segunda-feira, 11 de julho de 2011 | Autor:

gustavo321
derosemethod.co.uk

Querido Mestre, A tua entrevista e excelente! E eh muito importante para nos sim!
Estamos trabalhando há semanas nela para colocar os subtítulos, só que e um trabalho titânico, para começar não tínhamos computadores que conseguissem suportar tamanho peso, tivemos que conseguir um só para tal feito.
Finalizamos a entrevista no Youtube agora mesmo, enquanto das a aula online, meu computador sofre para terminar a edição!
Mas ficou pronto, aqui est’a e as pessoas da língua inglesa já podem assisti-la.
Lamentavelmente eu tinha programado para que a entrevista fosse online no dia do teu aniversario, mas não deu pelo tamanho da obra.
No Youtube ja esta: http://www.youtube.com/user/derosemethod#p/u .
Agora estamos colocando online em todos os outros servidores possíveis.

httpv://www.youtube.com/watch?v=Z7rbzD7CJsA

PS: Prof. Luis Lopes, já temos todo o material e posso fornecer-te, dize-me apenas o formato em que queres.
Em relação a tradução do John, adaptamos para o inglês britânico e fizemos pequeníssimos ajustes de interpretação.

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Aqui esta Mestre,
Podemos publicar a entrevista!

Here it goes Master DeRose, we can spread the world for everyone now, full length of the video!

Gustavo
London

http://vimeo.com/12047173

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Ai esta Mestre, mais um servidor de vídeo com a nossa língua.
Quanto mais as pessoas partilharem no facebook e outros websites do mesmo estilo, mais vamos aparecer no google e melhor sera a divulgação.
Portanto fica aqui um convite a todos, vamos por a mão na massa e vamos encher a internet com o hyperlink desta entrevista.
http://origin.www.spike.com/video/derose-interview/3401490

Um abraco do teu,
Gustavo
London

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Mestre aqui esta a entrevista em outro servidor!
Espero que gostes, vamos tentar ainda colocar a entrevista noutro servidor esta tarde.
Abracos e saudades tuas
Gustavo
London

http://www.tivi.tv/t/8306/DEROSE-METHOD

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Querido Mestre,
Estamos em mais um servidor de vídeos, fiquei sabendo agora a pouco que os computadores da Apple tem dificuldades de abrir vídeos em formato de flash, portando vale a pena alertar o pessoal, também os vídeos foram testados no safari que não consegui abrir e no firefox que abriu com facilidade.
Fica aqui mais um link:
Gustavo
London
http://www.veoh.com/browse/videos/category/travel_and_culture/watch/v20124138dfgbRdhM

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Grande gustavo,
Me parece que nao é problema da Apple e sim de quem fez o site. O fez com restrições para que quem entre de determinados países nao tenha acesso, pelo menos é o que parece na mensagem do site “Veoh is no longer available in BRAZIL. If you are not in BRAZIL or think you have received this message in error, please go to veoh.com and report the issue.” CaiOM.

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O Flash é actualmente uma grande dor de cabeça para a Microsoft e Apple. As suas vulnerabilidades de segurança permitem ataques de hackers e actualmente a plataforma está a tornar-se obsoleta. Actualmente existe um estado de guerra entre a Apple e a Adobe. Penso que a Adobe tem medo da mudança. O futuro é o HTML5:
http://en.wikipedia.org/wiki/HTML5

Miguel Duarte.

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Assista no YouTube:

http://www.youtube.com/user/derosemethod#p/u .

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Peço ao Gustavo e aos demais colegas que façam uma revisão da tradução, pois eu encontrei alguns erros. Um deles foi traduzir “pergaminhos” por “pilgrims” que significa peregrinos. Pergaminho é parchment. DeRose.

terça-feira, 24 de maio de 2011 | Autor:

http://www.youtube.com/watch?v=LKw5UI1-qsA&feature=player_embedded

domingo, 15 de maio de 2011 | Autor:

No curso que dei no sábado, dia 14 de maio de 2011, contei com 181 inscritos em sala de aula. Foi tanta gente que os organizadores providenciaram telões para que os alunos pudessem enxergar bem o que eu fosse escrevendo no quadro-negro. Mérito de todos, mas organização da Gabi Santermer, autora do livro El éxito organizado – Como organizar eventos. Pelo visto, seu livro funciona e muito!

