Thiago Henrique dos Santos escreveu um texto muito esclarecedor. Pincei alguns trechos que considero poderão ser bastante úteis aos nossos instrutores, alunos e amigos:
” [ ... ] No entanto, se o paradigma em ascensão não é necessariamente melhor que o paradigma já estabelecido, qual a justificativa para a substituição do velho paradigma pelo novo?
As razões são as mais variadas. Eventualmente o novo paradigma pode responder com mais eficiência um número de questões maior que o anterior, ainda que não responda parte das questões já resolvidas pelo velho paradigma. [ ... ] O novo paradigma, ainda que não resolva tantas questões quanto o anterior, pode responder questões que tenham maior prioridade para a ciência. Essas prioridades mudam de acordo com a sociedade e época, de modo que o novo paradigma pode ser substituído no futuro por um velho paradigma.
[ ... ] Uma analogia melhor seria dizer que mudar de paradigma é como escolher uma nova ferramenta para realizar um velho trabalho.”
Assim sendo, trocamos o paradigma antigo por um novo que se chama Método DeRose.






Oi Mestre, em desenvolvimento de software usamos muito o conceito de caixa de ferramentas mentais.
Lembrei de uma tradução que li certa vez para mantra: “Instrumento da mente” e para yantra “instrumento de registro”. É muito esclarecedor pensar o próprio pensamento como um instrumento.
Abração!
Rafa
Ahn, e tantra significava instrumento de atenuação.
Bem romântica a última frase do artigo dele.
Não pode ser, porque meu pré-nome não se escrevia daquela forma. Em 1962 o seu utente morreu para o mundo profano e deixou de existir. Mas que texto é esse? É um livro? Internet?
Fui lá ler e descobri que a pessoa em questão é a reencarnação do André Luiz e do Oswaldo Cruz. Quanta honra! Mas não, não sou eu.
=)
Boa noite, Mestre! Que legal o trecho. É bem simples e óbvio.
Certos modelos, padrões, métodos, valores são modificados por pessoas que entendem bem do assunto, convivem e lidam com determinada situação diariamente e com o tempo percebem que ela pode melhorar. Quando ocorre a mudança são poucas as pessoas que aceitam com facilidade, já que as demais estão acostumadas/acomodadas com o modelo anterior, “para que mudar? Estava tão bom!”, elas dizem.
Novos paradigmas fazem muito bem, vêm sempre acompanhados de energia nova, de audácia, de desafios, de crescimento.
E os padrões estipulados pela sociedade, aqueles que incomodam…”porque a maioria das pessoas não consegue mudar por si só algo que lhes faz mal? Que dependência é essa em relação ao outro?” Eu me pergunto. Conviver lá fora com cenouras não é nada fácil hehe. Gostaria muito de lidar melhor com isso. Antes de começar a praticar o Método era extremamente complicado conviver com aquelas que vivem dentro do padrão, que se limitam, agora com 6 meses de prática melhorou bastante, mas ainda volto triste do trabalho para casa e por enquanto não sei muito bem como melhorar isso. Ambiente como do Método não existe. Fora daqui as pessoas fofocam, reclamam dos outros e fazem igual, são fúteis, não pensam além, desrespeitam, esnobam, não são confiáveis, reprimem, não olham nos olhos….Ninguém diretamente me faz mal no trabalho, mas ver isso acontecer entre todos lá é muito ruim, o ambiente é ruim. Preciso aprender a lidar melhor com tudo isso, com essa “banalidade”, senão vou ficar doente.
Obrigada.
Fernanda.
A dica é muito simples: troque sua profissão pela nossa e viva em tempo integral (integral mesmo – 16 horas por dia) convivendo com a nossa egrégora, seja trabalhando, seja praticando, seja participando de festas, passeios, viagens ou outras atividades culturais.
Gostei do seu comentário. Acho que ele pode ser útil para outras pessoas. Seria muito bom poder publicá-lo. Se você autorizar, deleto a parte final e publico o restante.
Beijo com carinho.
Mestre, eu troquei de profissão =) Sou formada em Direito, fiz o curso querendo fazer a diferença, mas não é assim que funciona. A sociedade pode mudar uma pessoa, mas esta pessoa pode mudar também a sociedade, porém é bem mais difícil. Um novo paradigma jurídico é possível, contudo…..Enfim, se eu gostasse mesmo da área minha força não teria se esgotado. Temos que escolher aquilo que nos faz bem, que nos identificamos e então parei para prestar mais atenção em mim e vi que qualidade de vida e moda era o que eu queria. Me matriculei na Unidade Centro Cívico e logo iniciei o Módulo Filosófico, pois tudo estava muito claro! Estou há 6 meses na Escola e o dinheiro que guardei por anos está sendo muito bem aplicado, mas está acabando, por isso fui procurar emprego, um que eu gostasse. Consegui! Comecei há 1 mês trabalhar com moda em uma loja requisitada, mas como lhe disse, o ambiente é diferente. Gosto da loja, mas tenho dificuldade de lidar com pessoas fora do Método. Quero continuar lá, é importante e necessário para mim, porém preciso aprender a lidar melhor com as situações cotidianas. Meu objetivo, meu foco, minhas mentalizações são agora para estudar, ser instrutora e mais tarde abrir uma Unidade em Málaga =). Mestre, obrigada pela dica =) Se achas que pode ser útil para outras pessoas o que escrevi, pode publicar sim.
