Ao travar contato com o nosso trabalho, uma das primeiras impressões observadas pelos estudiosos é a superlativa seriedade que se percebe nos nossos textos, linguagem e procedimentos. Essa seriedade manifesta-se em todos os níveis, desde a honestidade de propósitos – uma honestidade fundamentalista – até o cuidado extremado de não fazer nenhum tipo de doutrinação, nem de proselitismo, nem de promessas de terapia. Definitivamente, não se encontra tal cuidado na maior parte das demais modalidades de aprimoramento pessoal.
Fazemos questão absoluta de que nossos instrutores e alunos sejam rigorosamente éticos em todas as suas atitudes, tanto no nosso círculo cultural, quanto no trabalho, nas relações afetivas, na família e em todas as circunstâncias da vida. Devemos lembrar-nos de que, mesmo enquanto alunos, somos representantes do Método DeRose e a opinião pública julgará a validade da proposta e o mérito da obra a partir do nosso comportamento e imagem.
Em se tratando de dinheiro, lembre-se de que é preferível perder o nobre metal do que perder um amigo, ou perder o bom nome, ou perder a classe.
Devemos mostrar-nos profundamente responsáveis, maduros e honestos ao realizar negócios, ao fazer declarações, ao evitar conflitos, ao buscar aprimoramento em boas maneiras, ao cultivar a elegância e a fidalguia.
O mundo espera de nós um modelo de equilíbrio, especialmente quando tivermos a obrigação moral de defender corajosamente nossos direitos e aquilo ou aqueles em que acreditamos. Fugir à luta seria a mais desprezível covardia. Lutar com galhardia em defesa da justiça e da verdade é um atributo dos corajosos. Contudo, lutar com elegância e dignidade é algo que poucos conseguem conquistar.




sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 10:07
Curiosidade: um termo sânscrito que também expressa essas características: siddhanta.
Everton Vieira Reply:
junho 19th, 2009 at 19:23
Curiosidade: um termo sânscrito que também expressa a característica de seriedade superlativa: siddhanta.
sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 11:16
Olá Mestre!
Lembro-me que quando estava prestes a começar a praticar, a Heloiza Gabriolli me entregou o exame médico e solicitou que eu o trouxesse assinado por um especialista antes da primeira aula.
Pois bem, eu marquei um ortopedista, e fui à consulta na mesma semana. Quando entreguei-lhe o formulário de exame médico, ele leu a carta direcionada aos médicos com atenção.
No fim, disse assim: “Puxa, eu nunca vi uma escola de Yôga que adotasse esse procedimento. Com certeza, se todas fizessem dessa forma, eu teria que tratar muito menos lesões. Isso é um trabalho muito sério.”
Não muito tempo depois, descobri que a Seriedade Superlativa era mesmo uma das principais características do SwáSthya. E aquele esperto médico me disse isso antes mesmo da minha primeira aula! E sem nem mesmo conhecer o Método!
Beijos.
sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 11:17
Admiro o trabalho realizado no SwáSthya desde o primeiro dia que entrei em uma das unidades da rede, já que logo no inicio pude perceber a seriedade do trabalho realizado. Me identifiquei por verificar que aqui não existe o estereotipo da ioga e nem a doutrinação espiritual.
Em poucos minutos entendi que era aqui que gostaria de praticar, e a cada dia descubro que é aqui com essa egrégora que quero ficar.
Agradeço a ti mestre, por todo esforço realizado para alcançar a seriedade e a qualidade diferenciada que temos dentro da Uni-Yôga.
Um super abraço
Maroto
Unidade Brooklin
sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 12:39
Mestre,
Seriedad superlativa es una caracteristica dificil de encontrar en estos dias, eso la hace aun mas valiosa. Estoy muy feliz y agradecida de ser parte de esta cultura, este movimiento maravilloso que Ud. Maestro nutre y fortalece cada dia. Obrigado!
sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 15:22
Seriedade superlativa, sim, talvez a encontremos em outras egrégoras. Mas com certeza, unida a alegria sincera, só no Método DeRose.
Bjs
Regina-Curitiba
Everton Vieira Reply:
junho 19th, 2009 at 19:01
Concordo plenamente!
Everton Vieira Reply:
junho 19th, 2009 at 19:15
Quem sabe no futuro outras escolas venham a aprender essa façanha por aqui, não sei, mas hoje, é um diferencial Nosso!
sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 16:35
swasthya.marcocarvalho.com
Maestro, uno gedicht about a trema que stato vivere in
Deutschland.
httpv://www.youtube.com/watch?v=qPq-W62v_7U
Rigolo!
Everton Vieira Reply:
junho 19th, 2009 at 17:39
Uau!!! Mais que lindo!!! Uma manifestação artística única e histórica!!!
Entende quem entende afinal.
Abraços
Everton
Lerivan Ribeiro Reply:
junho 19th, 2009 at 18:45
Muito bom!
sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 17:08
YogaKobrasol.org
Achei este vídeo muito legal:
httpv://www.youtube.com/watch?v=JyoFDNX3_kY&feature=related
Temos que fazer a diferença!
