terça-feira, 20 de novembro de 2012 | Autor:

Felizmente, hoje no mundo já não é mais permitido fumar nos aviões e, no Brasil, há décadas já não se empestam os ônibus, metrôs etc. Com a lei antifumo celebrada inicialmente no Estado de São Paulo e no Estado do Rio de Janeiro é proibido fumar em restaurantes, empresas, lojas, repartições do governo e em qualquer área pública, mesmo aberta. Já na Europa, que acena com uma bandeirola de Primeiro Mundo, é um inferno. Em alguns países, em pleno século XXI, fuma-se desbragadamente. E nós, viajores de uns rincões injustamente aviltados com a pecha de Terceiro Mundo, indignamo-nos, perplexos com a incultura e parca educação daqueles inveterados poluidores dos lugares em que comemos. Recentemente, Fernanda e eu estávamos em um shopping center e não conseguimos esperar a chegada de um elevador tal a concentração de fumaça que uma dúzia de fumantes exalava. Preferimos descer de escada.


 

 

 

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sexta-feira, 7 de setembro de 2012 | Autor:

Pessoas inteligentes falam de idéias.

Pessoas medíocres falam de acontecimentos.

Pessoas burras falam de outras pessoas.

Autor desconhecido

 

Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se de que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assunto ou retire-se sem muito alarde.

Lembre-se do axioma no. 1 da Nossa Cultura: não acredite. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.

O dispositivo no. 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.

O dispositivo no. 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.

O dispositivo no. 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.

O dispositivo no. 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das pessoas mais críveis.

Para ilustrar, vou-lhe contar uma história que me foi transmitida como fato real. Na Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro, o capitão teria se dirigido ao tenente e dito:

— Amanhã haverá eclipse do Sol, o que não acontece todos os dias. Mande formar a companhia às 7 horas, em uniforme de instrução. Poderão, assim, todos, observar o fenômeno e na ocasião darei as explicações. Se chover, nada se poderá ver, e os homens formarão no alojamento, para a chamada.

O tenente ao sargento:

— Por ordem do capitão, haverá eclipse do Sol amanhã. O capitão dará as explicações às 7 horas, com uniforme de instrução, o que não acontece todos os dias. Se chover não haverá chamada lá fora e o eclipse será no alojamento.

O sargento ao cabo:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio. O capitão dará no alojamento as explicações, se não chover, o que não acontece todos os dias.

O cabo aos soldados:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio e dará as explicações. Vocês deverão entrar formados no alojamento, o que não acontece todos os dias. Caso chova não haverá chamada.

Entre os soldados:

— O cabo disse que amanhã o Sol, em uniforme de passeio vai fazer eclipse para o capitão, que lhe pedirá explicações. A coisa é capaz de dar uma encrenca dessas que acontecem todos os dias. Deus queira que chova.

Portanto, se você ouviu dizer algo, através de terceiros, não perca o seu tempo acreditando em bobagens.

Por outro lado, a fofoca é uma energia poderosa que pode ser canalizada para fins construtivos. Aprendemos nas artes marciais do Oriente a não opor resistência direta ao ataque do inimigo, mas sim, aproveitar a força dele para levá-lo ao chão. Com a fofoca é a mesma coisa.

Como pessoa pública, fui alvo, a vida inteira, de maledicências atrozes, arquitetadas pelos concorrentes por motivo de inveja das realizações importantes que tive o privilégio de protagonizar. Pois saiba que sempre tirei proveito dos disse-me-disses, transmutando-os em divulgação positiva. Posso declarar que mais da metade dos meus alunos me foram enviados pelos concorrentes que, ao tecerem algum comentário aleivoso, excitaram-lhes a curiosidade. Eles vieram para ver de perto e acabaram gostando do que viram!

Quando você escutar algum mexerico sobre uma pessoa amiga, um colega de trabalho, seu Mestre, seu tipo de Yôga, não tenha acanhamento de dizer em alto e bom tom:

“Não acredito numa palavra do que você está dizendo. Essa atitude não é digna da pessoa educada que você é.”

