sábado, 10 de julho de 2010 | Autor:

Salve amado Mestre.

Como havíamos conversado no DeRose Festival de Floripa, adotamos em nossa Unidade Av. Rio Branco, aqui em Floripa, posicionar os alunos em sala de aula conforme o grau hierárquico, mas desde que portassem a insígnia.

Ou seja, se um Docente entrasse em sala de práticas sem insígnia, seria preterido por um sádhaka ou outro aluno ou Instrutor em um grau inferior ao seu, sendo orientado para posicionar-se atrás destes.

Como de praxe, os mais antigos e mais próximos são os mais indisciplinados. Então foi muito engraçado ver as carinhas de decepção quando pedíamos para estes irem para o fundo da sala, trazendo os mais novos para a frente. Nem disfarçavam a expressão de decepção!

Mas foi um sucessinho, como diz a minha querida Vivi Mondardo. Em um mês, não só todos estão usando as insígnias como buscam os graus mais adiantados da nossa Escala Evolutiva. Ninguém mais quer ser aspirante. Rsrsrsrsr.

E o outro sucessinho é a cerimônia de passagem de grau nos sat chakras mensais. Todos estão usando sua insígnia com mais orgulho e mesmo fora do ambiente da Unidade. Até os Instrutores!

Estamos melhorando cada vez mais. Está realmente muito divertido e motivador.

Abração do Jojó

jojomarengo@terra.com.br
Joris Marengo
  1. Esta insígnia é a coisa mais linda. Eu a uso de domingo a domingo, incluindo feriados, datas festivas e até mesmo nos momentos em que estou sozinho. Utilizo com orgulho o distintivo que representa minha cultura e minha filosofia de vida.

  2. De fasso aqui na Unidade Kobrasol também, e todos estamos mais disciplinados e orgulhosos com o uso da insígnia.
    E isso motiva os alunos a permanecerem mais tempo e galgarem os graus mais avançados, seguindo o exemplo de seus instrutores.
    Vale a pena investir nisso!!
    Um beijo grande.
    Rô.

  3. Querido Dê.
    Aproveitando esse canal de comunicação, enviei na quinta à Vivi um e-mail pedindo a você o prefácio do meu novo livro. Se quiser escrevê-lo nesse meu comentário, eu já copio e colo, evitando erros e ganhando tempo.
    Quero também usar um trecho do seu prefácio na contracapa. A arte já está no ponto para ser enviada à aprovação.
    E por sugestão do Jojó eu mudei a subsinopse do título para “Um guia prático para publicação de livros” – que esperamos seja mais direto e eficaz, em vez de “…para produção literária”.
    Enviei também à Vivi uma proposta de anexo com parte do livreto O que é o Método, para sua avaliação. Ficou em 20 páginas (C5), exceto a entrevista. Creio estar bem completo, em especial para uma obra que não é sobre a palavra mágica. Se der tempo, já incluo nessa primeira edição. Posso lhe enviar por aqui, mas ela já o tem.
    Um grande beijo, sempre com muito orgulho de ser seu dispículo.
    De Bona

