sexta-feira, 5 de abril de 2013 | Autor:

Enviado por Lucía Lopez:

Hola DeRose! :)
Acá va un texto del libro que te mencioné el otro día, sobre el origen de algunas palabras.
Miles de besos!

El sueldo del soldado
Capítulo del libro “Historia de las palabras”, de Daniel Balmaceda.

Como siempre ocurre en nuestro extenso planeta, los vecinos se pelean (tomándose de los pelos o de otras mil maneras). Las fronteras siempre fueron puntos de conflicto. Ni qué decir si el límite natural es un río, ya que la disputa por ese bien preciado podía generar enfrentamientos. Rivus es el término latino que define río. Rivalis eran los ribereños. En nuestro tiempo, cuando se habla de rivales, no es necesario que haya un río en medio de los contendientes.
Se llamó soldado a aquel que recibía un sueldo por pelear. Esto significa que antes de que existieran los soldados ya había sueldos. La palabra proviene de solidus nummus (moneda sólida) con la que se pagaban los servicios. Por lo tanto, la moneda sólida dio lugar al sueldo y el sueldo a los soldados. Pero mucho antes de que la paga al guerrero se hiciera con monedas, se empleaban otros valores, como las especias y la sal, que originó el salario.
Teniente es la forma abreviada de lugarteniente, que provino de la unión de lugar más teniente, y significaba “el que tiene lugar”, en el sentido de poder y autoridad. Coronel se le decía al colonello. Esta palabra italiana designaba a quien comandaba una colonna o columna. Tanto cabo como capitán hacen referancia a caput, cabeza, por ser quienes se hallan a la cabeza de una formación. Decimos caput en latín, kopf en alemán y chef en francés, de donde deriva la palabra “jefe”. Ahora bien, el jefe general era el jefe común a todos, al cual denominamos “general” en forma simplificada. En cuanto al alférez, viene de al-faris, la voz árabe para señalar al caballero. Sobre el caballero debemos decir que era el hombre que tenía el privilegio de combatir montado a caballo.
El centinela (proveniente del italiano sentinella) se encargaba de sentire (oír). Mientras que, en Francia, al ayudante de campo se lo llamaba aide de camp. Quiere decir exactamente lo mismo y es la voz que originó la palabra edecán.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012 | Autor:

Conheço a PM de perto. Conheço os homens e mulheres que arriscam suas vidas todos os dias pela nossa segurança. São pessoas de boa índole e boa formação. São pessoas boas.

Se há alguém que poderia sentir ressentimentos pelos inconvenientes ocorridos na minha juventude, durante a ditadura, seria eu. No entanto, se algo de negativo ocorreu naquela época, aquilo acabou, passou. Os que estão aqui hoje estavam nascendo em 1964, 1970, 1980. Constituem uma nova geração, esforçada, honesta, que trabalha com boas intenções.

Quem está de fora, seja lá do que for, tende a julgar os outros depressa demais e a estereotipar. Creio que a população deveria conhecer melhor os seres humanos que fizeram opção pela carreira de policial militar, uma carreira de heróis, mal remunerada, com risco constante da própria vida. É impressionante a quantidade de ações que a PM promove em benefício da população, ações filantrópicas e de assistência social.

Lembremo-nos de que os Bombeiros de São Paulo, que nos salvam em acidentes e tragédias, são da Polícia Militar.

A PM Ambiental protege os animais silvestres e as nossas florestas. A Defesa Civil, que socorre a população em casos de inundações, desabamentos e outras calamidades, também é da PM.

Temos muito é que agradecer aos homens e mulheres que formam essa honrada corporação.

 

___________________

 

Olá Mestre, com relação a este tema, tenho um relato bem ilustrativo.

Em meados da década de oitenta, em uma das muitas vezes em que junto com minha família de sangue, cumpríamos o trajeto quinzenal de 500 km entre Campina da Lagoa e Curitiba. Como já era previsto, devido ao péssimo estado das rodovias, ficamos na estrada devido a um segundo pneu furado.

Com a Belina sempre cheia quase tocando no chão, devido a família enorme, estávamos sempre alertas para o evento fatídico, mas desta vez foi um pouco diferente, ao invés de um, foram dois pneus que se romperam.

Neste segundo, estávamos a pouco mais de 100 Km de Curitiba, mas mesmo assim, em lugar ermo, sem borracharia, nem rica alma para nos ajudar. Madrugada adentro, o mato e as estrelas como companhia, logo nos sentimos em posição bastante vulnerável ( irmãos menores, mãe cansada, carro, bagagens, lugar desconhecido ). O jeito era esperar alguém parar, mas nada acontecia e aquele momento em que o desespero começava a tomar conta.

Após alguns minutos eternos, finalmente parou um veículo, um opala antigo com 2 policiais militares. Ao invés de aplicar-nos alguma multa ou darem alguma informação ou apoio moral, compreenderam a problemática e tomaram a iniciativa de levar eu e meu pai até alguma borracharia aberta.

O carro de polícia andava a 160 Km por hora, e oque no início pra mim era apenas uma grande aventura, logo adquiria um status de heroísmo pois não imaginávamos que não havia posto nem borracharia por muitos quilômetros de distância.