Se isso não for possível, parta para a gozação:

“O quê? Você está dizendo que meu Mestre fez isso? Se ele de fato o fez, subiu no meu conceito, pois agora sei que ele é um ser humano como eu. Então, posso confiar nele.”

Identifique e isole o fofoqueiro

O fofoqueiro é um doente, um mal educado e um neurótico. É muito fácil identificar a origem das maledicências. Sempre que alguém contar uma inverdade, ou fizer um comentário pérfido, fraudulento, sobre um fato originalmente verdadeiro, registre quem foi. Mesmo que essa pessoa declare que ouviu dizer, que a origem da estória não foi ela. Se o fato se repetir com a mesma pessoa, ela passa a ser considerada responsável pela origem dos rumores ou divulgadora deles, o que é igualmente grave.

Os quatro filtros

Antes de passar um comentário adiante, pense:

É verdade?

Tem certeza?

É útil?

Vai contribuir para fazer as pessoas mais felizes?

Se não satisfizer a cada um desses crivos, não passe o comentário para a frente.

Como lidar com o disse-me-disse

Com o zum-zum-zum, sempre devemos ir para trás ao invés de ir para a frente. Explico: quando você escutar alguma coisa que cheire a boato, ou qualquer informação de que alguém disse ou fez algo desabonador, ou de que alguém disse algo de terceiros, ao invés de passar essa informação adiante, retroceda. Pergunte: quem lhe disse isso? Se o caluniador não quiser dizer quem foi, deduza que então foi ele mesmo que inventou. Caso ele diga quem foi, vá mais para trás e consulte essa pessoa. Muitas vezes, já no primeiro a quem você retroceda, basta para descobrir que a história era bem diferente da que lhe foi passada. Se não bastar continue rastreando de onde partiu o futrico.

Como levar o fofoqueiro a se suicidar

Quando alguém disser algo como: “eu soube de uma coisa horrível que o Fulano disse de você”, não pergunte: “o quê?”. Quando alguém disser: “eu não concordo com a orientação desta escola”, não pergunte: “por que?”. Para um fofoqueiro não há coisa pior do que não poder falar. Você não demonstrar interesse pelo que ele tem a dizer ou, até mesmo, impedi-lo (“não fale mais nada; não quero saber”) é a pior coisa que pode acontecer na estratégia do fofoqueiro.

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012 | Autor:

PESSOAS QUE PASSAM, PESSOAS QUE FICAM

Há pessoas, tantas pessoas,
que, ao longo da nossa vida, passam,
como passam as paisagens
pela janela de um trem.
Nada mais são, nada mais querem ser,
senão paisagem.
Bonita, às vezes; passageira sempre…

Mas há outras pessoas
que viajam conosco no mesmo comboio,
que permanecem ao nosso lado por toda a jornada,
compartilhando tudo:
as alegrias e também os momentos difíceis.
A essas oferto minha amizade,
meu coração
e minha alma.

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quinta-feira, 16 de agosto de 2012 | Autor:

Como alguns leitores gostam de descobrir os autores de frases famosas, aí está mais uma. Lembre-se de que não vale buscar no Google. Isto é para você garimpar no fundo de si mesmo, coisas que certamente já sabe, mas que ficam subjacentes, adormecidas, por falta de solicitação.

quarta-feira, 18 de julho de 2012 | Autor:

 

1960 – Tornei-me vegetariano

 

Até meus quinze anos de idade eu só comia carne. Era uma luta para minha mãe me convencer a provar os legumes e outras iguarias. Eu só comia carne e estava acabado. Ainda por cima, fazia questão de que a carne fosse mal passada e viesse sangrando! (Sim, todos temos um passado negro. Ou deveria dizer “um passado ensanguentado”?)

Por essa época eu tinha um amigo chamado Wladimir, que não comia carne. Quando ele ia almoçar na nossa casa, eu explicava à minha mãe:

– Mãe, o Wlad não come carne.

