Caros amigos. Meu nome é Claudia Santoni.
Eu conheço pessoalmente o Deputado Federal Arnaldo Jardim 2345, candidato a reeleição. Assim como nós, ele é um político que luta pela melhoria da qualidade de vida.
Ele é o autor da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estimula a reciclagem, reutilização e redução da produção de lixo.
Foi coordenador da Frente Parlamentar pela Energia Limpa e Renovável e, no Congresso Nacional, quer conciliar segurança e eficiência energética, preservando o meio ambiente por meio da maior utilização de álcool como combustível, da biomassa da cana e do biodiesel (reduzindo com isso a utilização de combustíveis fósseis e baixando os índices de poluição).
Ele também vai facilitar a aquisição de imóveis para quem ainda não tem, pois é o autor do Programa de Habitação Social do Estado de São Paulo – PROHAB, que cria novas linhas de financiamento para a população.
Bem, era só isso. Desculpe falar sobre esses assuntos, mas não é propaganda não, é só admiração da minha parte. Obrigada.
Beijinhos a todos,
Claudia.






Oi Mestre!
Estudo o Método em Brasília, na Unidade Asa Norte. Sou aluno do Suassuna.
Transcrevo abaixo o tópico intitulado “Cultura Patriarcal” do capítulo “Conversações Matrísticas e Patriarcais” do livro de Humberto Maturana e Gerda Verden-Zöller (1993): “Amor y Juego: Fundamentos Olvidados de lo Humano – Desde el patriarcado a la democracia”, traduzido e publicado no Brasil como “Amar e Brincar: fundamentos esquecidos do humano – Do patriarcado à democracia” (São Paulo: Palas Athena, 2004).
CULTURA PATRIARCAL
Os aspectos puramente patriarcais da maneira de viver da cultura patriarcal européia – à qual pertence grande parte da humanidade moderna, e que doravante chamarei de cultura patriarcal – constituem uma rede fechada de conversações. Esta se caracteriza pelas coordenações de ações e emoções que fazem de nossa vida cotidiana um modo de coexistência que valoriza a guerra, a competição, a luta, as hierarquias, a autoridade, o poder, a procriação, o crescimento, a apropriação de recursos e a justificação racional do controle e da dominação dos outros por meio da apropriação da verdade.
Assim, em nossa cultura patriarcal falamos de lutar contra a pobreza e o abuso, quando queremos corrigir o que chamamos de injustiças sociais; ou de combater a contaminação, quando falamos de limpar o meio ambiente; ou de enfrentar a agressão da natureza, quando nos encontramos diante de um fenômeno natural que constitui para nós um desastre; enfim, vivemos como se todos os nossos atos requeressem o uso da força, e como se cada ocasião para agir fosse um desafio.
Em nossa cultura patriarcal, vivemos na desconfiança e buscamos certezas em relação ao controle do mundo natural, dos outros seres humanos e de nós mesmos. Falamos continuamente em controlar nossa conduta e emoções. E fazemos muitas coisas para dominar a natureza ou o comportamento dos outros, com a intenção de neutralizar o que chamamos de forças anti-sociais e naturais destrutivas, que surgem de sua autonomia.
Em nossa cultura patriarcal, não aceitamos os desacordos como situações legítimas, que constituem pontos de partida para uma ação combinada diante de um propósito comum. Devemos convencer e corrigir uns aos outros. E somente toleramos o diferente confiando em que eventualmente poderemos levar o outro ao bom caminho – que é o nosso –, ou até que possamos eliminá-lo, sob a justificativa de que está equivocado.
Em nossa cultura patriarcal, vivemos na apropriação e agimos como se fosse legítimo estabelecer, pela força, limites que restringem a mobilidade dos outros em certas áreas de ação às quais eles tinham livre acesso antes de nossa apropriação. Além do mais, fazemos isso enquanto retemos para nós o privilégio de mover-nos livremente nessas áreas, justificando nossa apropriação delas por meio de argumentos fundados em princípios e verdades das quais também nos havíamos apropriado. Assim, falamos de recursos naturais, numa ação que nos torna insensíveis à negação do outro implícita em nosso desejo de apropriação.
Em nossa cultura patriarcal, repito, vivemos na desconfiança da autonomia dos outros. Apropriamo-nos o tempo todo do direito de decidir o que é ou não legítimo para eles, no contínuo propósito de controlar suas vidas. Em nossa cultura patriarcal, vivemos na hierarquia, que exige obediência. Afirmamos que a uma coexistência ordenada requer autoridade e subordinação, superioridade e inferioridade, poder e debilidade ou submissão. E estamos sempre prontos para tratar todas as relações, humanas ou não, nesses termos. Assim, justificamos a competição, isto é, o encontro na negação mútua como a maneira de estabelecer a hierarquia dos privilégios, sob a afirmação de que a competição promove o progresso social, ao permitir que o melhor apareça e prospere.
Em nossa cultura patriarcal, estamos sempre prontos a tratar os desacordos como disputas ou lutas. Vemos os argumentos como armas, e descrevemos uma relação harmônica como pacífica, ou seja, como uma ausência de guerra – como se a guerra fosse a atividade humana mais fundamental.
Em nossa cultura patriarcal, estamos sempre prontos a tratar os desacordos como disputas ou lutas. Vemos os argumentos como armas, e descrevemos uma relação harmônica como pacífica, ou seja, como uma ausência de guerra – como se a guerra fosse a atividade humana mais fundamental.
Nossa Cultura é o meio onde tudo isso foi superado, onde há respeito à vida. Obrigado por nos proporcionar um ambiente tão raro e honesto.
