Oi Mestre,
Permita-me fazer um “merchandising do bem” aqui no seu Blog! Gostaria de divulgar o trabalho da Fundação Mantiqueira, que ainda está a caminho da formalização e, justamente por isso, precisa do apoio de pessoas que tenham afinidade com a causa ambiental. A Fundação começa com a luta do Lino, proprietário da Fazenda Boa Vista, que está doando sua fazenda, com uma grande parte de Mata Atlântica preservada, pousada, casa sede, casas de hóspedes e muitas outras benfeitorias, para constituição da Fundação, que tem como principal objetivo a conservação socioambiental da Serra da Mantiqueira.
O Lino atua na região da Mantiqueira há mais de 35 anos e está empreendendo esforços para que seu trabalho tenha continuidade, por isso a doação de seu maior patrimônio à Fundação.
Mais informações nos sites: http://www.fundacaomatiqueira.org e http://www.fazendaboavista.com.br
Uma ótima forma de contribuir é hospedando-se na Pousada da Fazenda Boa Vista, um lugar encantador. Segue uma foto minha na varanda da pousada, vendo a neblina da manhã se dissipar…
Grande abraço,
Carol Mathias
Instrutora da Unidade Itu







Boa noite Mestrão.
Tenho uma aluna particular que se chama Tânia, que se dedica à veterinária e ela me pediu para que, por favor, eu divulgasse entre meus conhecidos a necessidade de achar um lar para uma cachorrinha. Acho que uma das melhores formas para fazê-lo, é através do seu blog, já que milhares de pessoas acessam diariamente e, quem sabe, uma delas está pensando em ter um cãozinho. Aliás, tem duas fotos dela antes e depois dos cuidados.
Agradeço se você puder fazer esta divulgação.
Um mahá abraço com saudades,
Federico
PS: Olha e e-mail que ela me enviou e o que ela tinha recebido antes. Se você quer postar o comentário, seria importante postar também a troca de e-mails entre elas. Ao final a Tânia, far-se-ia responsável das vacinas.
PS2: para saber mais, o pessoal pode enviar um e-mail para Tânia que ele responderá à brevidade: taniagunther@hotmail.com
E-mail da Tânia para mim
Oi Fe!
Essa é a pretinha que falei; a ong se chama sos cães de rua (tem até um site-soscaesderua.com.br-mas ainda estão fazendo algumas melhorias). Como a ong é nova e ainda está se estruturando é perigoso levá-la p lá pois os animais estão em quarentena e alguns ainda estão doentes.
Como disse, comprometo-me a vaciná-la mesmo depois da adoção (já que os filhotes devem tomar algumas vacinas com intervalos mensais).
Muito obrigada, só de repassar vc está ajudando bastante!!!
Bjs
Tâ
E-mail da Eliana para a Tânia
Olá Tânia, tudo bem?
Estou enviando a foto da Pretinha( antes e depois), foi retirada da rua ela e a irmãzinha , que infelizmente não sobreviveu.Ela está p/ adoção, mas ninguém
a quer, pois tem um pequeno problema em uma das perninhas e sua imunidade é um pouco baixa.Estava tentando ficar com ela, mas como não depende só de mim ……………Meu coração está apertadíssimo.
Não estamos com muitas condiçoes de mante-la na clínica onde está hospedada, o valor já está muito alto.A idéia no momento é levá-la p/ um abrigo em São José onde temos outros, lá pagamos mensalmente, pois em Suzano é arriscado p/ a saúde dela.
Ela é muito especial e precisa de muuuuuuuuuito amor e carinho.
Uau, que privilégio estar aqui na primeira página! Muito obrigada pelo apoio!
Acabei de deixar um comentário na postagem anterior, onde coloquei uma foto da “sala de prática” que tem lá na pousada. É meio improvisada, mas tem EVA de boa qualidade, igual ao que estamos acostumados em nossas Unidades.
Agora deixo uma foto mais poética, com a paisagem que inspira samádhi
Quem quiser apoiar o trabalho pode entrar em contato com o pessoal da Fundação direto pelos sites, ou pode falar comigo, pois já fui prá lá várias vezes e me aproximei bastante do Lino.
Mestre, mais uma vez obrigada, um grande abraço!
Carol Mathias
Instrutora da Unidade Itu
Dá vontade de ir para lá. Beijoka.
Mestre querido!
Preciso compartilhar o vídeo, nossos irmão animais são mesmo muito melhores que nós.Tanto que aprender com eles!
beijo enorme!
Juju
Método DeRose Mont´Serrat – Porto Alegre (e feliz) =D Brasil
Mais uma tentativa.
Querido De,
Gostaria de partilhar contigo e, se possível, com toda a egrégora um momento especial vivenciado com os nossos amigos de Portugal, ao som dos Sankalpas, interpretando o tema “Hara hara mahádêva”.
Satisfação, alegria sincera, boa disposição são alguns dos sentimentos que despertam ao observar este slideshow.
Tenho a plena convicção de que tudo isto existe por tua causa, porque o Método DeRose faz parte da nossa vida. Muito obrigado, Mestre!
