Está muito bem organizado o evento que compreende uma enorme quantidade de atividades culturais, pedagógicas, técnicas, práticas, teóricas, debates, lazer, companheirismo etc., como aulas abertas ao público, vivências especiais para instrutores, palestras, vídeos… tantas coisas mais! Compareceram 190 instrutores de quatro países. Está muito bonito. Parabéns ao Conselho Administrativo pela iniciativa, acabativa, competência, pró-atividade e alto astral. Foram autografados quatro livros de cinco autores da nossa família (DeRose, Ro de Castro, Fábio Euksuzian, Ricardo Melo e Caio Melo).
Esses vídeos lembraram-me deste outro:
httpv://www.youtube.com/watch?v=BteVxN9e-M0&feature=related
Abração, Mestre!
É muito bom revê-lo
Daniel Suassuna
Asa Norte – Brasília – DF
Foram três dias de estudo, práticas, vivências, companheirismo, coreografias de tirar o fôlego, um friozinho gostoso e comidinhas capazes de converter em vegetariano entusiasta o mais fanático comedor de cadáveres. Dei um curso sobre meditação que os mais antigos, como o Joris Marengo e o Edgardo Caramella, declararam que nunca antes havia sido dado, com informações inéditas. Muitas reuniões fecundas, muitas conversas informais, muitas amizades reforçadas.
Depois das coreografias, o Festival nos brindou com um desfile das roupas produzidas pelos mais diversos instrutores e alunos das nossas escolas. Ficamos fascinados com o bom-gosto e altíssimo padrão. Dava para perceber que o nosso público evoluiu bastante e hoje exige, acima de tudo, qualidade e bom acabamento nos produtos (assim como nos serviços). As escolas que optaram por produzir roupas, tanto as de prática, quanto as de uso no dia-a-dia, vão suprir essa demanda para todo o Brasil e para os demais países que fazem parte da nossa Jurisdição das Américas e Europa. Há alguns meses, um ex-colega que deixou a rede DeRose por motivo de força maior, pouco tempo depois acabou por fechar sua escola e abandonou a profissão. Na época, ele comentou que a maior besteira que cometeu foi ter saído da rede e que se não tivesse saído estaria muito mais feliz e bem de vida. No festival, nós compreendemos o porquê.
No sábado tivemos noite de autógrafos de quatro lançamentos: o livro de alimentação vegetariana, da Rosângela de Castro; o livro de mantras, de Ricardo e Caio Melo; o livro de poesias do Fábio Euksuzian; e o meu, de viagens à Índia. Só em um evento da nossa família poderia ocorrer o lançamento simultâneo de quatro livros novos, todos de instrutores do Método. Tive oportunidade de perguntar apenas aos autores do livro de mantra quantos exemplares venderam. Foram mais de 400 exemplares! Isso, com a concorrência concomitante dos outros três! Nenhum autor lá fora tem tanto sucesso. Isso ainda não é nada comparado com as dezenas de milhares de exemplares que poderão ser fornecidos às escolas da nossa rede internacional.
No salão principal, onde ficam os stands e também onde a moçada permanece entre uma atividade e outra, ou simplesmente para descansar, rodou ininterruptamente o vídeo da entrevista realizada em Portugal. Uma entrevista de uma hora de duração, sem que a palavra Yôga tivesse sido pronunciada nem pelo entrevistador, nem pelo entrevistado. E, tampouco, termo algum de sânscrito, nem conceito algum esterotipado. Essa matéria foi feita para mostrar aos nossos instrutores, aos nossos alunos, e aos entrevistadores de todos os países que temos muito a dizer sobre a Nossa Cultura e que não precisamos nos ater aos velhos e batidos estereótipos. E, se ficou interessante? Basta dizer que o maître do hotel queria comprar uma cópia!
O tema deste evento foi:
Os que dizem que não gostam de nós sempre são os que não nos conhecem, os que não leram nenhum livro do DeRose, os que não o conheceram pessoalmente. Os que nos conhecem, imediatamente mudam de opinião e passam a gostar de nós.
Assim sendo, a missão transmitida foi a de que os nossos alunos e instrutores informem o mundo exterior (familiares, amigos, mídia) sobre:
- Quem somos nós, realmente;
- O que ensinamos;
- A que nos propomos.
