como adereços caros, sem necessidade.

Joias, que jamais alcançariam o mesmo valor de compra ao ser revendidas e ainda podem ser roubadas.

Cabeleireiro, quando se gastam fortunas com tinturas, cortes, penteados, apliques, tratamentos, cremes, massagem, manicure – sem computar aí o desperdício de um tempo precioso em que a pessoa poderia estar trabalhando.

Viagens de passeio.

Divertimento em geral (dizem que o carioca se diverte gastando dinheiro e o paulista se diverte ganhando!).

Pagamento de aluguel, que sangra o bolso todos os meses e não está adquirindo coisa alguma.

Investimento em ações ou outras aplicações financeiras. Elas constituem um pôquer e não oferecem segurança alguma. Uma das empresas mais seguras do mundo a AIG (American International Group) viu suas ações baixarem bruscamente de 46 dólares para 42 centavos! Quem havia aplicado em ações se deu muito mal.

Exemplos de ativos que as pessoas deveriam assumir:

Automóvel, um bom automóvel, se você for Diretor de Escola, deixa de ser um passivo e passa a ser considerado um ativo, pois trabalhará a favor de uma boa imagem de sucesso para a nossa profissão, conferindo-lhe a reputação de profissão viável. Os alunos vão querer segui-la. Os pais dos alunos serão mais simpáticos ao prever um bom futuro para os filhos.

Câmera de foto e de vídeo, que é necessária para treinar suas coreografias, mostrar aos alunos como eles podem se aprimorar e também para registrar cursos, festas e reuniões.

Cabeleireiro, que torna-se ativo a partir do momento em que proporciona uma boa aparência ao instrutor. Há instrutoras que deveriam ir uma vez por semana ao cabeleireiro.

Viagens de estudo, que aprimoram o profissional e se traduzem em resultados concretos em termos de retorno financeiro.

Como você viu, as mesmas coisas podem tomar a forma de ativo ou de passivo, dependendo das circunstâncias. Há mais dicas, mas que só interessam aos instrutores.

Quanto a todos nós, sigamos as sugestões contidas na parábola do vendedor de cachorro quente e as do Sentido de urgência que eu enviei há mais de um ano a todas as escolas e que continha previsões “proféticas” :D sobre a crise que assola o mundo atualmente.  

Thiago Duarte
http://www.reconstruindosentidos.blogspot.com | thiagorudra@gmail.com | 189.110.208.150

E muitos alunos, independentemente de qualquer evento, estão aumentando o número de aulas e trazendo amigos para praticar. Porque sabem o quanto é importante investir no auto conhecimento, que produz qualidade de vida, bem estar, maior auto estima e maior produtividade no trabalho, o que gera mais segurança e mais chances de crescimento nos seus empregos. E muito mais em diversos aspectos da vida. Abraço para o Mestre.


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quarta-feira, 4 de março de 2009 | Autor:

(Em chinês,o conceito crise escreve-se com os ideogramas risco + oportunidade.) 

Uma vez, um senhor humilde tinha uma carrocinha de hot-dog. Com aquele modesto negócio havia mantido a família e educado o filho, que se formara num curso superior de Economia. Com a experiência que só os anos conferem, o senhor fez planos de expansão. Mandaria elaborar uma placa para aumentar a visibilidade da sua carrocinha de cachorro-quente e solicitaria faturar o pagamento do luminoso para dali a 30 dias. Nesse meio tempo, negociaria com os fornecedores a compra de uma quantidade bem maior de pão e de salsicha para obter melhores preços, pois a placa incrementaria a clientela e isso permitiria contratar maior fartura de pães e salsichas. Com a redução do custo e o aumento da procura, pagaria facilmente a placa. A partir do segundo mês, era só contabilizar os lucros.

Tudo se encaixava. O plano era bom, mas convinha consultar o filho, pois o senhor era uma pessoa simples e o garotão “havia cursado uma faculdade”.

Tomando conhecimento dos projetos do velho pai, o jovem criticou-o severamente: “Então, papai, você não percebe que o país está em crise? A economia está instável. Não é o momento para arriscar. Você está por fora. Será que não lê jornais? Eu, que entendo de Economia e Administração, desaconselho essa aventura.”

Então, o experiente senhor não mandou fazer a placa luminosa, não aumentou a procura, não conseguiu baixar os custos e, como o país estava em crise… faliu!

 

Nilzo Andrade Jr.

Mestrão!

A história do pipoqueiro Valdir, aqui de Curitiba, pode ser inspiradora: http://pt.globalvoicesonline.org/2009/04/11/brasil-dicas-do-pipoqueiro-valdir-para-enfrentar-a-crise/.
Só não gosto do palito de dentes, mas vou sugerir para ele um fio-dental.
Um grande abraço com muita admiração e cheio de agradecimento pelas conversas da semana passada!