Os argentinos estão de parabéns, pois conseguiram inscrever em um curso meu o maior número de alunos deste ano. E nem são tantas escolas. Em todo o país temos 8 unidades. Portanto, se dividíssemos em números iguais, teríamos 22,6 inscritos enviados de cada unidade. Mas como os números não são iguais, algumas escolas enviaram mais de 30 alunos e instrutores.

VINTE OU TRINTA inscritos por escola! Imagine isso. Imagine esse engajamento, esse coeficiente de participação em São Paulo ou em Portugal! Em Portugal, daria mais de 200 inscritos; e em São Paulo, mais de 400!

Ainda bem que vivi para ver isto.

Há duas formas de demonstrar respeito e carinho pelo ministrante. Uma é a alta remuneração. A outra é o elevado número de participantes. Estou muito feliz, porque este ano testemunhei as duas opções.

Agora, não sei se me mudo para Londres ou Paris, ou se vou morar em Buenos Aires, a Paris das Américas!

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À noite, fomos assistir o Grupo de Coreografia apresentando-se no teatro. Eles se apresentam todas as semanas!!! Estão ensaiadíssimos, com ásanas espetaculares. Merecem todo o nosso apoio. Por que você não os convida para se apresentarem em um teatro da sua cidade? Seria um grande reconhecimento pelo esforço e dedicação deles.

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Maestro querido! Que orgullo de mi egrégora porteña!
Te dejo un link para que puedas ver las fotos del curso de ayer.

https://picasaweb.google.com/natalia.sanmartin/CursoMeditacionYAutoconocimiento#

Y mis besos más apretados y cariñosos!

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No curso de domingo, exclusivo para instrutores, incrivelmente, dos instrutores de todo o país, só dois deixaram de comparecer!  A Federação tem 63 instrutores e compareceram 61. A sala estava lotada, todos com olhinhos brilhantes, sorrisos amorosos e muito interesse no que eu tinha para ensinar. Depois do curso, que durou mais de cinco horas sem intervalo, ainda não queriam ir embora. Ficamos conversando na sala de aula, comendo uns sanduíches de “queso y tomate” como só os argentinos sabem fazer, contando coisas engraçadas e aplicando umas massagens miraculosas no ministrante (fisicamente cansado, mas interiormente feliz).

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Fizemos uma noite de autógrafos do meu livro Método de Boas Maneiras. Embora o livro esteja escrito em português, vendeu mais exemplares do que em muitas cidades do Brasil. Esse ímpeto de participação dos Argentinos me impressiona vivamente.

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Tivemos uma conversa com os alunos da Unidade do Daniel Fersztand: havia CINQUENTA alunos presentes. Não me lembro de nenhuma outra conversa com alunos em que os Diretor tivesse motivado tantos alunos a comparecer. Todos jovens, perfis, atentos, sorridentes, inteligentes e ninguém saiu até o final, duas horas depois. Alguns alunos vieram conversar e demonstraram interesse em formar-se instrutores do Método DeRose, o que me fez muito feliz. A equipe da escola me conduziu a uma sala reservada onde havia uma linda mesa de jantar posta para que comêssemos, eu a Fée, o Edgardo, a Yael e a equipe da unidade. Comida deliciosa, conversa descontraída, amigos de verdade.

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Mestre! Quería dejarte aquí el link a un video de Youtube, con un extracto de las fotos de este final de semana increíble, registrando el lanzamiento del libro <b><i>Método de Boas Maneiras</i></b>, tu maravilloso curso del sábado y la presentación del Grupo SwáSthya.

Te mando besos gigantes y abrazos apretados llenos de cariño!
Natalia – Buenos Aires

 

segunda-feira, 22 de novembro de 2010 | Autor:

Mestre,

Gostaríamos de partilhar aqui pelo blog, o programa da Gala DeRose 2010.

