segunda-feira, 14 de maio de 2012 | Autor:

Estamos recolhendo sapatos usados (mas não em estado lastimável!) na Sede Central, na Al. Jaú 2000 para efetuar doação a pessoas muito carentes. Se você quiser nos ajudar pode levar diretamente para a Sede Central ou para alguma das nossas escolas de São Paulo para posterior envio à Alameda Jaú 2000.

Agradecemos pelo seu engajamento.

sábado, 5 de maio de 2012 | Autor:

 

Um discípulo procurou seu Mestre porque se sentia um inútil. Achava-se incompetente. No seu trabalho, não conseguia ganhar dinheiro. Seus clientes não pagavam o justo. Ele queria saber como poderia melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.

O Mestre, olhando-o firmemente, lhe disse:

– Antes de lhe responder quero que você cumpra uma missão.

Tirou do dedo um anel muito bonito e deu ao discípulo, recomendando:

– Vá até o mercado popular. Pergunte quanto dão por este anel . É importante que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.

O discípulo agarrou o anel e foi oferecê-lo aos mercadores da praça. Eram vendedores de frutas, comerciantes de tecidos, artesãos de cerâmica e  lojistas de bugigangas. Eles olhavam com algum interesse, mas quando dizia o quanto pretendia pela jóia, desistiam.

Quando mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel. Que ele estava fora da realidade. Que devia cobrar o que as pessoas podiam pagar.

Abatido pelo fracasso, o discípulo retornou à presença do Mestre, informando-o de que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!

O Mestre respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o discípulo fosse ao joalheiro para uma avaliação adequada. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.

O discípulo foi, um tanto desanimado, cumprir a missão dada pelo Mestre.

O joalheiro, depois de examinar a jóia com uma lupa, pesou-a e lhe comunicou:

– Diga ao seu Mestre que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinquenta e oito moedas de ouro.

O rapaz teve um sobressalto:

– CINQUENTA E OITO MOEDAS DE OURO?

– Sim, retornou o joalheiro. Eu sei que é pouco. Com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta. Mas, se a venda é urgente, não pago mais de sessenta e cinco moedas de ouro.

O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao Mestre. Depois de ouvi-lo, o Mestre disse:

– Sente-se, meu rapaz. Seu trabalho é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto. Por acaso você imaginou que qualquer um poderia reconhecer o seu verdadeiro valor? Se o joalheiro ofereceu 65 ou 70 moedas de ouro é porque vale muito mais.

Tomando o anel das mãos do discípulo, tornou a colocá-lo no dedo, completando:

– Nosso trabalho é como esta jóia: muito valioso. No entanto, andamos a oferecê-lo a pessoas muito simples e que não têm nos seus valores de vida nem na sua cultura os recursos para compreender o quanto vale o nosso trabalho. A culpa não é dessas pessoas. É nossa, ao levar uma jóia preciosa, de ouro e diamantes, para oferecê-la a um público que só conhece e só compra bijuteria.

 

sábado, 14 de abril de 2012 | Autor:

Um bom exemplo de praticante do Método DeRose, na área de conceitos, é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras).

Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.

Três vezes três

O três é um dos números reverenciados nas nossas raízes hindus. Vamos, então, fazer nossa contagem a partir dele.
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quinta-feira, 8 de março de 2012 | Autor:


Extraído do livro “Yôga, Mitos e Verdades”, 1992.

Ele existe, sim! E, por incrível que pareça, é mesmo a maioria. Alguns dos exemplos anteriores é que são as exceções. Felizmente!

O discípulo ideal é simpático, gosta de colaborar, compreende nossas razões e tem satisfação em cumprir todas as determinações.

Leu todos os textos com uma disposição positiva, compreendeu e não comete erros, pois considera tudo tão simples, claro e óbvio, que ele não entende a confusão que alguns fazem.

Ao ler Um Tranco do Mestre procurou pensar bem se alguma daquelas advertências podia servir para ele. E, honestamente, concluiu que não. Mesmo assim, consultou seu Mestre, só para confirmar!

Paga tudo irrepreensivelmente, quantias corretas nas datas certas. Revalida pontualmente, prepara novos instrutores todos os anos, seus alunos são disciplinados e, pelo olhar deles, percebe-se que gostam da gente.

Comparece a todos os cursos, congressos, festivais, estágios, seminários, convocações. Divulga tudo e traz mais gente, promove cursos e eventos, convida o Mestre para ministrar cursos e nunca deixa a egrégora de fora quando realiza algo.

Não mistura o Método DeRose com nenhuma outra disciplina, arte, ciência ou filosofia. Não participa de cursos apócrifos. Não frequenta instituições concorrentes. Não confraterniza com nossos detratores nem com os dissidentes. É leal, disciplinado, amoroso e ético.

Consulta sempre seu Mestre. Dá sugestões, mas sem críticas nem cobranças. Quer servir e ajudar. Por outro lado, aceita críticas sem se ofender, e até mesmo as pede. Aliás, não se ofende nunca, uma vez que o amor em seu coração pelo Mestre é tanto que não sobra lugar para suscetibilidades.