– Por que? – me perguntava ela.

– Sei lá. Maluquice dele.

Sempre achei meio doideira do Wladimir não se alimentar direito, como qualquer pessoa normal. No entanto, um dia tivemos uma disputa, dessas de adolescente, e partimos para a briga. A essa altura eu já estava – aparentemente – muito mais forte que ele. Tinha desenvolvido físico atlético, começara a praticar lutas. E, apesar disso, quando Wlad me segurava num estrangulamento ou outro golpe era de uma força descomunal. Aquilo mexeu comigo. De onde meu amigo tirava tanto vigor? Guardei a experiência no meu arquivo de memórias e segui em frente.

Quando tinha dezesseis anos de idade li em um dos muitos livros que eu debulhava incessantemente, que uma pessoa civilizada, educada e sensível não deveria comer as carnes de animais mortos. Que uma pessoa inteligente deve procurar ter uma alimentação mais seletiva. Que evitando as carnes de todos os tipos e cores, nosso corpo fica mais saudável e purificado, proporcionando condições para uma evolução interior muito mais rápida e efetiva. Não titubeei. Lembrei-me da força do Wladimir e decidi parar de comer carnes.

No entanto, era o mês de junho de 1960. Estava ocorrendo na minha rua uma festa junina que reunia a garotada de todas as casas e um dos prazeres dessas festas eram as comidinhas. E tudo grátis! Havia uma barraquinha de mini hot-dogs. Como despedida tracei quinze! Passados cinquenta anos, não me lembro se havia sido só o pão com o molho ou se foi com salsicha e tudo. O fato é que essa teria sido a última vez. Dali para frente, tornara-me formalmente um yôgin sincero e verdadeiro, logo, sem devorar carnes mortas.

Minha mãe entrou em pânico:

– Você vai ficar fraco. Vai ficar doente!

Mas eu não arredava pé da decisão. Então mamãe chamou o médico da família para uma consulta domiciliar, como era costume naquela época. O Doutor Rocha Freire olhou a minha língua, penetrou meus olhos com um feixe de luz, auscultou meus batimentos cardíacos, mediu-me a pressão e pontificou:

– Se não voltar a comer carne, você morrerá em três meses.

Por essa época, eu já utilizava o conceito que veio a se tornar o axioma número um do SwáSthya: “Não acredite”. E eu não acreditei. Pouco tempo depois, eu fui ao enterro do médico e continuo muito vivo até hoje, meio século depois.

Minha mãe sempre lamentava:

– Eu queria fazer uma comidinha gostosa para você, mas você não come nada…

E, por mais que eu explicasse que comia sim, de tudo, consumia agora muito mais variedades do que antes e apreciava uma profusão de pratos de forno e fogão, não adiantava. No conceito da mamãe (e de tantas outras pessoas!), eu “não comia nada”. E, mesmo ela não podendo mais contar com a cumplicidade do médico que morrera, o estribilho prosseguia buzinando nos meus ouvidos:

– Você vai ficar fraco. Você vai ficar doente.

Sob todo esse esforço de me sugestionar negativamente, foi mesmo uma proeza eu não haver sido influenciado e não ter ficado de fato enfermo.

Com o tempo, ela foi se acostumando, pois cada vez eu me tornava mais alto e mais forte, ultrapassando em muito os meus pais, tios e irmão mais velho que a essa altura estava na Academia Militar.

Mas não nos esqueçamos, nesse período, eu era aborrecente, com dezesseis, dezessete, dezoito anos de idade. Quando alguém questionava minha alimentação, eu respondia do alto da minha empáfia: “Não sou necrófago, não como cadáveres.” Ou então: “Não sou papa-defunto.” Ou, melhor ainda: “Não como comida de cachorro.” (Eu não imaginava que mais tarde viria a ter uma weimaraner vegetariana!) Obviamente, não recomendo a ninguém dar essas respostas mal-educadas.