    DeRose |

    Prefácio do livro do De Bona
    “Obrigado, Rodrigo De Bona, por escrever um livro que ensine a publicar livros!” É o que todos os colegas deverão dizer após ler esta obra didática. Hoje, para progredir na carreira acadêmica ou em qualquer profissão, é preciso escrever e publicar suas ideias, suas pesquisas, suas descobertas, suas contribuições culturais à humanidade. Publish or perish! Esta é a grande equação do século XXI.
    Nossa carreira de instrutor do Método DeRose e seu coroamento como empreendedor do Método, já contou até com curso de pós-graduação com nível de MBA. Chamou-se “Gestão empresarial e empreendedorismo no Método DeRose”, realizado pela Faculdade Pitágoras. Tanto na pós quanto na formação profissional, a elaboração de um bom trabalho escrito é pré-requisito. Para galgar o grau de Mestre é necessário – entre outras exigências – que o candidato tenha publicado pelo menos um trabalho na forma de livro.
    Quando escrevemos um livro, geralmente, colocamos a nossa alma no projeto. Depois de anos de trabalho, nosso filhote está pronto para ser publicado. E agora? Qual o melhor caminho? Qualquer autor parte para uma odisseia ao procurar uma editora que aceite publicar o seu livro. Uma após outra rejeita-o. Algumas nem sequer o leram antes de rejeitar. Rejeitam-no porque não gostaram do título, ou porque o autor é desconhecido, ou porque o tema não se enquadra nos assuntos a que a editora se especializou, ou porque está sem verba, ou porque tem já muitos livros na programação para os próximos anos, ou porque não aguentam mais de tanto que são assediados por pseudo-escritores que não sabem escrever. O fato é que se você procurar cem editoras é provável que o seu livro seja recusado pelas cem. Isso é desgastante.
    Outro fator motivante de os autores comuns procurarem uma editora é que eles precisam dela para que realize todos os trâmites técnicos, tais como revisão, diagramação, paginação, ilustração, capa etc. Por que entregam essa parte fascinante à editora, que o fará à revelia da opinião do autor? Inevitavelmente, a editora imporá suas praxes e irá diagramar os parágrafos, entrelinhas, fontes, quebra de palavras e uma infinidade de outros detalhes seguindo orientação discrepante da expectativa ou do desejo do autor, segundo os parâmetros da editora ou conforme a opinião inamovível de algum funcionário azedo com a justificativa de que “aqui fazemos assim”. Não é raro que exijam mudar o título por algum outro mais popular e menos sério; ou que elaborem a capa colocando cores berrantes ou imagens apócrifas e publiquem sem sequer consultar o pai da criança.
    Os autores deixam essas funções nas mãos das editoras porque não sabem executá-las. Mas os nossos autores são especiais. São profissionais completos. Eles escrevem, digitam, diagramam, mandam revisar, ilustram, paginam, mandam revisar outra vez, encomendam a capa e ainda passam o livro pelos olhos críticos de vários colegas antes de publicá-lo.
    Quem não souber como realizar todas essas etapas, poderá se enriquecer bastante (nos dois sentidos) com a leitura deste livro do colega Rodrigo De Bona, que as ensina passo a passo, pacientemente, com clareza.
    Espero que com esta inestimável contribuição, comecem a surgir, não apenas ótimos livros, mas lindas obras de Artes Gráficas.
    DeRose

    Rodrigo De Bona |

    Adorei, Mestre!!
    Obrigado por mais esse apoio! E pela agilidade!
    Agora é só finalizar a obra, gráfica, capa… das 14 etapas que proponho no próprio livro, desde a escolha do tema até a comercialização, agora entro na fase final.
    Está quase na hora do parto, heee!
    Abração do seu discípulo.
    De Bona.

    DeRose |

    Tive muito prazer em escrever o seu prefácio. Aproveitando o contato: se você vir algum colega misturando o Método DeRose com Yôga, por exemplo, assinando como tendo um cargo em alguma federação de Yôga e na linha logo a seguir como Diretor de uma escola do Método, dê-lhe um puxão de orelhas da minha parte. E para você um abraço forte.

  4. Autor: Taty Nascimento

    Amei esta dica Jójó!
    Já vou colocá-la em prática em minhas aulas.

    Beijos e carinho.
    Taty.
    Unidade Downtown – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro / RJ

    Sandra Sellner |

    He, he… realmente muito legal. Simples, descontraido e eficaz. :)
    Te ajudo, Taty! Encaminharei o post para toda a equipe. E juntas vamos ficar no pé de todo mundo para que seja colocado em prática. Charme baiano e teimosia alemã…ninguem resiste!

    Beijinho!

  5. Autor: DeRose

    Isso já vem sendo debatido há mais de um ano, especialmente nos eventos exclusivos para instrutores. Já há praticamente um consenso.
    Obrigado por se preocupar. Beijinho.

  6. Autor: Anne Maia

    É verdade! Um grande sucessinho em Floripa, graças ao Jojó e nossa egrégora que compartilha informações na velocidade da luz!
    Além do mais, a insígnea é linda!

    Beijinho,
    Anne

  7. Na semana passada no encontro mensal do Módulo Filosófico, o assunto abordado foi Ásanas, ministrado pelo Professor Rogério Brant, na Unidade Alto da XV em Curitiba. Após a teoria fomos para a prática, e o Instrutor Rodrigo Malachini chamou a atenção de alguns alunos que estavam sem a insígnia comentando:

    - Em uma aula de karatê os alunos jamais comparecem sem a sua faixa, pois se assim o fizerem não podem participar da prática. Cadê a sua insígnia? Vá colocar!!!