Lerivan Ribeiro – Floripa – SC
Unidade Kobrasol
Everton Vieira Reply:
junho 19th, 2009 at 18:44
Heuheuheue, a música é árabe? Na época de aristóteles os árabes eram conhecidos por sua devoção aos sentidos, e hoje, como são os árabes? O oposto né. Hoje o árabe guarda a fama de patricado anti-sensorial. Mas essa música me lembra Sherazade e as Mil e Uma Noites. Ou seja o árabe também já foi sensorial no seu passado. Por falar em árabe, você sabiam que muito, mais muito mesmo, da herança portuguesa é árabe! A arquitetura de Portugal antiga e a arquitetura da Turquia antiga, não são parecidas, são idênticas. Mais uma coisa, o português aprendeu com o árabe a fazer contas e usar os algarismos, coisa que os árabes aprenderam com os hindus. Pronto voltei nosso passado na mãe Índia.
Everton Vieira Reply:
junho 19th, 2009 at 18:53
Mais uma coisinha, todo o resto da Europa aprendeu a fazer conta com Portugal, antes de Portugal ensinar, na Europa se utilizava o arrimo Romano, sistema que oferecia bem menos em termos de possibilidades se comparado aos algarismos hindus.
Everton Vieira Reply:
junho 22nd, 2009 at 11:37
Só para constar: o Mouro esteve em Portugal por 700 anos, ou seja, mais tempo que o “brasileiro” está no Brasil, ou seja, Portugal é mais árabe do que o brasileiro é brasileiro.
sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 18:03
Mestre, primeiro, um graaaande abraço! Acho muito importante a seriedade superlativa! As pessoas identificadas com o nosso meio têm essa característica e, ao mesmo tempo, preservam a alegria, a descontração, a sentimentalidade à flor da pele. Este é meu primeiro de muitos comentários e contatos que quero fazer no seu blog.
Beijo grande!
Alessandra Weick – Belo Horizonte – MG
DeRose Reply:
junho 19th, 2009 at 18:51
Seja bem-vinda, Alessandra!
sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 19:17
A sexta característica da nossa cultura, é realmente muito forte!
Junto com outras, como o sentimento gregário e a alegria sincera, foram fundamentais em minha decisão de tornar-me uma instrutora do Método DeRose. O SwáSthya Yôga é fantástico, em termos de aprimoramento e desenvolvimento humano.
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 9:30
Obrigado por me ensinar tanto a cada dia Mestrão
…
amo de coração,
abcs, Ro
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 11:06
Esta característica é a nossa vida todos os dias e a cada momento né Mestre?
um beijo doce com saudades
Soninha
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 11:47
Seriedade superlativa com um sorriso no rosto… luxo para poucos…
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 13:05
Oi, Mestre, tudo bem?
encontrei hoje essa matéria na Gazeta do Povo, e como eu li uma vez que você gosta de estudar idiomas, suas estruturas etc, achei que talvez pudesse gostar dessa reportagem…
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=980197&tit=Globalizacao-cria-babel-as-avessas
beijos!
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 13:14
shakti-barreiro.com
Olá Mestre,
Seriedade superlativa, alegria sincera e lealdade inquebrantável: três aspectos que andam de mãos dadas na nossa Cultura.
Feliz por fazer parte dela.
Beijos com saudades,
Tânia Loureiro
Unidade da Amadora
Portugal
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 13:19
shakti-barreiro.com
Mestre,
uma grande mulher, amiga e instrutora do nosso método, em tempos, enviou-me este link.
Achei-o muito interessante, e hoje partilho-o consigo.
httpv://www.youtube.com/watch?v=eKVCov-XFXw
Beijo do tamanho do oceano!
Tânia Loureiro
Unidade da Amadora
Portugal
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 15:45
Boa tarde, Mestrão!
Seriedade superlativa total! E se não fosse por isso, provavelmente teria ido praticar outra coisa… Lembro-me que queria conhecer a unidade que ficava bem perto do meu colégio, na época. Não sabia o que era Yôga e ióga e certamente teria me desinteressado se não tivessem eu e minha família sentido a seriedade do Método! Para a família, sentir isso é importante, sabe?
Com sua permissão, Mestre, passo um link que queria compartilhar com o pessoal: um teste de “percepção”.
Passam-se 20 curtos vídeos com pessoas sorrindo para a câmera, e você julga se o sorriso é falso ou verdadeiro!
Super divertido:
http://www.bbc.co.uk/science/humanbody/mind/surveys/smiles/index.shtml
Este link está em uma seção com outros testes, de vários temas:
http://www.bbc.co.uk/science/humanbody/
E aí? A alegria deles é sincera??
Grande abraço
Luciano Vieira
Unidade Asa Norte
Brasília – DF
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 16:28
Mestre, você não imagina quão fina está minha sintonia com você… Hoje mesmo conversava com as meninas aqui da escola sobre isso. Propus observarmos, com total rigor, esta característica este ano. Consequentemente, iremos colher belos frutos para a Unidade Rio Branco, Federação e toda nossa congregação de escolas e professores…
Beijos com amor, Jujú.