Tudo isso, sem mencionar nenhuma palavra que possa conduzir a falsos estereótipos, preconceitos e discriminações.
Os que lá estiveram, saíram com a convicção da importância de divulgar a Nossa Cultura. Espero que cada leitor deste blog assuma a mesma missão.
Para auxiliá-lo nesse tarefa, postamos a entrevista acima mencionada, a fim de que você possa fornecer o link às pessoas, para que a assistam. Foi instalado um dispositivo permitindo que você, além de indicar o link, também possa fazer download para exibir em reuniões especialmente organizadas com esse objetivo ou, ainda, gravar CDs para presentear os amigos e a mídia.
Essa entrevista precisa ser muito divulgada para todos os seus amigos, parentes e meios de comunicação, para que entendam o que é o Método DeRose. E para que, se vierem nos entrevistar, possamos dialogar sobre temas realmente abrangentes e relevantes.
Todos os estados nos recebem muito bem, mas cada um supera o outro em algumas demonstrações de carinho e apreço.
Desta vez, encontramos no nosso quarto de hotel uma profusão de comidinhas, torradeira, micro-ondas, aparelho de DVD, uma coleção de filmes, cafeteira da Nespresso para a Fée, chá Earl Grey para mim, pãezinhos da Barbarella, a mais deliciosa e agradável boulangerie que dá de dez a zero nas de Paris. Na geladeira, tomates, palmito super macio, sucos, manteiguinha francesa, seleção de queijos, pastinhas, iogurtes, quiches. Na mesa, frutas, flores, azeite. Na mesinha de cabeceira, Naiana deixou um livro do Mário Quintana. Todos os dias, Marisol trazia comidinha feita em casa. Em cada canto, um sachê perfumado.
Os cursos foram na Unidade do Fabiano Gomes, sempre bem-humorado, que está com uma casa linda e espaçosa, capaz de receber uma centena de inscritos. Depois de cada curso, havia um massagista me esperando para recuperar as energias. Isso foi importante.
Mallet deu um show de maturidade e companheirismo ao receber uma merecida homenagem pelos serviços prestados durante sua gestão e passou com dignidade e afeto a Federação do Rio Grande do Sul à colega Naiana, com um discurso bem bonito. Subiu no conceito de todos nós. Não pode participar dos cursos por motivo de mudança de residência, mas sua shaktí Fê nos fez companhia o tempo todo! Representou-o muito bem.
Sandro e Eugenia, sempre nos acompanhando e nos fazendo sorrir. Marisol e Fée, conspirando. Fêfa dando uma dica preciosa para o meu bem-estar. Naiana e Lucas compartilhando o coração conosco.
Os cursos de sábado e domingo foram organizados pela Taline, Diretora da Unidade Zona Sul. O de sexta-feira foi organizado pela Marisol. A noite de autógrafos foi organizado pela Naiana. Os peludos Eureka e Guapo foram providenciados pelo Fabiano, que também entrou com a casa.
Compareceram praticamente todos os instrutores da capital e do interior do Estado. Infelizmente, não veio ninguém de Santa Catarina, que fica aqui do ladinho, mas não se podem ganhar todas.
Como diz a canção, “Rio Grande do Sul, vou chorar ao partir…”
Que bom termos unidades em tantas cidades e em vários países, não é? Não há nenhuma outra escola de Yôga que ofereça tantas facilidades e apoio aos alunos que viajam! Nenhuma outra instituição, clube ou confraria que proporcione uma família internacional tão grande, tão querida, íntima e confiável quanto a nossa. Precisamos divulgar mais esse diferencial aos nossos alunos.
Nossos alunos precisam ser mais informados de que se estiverem inscritos em qualquer uma das nossas escolas credenciadas, ao viajar para qualquer parte do Brasil e mais uma porção de países europeus e americanos continuarão praticando durante suas viagens sem ter que pagar nada às escolas que visitarem.
E ainda contam com uma rede de apoio lastreada na amizade e no companheirismo para o que precisarem quando estiverem fora da sua cidade ou país.