Uma boa noite!
Fernanda
Unidade Centro Cívico – Curitiba/PR
http://www.DeRoseCentroCívico.org
1. Estou achando ótimo que você trabalhe em uma empresa normal, que é para aprender como é o mercado de trabalho. É útil para desenvolver a disciplina, a noção de horário, de compromisso e de hierarquia. Acima de tudo, para que você valorize bastante o nosso ambiente de trabalho.
2. Você sabe que sempre fiquei preocupado pela sua escolha de Málaga. Torço por você. Contudo, tenha em mente que você precisaria trabalhar durante mais de 4 anos no Brasil em uma unidade vencedora, depois fazer estágio na Sede Central e só então, sendo aprovada no estágio, você estaria pronta para abrir uma escola com mais probabilidades de dar certo. Se você se formar e imediatamente for abrir empresa, seja no Brasil, seja fora dele – pior ainda – as probabilidades de não dar certo aumentam. Como já disse, continuo torcendo por você. Sempre que precisar de aconselhamento pode me escrever. Beijos.
Tem um número mínimo de janelas? Não consigo responder seu último comentário, então vou clicar no primeiro, Mestre. Sim, trabalhando atualmente na loja estou aprendendo muito e valorizando bastante o ambiente de trabalho do Método. A despeito de Málaga, continuo ainda com a idéia na cabeça, mas tudo pode mudar, pois ainda não sou instrutora, não trabalhei 4 anos em uma unidade vencedora e não fiz o estágio =) . Por fim Mestre, já encontrei uma forma de lidar com o ambiente de trabalho atual e com as pessoas fora do Método: ser compreensiva e paciente!
Obrigada pela conversa.
Um beijo,
Fernanda.
E ter como prioridade na sua vida ser querida e fazer os outros felizes. Beijoka.
Mestre querido,
esta ideia da minha monografia tem suscitado algumas dúvidas:
«Salvo raras excepções, ninguém se torna tântrico. Ser sensorial e não repressor, é algo inato. Uma personalidade com tendências e atitudes essencialmente patriarcais e repressoras raramente incute na sua vida e modos uma filosofia tântrica. Muitos tentam por meio de uma imensa repressão a que se submetem, levando o seu emocional ao limite do que seria por si suportável, o que o leva ao pressuposto oposto – à maior repressão de todas: a de se submeter a algo que não faz parte da sua natureza.
Segundo DeRose, «quando alguém crê q se tornou tântrico, essa pessoa apenas descobriu que existia uma maneira de ser que já estava latente dentro dela».
Mestre, querido
estou a fazer a minha monografia sobre a tradição shakta, e tenho tido algumas questões com a questão de ser inato ou não, o facto de ser tântrico, desrepressor.
Ser tântrico seja inato não é fácil de argumentar
E eu tentei escrever o que penso à luz do que tenho observado e vivenciado
Mas precisava da sua opinião sobre o assunto
Já vi que a Fê passou algumas minhas dúvidas e concorda com o que escrevi no essencial
Será que dá para falar sobre isso numa próxima aula?
ou aqui no blog?
um artigo
o que puder…
um beijo e abraço enorme com todo o carinho e admiração <3
Podemos sim. Se eu me lembrar, falaremos disso em uma próxima aula de terça-feira. Beijinhos de Ano Novo.
feliz ano novo, muitos beijinhos e obrigada!
Beijinhos, muitos, muitos.
Mestre,
Acha que pode divulgar o DeRose Pro – Europa no seu blogue? Deixo abaixo o texto e o programa.
Beijo,
Cirilo
DeRose Pro – Europa : 21, 22 e 23 de janeiro
Pelo segundo ano consecutivo será realizado o evento DeRose Pro, agora com a extensão Europa, de forma a ampliar a sua acção e fortalecer o Método DeRose no Velho Continente.
O DeRose Pro – Europa é um evento exclusivo para instrutores de unidades credenciadas, realizado em Portugal e tem como missão a total integração nas três directrizes projectadas no evento estratégico realizado em São Paulo.