Temos em marcha uma série de iniciativas culturais a fim de saudar e comemorar um momento tão estimado para a Nossa Família, que este ano em particular, por ser o Golden Jubilee, será especialmente marcado pela homenagem dos 50 anos de magistério do Mestre.

Nesta homenagem estarão presentes figuras públicas de Portugal. Entre outras surpresas, o evento conta com espectáculos de coreografias, uma curta-metragem baseada na vida e obra de meio século do Mestre, da autoria do reputado cenógrafo e director artístico José Barbieri. Seguido de concerto com Orquestra Sinfónica e Grande coro, a 130 vozes, cuja direcção artística está sob a responsabilidade do Maestro Paulo Martins, que conta com um invejável palmarés como músico e maestro.

Confíamos que, para quem seja possível, participe da Gala DeRose 2010, tornando este evento num momento memorável.

Um até já, com votos de boa viagem!

Clique na imagem para ampliá-la.

quarta-feira, 30 de junho de 2010 | Autor:

Sexta-feira, dia 6 de agosto, às 20 horas, na Al. Jaú 2000, em São Paulo, terá lugar uma noite cultural que compreenderá coreografias do Método DeRose, rápida palestra e autógrafos do conto Eu me lembro… que hoje constitui a melhor fonte de ensinamentos sobre os conceitos do Método.

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Nilzo Andrade Jr.

Mestrão.

Primeiramente, queremos agradecer a sua presença no final de semana passado aqui em Curitiba. Toda a nossa egrégora ficou em êxtase com todo o conhecimento transmitido.
Depois, quero compartilhar esse destaque que você recebeu na principal coluna social, no jornal de maior circulação do estado.
Todos estamos muito orgulhosos com a sua projeção e com o reconhecimento que, sabemos, está só no início.
Um grande beijo de todos nós para você, para a Fée e para a Jaya,

Nilzo
Representando a egrégora do Paraná

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Primeiro capítulo do livro “Eu me lembro…”

As manhãs da minha infância

Lembro-me de uma linda manhã de sol, em que os campos floridos ondulavam com a brisa fresca. Eu devia ter uns quatro anos de idade e minha mãe me ensinava como caminhar na trilha de terra evitando pisar sobre as folhas secas para não ferir alguma serpente que estivesse dormindo e não percebesse nossa aproximação, dizia ela. Segundo minha mãe, a serpente não era má e não me morderia por mal e sim por medo de mim, que era um animal muito maior do que ela.

Mamãe me ensinava também a perceber o ruído particular que cada animal, ave ou inseto fazia ao se deslocar ou ao espreitar. De fato, depois que passei a prestar atenção, podia perfeitamente separar o ruído do vento na vegetação, do chamado de um inseto quase imperceptível, ou do leve bater de asas de uma ave de rapina planando baixo para caçar um roedor desavisado. Um dia ela me disse:

– Shhh! Ouça.

Mas não ouvi nada. Então, ela apontou com o dedo médio, como era costume entre nosso povo. Olhei e nada vi. Mas comecei a perceber um leve ruído como se fosse uma lixa passando de leve sobre o chão arenoso.

– Não se mova para não assustá-la!

Em poucos instantes, vimos uma majestosa naja amarronzada de uns dois metros de comprimento saindo de trás do capinzal. Por tudo o que minha mãe me ensinou, posso dizer que lhe devo a vida várias vezes.

Passávamos a manhã inteira brincando de furar o solo de terra fofa com o dedo polegar e jogando dentro do orifício umas sementinhas. Depois, ficávamos algumas semanas brincando de colocar água e esterco de vaca em torno de cada local plantado. Também devíamos conversar e rir bastante ali por perto. Mamãe dizia que se a sementinha ouvisse nossa conversa e nossos risos ela iria pôr a cabecinha de fora para ver o que se passava. Então, permanecíamos dias a fio conversando e contando casos engraçados, esperando ansiosamente que a semente pusesse a cabeça para fora da terra.

Minha mãe tinha razão. Dali a alguns dias, vi, com uma alegria impossível de descrever, o primeiro broto saindo para o sol. E depois outro e outro.