    A situação chegou a ser engraçada, porém, os que estavam sem a insígnia correram buscar e colocar; àqueles que ainda não haviam passado de grau se interessaram mais em saber como proceder.
    Para mim o uso da insígnia é sinônimo de organização, respeito com os demais e valorização do método. É seriedade.

    Beijinhos!

    Lu
    Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
    http://www.derosecentrocivico.org/

    DeRose |

    Ainda bem que você pensa assim. Mostra maturidade e engajamento. Um forte abraço.

  8. Autor: Alessandra Fernandes

    Olá, Mestre Querido!

    Um ótimo post. Não há nada que deixe um instrutor mais feliz do que graduar um de seus alunos e vê-lo portando orgulhosamente sua insígnia após isso.

    Estou tentando, como instrutora, sempre melhorar neste quesito, para transmitir aos meus alunos a importância que é portar tal símbolo.

    Afinal, além de linda, a nossa insígnia representa uma grande conquista!

    Vamos adiante, sempre evoluindo e aprendendo.
    Um beijo grande,

    Alessandra Fernandes
    Unidade Plaza Sul / SP

  9. Autor: Sarita Borges

    Uso todos os dias a minha linda insígnia de chêla, com muito orgulho!

  10. Autor: Caio Melo

    Faço questão de sempre trabalhar com a insígnia visível. Na unidade, ao dar aulas em colégios e empresas, visitando um fornecedor ou parceiro profissional etc. Como, porém, estamos quase sempre trabalhando em prol da nossa cultura, notei que a insígnia praticamente não sai do look diário. Já faz parte do cotidiano, ao sair de casa, pegar carteira, celular, chaves e… a insígnia!

    Um abraço caloroso nesse friozinho matinal

    Caio Melo
    Unidade Kobrasol – Florianópolis/SC

  11. Autor: romulojusta

    Olá querido Mestre,

    Tenho algumas dicas que talvez contribuam para valorizar ainda mais nossas insígnias.

    Em aulas com alunos de insignias mais graduadas, é interessante que o instrutor passe a estes técnicas mais avançadas enquanto ministra algumas mais básicas a sádhakas e aspirantes. Isto gera uma curiosidade e um respeito saudável para com queles mais avançados. É preciso que o instrutor verbalize isso com clareza, dizendo porque está passando estas técnicas mais avançadas.

    Espero ter ajudado!

    Grande abraço saudoso!

    Rômulo Justa
    Unidade Dom Luís – Fortaleza/CE

  12. Autor: Lauro Valente

    Oi Mestrão,

    Procurei um post com maior relevância para comentar e olha que maravilha, achei o post certo.

    É verdade! Isso motiva mesmo.

    Com a última passagem de grau (agora sou chêla, aeeee), tomei vergonha na cara e estou usando a insígnia até no trabalho. Mas com uma restrição: só a utilizo com camisa polo ou camisa de colarinho. A camiseta desvaloriza a insígnia.

    Bom, já havia lido o livro Escala Evolutiva e, portanto, tinha noção do grau de comprometimento que aderi.
    Também me lembrei que havia um ponto que discursava sobre ser aceito por um Mestre.

    Como gostaria muito de sê-lo ;) , fui conversar com meu instrutor (e futuro monitor) Ricardo Poli sobre esse fato.
    Ele me explicou que, devido ao fato da Rede ter crescido muito, este ato foi deslocado para outros graus mais avançados (que eu hei de alcançar!).
    Todavia, disse-me que poderia entrar em contato com você através do Blog.

    Já nos vimos diversas vezes, mas nunca conversamos pessoalmente.
    (Inclusive já assisti a uma aula sua de terça ao-vivo! E participei de dois Sat Chakras na Unidade Jardins!) =)))
    No entanto, gostaria de dizer que gostaria muito de tê-lo como Mestre.

    Estou com o Método desde 2006 e lá a semente (que estava encubada) foi muito bem regada.

    Nasceu.

    E desde então uma vontade irreversível de evoluir e crescer como pessoa humana vem alcançando níveis inimagináveis.
    Não obstante, trouxe junto força e determinação superlativa para divulgar o Método que me faz ver coisas tão belas e significativas.