Observando os instrutores mais bem sucedidos, há um denominador comum: eles são os que participam dos eventos principais destinados ao aprimoramento profissional Insights e Matando um leão por dia (agora com o nome DeRose Pro – Estratégico e DeRose Pro – Tático). Nesse âmbito, a organização esforçou-se para contar com presença no DeRose Pro – Europa de alguns dos mais importantes e bem sucedidos profissionais da nossa carreira, com os quais haverá intercâmbio técnico, filosófico, ético e administrativo.
Para os mais novos, este é o momento para iniciar um círculo virtuoso e para os mais antigos a oportunidade de reformular paradigmas, fortalecer o trabalho em prol dos nossos alunos e, consequentemente, do crescimento da qualidade profissional do Método DeRose em toda a Europa.
Serão três dias repletos de experiências alinhadas programadas para o sucesso.
O programa:
DeRose Pro – Europa
21 | 22 | 23 Janeiro de 2011
contamos com a presença de instrutores do Método DeRose de Portugal, Espanha, Inglaterra, Escócia, França, Itália, Suíça, Luxemburgo, Brasil, Argentina e Estados Unidos.
ALINHAMENTO COM AS DIRECTRIZES
Sexta-feira, dia 21 de Janeiro
15h às 15h15min – Abertura
15h15min às 16h – Relatório do ano sobre as 3 directrizes do Método DeRose – Profª. Fernanda Neis e Prof. Charles Maciel
16h às 16h15min – Sádhana
16h15min às 16h45min – Intensificação da formação profissional – Colegiado dos Presidentes de Federação: Prof. António Pereira (Lisboa), Prof. Luís Lopes (Porto) e Prof. Gustavo Cardoso (Londres)
17h às 17h30min – Intervalo
17h30min às 18h – Colóquio com Prof. Charles Maciel (São Paulo)
18h às 18h30min – Sistema de gestão – Prof. Nilzo Andrade Jr. (Curitiba)
18h30min às 18h45min – Intervalo
18h45min às 19h30min – Reunião de Directores Gerais com a Profª. Fernanda Neis (São Paulo) e o Prof. Charles Maciel (São Paulo)
Sábado, dia 22 de Janeiro
11h às 12h – Consultoria de atendimento – Prof. António Pereira
14h às 14h30min – Crescimento no número de alunos – Instr. Pedro Mar
14h30min às 15h – Formar instrutores – Instr. Ricardo Soares
15h às 15h15min – Sádhana
15h15min às 15h45min – Fortalecer a marca – Prof. Luís Lopes
15h45min às 16h15min – Crescer como pioneiro – Prof. Gustavo Cardoso
16h15min às 16h45min – Intervalo
16h45min às 17h15min – Relatório das 3 gerações das Directrizes (Europa) – Instr. Eduardo Cirilo
17h15min às 18h45min – Intervalo
18h45min às 19h30min – Reunião de Directores Gerais com a Profa. Fernanda Neis e o Prof. Charles Maciel
Domingo, dia 23 de Janeiro
14h às 14h30min – Planeamento estratégico – Prof. Nilzo Andrade Jr.
14h30min às 15h – Financeiro – Análise de 2010 e objectivos para 2011 – porta voz de todos os países europeus
15h às 15h15min – Sádhana
15h15min às 15h45min – Análise de 2010 e objectivos para 2011 – porta-voz de todos os instrutores dos países europeus
15h45min às 16h15min – Pedagógico – Análise de 2010 e objectivos para 2011 – porta voz de todos os países europeus
16h15min às 16h45min – Intervalo
16h45min às 17h15min – Colóquio com a Profª. Fernanda Neis
17h15min às 17h30min – Colóquio de encerramento
Meu amigo Cirilo. Você misturou outra vez o Método DeRose com a palavra mágica. Tive que deletá-la. Também, deletei uma outra palavra que não deve ser utilizada em divulgação aberta.
Aproveito para sugerir que haja sempre um travessão entre o Pro e o Europa, bem como entre o Pro e o tático.
Um forte abraço e os meus votos de muito sucesso, como sempre.
Obrigado pelas correcções Mestre… vou ver exactamente onde errei.
Beijo,
Cirilo
Uni-Yôga…
É verdade! Dá uma péssima imagem.
Em virtude dessas correções, recomendo que os textos sempre passem por aprovação antes de se lhes dar publicidade.
Recebido…
Acho o tema “paradigmas” tão interessante…! Gostei muito do que li aqui nesse post, Mestre, porque os comentários mostraram visões e experiências de todos os tipos.
Vivenciamos tão alegremente o nosso modo de vida e acho que, além disso, para atigirmos o potencial máximo de transmissão da Nossa Cultura, devemos ter maior conhecimento sobre os demais paradigmas citados (do mercado de trabalho, do mundo dos negócios, da área de vendas, das outras profissões) para conseguirmos nos comunicar melhor com esses potenciais praticantes e para conseguirmos transmitir melhor, com as palavras certas, o que é o Nosso Método, não é?
Beijoca!
Pri