– Agora – disse-me ela – devemos mostrar às plantinhas que o mundo aqui fora vale a pena. Vamos ficar sempre felizes uns com os outros que é para as plantinhas não voltarem lá para dentro. Também devemos cuidar delas porque, coitadinhas, não podem se deslocar como nós para ir beber água quando tiverem sede, nem para fugir quando alguém for pisar nelas.

Colocamos proteções de bambu à sua volta e todas as manhãs lhes dávamos água, porque era verão e o calor estava muito forte. Havia uns dias em que precisávamos protegê-las do sol e cobríamos uma grande área com um tecido quase transparente e já meio velho, mas que era mantido imaculadamente limpo. Nunca perguntei por que esse tecido era lavado, se ia ficar exposto ao sol e ao vento que, às vezes, levantava nuvens de poeira avermelhada. Mas, incansavelmente, as mulheres da aldeia, lavavam os metros e metros de tecido, sempre cantando e dando risadas das coisas mais simples.

Certa vez foi por causa de uma rã que saltou para dentro da cesta de vime. Uma das mulheres comentou que a rã estava querendo acasalar e, por esse motivo absolutamente ingênuo, as mulheres deixaram-se rir até o entardecer.

domingo, 27 de junho de 2010 | Autor:

martinha

Mestrinho,

Como não consegui incorporar, pelo menos mando os links :)
Espero que goste. Um beijinhos de pipocas para si.

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Agora fui eu que não consegui copiar os vídeos. Então, fica a sugestão de que você os assista no comentário colocado pela Martinha. Vale a pena. Estão lindas!

Leia mais »

terça-feira, 22 de junho de 2010 | Autor:

Fernanda Redondo

Olá Mestre,

Tenho uma ótima notícia para dar a você e aos amigos internautas do Blog.
Organizaremos na Faculdade de Medicina da USP, simplesmente a Instituição de maior importância do nosso país, uma apresentação de coreografias do Método DeROSE.

Todos estão convidados, e já temos no site da USP as informações do nosso evento:

22/06/2010
[São Paulo]
MÉTODO DeROSE
Palestras
A Comissão de Cultura e Extensão Universitária da FMUSP promove apresentação de coreografia do Método DeRose.

Quando: 22/6 l ter., 12h às 14h
Onde: Teatro da Faculdade de Medicina da USP l Av. Dr. Arnaldo, 455 (metrô Clínicas)
Quanto: atividade gratuita

Informações: (11) 3061-7185 l
http://www.fm.usp.br
http://www.usp.br/prc/caminhos/agenda.php

Apareçam por lá!
Beijos a todos.

Fernanda Redondo

Parabéns, Fernanda Redondo. Como sempre, você está realizando grandes ações. Tenho muita admiração pela sua garra e disposição para sair a campo e gerar acontecimentos positivos em prol do Método e das pessoas. Um forte abraço para você. DeRose.

terça-feira, 15 de junho de 2010 | Autor:

Na verdade, não mudamos nada. A grande novidade é que não temos novidade nenhuma. Com o incremento do Método DeRose, apresentamos uma nova abordagem, mas o conteúdo é antigo e nada mudou. Trata-se de apenas uma visão mais expandida, uma outra percepção da mesma cultura, só que agora, sem estarmos espremidos e asfixiados pelos estereótipos da civilização ocidental que não nos permitiam ser compreendidos pelos nossos amigos e familiares, pela sociedade e pela Imprensa, que nos enxergavam sob a lente colorida e distorcida de um fundo de garrafa por causa do rótulo oriental carregado de pré-concepções.

Como algumas pessoas só leem os posts mas não se deteem nos comentários dos colegas, vou transcrever, abaixo, aos nossos leitores, algumas respostas dadas por eles. Acho que elas podem vir a ser úteis e esclarecedoras para muita gente.