O rádio do comando chamava sem parar, diversos casos para eles resolverem, uma tensão impressionante, mas de alguma forma nos sentíamos seguros e cada vez mais gratos.

Só encontramos uma borracharia aberta quase na região metropolitana de Curitiba, eles fizeram questão de permanecerem conosco durante o serviço e acredito que sem sua presença o mesmo não seria tão eficiente e talvez minha mãe e os outros irmãos amanheceriam na estrada.

Mesmo após o conserto e a insistência de meu pai para que chamassem um táxi que já estava tudo ótimo, optaram por nos retornar pessoalmente até o veículo na estrada.

Após quase duas horas de dedicação exclusiva, não pediram nada. Não havia palavra para agradecermos. Meu pai fez questão de anotar os seus nomes. Posteriormente mandou presentes e fez um boa recomendação de seu trabalho ao batalhão.

Fiquei com a lembrança daqueles profissionais durante dias, queria ser policial durante o resto da minha infância e ainda hoje 25 anos depois, fico comovido ao lembrar.

É claro que existem problemas pontuais, mas por estas e outras que desde cedo tenho plena convicção de que é a bravura, heroísmo e disposição que levam muitos brasileiros a esta profissão.

Vale lembrar que é muito importante dirigir a palavra chamando-os de policiais e não “guardas”.

Grato pela oportunidade e grande abraço,

Rafael Schoenfelder
Curitiba Pr

domingo, 8 de abril de 2012 | Autor:
Tenho a satisfação de convidá-lo à solenidade de outorga na qual receberei o Grão-Colar da Ordem do Mérito Cruz do Anhembi, no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, no Viaduto Jacareí, 100 – 8o. andar, que terá lugar dia 10 de abril, terça-feira, a partir das 19 horas.
_
Traje para os homens: social (terno escuro com camisa branca e gravata).
Traje para as mulheres: vestido com sapato de salto alto (não calçar sandália de salto).

_

Esse tipo de solenidade costuma atrasar meia hora e, às vezes, uma hora. Portanto, se você não conseguir chegar na hora não tem problema. É importante que compareça.

Há um estacionamento em frente à entrada lateral, na Rua Santo Antônio, mas é possível que a Câmara franqueie a entrada ao seu próprio estacionamento nessa mesma rua para quem chegar cedo.

Se nunca assistiu a uma solenidade de outorga de honrarias, é imperativo que compareça para testemunhar o quanto o nosso trabalho é respeitado, o quanto somos conhecidos fora do nosso círculo e constatar a relevante credibilidade que tem o nosso nome entre as autoridades, magistrados, militares, Polícia Militar e Civil.

Receberão a mesma honraria as seguintes autoridades:

General-de-Exército Adhemar da Costa Machado Filho, Comandante Militar do Sudeste.

Vice-Almirante Luiz Guilherme Sá de Gusmão, Comandante do 8o. Distrito Naval.

Major-Brigadeiro-do-Ar José Geraldo Ferreira Malta, Comandante do IV Comando Aéreo Regional.

Coronel PM Admir Gervásio Moreira, Secretário-Chefe da Casa Militar do Governo e Coordenador da Defesa Civil.

Dr. Fábio de Salles Meirelles, Presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo.

Comendador DeRose, Conselheiro da Ordem dos Parlamentares do Brasil, Membro do CONSEG – Conselho de Segurança da Paulista e dos Jardins, Grão-Mestre da Ordem do Mérito das Índias Orientais.

Estarão presentes várias autoridades das Forças Armadas, Forças de Segurança, Polícia Militar, Polícia Civil, Vereadores, Deputados e outras autoridades.

Conto com a presença da nossa Tropa de Elite com seus alunos. Avise aos seus colegas que por desventura não tenham o bom hábito de visitar o nosso blog.

Instrutores e alunos, por favor, estendam este convite aos seus pais, familiares e amigos.

sábado, 16 de julho de 2011 | Autor:

Parabéns Mestre pelo recebimento da Medalha Heróis do Brasil, conferida na tarde de hoje, 14 de julho de 2011, em solenidade no Batalhão da ROTA.

Fiquei feliz por poder acompanhar mais um momento em que setores importantes da nossa sociedade conferem-lhe o merecido valor pela contribuição da sua obra.

Flávio Moreira.

Na foto, Comendador DeRose com o Coronel PM Telhada, Comandante da Rota.


————–

Assista também uma captação em vídeo da condecoração.

[FLOWPLAYER=http://www.metododerose.org/blogdoderose/wp-content/uploads/2011/07/DeRose_Medalha-Herois-do-Brasil.mp4]

Equipe de Desenvolvimento:

Daniel Cambría   |   Coordenação Geral https://www.facebook.com/danielcambria

Tiago Pimentel   |   Layout & Identidade Visual https://www.facebook.com/tiagopimentel https://www.flickr.com/designinabox

Alex William   |   Programação Visual (Front End) https://www.facebook.com/alex.brasileiro https://www.artinblog.com

Douglas Gonzalez   |   Programação Back End https://www.facebook.com/douglas.s.gonzalez

Visite o Office em facebook.com/officemetododerose