Em nossos livros, apostilas, websites, blogs, textos de aula e artigos para a imprensa, vamos procurar usar menos a palavra Yôga. Relendo livros meus, do Sérgio Santos, do Joris Marengo, do Rodrigo de Bona, da Rosângela de Castro e outros autores, cheguei a detectar, em alguns casos, até oito vezes a palavra Yôga por página!
Então, também por uma questão de estilo, aí vão algumas sugestões de termos que você pode começar a usar para substituir a palavra Yôga nos seus textos:
1. A Nossa Cultura.
2. A cultura que propomos.
3. A filosofia que preconizamos.
4. O sistema que aplicamos.
5. O método que transmitimos.
6. A metodologia que ensinamos.
7. O Método DeRose.
8. Tradição ancestral.
9. Nossa* filosofia.
10. Nosso sistema.
11. Nosso método.
12. Nossa metodologia.
13. Nossa obra.
14. Nossa arte.
15. Nossa proposta.
16. Nossa família.
17. Nossa egrégora. [De uso mais restrito]
18. Nossa empresa.
19. Nosso trabalho.
20. Nossa entidade.
21. Nossa instituição.
22. Nossa Escola.
23. Nossa saga. [De uso mais restrito]
24. Nosso movimento cultural.
25. Nossa proposta cultural.
26. Esta revolução cultural.
27. Esta corrente.
28. Esta vertente.
29. A reeducação comportamental.
30. A implantação de uma nova** cultura. [De uso mais restrito]
*Note que, às vezes, onde consta “o Yôga”, ao substituir a expressão, torna-se necessário inserir um “nossa” ou “nosso” para que a frase não perca o sentido. Confira no título Exemplos de utilização, abaixo, as substituições que fizemos ajudar a compreensão desta proposta.
**Cuidado para não usar o vocábulo “nova” ou “novo” quando isso puder ser mal interpretado, dando a impressão de que estamos propondo alguma forma “nova” de Yôga. Só nos referiremos à implantação de uma nova cultura quando a frase deixar bem claro – e sem margem para distorção – que estamos falando do conjunto das atitudes e comportamentos que preconizamos nesta cultura.
Exemplos de utilização
Esta é a página 26 do livro A Parábola do croissant, do colega De Bona. Nessa página, encontramos a palavra Yôga sete vezes e SwáSthya quatro vezes. Isso também ocorre em várias outras páginas e não apenas no livro dele. Essa é a tônica da maior parte dos nossos livros, apostilas, artigos e textos em geral.
Texto original
“Trazendo essa parábola para a realidade do SwáSthya Yôga, podemos observar que não basta uma metodologia completa e altamente eficaz, com um universo incrível de técnicas eficientes, a qual produza uma enorme aceleração evolutiva no praticante, podendo catapultá-lo com absoluta segurança e relativa aos estágios mais avançados de consciência proporcionados pelo Yôga.
Não basta que sejam observadas todas as demais características do SwáSthya, nem praticá-lo com disciplina, constância e humildade, com dedicação diária. Não basta divulgá-lo com incansável persistência e perpetuá-lo como Yôga autêntico, ou ensiná-lo a multidões. Se o público que freqüenta uma determinada Escola não tem o SwáSthya correndo nas veias, como verdadeira expressão artística, lá não se estará ensinando SwáSthya, não terá a mesma vibração, a egrégora e a força que esse Yôga transmite.
É preciso priorizar o acesso a um público específico, que possua o grau adequado de identificação, interesse, educação, cultura e sensibilidade. Se deixarmos que pessoas não identificadas com o método utilizem-se dele para fins meramente consumistas, estaremos violentando suas raízes, fadando-o a um nível de deturpação que terá como conseqüência sua possível extinção do patrimônio cultural da Humanidade.
Por exemplo, um praticante que tenha tendência mística ou comportamento repressor, ao tomar contato com um Yôga antigo, iria questioná-lo, ainda que inconscientemente, impedindo a assimilação correta do conhecimento. Ou pior, por ser contrário a suas crenças pessoais, não reconheceria a autenticidade desse Yôga Tantra-Sámkhya, desconhecendo que o Yôga seguia esta corrente desde suas origens mais antigas.”
Texto modificado
“Trazendo essa parábola para a realidade da Nossa Cultura, podemos observar que não basta nós termos uma metodologia altamente eficaz, com um universo incrível de técnicas eficientes, a qual produza uma enorme aceleração evolutiva no praticante, podendo catapultá-lo com absoluta segurança aos estágios mais avançados de consciência proporcionados pela filosofia que preconizamos.
Não basta que sejam observadas todas as demais características do método, nem praticá-lo com disciplina, com dedicação diária. Não basta divulgá-lo com incansável persistência e perpetuá-lo como um sistema autêntico, ou ensiná-lo a multidões. Se o público que freqüenta uma determinada Escola não tem o SwáSthya correndo nas veias, como verdadeira expressão artística, lá não se estará ensinando a nossa proposta, não haverá a mesma vibração que esta reeducação comportamental transmite.
É preciso priorizar o acesso a um público específico, que possua o grau adequado de identificação. Se deixarmos que pessoas não identificadas com o método utilizem-se dele para fins meramente consumistas, estaremos violentando suas raízes, fadando-o a um nível de deturpação que terá como conseqüência sua possível extinção do patrimônio cultural da Humanidade.
