quinta-feira, 8 de março de 2012 | Autor:


Extraído do livro “Yôga, Mitos e Verdades”, 1992.

Ele existe, sim! E, por incrível que pareça, é mesmo a maioria. Alguns dos exemplos anteriores é que são as exceções. Felizmente!

O discípulo ideal é simpático, gosta de colaborar, compreende nossas razões e tem satisfação em cumprir todas as determinações.

Leu todos os textos com uma disposição positiva, compreendeu e não comete erros, pois considera tudo tão simples, claro e óbvio, que ele não entende a confusão que alguns fazem.

Ao ler Um Tranco do Mestre procurou pensar bem se alguma daquelas advertências podia servir para ele. E, honestamente, concluiu que não. Mesmo assim, consultou seu Mestre, só para confirmar!

Paga tudo irrepreensivelmente, quantias corretas nas datas certas. Revalida pontualmente, prepara novos instrutores todos os anos, seus alunos são disciplinados e, pelo olhar deles, percebe-se que gostam da gente.

Comparece a todos os cursos, congressos, festivais, estágios, seminários, convocações. Divulga tudo e traz mais gente, promove cursos e eventos, convida o Mestre para ministrar cursos e nunca deixa a egrégora de fora quando realiza algo.

Não mistura o Método DeRose com nenhuma outra disciplina, arte, ciência ou filosofia. Não participa de cursos apócrifos. Não frequenta instituições concorrentes. Não confraterniza com nossos detratores nem com os dissidentes. É leal, disciplinado, amoroso e ético.

Consulta sempre seu Mestre. Dá sugestões, mas sem críticas nem cobranças. Quer servir e ajudar. Por outro lado, aceita críticas sem se ofender, e até mesmo as pede. Aliás, não se ofende nunca, uma vez que o amor em seu coração pelo Mestre é tanto que não sobra lugar para suscetibilidades.

Pela frente, trata o Mestre com carinho; por trás, defende-o com lealdade. Para este, está tudo certo e perfeito: os cursos, as normas, as revalidações, a supervisão, o Swásthya, o Método DeRose, até mesmo as guinadas do Mestre.

Reencontrá-lo é sempre uma festa, conversar com ele, uma descontração. É uma pessoa que queremos como nosso amigo pessoal.

Ao ler esta descrição ele se identifica, reconhece o seu valor e fica feliz por saber que nós o valorizamos pelo que ele é.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009 | Autor:

Todas as línguas têm sinônimos. Que tal escolher termos que possam ser mais bem compreendidos por falantes de outras línguas? Por exemplo, o português acordar em espanhol significa apenas entrar em acordo (tal como no português jurídico). Poderemos dar preferência a despertar que é igual nas duas línguas. O espanhol dispõe de pileta e piscina. Dando preferência a piscina, os falantes de português compreenderão melhor. No português dispomos de trocar e cambiar; dispomos de voltar e volver. Ao conversar com nossos amigos de fala hispânica podemos tranquilamente optar por um vocäbulo comum às duas línguas. E cada qual fará um movimento recíproco. Imagine se, no final, conseguirmos gerar uma língua nova, perfeitamente compreensível para os países lusófonos e para os hispânicos! E quanto ao italiano, francês, inglês? No italiano é muito fácil encontrar tais sinônimos. Por enquanto, deixo apenas a sugestão para quem tiver tempo e quiser compilar alguns termos comuns ou apenas mais compreensíveis. Cuidado, porém, com os falsos cognatos. Há um erro muito frequente nas traduções do inglês, que eu vivo denunciando, mas nossa galera continua traduzindo mal: é a tal de self-realization que o brasileiro traduz erradíssimamente como autorrealização. To realize significa dar-se conta, conscientizar-se. Pena que os que erram são justamente os que não frequentam este blog…

segunda-feira, 22 de junho de 2009 | Autor:

Foi uma experiência maravilhosa, poder me sentar com o proprietário-investidor, a Diretora e os instrutores da Unidade Itaim, almoçar na própria escola e conversar descontraidamente, sem pressa, sem barulho, sem stress. Esta é uma atividade nova, que vamos praticar paralelamente com a “Conversa com os alunos” que realizo sem custo algum todas as quartas-feiras nas unidades que o solicitarem. Para mim é um prazer conversar com os alunos e outro prazer maior ainda almoçar com os instrutores sempre que possível. Vamos aproveitar para usufruir dessas duas ações de convivência enquanto isso está sendo possível. Não sabemos como será o dia de amanhã.

Estas atividades culturais são realizadas não somente em São Paulo, mas também quando estou em viagem pela sua cidade. Em viagem, a conversa com os alunos pode ser feita na sexta-feira à noite, sempre que não houver lançamento de livro. E o almoço com a equipe, no sábado e domingo, já é uma prática tradicional quando em viagem. Não deixe passar a oportunidade.

Outra ação que me deu muita satisfação foi marcar almoços com professores de diferentes linhas de Yoga. Muitos, nem nos conhecíamos pessoalmente. Outros, conhecíamos, mas nunca havíamos tido oportunidade de sentar, almoçar e conversar. Foi uma experiência muito gratificante para ambas as partes. Todos os que aceitaram meu convite foram muito cordiais e pudemos desfazer alguma imagem injusta que ambos pudéssemos ter alimentado em relação um ao outro. Em todos os almoços trocamos presentes, palavras sinceras de carinho e admiração recíproca, e longos abraços emocionados.

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