Espero que este video te desenhe um sorriso nos lábios.
Um beijo enorme de gratidão
Marco Silva
Muito bom, meu querido. Realmente, um sorriso de alegria, felicidade e saudade dos meus companheiros de Portugal eclodiu no meu rosto.
Há algum tempo conversava com um amigo sobre a relação do consumo de carnes e o meio ambiente. Ele por sua vez, comentou comigo sobre um artigo que estava escrevendo para conclusão do curso de Pós Graduação em Ecodesign, pela Universidade Positivo de Curitiba. Achei interessante e resolvi compartilhar um trecho que inevitavelmente aos mais sensíveis e conscientes, dói o coração.
Impacto Ambiental do Consumo Animal
Por: Alexandre Tomasoni
kisarum8@gmail.com
(…) O Impacto na vida animal
Todos os anos bilhões de animais são confinados, torturados e mortos para que alguém possa sentar-se à mesa e saborear um pedaço de carne. Este massacre poderia ser perfeitamente evitado apenas com uma mudança no hábito alimentar para uma dieta mais saudável a base de vegetais.
Segundo o Ministério Norte-Americano da Agricultura (2009), só os Estados Unidos abatem mais de oito bilhões de animais por ano, para alimentação. Sendo assim, mais de 22 milhões são sacrificados nos abatedouros americanos por dia, isto é: mais de 950 mil por hora; 16 mil por minuto. Apesar dos progressos dos últimos anos, os animais continuam a ser mantidos em condições de criação precária, mutilados de diversas maneiras, sem anestésicos, transportados por longas distâncias em compartimentos exíguos e insalubres, para serem finalmente executados aos gritos, das formas mais cruéis possíveis.
Os animais criados para consumo, são privados de todos os seus instintos naturais, confinados por toda a vida, desde o nascimento até a morte. A grande maioria desses animais, jamais veem a luz do sol ou pisam em terra, nem tampouco podem mover-se livremente e interagir com seus parceiros e crias.
Segundo Sônia Felipe, (2008), professora de ética e filosofia política da Universidade Federal de Santa Catarina, aves criadas para o abate não tem possibilidade de selecionar os alimentos que desejam consumir, vendo, cheirando. Elas são criadas em gaiolas coletivas, por isso não ciscam. O stress gerado resulta num dos principais problemas que é o canibalismo. Para evitar isso se faz a desbicagem, que nada mais é do que a degeneração do comportamento da galinha (…).
De outro lado, a reprodução artificial faz com que as vacas leiteiras produzam leite ininterruptamente, enquanto seus filhotes são alimentados em tigelas para não engordar e não desenvolver músculos. este bezerro desmamado, ainda é trancado e amarrado num pequeno espaço para que não se mova, permanece no escuro durante seus quatro meses de vida, até ser abatido sem sequer ter visto a luz do sol, tudo isso para produzir a famosa carne nobre de vitelo.
Por sua vez, o sistema de produção da carne suína não é diferente, os porcos tem sus rabos arrancados, seus dentes removidos e assim como os bois, são castrados sem anestesia. Vivem em situações deploráveis até serem abatidos sem piedade, com muita dor e sofrimento. Em países como a China, cães e gatos são considerados animais de consumo, e da mesma forma que tratamos nossos bois, suínos e frangos, os chineses os criam e abatem com inimaginável crueldade.
Os animais são seres sensíveis e inteligentes, capazes de sentir dor, medo e afeto. O consumo da carne tornou-se a causa de maior impacto na vida desses animais, porém existem diversas outras formas de ultrapassar a barreira ética e expor esses seres aos mais diversos tipos de tortura, dor e sofrimento.
A indústria de peles é uma das mais cruéis do mundo, sendo a China fonte mundial da maioria dos produtos de pele, conforme Relatório do Ministério Norte-Americano da Agricultura (2005). Como não poderia ser diferente da produção da carne a produção de artigos de pele utiliza-se de métodos chocantes de colocação de armadilhas, transporte, confinamento e matança. Depois de uma vida passada em condições deploráveis, os animais são eletrocutados, asfixiados, envenenados ou estrangulados, nem todos morrem imediatamente, alguns chegam a ser esfolados ainda vivos. Mais de 40 milhões de animais são mortos a cada ano da forma mais hedionda e covarde possível para o uso de suas peles.
(…) O impacto ao animal ainda se estende aos circos que torturam e mantém em condições precárias seus animais, as touradas, rodeios, aos parques aquáticos de golfinhos e baleias, as barbatanas de tubarão que fornecem substância afrodisíaca, enfim, são inúmeras as atrocidades cometidas pelo homem perante os animais e que conduzem o planeta a uma situação dramática de perda de diversidade, extinção animal e aquecimento global. (…)
É uma pena termos que compartilhar toda esta realidade, mas tapar o sol com a peneira não dá mais!
Um beijo carinhoso!
Lu
Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.derosecentrocivico.org
Obrigado, Lu, pela contribuição. Beijinho.