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sábado, 10 de janeiro de 2009 | Autor:

Em dezembro de 2007 eu enviei esta circular que abalou muita gente. Mas poucos se agilizaram para cumprir as recomendações nela constantes. Cerca de um ano depois, a Bolsa de New York entrou em crise, seguida das de todo o mundo inclusive as dos nossos países. Aprende a confiar no meu siddhi de estar sempre à frente e só terás a ganhar. Um dia eu avisei aos nossos Diretores para retirar todo o dinheiro do banco. Ninguém o fez. Alguns perguntaram: “Mas Mestre, qual é a sua fonte? Foi algum contato seu de Brasília?” Esqueceram-se de que nós somos a fonte. Acabou que só eu retirei as economias do banco. No dia seguinte, o Presidente Collor sequestrou o dinheiro que todos os brasileiros tinham nos bancos (inclusive o dinheiro dos diretores incrédulos)! Desta vez, foi a crise na Bolsa de New York. Vê se aprende a reagir rápido quando eu falar.

Senso de emergência!

Não espere mais: você tem que vencer na vida agora!

Qualquer que seja a sua profissão, imagine se acontecesse uma tragédia que desestruturasse da noite para o dia a economia nacional ou internacional, de que você viveria? O que comeria amanhã?

Admita que a estabilidade do mundo é extremamente volátil. Não será de se estranhar se ela for bruscamente quebrada. De se estranhar é que ainda não tenha ocorrido.

Considere honestamente que é muito provável um dos seguintes eventos ocorrer a qualquer momento. O que você fará da sua vida:

· Se a Bolsa de New York quebrar de novo?

· Se novo caos na economia nacional acontecer outra vez, com seqüestro (novamente!) do seu dinheiro que estiver no banco, ou coisa pior?

· Se outro golpe de estado se deflagrar no Brasil, uma vez que ocorreram vários no nosso país na história recente?

· Se você sofrer um grave acidente de automóvel?

· Se você ficar muito doente?

· Se o conflito no Oriente Médio ou o do Golfo Pérsico se alastrar pelas demais nações, iniciando uma nova guerra mundial, com desabastecimento generalizado?

· Se ocorrer uma doença como a peste negra, a gripe espanhola, ebola, vaca-louca, aids etc. que se torne pandêmica e incontrolável?

· Se o aquecimento global gerar catástrofes naturais?

· Se o presidente Hugo Chavez ou o presidente Evo Morales cometer algum erro de cálculo em suas estratégias governamentais?

· Se os presidentes do Brasil e da Argentina se desentenderem e armarem um conflito entre nós?

· Se acontecer um acidente nuclear?

· Se um cometa se chocar com a Terra?

Se qualquer um, apenas um desses eventos ocorrer antes que você tenha se equilibrado, consolidado mesmo, economicamente, você vai passar muita necessidade, seja qual for a sua profissão.

Quem for empregado vai ser demitido, como aconteceu por ocasião do crash da Bolsa de New York. Se for empresário vai quebrar. Se for profissional liberal ficará sem trabalho ou terá que trabalhar de graça, como será o caso de serviços essenciais (médicos, enfermeiros e outros).

Mas se você, pelo menos, já tiver comprado a sua casa, tiver uma reserva econômica, capacidade de previsão e souber agir rápido, é possível que consiga passar pela crise com menos sofrimento.

Há relativamente pouco tempo, sem que acontecesse nada do que foi descrito acima, apenas por um golpe de caneta equivocado do governo brasileiro, desencadeou-se o desabastecimento nas lojas. Não havia mercadorias. Quem as tinha só vendia mediante pagamento de ágio (sobrepreço). Com a devida agilidade, passei pelo supermercado e comprei tudo o de que poderia precisar e pensei também nos amigos. Imaginei, por exemplo, minha filha Chandra (que era pequena) desejar e não poder comer um chocolatinho e a minha amiga Eliane Lobato, mãe da Parvati e da Lakshmi, com filhas pequenas, sem ter sal para cozinhar. Então, comprei tudo e mais sal. Minha mulher, na época, argumentou: “Imagina se a Eliane não comprou o sal”. Mas levei-o assim mesmo. Justo naquela noite, Eliane me telefonou: “DeRose, será que você tem um pouco de sal para me emprestar? Quando fui comprar não havia mais nada. Não tenho como fazer comida para minhas filhas”! Quem não viveu uma situação dessas, acha que nunca vai acontecer. Mas escreva o que eu digo: mais cedo ou mais tarde vai ocorrer de novo.

Portanto, corra para vencer na vida AGORA. Não faça como a fábula d’A Cigarra e a Formiga. Você não tem tempo. A tragédia pode acontecer na semana que vem.
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