Descobri, com o tempo, que as pessoas só implicam porque nós damos satisfação. Quem não gosta de comer jiló por acaso anda apregoando isso? Se alguém puser essa amaríssima solanácea no seu prato, quem não a aprecia simplesmente deixa-a de lado sem fazer alarde. Se puxarem assunto perguntando se a pessoa em questão não come jiló, ela, com naturalidade, responderá laconicamente e prosseguirá a conversa com outro tema.

O problema maior são os entes queridos que, estando mais próximos, invadem mais a nossa privacidade e não tocam no assunto uma só vez, en passant. Os íntimos voltam à carga outra e outra vez até entupir as medidas e acabam tirando do sério o desafortunado vegetariano. Nesse caso, observe o exemplo dos meninos de escola que experimentam ir chamando os colegas de qualquer coisa. Se algum dos apodos incomodar, esse é o apelido que vai pegar. Da mesma forma, se os familiares perceberem que você dá muita importância à opinião deles e que se irrita com a interferência sistemática na sua liberdade de opção, isso se transformará numa neurose obsessiva. Aproveitarão todas as oportunidades para lhe aplicar uma alfinetada. Contudo, se você não ligar a mínima e algumas vezes entrar na brincadeira, gracejando junto, todos vão considerá-lo uma pessoa equilibrada e bem resolvida. Depois, pararão de tocar no assunto, pois ele fica velho e acaba perdendo a graça.

Para mim, o fato de não ingerir carnes nunca trouxe dificuldade alguma de relacionamento. Estudei em colégio interno, pratiquei esportes, servi o exército na tropa, sempre fazendo muitos amigos. Incursionei por esse Brasil imenso dando cursos no interior de vários estados, depois viajei por outros países e jamais tive qualquer problema para me alimentar nem para cultivar as atividades sociais. Em alguns lugares o problema para comer era a diferença de paladar, mas não o fato de eu ser vegetariano.

Comida ruim não é vegetarianismo: é desinformação

É lamentável a mania de fazer comida ruim e marrom só para dizer que é saudável. Comida vegetariana não tem nada a ver com salada, nem com soja, nem ricota, tofú, algas, shoyu, missô. Nem mesmo com açúcar mascavo ou cereal integral. É claro que o cereal integral é melhor do que o refinado. Mas isso não tem nada a ver com comer carne ou não comê-la. As pessoas tendem a misturar as coisas. É uma pena.

A Índia, que é o berço do vegetarianismo e a maior nação vegetariana do mundo, não tem arroz integral. Essa foi minha pasmada constatação quando morei num mosteiro dos Himalayas. A comida não tinha nada de marrom, não era integral e não tinha gosto naturéba. Era colorida, aromática e temperadíssima!

Marinheiro de primeira viagem, meio garotão, fui consultar o Mestre do Shivánanda Ashram a esse respeito. Perguntei: “Como é que o Swámi Shivánanda escreveu em seus livros que devemos reduzir os temperos e a comida aqui é tão condimentada?” O Mestre respondeu, serenamente: “Tudo que é demais não é aconselhável.” E eu fiquei com a minha dúvida pairando no ar. Só quando saí do mosteiro, viajei pelo país e fui comer nos restaurantes normais é que compreendi. A culinária indiana legítima é tão superlativamente condimentada, que o que eles chamam de reduzir os temperos seria elaborar uma comida um milhão de vezes mais temperada e ardida que a nossa pobre, insípida, gororoba ocidental.

No livro Método de Boa Alimentação abordo o tema da alimentação inteligente, exponho a fundamentação antropológica que sustenta essa opção alimentar, forneço regras, dicas, receitas e endereços, além de relatar uma série de peripécias e curiosidades. Como tudo isso já está publicado noutra obra, neste capítulo vamos ficando por aqui.