Por exemplo, um praticante que tenha tendência mística ou comportamento repressor, ao tomar contato com uma tradição ancestral iria questioná-la, ainda que inconscientemente, impedindo a assimilação correta do conhecimento. Ou pior, por ser contrário a suas crenças pessoais, não reconheceria a autenticidade dessa vertente, desconhecendo que a cultura que propomos seguia esta corrente desde suas origens mais antigas.”
Tiramos todas as sete repetições da palavra Yôga e três das quatro repetições do nome SwáSthya. Admitamos que o texto ficou muito mais leve.






Bom dia!
Como revisora de muitos dos nossos livros, tenho me encontrado com textos assim cheios do termo Yôga. E realmente fica excesivo quando uma palavra, seja ela qual for, se reitera num texto. Mas sempre é possível sustituir, modificar.
Uma opção que eu gosto muito é “esta tradição” ou “nossa tradicão”, pois transmite a idéia de algo antigo e respeitado.
Beijos!
Anahí
Dependendo do caso, poderia também ser usado:
- este conheçimento ancestral/ milenario/antigo.
Beijos,
A.
Realmente a leitura tornou-se muito mais leve e agradável.
Obrigado Mestre, por mais este ensinamento precioso.
Um grande abraço!
Alê
Para acrescentar mais uma força a este post, escrevi no blog da Uni-Yôga Batel, para que seja evitado o termo Yôga entre pessoas leigas e sugeri que lessem este post. Espero que aos poucos e cada vez mais pessoas incorporem em seus vocabulários essas sugestões que foram dadas.
Beijos
Rê
De.
Envio aqui mais um vídeo interessante. Associei a esse post por tratar-se de um belo exemplo de adaptabilidade em momentos de mudança. Mostra um corvo que, longe de seu habitat, é forçado a encontrar uma fantástica (e inteligentíssima!) estratégia para alimentar-se com nozes.
Aqui vai o link:
http://br.youtube.com/watch?v=iJ5q1uyBLoY
Espero que você curta. Abraços.
Tenho observado que tem-se obtido resultados cada vez melhores para o termo Yôga, no Google. Se eu busco “Yôga Curitiba” (com ou sem acento, apesar da incorreção no segundo caso), no mínimo quatro dos resultados são de sites ligados de alguma maneira ao Método DeRose.
No entanto, a questão do uso de outras palavras para nos referirmos ao método, que não “Yôga”, me fez tentar buscas por outros termos.
Percebi que há alguns bons resultados para termos culinários, por exemplo. Ora, a gastronomia é um aspecto cultural importante.
Pensando nisso, talvez seja estratégico que os editores de blogs ligados ao Método DeRose passem também a se linkar (em artigos mesmo e não apenas na barra lateral) com outras palavras ligadas à cultura nas quais se quer melhor nos posicionar nas buscas.
Por exemplo: se eu quero que o buscador (o Google, por exemplo) saiba que este é um blog sobre cultura, faço um link assim: conheça um blog sobre Nossa Cultura.
Com isto, eu digo ao Google que este se trata de um site ligado às palavras “nossa” e “cultura”. Por isso evito sempre fazer links com o termo âncora “clique aqui”. Pois estaria dizendo que se trata de um site sobre “clique” e sobre “aqui”, o que é pouco informativo tanto para o leitor quanto para o buscador.
Outre exemplo. Digamos que um dos instrutores tenha escrito em seu blog um artigo sobre golfe e que golfe seja uma palavra sobre a qual se queira melhores resultados. É interessante que outro editor comente, por intermédio de um texto em seu próprio blog, sobre este artigo, linkando-o, usando um termo âncora como “leia o artigo sobre golfe de fulano”.
O link funciona como um “voto de relevância” e ainda informa para o mecanismo de busca que aquele site é de alguma forma importante para o termo “golfe”.
Eu acho que este meu comentário ficou um pouco longo e confuso. Em breve escreverei um artigo mais didático no meu blog QueroTerUmBlog.
A propósito, o seu blog está bem posicionado para o termo “nossa cultura”.
Abraços do Ale.
Gostei das dicas. Lamentavelmente, nem todos leem os comentários. Vou esperar você desenvolver mais o assunto, depois, com a sua autorização, vou copiar e colar em um informativo interno, direcionado somente a instrutores. Obrigado.
Escrevi um post sobre como fazer links com eficácia.
http://queroterumblog.com/diga-nao-ao-clique-aqui/
Creio que está genérico, mas facilmente se faz a transposição para o caso específico de que lhe falei acima. Se precisar de algo mais específico ainda, por favor, diga: escrevo com prazer um texto complementar mais direcionado para ser usado internamente.
Quanto a este artigo cujo link está acima, autorizo a copiar integralmente e fazer o uso que preferir, online e offline. Caso queira, naturalmente
Abraços do Ale.
Escrevi um texto sobre conteúdo e links mais específico para os blogs ligados ao Método DeRose. Enviei-o para seu email e para o email de sua secretária. Sinta-se completamente à vontade para usá-lo ou não, bem como para fazer adaptações e correções. Abraços!
Estou ansioso para ver o texto. Obrigado!