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Fiquei bem feliz com o seu comentário, Emerson. É isso mesmo. Você compreendeu cem por cento. Eu só não diria que “hoje mudou”, porque na verdade não mudou nada. Apenas tomamos consciência de que nestes 50 anos de magistério o Método foi se formatando e se expandindo muito gradualmente, de forma natural, e num dado momento assumimos que fazemos outra coisa. Mas que essa coisa, o Método, continua contendo o Yôga em seu acervo, na parte das técnicas. Por isso, em sala de classe, continuamos pronunciando a palavra mágica. Por isso, continuamos escrevendo e publicando livros sobre esse assunto. Apenas precisamos compreender que o Método engloba essa filosofia hindu milenar, mas não se restringe às suas técnicas e abrange muito mais. O “muito mais” são os conceitos, proporcionando uma visão livre de estereótipos, sem sânscrito e que nos permitirá mudar o mundo. Os conceitos são propostas comportamentais que nos permitem reeducar todos quantos estiverem receptivos para melhorar e crescer, inclusive em civilidade, responsabilidade social e consciência ambiental. Os conceitos juntamente com as técnicas constituem uma cultura. Por isso é importante ter claro que não mudamos nada. Não há nenhuma novidade no conteúdo. É uma nova abordagem de um conteúdo antigo que preservamos com muita reverência. Um beijão para você e seja bem-vindo de volta à egrégora que lhe tem muito afeto.

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luis roldao
Unidade Marquês de Pombal – Lisboa – Portugal

Bom dia, Mestre!

Os jovens hoje estão a começar todas as experiências mais cedo, inclusive as mais destrutivas. Mas entre as aceites pela sociedade, estão sempre a inventar outras, como por exemplo misturar medicamentos.
Mas a ideia que me vem à cabeça é o título daquele post “Nós não temos ideia da nossa relevância”. Com toda a segurança é muito mais forte do que nós nos apercebemos, diariamente. Mesmo há pouco tempo, uma das novas alunas comentava isso comigo, a alegria de todos sem ser preciso beber álcool ou tomar drogas. É lindo!

Grande abraço
Luís Roldão – Unidade Marquês de Pombal/Lisboa

Sempre digo que se tudo o que propomos (respiratórios, técnicas orgânicas etc.) fosse uma inóqua ilusão, ainda assim nosso trabalho mereceria todo o apoio dos pais, da sociedade e da imprensa unicamente pelo fato de manter tantos jovens longe das drogas, do fumo e do álcool.
Um forte abraço, Luís.

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Sou praticante do Centro Cívico.
Vamos ver se eu entendi…
Afirmo, ao indagador, que pratico o Método DeRose no lugar de Swásthya Yôga. Que faço coreografia do Método DeRose e não coreografia de Swásthya Yôga. Não digo a palavra mágica (Yôga) quando mencionar o Método DeRose.
Estou com uma dúvida: No dia 18 de fevereiro que é o dia do Yôga, tenho que evitar associar o termo Yôga com o Método no dia ou vai ser mudado para dia do Método DeRose? Ou então o que digo, uma vez que eu sempre faço a prática no parque aqui em Curitiba neste dia e sempre tem a imprensa entrevistando os praticantes?
Abraço. Alceu

Muito boa questão, Alceu. Muita gente deve estar com a mesma dúvida. Lá vai o esclarecimento:
Quando se tratar de Yôga (por exemplo, quando se comemora o Dia do Yôga) não se menciona Método DeRose. Continuaremos publicando livros de Yôga. Neles, a palavra Yôga, obviamente, aparece. Nesse caso, evitamos usar Método DeRose no texto dos livros. Esse tropeço ainda acontece, mas vamos limpando aos pouquinhos. Numa aula de Yôga, de SwáSthya, dizemos essa palavra várias vezes porque aí estamos tratando da parte técnica do Método e o Yôga está embutido aí, na parte técnica. Assumimos com os nossos alunos que essa palavra pode ser usada sem restrições dentro das nossas escolas, pois quando um de nós verbaliza “Yôga” o outro entende e sabe a quê estamos nos referindo; mas da porta da escola para fora, não usaremos a palavra mágica com os nossos amigos, conhecidos, desconhecidos, colegas de trabalho ou familiares, porque eles entendem outra coisa completamente diferente por essa mesma palavra – e talvez seja isso que ainda está faltando: que os nossos instrutores dêem esta explicação, desta forma, aos seus alunos.
Obrigado por nos ajudar. Um forte abraço para você.

