quarta-feira, 8 de julho de 2009 | Autor:

Se, no final das aulas, você só faz as perguntas (que fazem parte do Método) aos alunos de SwáSthya, corre o risco de passar por um constrangimento quando o seu pré-aluno (de pré-Yôga/Bio-Ex) pronunciar Yóga. Lembra-se das minhas recomendações? Vou repetir aqui.

“Quantas vezes você já ouviu um pré-aluno (de pré-Yôga) ao celular dizendo: ‘Eu terminei minha aula de ióga e já estou indo para casa.’ Ora, ele não fez aula de ióga nem de Yôga. Se o instrutor não faz as perguntas no final de cada aula, não consegue ter o feed-back do aluno ou do pré-aluno e perde a oportunidade de corrigi-lo.”

Logo, sempre recomendei que fizessem as perguntas mesmo aos pré-alunos. Por que estou contando isto aqui? Porque acabo de escutar de uma praticante de um instrutor nosso a palavra “ióga”. E não adianta o instrutor querer esconder casos assim, pois vivo encontrando com alunos de várias unidades nos aeroportos, restaurantes, shoppings, teatros e cinemas de várias cidades e mesmo alunos de um país que eu encontro noutro.

Um dia estávamos eu e a Fée saboreando um lanche em uma rambla de Barcelona, quando alguém se voltou e perguntou em brasileirês: “Você é o DeRose?” Na mesma viagem, no aeroporto de Paris uma jovem veio conversar comigo e disse que era aluna em Belo Horizonte. Imagine a quantidade de alunos que encontro no próprio Brasil. Para que eles não digam nada que o comprometa, siga o conselho de quem tem meio século de experiência com a área de ensino:

FAÇA AS PERGUNTAS PARA FEED-BACK NO FINAL DE CADA AULA, NO FINAL DE TODAS AS AULAS, MESMO QUE SEJAM DE PRÉ-YÔGA.

 

Julio

Bom dia Mestre!

Bom, é de doer o ouvido quando um colega diz “Ióga”. Infelizmente já presenciei pessoas que fazem aula de SwáSthya dizer algumas barbaridades. Em um caso a pessoa disse “Ióga”, em outro caso a pessoa disse “Olha, esse Yôga que o DeRose inventou é mesmo muito bom”. Em ambos os casos eu procurei esclarecer cada pessoa, mas tenho consciência de que a minha palavra não tem a mesma força que a de um instrutor.

Um grande e carinhoso abraço!

Júlio Eccheli
São Paulo – SP

[Eu fico muito triste ao flagrar casos como esse, em que o instrutor não consegue estimular a leitura dos livros recomendados e não procede às perguntas no final de todas as aulas para poder esclarecer os alunos mais distraídos. Há uma coletânea de perguntas já elaboradas que os instrutores podem utilizar. Ainda bem que conto com você e com alguns outros praticantes atentos e engajados, que frequentam o blog, manifestam-se, tem opinião própria e expressam a coragem de corrigir quando um colega declara algum conceito equivocado. Na verdade, se os alunos ajudarem os instrutores na tarefa de esclarecimento dos demais, nossa obra poderá se depurar das desinformações mais rapidamente, o que será vantajoso para todos. Obrigado pela sua ajuda. DeRose.]

  1. Autor: Naiana Alberti

    Olá, Mestre!

    Acabo de enviar o projeto de fachada da minha escola para você e também para alguns membros do Conselho, além do Charles.
    Um beijo, Naiana.

  2. Autor: Regina Wiese Zarling

    Se usar o limite de cheques fosse algo vantajoso ao cliente, com certeza os Bancos não ofereceriam com tanta veemência. Os juros abusivos e taxas cobradas são vantajosos apenas aos cofres bancários. O cidadão, que faz uso do limite, acaba caindo numa roda viva e se não tiver um bom auto-controle e aprender a fazer economia, certamente será um eterno devedor!

    Bjs
    Regina- Batel- Curitiba

  3. Autor: Seth de Silvas

    Mestre ,
    Na unidade Lapa, Dantas & Consuelo nos desafiam e motivam sistemáticamente,para que estejamos cientes e concientes da riqueza da nossa filosofia. Tanto nas aulas de pré_yôga, mas principalmente nas aulas de SwáSthya Yôga

    Seth de Silvas
    Unidade Lapa_SP

  4. Autor: donatella roma

    Ciao Caro Maestro,
    come va? Noi qui a Roma tutto bene.. A novembre ci vediamo a Parigi! Un saluto ed un abbraccio dalla città eterna!

    Donatella

    DeRose |

    Buon giorno, Donatella. Qui a São Paulo, tutto va bene. Questo week-end donero curso a Rio. Bacci tropicalli.

  5. Autor: Julio

    Bom dia Mestre!

    Bom, é de doer o ouvido quando um colega diz “Ióga”. Infelizmente já presenciei pessoas que fazem aula de SwáSthya dizer algumas barbaridades. Em um caso a pessoa disse “Ióga”, em outro caso a pessoa disse “Olha, esse Yôga que o DeRose inventou é mesmo muito bom”. Em ambos os casos eu procurei esclarecer cada pessoa, mas tenho consciência de que a minha palavra não tem a mesma força que a de um instrutor.

    Um grande e carinhoso abraço!

    Júlio Eccheli
    São Paulo – SP

    DeRose |

    Pelo contrário, Júlio. Os esclarecimento e depoimentos de alunos tem até mais força do que os de instrutores. Você agiu muito bem e quem me dera que todos agissem como você, esclarecendo na hora quem dissesse algum disparate. Valeu.

  6. Autor: rafaeltrivella

    Você tem razão, Mestre!

    O instrutor deve dar possibilidades de acesso à informação mesmo aos alunos que estão començando, e ainda por cima estimula-lo a saber sobre o que pratica.

    Um abraço!

    Rafael Trivella
    Brooklin – São Paulo

  7. Autor: Luc

    Eu também flagro muitos deslizes por aí. E o pior de tudo: dos meus próprios alunos!
    Eu sempre faço a pergunta no fim da aula, mas mesmo assim parece que a informação não entra!
    Hoje encontrei uma aluna de pré-Yôga. Ela me apresentou à sua mãe: “este é meu professor de Ióga”.
    O pior é ver isso do aluno que acabou de responder ao questionário de sádhaka. Uma das peguntas é “Como se pronuncia o termo Yôga”? Todos respondem “Yôga, com o fechado.” Mas logo depois já flagrei muitos dizendo ióga.
    Será que é para não causar atrito com o interlocutor? Eu vejo que a maioria sabe, mas não incorpora o conhecimento no dia-a-dia. Vamos aplicar a regra áurea do magistério: dizer o óbvio e repetir três vezes, três vezes, três vezes.

    DeRose |

    Mas responder as perguntas no final das aulas ajuda bastante: “Como você pronuncia o nome da filosofia que está aprendendo aqui?” O aluno vai ter que pronunciar alguma coisa, ou Yôga, ou ióga. Essa é a oportunidade de corrigi-lo. Depois, o testes mensais dão o arremate.

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