DeRose Reply:
março 8th, 2010 at 16:30
Sintonizadíssimos, nós somos, Juju. Beijokas.
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 18:37
anahiflores.org
Hoje, 8 de março, é o aniversário da Unidade Alphaville.
Parabéns ao Juka e a toda a equipe!
Beijinhos,
A.
Bs As.
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 20:42
Mestre querido!
Você me fez lembrar do meu pai com esse post. Ele era um homem interessante de se cultivar uma amizade… Muito culto e muito sábio e ele sempre me dizia: “Filha querida, preste atenção! O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória”. Acredito que essa seriedade superlativa quando bem cultivada e colocada em ação nos traz bons frutos e a enorme satisfação de sentir que estamos fazendo a coisa certa.
Beijos muito, mas muuuito coloridos!!!
Cris.
DeRose Reply:
março 8th, 2010 at 22:02
Queria ter conhecido o seu pai. Beijinhos luminescentes.
segunda-feira, 8 de março de 2010 às 23:00
Olá, Mestre.
A seriedade como uma característica do nosso trabalho é algo que me orgulha muito. No nosso dia a dia, convivendo com diversos profissionais de diferentes áreas, é sempre difícil encontrar um que seja sério e no qual possamos confiar.
Aprender a seriedade sulperlativa convivendo com você, na forma como lida com a nossa filosofia e com os nossos instrutores, para mim, é um raro aprendizado.
Obrigada, beijos.
Naiana Alberti – Porto Alegre – Rio Branco
terça-feira, 9 de março de 2010 às 0:09
yaelbarcesat.com
Es hermoso vivenciar eso y tener la oportunidad de transmitirlo. Como la mejor forma de hacerlo es por el ejemplo, no queda otra que autosuperarnos. ¡Qué bella disciplina!
Besitos florales,
Yael
DeRose Reply:
março 9th, 2010 at 0:37
Que lindos “besitos florales”!
quarta-feira, 10 de março de 2010 às 11:44
Olá Mestre,
Votos de saúde, alegria, força e amor para si!
Será que poderia, caso ache de bom alvitre, compartilhar com nossa famíglia este post que foi compartilhado pelo Pedro Castro?
Achei simples e genial!
Beijos e abraços do seu amigo,
Mário Vendas
http://www.MetodoDeRoseCampoAlegre.com
“Um amigo me mandou uma história muito interessante, que explica em poucas palavras as ideias de giro financeiro e alavancagem. Explica também o que pouca gente entendeu: por qual motivo a solução para a crise, no início, era simplesmente incentivar o povo a gastar? A autoria do texto, infelizmente, eu desconheço, mas agradeço o envio da informação, para ser actualizada neste post.
Veja só que matemática interessante:
Numa cidade, os habitantes, endividados estão vivendo as custas de crédito. Por sorte chega um gringo e entra no único hotel. O gringo saca uma nota de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o gringo vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
O açougueiro, pega a nota e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo. O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário liquidar sua dívida.
O veterinário, com a nota de R$ 100,00 em mãos, vai até a zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).
A prostituta sai com o dinheiro em direcção ao hotel, lugar onde levava seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações, e paga a conta de R$ 100,00.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede sua nota de R$ 100,00 de volta, agradece e diz não ser o que esperava, e sai do hotel e da cidade.
Ninguém ganhou um vintém, porém agora todos saldaram suas dívidas e começam a ver o futuro com confiança!
Moral da história: Quando o dinheiro circula, não há crise!”
Fonte: http://www.maisdinheiro.com.br/blog/economia-e-riqueza-para-leigos.html
DeRose Reply:
março 10th, 2010 at 12:12
Sensacional! É exatamente assim.
sexta-feira, 12 de março de 2010 às 10:29
Ainda sobre seriedade superlativa e honestidade fundamentalista…
Mestre, veja que interessante: uma ONG da Índia inventou a nota de zero rúpia para combater a corrupção no funcionalismo público local!
A idéia é simples, sempre que algum funcionário público pedir propina, suborno ou afins, a população lhe saca uma nota novinha de zero rúpia…
Essa estratégia vem dando tão certo que um funcionário governamental em Tamil Nadu, envergonhado de ter recebido a nota de zero rúpia, decidiu devolver todo o dinheiro extorquido com falcatruas em cima de um vilarejo local!
Aí está a cédula:

E um link para a reportagem da revista The Economist:
http://www.economist.com/world/asia/displaystory.cfm?story_id=15393714
Vamos precisar de um Banco Central inteiro para as notas de zero real…
Um grande beijo!
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/Ceará
DeRose Reply:
março 12th, 2010 at 11:36
Excelente ideia!
sexta-feira, 12 de março de 2010 às 10:41
Opa, acho que no post que fiz agora há pouco não coloquei o link certo para a imagem da cédula de zero rúpia:
Espero que agora dê certo