domingo, 2 de maio de 2010 | Autor:

Em textos, entrevistas ou diálogos, quando você explanar ou simplesmente citar o Método, tome o cuidado de não mencionar a palavra mágica para evitar que o interlocutor comece a ter de você a percepção distorcida por uma ótica estereotipada e preconceituosa.

Se você mencionar a palavra mágica, vão querer encaixar você, que é redondo e fofinho, em um escaninho quadrado e rígido.

Adotamos Método DeRose para não nos aborrecerem com uma visão tacanha, pobre de espírito, discriminatória e equivocada sobre o nosso trabalho. Se você mencionar a palavra mágica, não terá adiantado nada adotar a marca Método DeRose. Irá tudo por água abaixo. Mesmo se essa palavra aparecer no seu e-mail ou no nome do seu site.

2 comentários

  1. 1
    Che Cardoso
    domingo, 13 de junho de 2010 às 17:58
     

    Mestre, acabei de ver uma reportagem num canal espanhol falando sobre uma Federação de Esperanto que tem em Madrid. Sobre um grupo de estudantes que praticam a leitura e conversação desta língua, na esperança de que ainda se torne o idioma universal. Daí, lembrei de você! rsrs… a primeira vez que ouvi falar sobre Esperanto foi em algum encontro contigo (num curso, numa aula, já não me lembro), mas só me prestei atenção à reportagem por ter ouvido de ti um dia sobre esse idioma. Saudades.

  2. 2
    natcerqueira
    domingo, 13 de junho de 2010 às 20:24
     

    Olá Mestre, no blog do Seth Godin ele mencionou o mesmo fenômeno com a palavra mágica “vegan”.

    A ausência do termo acidentalmente evitou a activação de todos os esteriótipos associados, transformando o produto num sucesso tanto para os vegetarianos quanto para o público em geral, aqui vai o post :

    http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2010/06/lulas-logic.html

    beijinhos de lisboa!

    Natália

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