Temos alunos que praticam regularmente em dois ou três países. De vários deles, recebemos elogios quanto ao profissionalismo dos nossos instrutores que, mesmo em outros países, utilizam exatamente o mesmo método, aplicam os mesmos procedimentos e preservam o mesmo clima de afeto intimista que é tão raro e, por isso mesmo, tão valorizado.
Hoje atuamos no Brasil, Argentina, Chile, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Alemanha, Escócia, Havaí, Estados Unidos e outros países. É uma experiência maravilhosa ter amigos em centenas de cidades e em vários países. Imagine, você sair de viagem e ir praticando Yôga em diversas localidades. E mais: a segurança e outras facilidades que isso representa.
Eliane Lobato, grávida de nove meses da primeira filha, Parvatí, viajou de automóvel da sua cidade (na época, o Rio de Janeiro) para São Paulo. Assim que chegou foi furtada e ficou sem dinheiro e sem os documentos. Não tinha como abastecer o veículo para voltar ao Rio, nem dinheiro para comer ou hospedar-se. Nem mesmo cartões de crédito! Que fazer? Mas isso tudo deixou de ser problema, porque já existia a União. Bastou identificar-se em uma unidade da Rede e já tinha onde comer e dormir, e, ainda, como abastecer o carro para voltar à sua cidade. Casos como esse, de companheirismo e ajuda mútua são uma característica dos membros da Uni-Yôga.
Priscila Ramos de Sousa estava viajando pela Europa e num dado momento precisou de socorro. Escreveu no seu messenger: “Pri perdida em Barcelona”. Imediatamente recebeu o apoio de que precisava por parte de membros da nossa grande família.
A mãe da instrutora Fernanda Neis teve os documentos e cartões de crédito furtados quando passeava em Buenos Aires. Voltando ao Brasil, foi notificada pelas autoridades Argentinas de que seus documentos haviam sido recuperados. Bastou um telefonema da Fernanda a um colega porteño e ele fez a gentileza de buscar os documentos e enviou-os a ela por Sedex.
Um aluno quis viajar com uma determinada quantia, perfeitamente dentro da lei, mas não queria levar dinheiro vivo por uma questão de segurança. Comunicou-se com um colega e combinou: “Quando eu for à sua cidade você me disponibiliza esse valor. Depois, quando você vier à minha cidade eu lhe disponibilizo o mesmo valor.” E ambos viajaram em segurança, sem carregar dinheiro vivo.
Certa vez, um aluno havia vendido um imóvel na Europa e não sabia (ou não tinha tempo) para providenciar os trâmites burocráticos a fim de transferir os valores para o seu país. Pretendia declarar corretamente a transação ao Imposto de Renda como, de fato, creio que o fez, mas seria muito bom não ter que pagar aos bancos a elevada taxa de transferência. Outro aluno, na mesma época, havia vendido um imóvel no país daquele primeiro. Os dois entraram em contato, cada qual depositou o valor correspondente no banco do outro e ficou tudo resolvido.
Note bem que todos os casos relatados foram realizados sem a intervenção da Uni-Yôga. Nem recomendamos que realizem operações de risco – nem mesmo nos responsabilizamos por elas. Foram apenas pessoas ajudando pessoas. A entidade Uni-Yôga só ficou sabendo desses fatos muito tempo depois.
A todos os que amam, estejam namorando, noivando, casando, descasando, recasando, ficando, saindo ou simplesmente cultivando uma boa amizade plena de companheirismo, a todos o nosso cumprimento e votos de muita felicidade e alegria, muito amor e compreensão, muito respeito e tolerância.
Para a Fée,
Quando ela acorda sorrindo,
Tornando a manhã mais bela,
Sinto que viver é lindo.
Como é triste viver sem ela!
DeRose
Mestre e Fê,
Um presente para vocês! Bj
Durante quase cinquenta anos, nós nos esforçamos por corrigir falsos estereótipos (para mim, todos os estereótipos são falsos) sobre a nossa filosofia e sobre o nosso trabalho. Fomos bem-sucedidos sob um certo aspecto, pois conseguimos definir muito bem o que não somos. Não somos terapia, não somos seita, não somos ginástica, não somos zen, não somos auto-ajuda, não somos esoterismo…
Mas não conseguimos dizer de maneira resumida, simples e clara o que somos. Talvez com mais cabeças pensantes consigamos uma definição do Método DeRose que seja facilmente compreendido pelo público leigo e possa mobilizar as pessoas certas a visitar uma escola do Método.
