Vídeo da festa de Reinauguração da Unidade Champagnat no Blog: http://www.vilamarianayoga.com.br/blog
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Boa noite Mestre!
Arrisco dizer que o erro está em “Yôgins”, quando o correto seria “yôgis”.
Abraço!
Júlio Eccheli
São Paulo – SP
Obrigado pelas correções Mestre. Estou corrigindo e colocarei no ar.
O título correto do livro é “Viagens à Índia dos Yôgis” (e não Yôgins).
E o Jojó é “Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina” (e não da Santa Catarina).
Abraço
“Catariana”
Rsrs. Realmente a pressa pode ser nossa grande inimiga. Ficaremos mais atentos.
O vídeo está corrigido e no ar.
Um abraço
O erro está em “viagem”. O equívoco informa que foi uma viagem só, desconsiderando as mais de duas décadas de idas à Índia. Foi um erro que tornou o livro um pouco menos atrativo, afinal, uma viagem não é interessante quanto várias viagens.
Olha que estudo interessante sobre a memória.
comer menos ajuda a nossa memória.
http://www.cerebronosso.bio.br/novidades/2009/2/1/dieta-para-a-memoria.html
O HOMEM PÚBLICO
“O HOMEM PÚBICO ESTÁ, sujeito a críticas exatamente pela função que exerce, mesmo porque o poder lhe advém da autoridade da lei e da soberania do povo. Age por delegação e não por direito próprio e por isso mesmo deve explicações sobre seus atos, na forma que a ordem jurídica dispõe.
Tanto mais ácida e contundente será a crítica, quanto mais alto o cargo ocupado pelo homem público. Quanto mais altas as funções, mais se exige dos homens que as ocupam; mais devem conformar seus atos com as prescrições legais. Surpreendidos em práticas irregulares, não podem se queixar do direito de crítica exercido pela imprensa e assegurado pela constituição e pelas leis. Mesmo quando esse direito é exercido com certos excessos. Mais importante que a eventual suscetibilidade ferida é o direito do povo em ser bem informado”
“Não conheço repositório mais seguro para os poderes últimos da sociedade do que o próprio povo e, se acreditarmos que ele não tem instrução suficiente para exercer tal controle com absoluto discernimento, o remédio não é arrebatar-lhe tal controle, mas instruí-lo para que possa agir com discernimento”.
Concordo plenamente, Lauriano.