Pela frente, trata o Mestre com carinho; por trás, defende-o com lealdade. Para este, está tudo certo e perfeito: os cursos, as normas, as revalidações, a supervisão, o Swásthya, o Método DeRose, até mesmo as guinadas do Mestre.

Reencontrá-lo é sempre uma festa, conversar com ele, uma descontração. É uma pessoa que queremos como nosso amigo pessoal.

Ao ler esta descrição ele se identifica, reconhece o seu valor e fica feliz por saber que nós o valorizamos pelo que ele é.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 | Autor:

Hoje, com tantos alunos, amigos, companheiros e irmãos na Polícia Civil, na Polícia Militar, no Exército, no Poder Judiciário, na Assembleia Legislativa, na Câmara Municipal, na Prefeitura, na OAB, na Receita Federal e Estadual, no CONSEG – Conselho de Segurança e em tantas outras esferas, sentimo-nos imensamente prestigiados e protegidos. Ficamos consolados em saber que aqueles que tentaram prejudicar-nos provaram o sabor amargo da espada da Justiça, tudo dentro da Lei como prevê a nossa digna Constituição.

Temos um sadio orgulho em constatar que dezenas de deputados, delegados, advogados e magistrados olham por nós para que a Justiça seja feita de forma honesta, sem privilégios, mas também sem prevaricação de nenhuma das partes.

Contamos com alunos e amigos em muitos círculos influentes da sociedade: Rotary, Maçonaria, Governo, todos eles Pessoas do Bem, que querem ajudar-nos a realizar nossos ideais edificantes de orientação para uma juventude sem drogas e para as obras sociais e filantrópicas. Todos querem nos ajudar.

Nós, coletivamente, temos dezenas de milhares de alunos, ex-alunos, leitores dos nossos livros (já mais de um milhão de exemplares vendidos) e alguns milhões de alunos à distância que estudam gratuitamente pela internet, pelos nossos CDs, DVDs e livros dos nossos instrutores. Contamos hoje com mais de 100 websites do Método DeRose coligados, em vários estados. É uma responsabilidade muito grande gerenciar o poder que isso nos traz. Mesmo que não seja o nosso objetivo, acabamos tendo muito poder.

Não é de se admirar que tenhamos tantos alunos à distância, já que o nosso site não vende nada e proporciona uma miríade de informações, free downloads dos nossos livros, MP3 de CDs com material didático e aulas práticas, endereços de centenas de instrutores da nossa linha e de outras correntes não ligadas a nós, bem como inúmeros outros serviços de utilidade, tudo gratuito. Poderíamos estar ganhando um dinheirão, mas fazemos questão de que a nossa proposta não seja comercial. Claro que é importante ganhar dinheiro, mas essa não é a nossa prioridade.

Com uma legião tão expressiva de estudantes, colaboradores e simpatizantes, seria um pecado não mobilizar todo esse exército para ações sociais, humanitárias e ambientais, colaborando com a Defesa Civil, com o Rotary e com as demais entidades assistenciais e culturais à quais estamos vinculados.

Estou escrevendo este texto para lhe relembrar: juntos, nós temos muito poder. Separados seríamos fracos! Portanto, vamos usar essa força sempre construtivamente. Vamos usá-la para melhor servir à Humanidade, ensinando à juventude um ideal de estilo de vida sem drogas, sem álcool e sem fumo e oferecendo-lhes a possibilidade de uma formação profissional na nossa área. Com isso, certamente, vamos reduzir a criminalidade por causa das drogas, vamos diminuir os acidentes por causa do álcool e vamos minimizar as enfermidades causadas pelo tabaco. Se só conseguíssemos isso com nossos alunos imediatos, já seria um belo trabalho social. Mas se os formarmos empreendedores do Método DeRose, torná-los-emos replicadores da nossa filosofia de vida e poderemos multiplicar por cem ou por mil o número de pessoas que serão beneficiadas com o nosso trabalho.

Una-se a nós! Vamos trabalhar juntos pelo Bem.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por Ana Cláudia Rodrigues:

Quero compartilhar uma ação importante, ao qual é possível fazer a diferença para ajudar na Defesa das Florestas e do desenvolvimento sustentável, basta acessar o site http://www.florestafazadiferenca.org.br/home/ e participar.

beijos,

Claudia

quinta-feira, 6 de outubro de 2011 | Autor:

Enviado por Iowana Cardelli:

 

Por falar em ajudar quem precisa, envio o link de um folder sobre a guarda responsável e consciente dos animais…para quem já sabe é um reforço, para quem não sabe é uma boa oportunidade…
http://www.wspabrasil.org/Images/Folder-Guarda-Responsavel-WSPA-Brasil_tcm28-23934.pdf?j=13570915&e
Bjm,
segunda-feira, 26 de setembro de 2011 | Autor:

Oi Mestre, veja que interessante essa história, sobre bons produtos e boas embalagens, mas aplicada a adoção de cãezinhos.

Uma fotógrafa decidiu ajudar um centro de adoções tirando fotos melhores dos cachorros, fora de jaulas ou terrenos baldios, em estúdio e bem produzidas. O resultado, 100% foram adotados. Antes, muitos eram sacrificados por não conseguirem um novo lar.

Abração, Claus.

httpv://youtu.be/DUORkJ08PYY

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