Rafaella
http://www.rafaellacoelho.org | rafaella.coelho@uni-yoga.org.br | 189.4.234.42

Oi Mestre!
Você já assistiu o The Meatrix? Este vídeo é uma paródia dos filmes “The Matrix” que destaca os problemas da agricultura industrial.
http://www.youtube.com/watch?v=zhsy2-sWyk4&eurl=http://www.vivaqualidadedevida.org/search?q=meatrix
Beijos,
Rafinha

 

Vivi
http://www.vivianesantos.wordpress.com | viviane.santos@uni-yoga.org | 189.62.134.70

Mestre, me desculpe a demora para respondê-lo. Eu consigo entrar normalmente ao clicar no link que deixei e me parece que está correto, já que há um comentário da Regina Wiese dizendo que entrou no site e já preencheu o formulário. Tente mais uma vez:
http://www.vista-se.com.br/expedito
Este é o link para mais informações sobre o projeto de lei:
http://vista-se.com.br/site/primeiro-projeto-de-2009-amplia-direitos-do-consumidor
Se não conseguir, me avise novamente.
Beijos
Vivi

Lerivan Ribeiro
http://www.YogaKobrasol.com.br | lerivanfloripa@yahoo.com.br | 201.11.108.43

É muito bom ver todos participando do Blog.
E como mais uma contribuição, trago um vídeo muito legal sobre Vegetarianismo:
http://www.youtube.com/watch?v=nd71OvcCX2s&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=nd71OvcCX2s

Abraços!

Alessandra Fernandes
alessandra_mfm@hotmail.com | 189.120.24.170

Estou sempre aprendendo no seu blog, Mestre. Esse post me ensinou muito.

Ah, encontrei um link de uma notícia que não tem relação com o post, mas que pode ser interessante. A Manchete é “Efeitos globais do bife brasileiro”, e fala sobre como o gado de corte brasileiro é um dos mais impactantes mundialmente para o meio ambiente.

http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/efeitos_globais_do_bife_brasileiro.html

  Pedro Pereira
pedrokidd@gmail.com | 93.108.160.110

Oi, Mestre! Não sabia quais os melhores trâmites a seguir para poder deixar-lhe o link para um video que julgo que vai adorar. Devido ao tema em questão, procurei o arquivo de “amigos”, para melhor ilustrar a minha intenção.
É de uma beleza extrema, e julgo retratar na perfeição o que nos une a todos.

Espero sinceramente que goste!
Um enorme abraço

Lerivan Ribeiro
http://www.YogaKobrasol.com.br | lerivanfloripa@yahoo.com.br | 201.11.108.43

É muito bom ver todos participando do Blog.
E como mais uma contribuição, trago um vídeo muito legal sobre Vegetarianismo:
http://www.youtube.com/watch?v=nd71OvcCX2s&feature=related

Leandro Gomes
leandro.gomesp@hotmail.com | 189.62.26.51

Olá João Marcelo,
além da sunga, imagine o fato do atleta ser vegetariano…
O vegetariano Piero Venturato é duas vezes
campeão mundial de fisiculturismo, sete vezes campeão italiano e cinco vezes campeão europeu.
venturato2.jpg

 

Joao Marcelo
http://joaomarcelomarketingdireto.blogspot.com/ | joaomarcelorozario@hotmail.com | 200.169.132.165

Oi Fernanda! Olha o Bill Pearl, vegetariano, com 56 anos…

Bill_stand_pose.jpg

 

Thiago Madruga

Oi Mestre,

Não sei como postar aqui, mas gostaria de compartilhar um vídeo com todos

O vídeo é de uma matéria do SBT Realidade sobre longevidade. A cidade de Loma Linda nos Estados Unidos ficou em segundo lugar no mundo com a maior expectativa de vida, perdendo apenas para a ilha de Okinawa, no Japão

O interessante é que a cidade é de adventistas do sétimo dia, ou seja, não comem carne, não bebem e não fumam

Segue o vídeo abaixo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=1yv7goXOBVA

Abraços

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domingo, 8 de julho de 2012 | Autor:

 

Werner Forssman, nasceu em Berlim a 20 de agosto de 1904. Formou-se em medicina em 1928. Desenvolveu uma teoria que ninguém aceitava: a de que seria possível introduzir uma sonda por via intravenosa e conduzi-la até o interior do coração, sem matar o paciente. Obviamente, não poderia usar cadáveres, pois já estavam mortos. Tentou autorização dos seus superiores no hospital para levar a efeito a experimentação em algum paciente. É claro que não foi autorizado. Então, não podendo utilizar cobaias humanas, usou o seu próprio corpo.

