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segunda-feira, 31 de outubro de 2011 | Autor:

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010 | Autor:

No presente momento da sua profissão, você poderia, sem aviso, parar de trabalhar de uma hora para outra e ficar assim durante três meses ou mais? Ao mesmo tempo, você pode dispor agora, neste instante, de mais de cem mil reais para jogar fora em despesas diversas (desnecessárias) e nunca mais ver esse dinheiro? Poderia comprar um apartamento ou dar de entrada na compra da sua sede própria. Quando recomendo que compre o seu imóvel a desculpa é a de que neste momento você não tem dinheiro para isso. Mas se você se acidentar, o dinheiro aparece. Então, por que não dar um jeito no paradigma e ao invés de gastar com hospital, cirurgia, consultas médicas, radiografias, exames de laboratório, tomografias, ressonâncias magnéticas, remédios, fisioterapia etc, você não prioriza a compra do seu imóvel, imediatamente?

Estudiosos fizeram uma pesquisa sobre a causa da pobreza no mundo e concluíram que três são as causas principais: doenças, fenômenos naturais (enchentes, terremotos, furacões) e casamentos – sim, pois as famílias gastam as economias de uma vida nas festas de casamento! Poderiam  comprar a casa própria para os filhos, mas acham mais importante queimar o mesmo valor em uma cerimônia, festa e viagem de núpcias. Acredito que no tópico doenças podemos incluir acidentes. Deixar de trabalhar, ou trabalhar menos, por causa de um acidente já é suficiente para comprometer o sucesso na profissão e o consequente enriquecimento. Mas se considerarmos as despesas médicas e outras decorrentes do período de tratamento, podemos agregar a queima de ativos e a descapitalização.

O assunto do momento são os acidentes de moto. Mas também temos que mencionar a irresponsabilidade de instrutores nossos que se quebram fazendo esqui. Todas as vezes que o Borges leva o pessoal para esquiar na neve volta alguém engessado. Desta vez não foi o Borges, mas o fato é que temos a instrutora Marina, Diretora da Unidade Santo André, que está de muletas há mais de três meses por ter-se aventurado a esquiar na neve. A pergunta é: valeu a pena?

terça-feira, 1 de setembro de 2009 | Autor:

Os instrutores Alexandre Montagna e Daniela da Silva, e os alunos Sarita Borges e Hélio Roman sofreram um acidente quando vinham de Chapecó para Joinville. Bateram de frente em outro veículo. Incrivelmente, todos sobreviveram com ferimentos leves. Isso é impressionante, porque uma batida de frente na estrada era para não sobrar ninguém para contar a história. Mas a egrégora nos protege.

No Festival de Florianópolis de 2008, uma turma que vinha de São Bernardo, SP, capotou na estrada. Ninguém se machucou. Seguiram viagem e participaram do festival como se nada tivesse ocorrido.

Ontem, ao contar esse caso, fui informado de outro acidente em que o veículo do nosso pessoal capotou e depois foi abalroado por outro carro. Ninguém morreu. Ninguém se feriu gravemente.

Considerando que somos tantos milhares, que temos tantos eventos em tantas cidades e que viajamos o tempo todo, é impressionante que tenhamos tido tão poucos acidentes ao longo das décadas e que, em 50 anos, ninguém tenha morrido em acidentes de estrada!


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