quinta-feira, 15 de junho de 2017 | Autor:

Excelente matéria publicada no jornal O Globo, um dos mais importantes do país. Meus cumprimentos ao brilhante jornalista Ronald Villardo pelo rigor, coragem e compromisso com a verdade. Por outro lado, agradeço a deferência, mas concordo com o que alguns vão escrever nos comentários: “Mestre só Jesus”. Obrigado, Ronald, obrigado O Globo, mesmo, de coração.

Leia o texto na íntegra também pelo website do jornal: https://oglobo.globo.com/rio/derose-um-mestre-que-ha-seis-decadas-ensina-respirar-21276408

Reportagem do jornalista Ronald Villardo no jornal O Globo, dia 20 abril de 2017

quarta-feira, 14 de junho de 2017 | Autor:

Reportagem que saiu no The Sunday Times, de Londres, considerou o DeROSE Method como de qualidade cinco estrelas. Veja o texto integral.

DeRose Method no The Times. Five Stars!

sábado, 25 de fevereiro de 2017 | Autor:

Trabalhei muito, meu amigo. Todos os sábados e domingos do ano, durante 50 anos (uma pessoa comum se aposenta aos 35 anos de trabalho), dando cursos e viajando por este Brasil imenso e pelo resto do mundo. Você sabe por que trabalhei tanto? Eu o fiz porque acredito no que eu faço. Acredito no meu Método. Acredito nas pessoas que estão comigo nesta empreitada. E acredito no ser humano. Caso contrário, eu teria desistido há muito tempo.
Com mais de setenta anos de idade, espargi o conhecimento milenar, incrementei qualidade de vida, saúde, vitalidade, harmonia e felicidade nas pessoas. Mudei a vida de muita gente, de muitas famílias. Sou consciente de ter salvado a vida de milhares de jovens ao evitar que se envolvessem com drogas, bebidas e fumo. Trabalhei muito, muito mesmo. Até quando estava doente, continuei viajando e ministrando cursos. Quantas vezes saí da cama, dei aula e voltei para a cama! Não sei quantos foram capazes de fazer isso. Escrevi dezenas de livros publicados nas Américas e na Europa. Ergui bem alto o nome do Brasil noutras nações. Não admito que pessoas que recebam pagamento pelas suas respectivas profissões, venham me censurar por haver cobrado pelos meus cursos e pelos meus livros.
Por isso, também, eu saí do segmento do Yôga. Cansei de gente complicada, intolerante e preconceituosa.

sábado, 18 de fevereiro de 2017 | Autor:

Um bom exemplo de proposta comportamental do DeROSE Method, na área de conceitos, é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade. A isto, podemos chamar de boas maneiras ou, até, de boas ações. Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.

TRÊS-VEZES-TRÊS
O três é um dos números reverenciados nas nossas raízes hindus. Vamos, então, fazer nossa contagem a partir dele.
Se você realizar hoje menos de três boas ações, considere este como um dia de chumbo.
Se realizar três ações de boas maneiras, este foi um dia de bronze. Com duas-vezes-três ações meritórias, seu dia terá sido de prata.
Conquistando três-vezes-três ações de civilidade, comemore um dia de ouro.
Mas se conseguiu realizar mais de três-vezes-três ações, você é o nosso herói e o seu dia foi de diamante!
Depois que você se acostumar e colocar estas atitudes no seu “piloto automático”, verá que é muito fácil praticar três-vezes-três ações meritórias por dia. As oportunidades estão ao nosso redor, o tempo todo, na nossa vida. É apenas uma questão de criar o hábito de ser gentil com toda gente e de cultivar a cordialidade, principalmente com os que não a merecem, porque é fácil ser gentil quando o outro também foi. Difícil e meritório é ser educado e cordial quando o outro estiver sendo grosseiro. Sempre devemos colocar-nos no lugar do outro e imaginar se ele não está sendo rude devido a algum problema em sua vida pessoal, se seu filho não está doente e ele está passando por dificuldades financeiras, se ele não acabou de ser humilhado pelo cônjuge, pelo chefe ou pelo freguês, se não está com enxaqueca ou com cólica e precisa trabalhar assim mesmo. Quando nos colocamos no lugar do outro, é muito fácil reagirmos com tolerância e compaixão.

domingo, 12 de fevereiro de 2017 | Autor:

Estava com 16 anos de idade quando comecei a dar classes de Yôga. Isso foi bom, pois, dessa forma, nunca usei drogas, nunca fumei e nunca tomei bebida alcoólica como os demais jovens. Por outro lado, nem imaginava a encrenca em que estava me metendo. Encontrávamo-nos em meados do século passado! As pessoas não tinham cultura e, consequentemente, não sabiam o que era o Yôga (bem… não sabem, até hoje). Minha mãe, muito católica, pensava tratar-se de alguma religião ou seita; e o meu pai não se convencia de que era uma profissão bem remunerada, digna e promissora – melhor que a dele!
Não era só isso. Por aquela época, todos achavam que para ser um professor deste sistema era preciso ter cabelos brancos e eu era um simples adolescente. Comecei mal. Sem idade, sem padrinho e sem dinheiro eu estava dando o primeiro passo para que as pessoas não acreditassem em mim.
Contudo, o impulso para dedicar-me de corpo e alma a este life style era mais forte que eu. O Yôga fervilhava em minhas veias. Quando lia nos livros algum conceito, aquilo me era tão familiar que parecia não estar sendo assimilado pela primeira vez e sim apenas recordado. Quando aprendia algum termo sânscrito, ele me era perfeitamente íntimo, a pronúncia fluía como se fosse a minha própria língua e bastava lê-lo ou escutá-lo uma única vez para não o esquecer nunca mais. Quando executava alguma nova técnica, sentia uma facilidade tão grande que era como se sempre a tivesse praticado. Isso, para não mencionar os tantos procedimentos, conceitos e termos que eu já havia intuído antes de ler o primeiro livro desta filosofia indiana e que foram confirmados nos estudos posteriores.
Assim, superei todos os obstáculos e prossegui dedicando-me à minha grande vocação. Na época, eu era estudante, mas dava um jeito e só estudava os livros deste maravilhoso sistema durante o período escolar. Fora dele, lia mais ainda e praticava o tempo todo. Um dia, recebi o convite para começar a dar classes gratuitamente numa ordem filosófica. Isso desencadeou meu pendor natural. Aí, começou um novo tipo de problemas, bem maiores do que os que eu enfrentava em casa, com a incompreensão dos pais.
Os praticantes, naquele tempo, eram pessoas de mais de cinquenta anos de idade. Eu, com dezesseis, certamente não convencia muita gente. Alguns ficavam cativados pela profundidade das técnicas que eu ensinava e pela seriedade que sempre marcou minhas atitudes. Esses extrapolavam a meu favor, declarando que eu devia ser a reencarnação de algum monge hindu. Mas constituíam uma minoria. Os outros diziam que esperavam um professor mais velho e me aplicavam interrogatórios para Gestapo nenhuma botar defeito – sobre que vertente era aquela, sobre as minhas fontes, se eu tinha ido à Índia, se eu me lembrava das vidas passadas et reliqua.
Com isso, fui logo ganhando mansos admiradores por um lado e ferozes críticos por outro. Os admiradores declaravam que um jovem daquela idade já saber tanto era sinal inequívoco de que não estava começando tal caminhada pela primeira vez nesta encarnação. Afirmavam que o fato de eu não estar levando uma vida leviana, não fumar, não beber e não me entregar às loucuras normais da idade, mas ser tão austero era, no mínimo, elogiável.
O outro time censurava com um azedume cujo motivo eu não compreendia. Dizia que eu era muito jovem e que deveria estar aprendendo e não ensinando naquela idade. Que eu estava sendo muito orgulhoso ao posar de professor. Quem eu pensava que era?
Nessa pouca idade já comecei a observar que os que defendem fazem-no sem agressividade e não aparecem, mas os que atacam, agem com virulência e todos os escutam.
No entanto, ainda tinha alguns anos de estudo escolar pela frente e, depois, o serviço militar que eu queria prestar. Então, não dei muita importância às críticas. Prossegui lendo e praticando o máximo de tempo, até que cheguei à programação diária de 7 horas de leituras, 7 horas de prática e 7 horas de sono. As outras três horas diárias para completar 24 h eram para as refeições. Isso, naquela idade, teve um efeito bombástico na minha aceleração evolutiva. Em pouco tempo, eu estava experimentando estados de consciência expandida e dos 16 aos 18 já havia escrito vários livros. Infelizmente, não tinham nenhum interesse para o público, a não ser um deles que mais tarde, no final da década de 1960, foi ampliado e publicado com o título Prontuário de SwáSthya Yôga, o qual posteriormente virou o Tratado de Yôga. Ah! E um outro que só chegou a ser publicado mais de quarenta anos depois, em 2005, com o título Sútras – Máximas de lucidez e êxtase.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017 | Autor:

Aos 17 anos de idade decidi que queria servir o Exército e fiz questão de servir na tropa. Foi um escândalo!
– O que é que um rapaz como você vai fazer lá na tropa? Não é ambiente para você. – Era o que ouvia com frequência.
Mas, assim como escolhi o colégio interno que, todos diziam, iria detestar e adorei, da mesma maneira ocorreu com a caserna. Imagine um garotão de dezoito anos podendo fazer ginástica de graça, ordem-unida, dar tiros à vontade e ainda ter o direito de rastejar na lama! O fato é que foi bastante divertido e eu me dei muito bem lá. Era o único soldado que nunca foi advertido pelo sargento do Primeiro Pelotão da Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro.
Quando tivemos uma solenidade de comemoração do aniversário da Companhia, cada pelotão demonstraria uma aptidão. O primeiro pelotão, ordem-unida; o segundo, educação física; e, o terceiro desmontar e montar um mosquetão com os olhos vendados. Fui o único soldado que os sargentos dos demais pelotões escalaram para participar de todas as demonstrações. Enfim, inseri estas lembranças para ilustrar como gostei e como foi importante o meu convívio com o quartel.
Não fui para o Exército a fim de estudar mais o Yôga, como fizera ao optar pelo internato, e sim para pô-lo à prova num ambiente adverso.
Decidira também que após o serviço militar iria tornar-me um instrutor de Yôga e exercê-lo como profissão verdadeira, em tempo integral, dedicando minha vida a esse ideal.

domingo, 29 de janeiro de 2017 | Autor:

Adotei este desenho específico da flor de lis como emblema do meu Método ainda na década de 1960. Ela foi impressa como logomarca da nossa escola no meu primeiro livro em 1969. Depois, deixei de utilizá-la por cerca de quarenta anos. Quando passei a utilizar a marca DeROSE Method, a flor de lis ressuscitou no inconsciente coletivo do nosso trabalho.
Se o leitor consultar as imagens no Google, vai confirmar que, de todas as representações da flor de lis, a nossa é a mais artística, a mais bonita e a mais poderosa. Nossa flor de lis tem suas pétalas desenhadas sob a inspiração das folhas de acanto do capitel coríntio. A flor de lis sugere nobreza, no caso, a nobreza dos nossos ideais, e o acanto remete ao conceito de classicismo greco-romano, aquele sobre o qual está alicerçada a civilização ocidental.
Nosso desenho da flor de lis está registrado como propriedade intelectual na Biblioteca Nacional e como marca registrada no INPI.
“La fleur de lis
Le symbole de la fleur de lis est lié à une période spécifique de l’Histoire de France. C’est également un symbole universel utilisé par un grand nombre d’établissements et d’associations pour évoquer une idée de raffinement et noblesse.” (Traité de Yôga, De Rose, Paris)

CAPITEL CORÍNTIO
TEXTO EXTRAÍDO DA WIKIPEDIA

Vitruvius descreve a ordem Coríntia como inventada por Callimachus, um arquiteto e escultor que se inspirou em um cesto de acantos. Nas palavras de Vitruvius, em seu Livro 4, Da Arquitetura:

“Uma jovem mal chegada à idade núbil, cidadã de Corinto, acometida por uma enfermidade, faleceu. Após seu sepultamento, sua ama reuniu e dispôs num cesto as poucas coisas às quais ela se afeiçoara enquanto vivera. Levou-as a seu túmulo e as colocou sobre ele, e, para que elas se conservassem dia após dia, teceu por cima delas um pequeno teto. O cesto havia sido colocado casualmente sobre raízes de acanto, e, nesse ínterim, premidas por seu peso, verteram na primavera, folhagens e hastes em profusão.
“As hastes do acanto, crescendo ao longo das bordas do cesto e empurradas pela beira do teto, em razão do seu empuxo, foram forçadas acurvar suas extremidades. Calímaco, então, que em virtude da elegância e da graça de sua arte de trabalhar o mármore foi denominado pelos atenienses o príncipe dos artífices, passando perto desse monumento, reparou no cesto e na delicadeza da folhagem que medrava ao redor, e, encantado com a novidade das formas produzidas, executou para os coríntios colunas segundo esse modelo e instituiu suas proporções, e atribuiu as relações da ordem coríntia a partir daquilo que está presente na perfeição de suas obras”.

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