Mahá baddha abraço.
Visceralmente verdadeiro. Obrigado por compartilhar. Outro mahá baddha abraço.
Oi André, tudo bem? Tenho um amigo que pratica aí em Brasília, Hugo Leonardo Queiroz, será que vocês se conhecem?
Gostei do texto André =)
Através do Método podemos nos tornar pessoas melhores sim.
O título “Do patriarcado à (para a) democracia” dá a impressão de que houve uma evolução, mas houve? No patriarcado, o homem é a maior autoridade, tendo poder sobre todos que lhe estão subordinados, devendo estes lhe prestar obediência. Democracia é um regime de governo no qual o poder de tomar decisões políticas está na mão dos cidadãos, por meio de representantes eleitos. Veja que, os eleitos deveriam apenas representar as decisões políticas tomadas pelo povo, mas o que ocorre é o inverso, o povo que representa as decisões políticas dos eleitos, os cidadãos enfim fazem o que o patriarcado quer. O direito de votar, manifestar e lutar foi conquistado, contudo a desigualdade ainda persiste, o poder e a opressão também. Querendo ou não, se obedece a autoridade, se consente.
Você já leu o livro “Discurso da Servidão Voluntária”? Vou citar alguns trechos pra você:
“Não é preciso combater o tirano, não é preciso anulá-lo; ele se anula por si mesmo, contanto que as pessoas não consintam a sua servidão. Não se deve tirar-lhe coisa alguma, e sim nada lhe dar”.
“Para que os homens deixem-se sujeitar, é preciso que sejam forçados ou iludidos”.
“Para alguns, mesmo que a liberdade estivesse inteiramente perdida e de todo fora do mundo, a imaginam e a sentem em seu espírito; e a servidão não é de seu gosto por mais que esteja vestida”.
“Sob os tiranos, as pessoas facilmente se tornam covardes e efeminados”.
“Como é possível que tantos homens, cidades, nações suportem tudo de um tirano, que tem apenas o poderio que lhe dão, que não tem o poder de prejudicá-los senão enquanto aceitam suportá-lo, e que não poderia fazer-lhes mal algum se não preferissem, a contradizê-lo, suportar tudo dele”.
“O povo parece ter perdido todo sentimento do mal que o aflige, com efeito, deixa crer que o próprio amor da liberdade não é tão natural”.
beijos para você, beijos para o DeRose =)
Fernanda.
Unidade Centro Cívico – Curitiba/PR
http://www.derosecentrocivico.org/
Olá a todos!
Encontrei um estúdio de design sustentável que busca o menor impacto ambiental em seus produtos, considerando sempre os aspectos sociais e econômicos de seu ciclo de vida. Sendo a comunicação também parte fundamental do processo de criação, e todo projeto é encarado como um veículo de disseminação de conceitos de sustentabilidade.
Vale muito dar uma olhada.
http://www.fibradesign.net
Beijocas.
E por falar em meio ambiente.
O primeiro ônibus brasileiro equipado com células a combustível a hidrogênio foi fabricado em Caxias do Sul.
O projeto de construções de ônibus a hidrogênio no Brasil é uma iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e conta com a parceria da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, de São Paulo), a GEF (Global Environment Facility) e da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos).
O Brasil é o quarto país no mundo a deter a tecnologia de fabricação de ônibus de transporte de passageiros movido a hidrogênio (os outros são os EUA, Alemanha e China). Apesar da comunidade internacional receber o projeto com ceticismo, desacreditando ser possível que os brasileiros pudessem fazê-lo.
Fonte: Revista Meio Filtrante online – 14/04/2009
http://www.emtu.sp.gov.br/h2/noticia/noticia1.html
Parabéns a todos que desenvolveram o projeto.
Beijocas.
Adorei o texto André.

Obrigada pelas dicas Claudinha. Uma pena eu já ter votado antes de ler esse post. Isso que dá ficar 1 dia sem entrar no blog do Mestre…
Beijinhos.
Gisele Correa
Unidade Anália Franco – SP – Brasil
Êta!
Videos de uma palestra do futurólogo Alvin Toffler:
Sites dele:
http://www.toffler.com – vários textos impressionantes.
http://www.alvintoffler.net
Um abraço
César
Indescritivelmente espetacular!
Olá a todos.
Olha quem eu encontrei perdido em um avenida super movimentada de Belo Horizonte – MG.
Pois é, não resisti. Agora preciso encontrar o dono ou um novo lar.
Espero que seja alguém desta linda e enorme família.
Beijocas ao Mestre e a todos.
Coitadinho! Pode ter sido abandonado por humanos sem coração. Espero que encontre um lar que o acolha com muito carinho. Beijos.
O que um banho não faz?
Qual dos dois?
Olá Mestre!
Uma novidade: A Unidade Asa Norte é apoiadora oficial do show do Djavan em Brasília!
http://www.agenciaflap.com.br/djavanembrasilia/home/
Dentro deste site você pode clicar no logo e acessar diretamente o site http://www.metododerose.org
Isso é resultado de uma ação da Instrutora Tainá Soares junto com o nosso Diretor Daniel Suassuna.
No dia do show teremos um stand, coreografias e premiaremos o público com o livro O que é o Método DeRose.
Já já nos veremos no evento Insights em São Paulo!
Saudades.. Beijos
Aurora Milanez
Instrutora do Método DeRose
Unidade Asa Norte – Brasília
Parabéns, Aurora! Estou muito orgulhoso de você, do Suassuna e da Tainá. Façam bonito e depois tragam essá história para relatar no Insights. Beijinhos.