quarta-feira, 29 de julho de 2009 | Autor:

Luiz Furtado

Olá Mestrão e amigos,

Vídeo da festa de Reinauguração da Unidade Champagnat no Blog: http://www.vilamarianayoga.com.br/blog

Abraço!

  1. Autor: Julio

    Boa noite Mestre!

    Arrisco dizer que o erro está em “Yôgins”, quando o correto seria “yôgis”.

    Abraço!

    Júlio Eccheli
    São Paulo – SP

  2. Autor: Luiz Furtado

    Obrigado pelas correções Mestre. Estou corrigindo e colocarei no ar.

    O título correto do livro é “Viagens à Índia dos Yôgis” (e não Yôgins).

    E o Jojó é “Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina” (e não da Santa Catarina).

    Abraço

    DeRose |

    “Catariana”

    Luiz Furtado |

    Rsrs. Realmente a pressa pode ser nossa grande inimiga. Ficaremos mais atentos.

    O vídeo está corrigido e no ar.

    Um abraço

  3. O erro está em “viagem”. O equívoco informa que foi uma viagem só, desconsiderando as mais de duas décadas de idas à Índia. Foi um erro que tornou o livro um pouco menos atrativo, afinal, uma viagem não é interessante quanto várias viagens.

  4. Autor: henriqueutsch

    Olha que estudo interessante sobre a memória.
    comer menos ajuda a nossa memória.
    http://www.cerebronosso.bio.br/novidades/2009/2/1/dieta-para-a-memoria.html

  5. Autor: Antonio Carlos Lauriano

    O HOMEM PÚBLICO
    “O HOMEM PÚBICO ESTÁ, sujeito a críticas exatamente pela função que exerce, mesmo porque o poder lhe advém da autoridade da lei e da soberania do povo. Age por delegação e não por direito próprio e por isso mesmo deve explicações sobre seus atos, na forma que a ordem jurídica dispõe.
    Tanto mais ácida e contundente será a crítica, quanto mais alto o cargo ocupado pelo homem público. Quanto mais altas as funções, mais se exige dos homens que as ocupam; mais devem conformar seus atos com as prescrições legais. Surpreendidos em práticas irregulares, não podem se queixar do direito de crítica exercido pela imprensa e assegurado pela constituição e pelas leis. Mesmo quando esse direito é exercido com certos excessos. Mais importante que a eventual suscetibilidade ferida é o direito do povo em ser bem informado”

    Antonio Carlos Lauriano |

    “Não conheço repositório mais seguro para os poderes últimos da sociedade do que o próprio povo e, se acreditarmos que ele não tem instrução suficiente para exercer tal controle com absoluto discernimento, o remédio não é arrebatar-lhe tal controle, mas instruí-lo para que possa agir com discernimento”.

    DeRose |

    Concordo plenamente, Lauriano.

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