ÔM é o símbolo universal do Yôga, para todo o mundo, todas as épocas e todos os ramos de Yôga. No entanto, cada Escola adota um traçado particular que passa a ser seu emblema. Uns são mais corretos, outros menos; uns mais elegantes, outros nem tanto; e alguns são iniciáticos, outros, profanos. Isto pode ser percebido por um iniciado pela simples observação da caligrafia adotada, ou então prestando atenção no momento em que o símbolo é grafado.
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Mantra
Vocalização de sons e ultrassons
Mantra pode-se traduzir como vocalização. Compõe-se do radical man (pensar) + a partícula tra (instrumento). É significativa tal construção semântica, já que o mantra é muito utilizado para se alcançar a “supressão da instabilidade da consciência” (chitta vritti nirôdhah), denominada meditação, a qual consiste na parada das ondas mentais.
Mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto, que detenha um poder específico. Porém, é fundamental que pertença a uma língua morta, na qual os significados e as pronúncias não sofram a erosão dos regionalismos, modismos e outras alterações constantes por causa da evolução da língua viva.
Simpaticíssimo Flávio Behring (Mestre Emérito do Jiu-Jitsu) e DeRose em um agradável jantar na casa do Alexandre Gaeta, companheiro rotariano. É interessante como nossas trajetórias são semelhantes e como nossos pontos de vista se identificam. Inúmeras pessoas já me haviam dito que precisávamos nos conhecer. Finalmente, conseguimos.
Diversos instrutores nossos são também alunos do Mestre Flávio Behring. A vários, ele indicou o nosso trabalho e nós, o dele. Confidenciei-lhe um sonho que tenho, o de que todos os interessados em praticar o nosso Método cumprissem um pré-requisito: “Primeiro, vá fazer Jiu-Jitsu ou Aikidô. Depois, você pode se inscrever na nossa escola.”
Oi De, essa foto foi tirada há uns dois anos atrás. Foi exatamente neste dia que conheci o boi e sua família. Eles estavam no quintal de minha casa de praia. Não sabíamos se eram mansos ou não, pois pertencem a um pescador que invadiu o terreno. Assim, eu o Serginho resolvemos sentar perto deles e fazer amizade. Nandi, foi o nome que demos naquele dia. Também tinha a Parvatí e a Láskshmí.
Bjs Regina Wiese Zarling
Clique na foto para ampliá-la.
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Que foto linda, Regina! Na Índia, conseguimos fotos assim, mas no Brasil os bois costumam fugir dos seres “humanos”. Esse aí deve ter sentido o seu olor agradável de quem não come carne e percebeu que não havia perigo em ficar do seu lado. Merece um poster. Beijinho.
Mas como é na Índia?
Eu viajei para a Índia durante 24 anos. Frequentei vários tipos de estabelecimentos, desde as escolas até os mosteiros, dos mais sérios aos que já estavam contaminados pelo consumismo ocidental – e percebi as diferenças. Mas, em todos eles, ocorria um mesmo fenômeno. Os alunos indianos entravam na sala de aula com cara normal e roupa normal, muitas vezes praticando de calça e camisa. Os ocidentais, no entanto, pareciam um bando de alucinados que se destacavam dos hindus por serem os únicos a estar vestidos com “roupa indiana”, isto é, o equivalente àquelas camisas hipercoloridas e cheias de flores que os turistas estrangeiros usam no Brasil por acharem que aqui é assim que o povo se veste. Será que não percebem que nenhum brasileiro está portando aquelas camisas espalhafatosas, ou que nenhum indiano está vestindo a tal de “roupa indiana” (especialmente as famosas “saias indianas”, que nenhuma indiana veste)?
Durante a aula de Yôga, os hindus preservam a fisionomia de pessoas perfeitamente normais, sorriem, interagem com os colegas e com o instrutor, às vezes até fazem gracejos. Os ocidentais, pelo contrário, mantêm-se muito taciturnos, com cara de santo cristão e, às vezes, babam um pouco.
Frequentemente os instrutores que levei em minhas viagens, para conhecer o verdadeiro Yôga da Índia, observaram:
– DeRose, você já percebeu que os ocidentais ficam com cara de malucos quando entram numa sala de Yôga e que os indianos são como nós do SwáSthya e preservam a cara normal?
Pois é. Aí está o x da questão. O ocidental vai à Índia, olha, mas não vê. Ouve, mas não escuta. Tanto que volta falando “ióga”, embora todos lá pronunciem Yôga, com ô fechado. É uma questão de paradigma. O ocidental enfurnou no bestunto que Yôga deveria ser de uma determinada forma. Depois ele viaja para a Índia e não consegue perceber que lá é diferente do clima cristianizado, naturéba e alternativoide que grassa no Ocidente.
Uma das fantasias é que na Índia – e nas escolas de Yôga desse país – só se coma pão integral, arroz integral, açúcar mascavo e outros modismos ocidentais. Só que não é assim. Nas escolas de Yôga come-se muito bem, desfruta-se uma comida deliciosa (obviamente vegetariana!), bem temperada e, fora isso, normal. Certa vez, uma pessoa que estava no nosso grupo pediu arroz integral ao garçom do restaurante em Nova Delhi. O empregado trouxe arroz branco. A brasileira mandou voltar e instruiu-o com mais ênfase:
– Olha, meu filho, eu quero arroz integral, compreendeu? Arroz in-te-gral!
O coitado voltou com outra porção de arroz branco. Percebendo que não agradara, explicou:
– Mas o arroz está inteirinho, Madame. Eu mesmo ajudei o cozinheiro a catar só os grãos que não estavam quebrados.