Para ajudar você na elaboração da sua sugestão, vou-lhe fornecer alguns dados. Não é para mencioná-los, mas apenas para que você se situe:
1) Método DeRose é constituído por técnicas e conceitos.
2) Nenhum dos dois é moderno. As técnicas e os conceitos são inspirados em um período muito antigo.
3) Sabemos que a meta dessa Cultura é o estado de consciência expandida que nos proporcione o autoconhecimento; sabemos que durante o percurso ocorrem consequências benéficas para o organismo e psiquismo do praticante; sabemos que não trabalhamos com foco nos benefícios. Como explicar isso em uma frase de até dez palavras?
4) Quem está dentro sabe que o mais importante é a coisa em si, Nossa Cultura, nossa belíssima proposta de revolução comportamental que torna as pessoas melhores e mais felizes. Fazemo-lo por que nos dá prazer, não para receber qualquer tipo de benefício. Mas como classificar ou resumir isso aos nossos amigos e familiares?
5) Queremos compartilhar nossa descoberta com os entes queridos, mas não desejamos doutrinar nem convencer ninguém de coisa alguma. Como expor isso em uma pequena definição que seja cativante, mas não queira vender nada?
Pelos itens acima, você percebeu que é muito mais simples agarrar um rótulo que já tenha seus estereótipos, seu fã-clube, como é o caso do Yôga, aceitar oferecer benefícios e não questionar os mitos, as farsas e o mesmismo. No entanto, esse ônus seria muito pesado para a nossa consciência. Teríamos que abrir mão daquilo em que acreditamos e nos prostituir à sociedade de consumo. Queremos prosseguir – e cada vez mais – fazendo um trabalho sério, digno, elegante, ensinando uma filosofia de vida.
Mestrão,
Refletindo sobre este tópico, gostaria de compartilhar uma experiência pessoal…
Infelizmente, já conclui que o termo “Yôga” gera uma rotulagem estereotipada quase impossível de ser revertida, e, para o intelecto popular, representa exatamente aquilo que não somos: naturebas, pseudo-hindus, místicos, “espiritualizadíssimos”, etc.
Contudo, acredito que com os termos “SwáSthya”, “DeRose”, e “Uni-Yôga”, ocorre coisa diversa: por conta de sua perpetuação pelas pessoas integrantes desta poderosa egrégora, através de um exemplo cotidiano de virtuosidade, levado a cabo pelos representantes fiéis daquilo que o SwáSthya significa (dinamismo, saúde, alegria sincera, companheirismo, apreço pelo conhecimento, etc.), o público em geral pode construir uma opinião mais fiel a respeito da Nossa Cultura, ainda que dela não participe diretamente. Tanto pode como já o vem fazendo! (Pelo que posso observar…)
Por isso, pessoalmente, sempre faço questão de deixar claro ao público leigo que tudo isso de bom tem nome (Swásthya!), e que aquelas “Pessoas” se unem por um ideal em comum (são alunos do DeRose e dos professores por ele formados, que estudam e trabalham na Universidade de Yôga!).
Grande abraço! Aguardamos sua vinda a Curitiba !
Juliano Paganini
(Aluno do Ricardo Poli)
Fiquei muito sensibilizado e orgulhoso pelo companheirismo demonstrado pelas escolas do Norte, pois compareceram TODAS ao jantar que se realizou no Sul, e também 60% das escolas de Lisboa. Isso constituiu apoio ao colega Nuno, que organizou o evento, e muito mais, apoio a mim que vim do outro lado do Atlântico. Apoio ao nosso nome, à nossa marca, ao nosso trabalho. Foi bonito. Foi profissional. Foi Quinta Característica do nosso Método: sentimento gregário. Grande exemplo. Estou emocionado e orgulhoso pela atitude. É disso que precisamos em Portugal, no Brasil e no mundo inteiro.