Cortou uma veia do braço e introduziu um cateter (a pronúncia correta é catetér e não catéter) e foi empurrando-o até que atingiu o órgão cardíaco. Para provar que havia conseguido e que tal procedimento não matava o paciente, foi até a sala de raios-x e, sob os protestos dos colegas, bateu uma chapa. Era incontestável! Ninguém poderia questionar sua descoberta que viria a salvar tantas vidas no mundo inteiro. Sua recompensa? Foi tão punido, criticado e atacado que teve de abandonar a cardiologia!

Durante mais de duas décadas não era convidado para nada e se ousasse comparecer a algum congresso tinha que sofrer o constrangimento de ser apontado pelos seus pares como um indesejável. Após 25 anos de humilhações e exclusões, finalmente, o reconhecimento. Em 1956, recebeu o Prêmio Nobel de Medicina.

 

Se você conhecer outros casos semelhantes, por favor, informe-nos. Obrigado.

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quinta-feira, 5 de julho de 2012 | Autor:

Lerivan Ribeiro
http://www.YogaKobrasol.com.br | lerivanfloripa@yahoo.com.br | 200.193.8.223

Para quem ainda está com dificuldade, segue a explicação que eu encontrei pesquisando pelo google:

Crie o seu Gravatar
Acesse o site Gravatar e digite seu endereço de e-mail no campo E-mail (esse endereço de e-mail deverá ser utilizado nos blogs para que seu Gravatar apareça, é através do e-mail que o sistema vincula as fotos aos comentários). Clique em “Assinar” e aguarde um e-mail de confirmação. Após verificar o e-mail digite um nickname e uma senha.
Como fazer o upload de uma foto ou imagem
Clique em “My Account” –> “Add an image” e escolha de onde deseja importar a foto ou imagem:
• My computers hard drive – Computador local.
• An image on the internet – Imagem hospedada na internet.
• Your wordpress.com avatar – O avatar de sua conta no wordpress.com.
Após inserir a foto clique em “Next” e aguarde o upload. Quando a foto aparecer, ela estará no tamanho “normal”, mas só irá aparecer o que está em destaque no quadrado tracejado. Com o mouse mova e redimensione o tracejado e observe ao lado as alterações. Agora clique em “Crop and Finish” e defina qual a classificação de seu Gravatar:
• X – Imagem contendo sexo e/ou violência extrema.
• R – Imagem obscena, nudez ou drogas.
• PG – Imagem com gestos rudes, vestimenta provocante e/ou violência moderada.
• G – Imagem que pode ser utilizada em qualquer tipo de blog.
Cuidado ao escolher a classificação, seja bastante sincero ou poderá ter seus comentários bloqueados em alguns blogs, se sua imagem não pode aparecer em qualquer blog (ou seja, onde está claro que crianças, adolescentes e pessoas que não estão ali para ver cenas fortes ou de sexo) escolha outra classificação que não a G. Após escolher sua classificação clique em “Confirm”.
Agora você já possui um Gravatar, clique em “Check this Gravatar” e visualize como seu Gravatar irá aparecer nos blogs. Deixe um comentário para testar seu Gravatar!

Lerivan Ribeiro
http://www.YogaKobrasol.com.br | lerivanfloripa@yahoo.com.br | 201.3.221.215

Importante lembrar que o fato de você se cadastrar na barrinha ao lado direito do Blog, cheia de fotos não vai colocar sua foto nos comentários.

Você deve se cadastrar no site: http://en.gravatar.com/site/signup e seguir as instruções do post.

E manter o mesmo e-mail cadastrado em todos os comentários como lembra o Alexandre.

Abraço!

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