Hoje já há alguns estabelecimentos com opções integrais para atender a turistas, assim como já existem escolas de Yôga para satisfazer os devaneios dos que pagam bem para que lhes vendam o que eles querem comprar, ou seja, aquilo que o ocidental pensa que o Yôga é.
Eu ficaria agradecido se você divulgasse este blog por entre os seus amigos, familiares, links, outros blogs, facebooks, twitters, websites, e-mails, messenger, enfim, por todos os meios para que as pessoas nos conheçam melhor e saibam quais são os nossos valores. Para que elas saibam quem somos nós, que linguagem utilizamos, quais são as nossas propostas. Se nos conhecerem, certamente vão gostar de nós e defenderão nosso estilo de vida.
Menor (100 pixles de largura)
http://tinyurl.com/DeRose100px
Recomendo aos que forem usar, copiar as imagens do logo para seus próprios sites, assim se meu blog sair do ar, ninguém fica sem imagem.
Já usei em dois dos meus blogs.
http://filosofiasdefernando.blogspot.com/2009/05/blog-de-um-grande-amigo.html
http://opalhacosurfista.blogspot.com/2009/05/blog-de-um-grande-amigo.html
Um abraço, [do Fernando]
Comentando este post, recebi da Zélia, de Lisboa, o seguinte comentário:
Diariamente, faço copy a um dos artigos do blogue e, depois, past para a folha de rosto do mail.
Em seguida, envio para a nossa lista de alunos e prospects com a indicação:
Quer saber mais? então vá ao Blog do DeRose em
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/
Também comentando este post, recebi do Zé Afonso, de Paris, a seguinte sugestão:
Outra opção é colocar o endereço do blog na assinatura do email, divulgando a cada email enviado:
José Afonso
http://www.espaceenergie.fr
Visitez le blog du De Rose:
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/
Ainda comentando este post, recebi da Filipa, de Paris, mais esta boa sugestão:
Quanto à divulgação do blog, nós colocamos o endereço do site no quadro negro das sala de aula e fazemos o aviso constantemente. Enviamos também um e-mail a todos os alunos incentivando a participação.
Começamos hoje também a distribuição de uns pequenos e simples cartões (tipo cartão de visita) que divulgam o blog e incentivam à participação. Distribuímos à saída de cada aula e vamos mandar também na carta do mês.
O idioma não é certamente uma barreira, primeiro porque lidamos com um público culto e viajado cuja língua é apenas um detalhe técnico e depois porque o tradutor do google até dá uma boa ajudinha. ![]()
Alguém tem mais ideias que possa compartilhar?
Je vous embrasse très fort
Recebi, depois, este comentário da Thais Lopes:
Tem também a sugestão do Jonatas:
E quando achei que não haveria mais nada a acrescentar, recebi o comentário do Caio Melo:
Sempre tenho entrado aqui através do Google… que tal todos acessarmos dessa forma?
Beijos e abraços
Uma sugestão da Argentina:
Otra forma de divulgar el blog es en los círculos de lectura. En varias Sedes de Buenos Aires ya se está incluyendo la lectura de algunos textos y se miran los videos posteados.
De esa manera se enriquece mucho el intercambio con los alumnos y realmente se sienten más cerca del sistematizador del SwáSthya.
Abrazo inmenso!
Martín Pereira
Sede Palermo
Buenos Aires
Mais uma boa ideia:
Gosto muito de o ler e visito-o várias vezes todos os dias!
Para quem não tem a oportunidade de visitar os blogs que gosta e que não tem tempo para vir ver se há actualizações, pode sempre usar o google reader que nos informa dos novos posts que foram criados!
Beijinho com carinho
E uma sugestão do Nilzo:
Nilzo Andrade Jr.
Mestrão!
Outra ferramenta poderosa de divulgação e em ascensão no mundo todo é o Twitter. Ele é um microblog, com posts de até 140 caracteres Veja um exemplo: http://twitter.com/NilzoAndradeJr.
Um beijo enorme e até a aula nesta noite!
Nilzo
Abraços do Alessandro!
httpv://www.youtube.com/watch?v=6yLU0EFAJw4
Bem curto e muito didático.
Abraços e muito obrigado pelo destaque. Nem sei o que dizer.
Mestre,
En la firma de mis e-mails yo coloco el link a tu blog pero de la siguiente manera:
http://www.metododerose.org/blogdoderose
Así evito por completo la palabra yôga en la firma. ![]()
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Dwayne – Argentina – Buenos Aires
Olá Mestre,
Hoje ocorreu algo muito bacana!!!
Em um atendimento a pessoa olhou para o flyer do blog e disse: Deixa eu levar um desses. Eu acesso esse blog, é muito bom.
Então fiquei muito contente com isso. Imagine só se continuarmos difundindo, divulgando por todos os cantos, em todos esses países.
Será sempre cada vez mais acessado e através disso as pessoas identificadas buscarão com a certeza do que vão encontrar. Pois já entende o conteúdo do nosso trabalho.
E o que faz isso ficar cada vez mais concreto são seus posts e a participação de todos comentando e escrevendo.
Obrigado Mestre por tudo que faz.
Quando é Preciso Ser Forte é o nosso livro mais relevante. Se você quiser conhecer nossa trajetória desde o início, quais foram meus Mestres, erros e acertos, aprendizado, correções de curso, evolução da proposta, elementos biográficos, viagens, família e – além disso tudo – ensinamentos para a vida, é fundamental a leitura do Ser Forte. Não é um livro de Yôga. É uma obra sobre filosofia, história, ética, empreendedorismo, Índia, romance, drama e bom-humor. Acima de tudo, é uma leitura fluida e agradável. Muitos leitores declararam que não conseguiram parar de ler até chegar à conclusão.
Carlo Mea |
Enviado em 19/12/2009 às 22:07
Querido Mestre, |