    E sei que ao seu lado, tendo você como Mestre e a Rede como apoio, posso conseguí-lo de maneira mais eficaz e eficiente.

    É por essas e outras, muitas outras (nossa, quantas…), que gostaria que você me supervisionasse.
    Hehehe, como disse para o Ric, com todas as trishuladas que poderão vir.

    Bom, escrevi isso tudo para me abrir mesmo com você, sobre isso que já está guardado há bastante tempo, sempre sonhando o dia que poderei falar tudo isso pessoalmente! :)

    Achei que a hora fosse essa. Espero ter acertado.

    Fortes saudações e um mega abraço,

    Lauro, chêla ;)
    Curitiba-PR
    http://www.DeRoseCentroCivico.org.br/

    DeRose |

    Você me emociona, Lauro!
    Mas já que está disposto a encarar esta missão com coragem e me acompanhar em todas as mais duras batalhas, lá vai a primeira trishulada: sat chakra não se escreve com iniciais maiúsculas. Sobrou também para o seu instrutor que deixou você chegar a chêla sem saber isso. Sua tarefa de “penitência” (he-he) vai ser a de me dizer onde, em que livro e página eu ensino isso. Não vale perguntar ao futuro monitor nem a ninguém. Precisa capinar!

  13. Autor: Lauro Valente

    Hehehe, oi Mestrão.

    Então, pior que o Ric já me corrigiu algumas vezes, quando escrevia ásana, mudrá e outros termos sânscritos com a primeira letra maiúscula.
    :)

    Vou procurar o livro e página, assim que encontrar, posto aqui.

    Valeeeeu!

    DeRose |

    Estou aguardando.

    Lauro Valente |

    Olá Mestrão,

    Finalmente! ;)

    O verbete encontra-se no Tratado de Yôga, página 153 da 45a. edição, de autoria do Mestrããããão! hahaha
    Segue extrato:

    Não use letras maiúsculas para escrever os termos sânscritos comuns. Como em português, francês, inglês e espanhol e outras línguas, no sânscrito só escrevemos com letras maiúsculas os substantivos próprios ou em início de frase.

    Portanto, não se justifica o erro de grafar as palavras desse idioma sempre com iniciais maiúsculas ou, pior, digitar com todas as letras maiúsculas, como se estivesse gritando com o leitor. Esta segunda opção só se usa ao escrever a mão livre, para evitar confusão na leitura.

    Demorou, mas achei. Procurei no Programa do Curso Básico, Escala Evolutiva e, enfim, encontrei no Tratado.

    Gostaria só de fazer um adendo, ainda lembro de uma analogia que você fez sobre a dificuldade de incutir isso na cabeça dos pupilos. Onde vi (que não lembro se foi uma webclass ou em algum livro) você dizia que era uma herança linguística do inconsciente coletivo e, por isso mesmo, era complicadíssimo competir contra ela.

    Não me recordo, no entanto, se a herança se deveu às línguas hindo-européias que escreviam substantivos sempre com a primeira letra em caixa-alta, ou por motivo adverso.

    Bom, mas de qualquer forma, é isso! :)

    Saudações calorosas e uma semana magnífica.

    Lauro Valente, chêla.
    Curitiba – PR

    ps.: Qual não foi minha felicidade abrir o Tratado e ver uma dedicatória nele. Adoro estar contribuindo ativamente para honrá-la. Mesmo que seja em micro-escala (dentro da minha esfera social), sinto-me auxiliando a criar um mundo melhor. Obrigado por despertar esse sentimento de maneira contínua em mim! :D

    DeRose |

    É no alemão, língua ariana derivada do sânscrito, esta sim, língua indoeuropeia (indo sempre sem h e europeia agora sem acento, com o novo acordo ortográfico). O hífen também já não se aplica.

    Lauro Valente |

    Hehehe, nossa, como é bom reler esses comentários! :D

  14. Autor: Franco

    … Comendador DeRose!

    Ya estoy un poco más cerca… Ayer recibí mi insignia de practicante!

    Le dejo una foto de recuerdo con mucho cariño.

    Abrazo.
    F.

    Franco |

    … Y ahora, inmantadas!

    Abrazo.
    F.

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