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Luisa Sargento

Mudando um paradigma

Dizem que o Homem é um animal de hábitos e, como tal, usamos isso como desculpa para sistematicamente não acompanharmos o ritmo DeRose, sem perceber o quanto isso prejudica o trabalho geral da egrégora e todo o esforço do mentor para nos levar na direcção certa.

Quem já utiliza o Método DeRose, quando se refere à Nossa Cultura, sabe o interesse que desperta no outro e como isso marca o diferencial, abrindo portas para actuarmos e mostrarmos quem somos e o que é a Nossa filosofia de vida.

Já todos comprovámos o que a palavra mágica induz no outro e como isso prejudica o nosso envolvimento na sociedade e fico muito admirada quando observo que, apesar disto, alguns de nós continuam a usar a dita palavra que se refere apenas à técnica e não engloba os conceitos comportamentais nem teóricos usados por nós.

Ora se nós estamos a caminhar para uma Nova Abordagem de três filosofias ancestrais, cujo nome erudito engloba a tal palavra mágica, mas não queremos que os estereótipos de abordagens diferentes nos acompanhem, temos de urgentemente mudar o paradigma e usar o nome real daquilo com que trabalhamos, sem confundir quem nos ouve.

Um exemplo:
eu chego a uma loja de cupcakes e pergunto à empregada se são queques e ela responde: são uma espécie de queques!
O que é q eu vou pensar: ah afinal são só queques!!!

A mesma situação com resposta diferente:
eu chego a uma loja de cupcakes e pergunto à empregada se são queques e ela responde: não, são bolos que levam estes ingredientes e são ornamentados desta forma, conferindo um aspecto fantástico e um sabor maravilhoso!
O que é que eu vou ficar a pensar: uau vou experimentar, até que os ingredientes são parecidos com os dos queques mas parece-me que são algo mais e não apenas um queque banal.

Assim, acho que temos todos seriamente que pensar no assunto e fazer tudo com a consciência que o Nosso Método nos induz, tendo em atenção os detalhes e actuando de forma profissional, atenta e responsável, pois se assim não for prejudicamos uma egrégora inteira.

beijinhos para todos

Luísa.

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Mario Vendas

Olá Mestre,

Como está? Espero que esteja tudo maravilhoso!

Aproveitando o link deste assunto, será que não corremos o risco da imagem visual do nosso logótipo (o yôgin) passar uma mensagem associada à famigerada palavra mágica?

Queremos afastar a ligação da palavra mágica do Método porém, na mensagem visual podemos criar uma brecha para que possa acontecer isso mesmo, isto pela forte associação da imagem com a palavra em questão.

Penso que ao mantermos o desenho do yôgin ligada à nova abordagem, seria como querer que as pessoas associassem a cor vermelha do semáforo com uma nova perspectiva: de avançar.

Espero que tenha conseguido passar esta perspectiva da melhor forma.

Com admiração,

Mário Vendas

Querido Amigo, ainda estamos em fase de transição. Quase concluída, é verdade, mas todas estas dúvidas que estão sendo respondidas nos trazem à realidade de que a mudança de paradigma está em curso. O ícone do yôgin estabelece o link. Está previsto para em algum momento no futuro não usarmos mais esse ícone. Talvez seja substituído pela nossa flor-de-lis. Talvez por outra coisa. Talvez por nenhum símbolo. Ou, ainda, talvez, quem sabe, permaneça – já que ficou tão bonito. Esperemos que no futuro a palavra mágica e os conceitos a ela atrelados passem a ocupar uma posição mais justa e perfeita na percepção da opinião pública e da Imprensa.

Quanto ao fato de que a presença do yôgin no logo do Método seria como se acendêssemos a luz vermelha de um semáforo e quiséssemos que as pessoas avançassem, devo lhe informar que no Brasil é assim. A luz vermelha do semáforo significa  avançar com cuidado (extra-oficialmente, é claro!). É o que estamos fazendo com o ícone do yôgin.

Um beijão para você, Mário. Suas contribuições neste blog são sempre muito importantes.

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