Em textos, entrevistas ou diálogos, quando você explanar ou simplesmente citar o Método, tome o cuidado de não mencionar a palavra mágica para evitar que o interlocutor comece a ter de você a percepção distorcida por uma ótica estereotipada e preconceituosa.
Se você mencionar a palavra mágica, vão querer encaixar você, que é redondo e fofinho, em um escaninho quadrado e rígido.
Adotamos Método DeRose para não nos aborrecerem com uma visão tacanha, pobre de espírito, discriminatória e equivocada sobre o nosso trabalho. Se você mencionar a palavra mágica, não terá adiantado nada adotar a marca Método DeRose. Irá tudo por água abaixo. Mesmo se essa palavra aparecer no seu e-mail ou no nome do seu site.






Mestre, acabei de ver uma reportagem num canal espanhol falando sobre uma Federação de Esperanto que tem em Madrid. Sobre um grupo de estudantes que praticam a leitura e conversação desta língua, na esperança de que ainda se torne o idioma universal. Daí, lembrei de você! rsrs… a primeira vez que ouvi falar sobre Esperanto foi em algum encontro contigo (num curso, numa aula, já não me lembro), mas só me prestei atenção à reportagem por ter ouvido de ti um dia sobre esse idioma. Saudades.
Olá Mestre, no blog do Seth Godin ele mencionou o mesmo fenômeno com a palavra mágica “vegan”.
A ausência do termo acidentalmente evitou a activação de todos os esteriótipos associados, transformando o produto num sucesso tanto para os vegetarianos quanto para o público em geral, aqui vai o post :
http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2010/06/lulas-logic.html
beijinhos de lisboa!
Natália