Não sinta inveja dos profissionais mais bem sucedidos, você que é instrutor de ióga. Não sinta tanto ódio de outro instrutor só porque ele ensina uma modalidade de Yôga diferente da sua ou porque manifesta uma opinião diferente. Se você não gosta da nossa modalidade, ninguém o obriga a praticá-la. Se não gosta dos nossos livros, ninguém o obriga a lê-los. Faça o seu trabalho e deixe-nos fazer o nosso. Se você acredita na modalidade que ensina, nós também acreditamos na nossa. Alguma vez nos ouviu falar mal de você? Alguma vez saímos do nosso canto para ir insultá-lo ou tentar impedi-lo de trabalhar? Então, porque tanto ódio e tanta agressão? Um instrutor de ióga não deveria manifestar esses sentimentos tão baixos. O que os seus alunos pensariam de você, da sua legitimidade para ensinar esta filosofia ou da autenticidade da sua ióga se soubessem o que você apronta contra nós?
E quanto aos praticantes: se qualquer pessoa normal se inscreve em uma escola de idiomas, ou de dança, ou de informática, ou de qualquer coisa e não gosta dela, qualquer pessoa normal pede o dinheiro de volta, sai dessa escola e adeus. Nunca mais volta lá. Uma pessoa que não gostasse de uma escola de idiomas, ou de dança, ou de informática, ou de qualquer coisa e que passasse a dedicar a sua vida a atacá-la sistematicamente , insultá-la, agredi-la, difamá-la, anos a fio e até por décadas, se alguém agisse assim não seria uma pessoa normal, nem equilibrada, nem do bem. Mas se tal pessoa fizesse isso declarando-se praticante de uma filosofia que propõe evolução interior e espiritualidade, então causaria espanto e indignação em quem o testemunhasse!
E, com toda a certeza, quem escutasse ou testemunhasse suas baixarias se voltaria contra o agressor e defenderia o agredido. Porque o ser humano é assim: no fundo, tem bom coração.
Alguns declaram que nos atacam pelo que escrevemos em nossos livros, mas isso não justificaria tanto ódio e agressões. Além do mais, é uma desculpa esfarrapada para buscar pretexto, pois tudo isso começou muito antes que publicássemos nosso primeiro livro, na década de 1960!
Complemente o presente artigo com a leitura destes dois posts:
“O apoio da Imprensa“; e “Intolerância“.
Depois, cada um deles remete a uma série de links.
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Um profissional seja do ramo que o for, se ataca a um outro para mim só há dois motivos: despeito por saber que o outro é melhor do que ele mesmo, ou insegurança em relação ao seu próprio trabalho, precisando diminuir o outro para poder sentir-se um pouco mais apto.
Bjs
Regina Wiese Zarling (Bombinhas – SC)
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É uma pena que exista tanta animosidade entre Shivaístas e Vishnuístas, mesmo na Índia. Um indiano muito culto certa vez me disse que hoje eles “concordaram em discordar” mas que no passado o clima já foi mais hostil.
Rafael Anschau
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Simplesmente não sabem o que estão falando e apenas ficam repassando boatos. Perdem a oportunidade de conhecer um trabalho sério e de fazer parte de uma egrégora maravilhosa. Fico feliz por ter tido a oportunidade de conhecer e fazer minha escolha.
Roberta (Unidade Moema do Método DeRose, São Paulo)
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Mais uma vez sintonia!!
Na semana passada veio fazer uma aula comigo uma médica psiquiatra que há muitos anos atrás fez ióga AYPAR, Associação de Yóga do Paraná.
Ela me disse que teve de vencer o preconceito para praticar uma das minhas aulas pois desde aquele tempo, nutria uma grande desconfiança em relação ao Nosso Método. Disse que sempre ouvia falar mal de nós naquele lugar, mas por outro lado via nossos praticantes felizes, fazendo posições extremamente fortes em mostras públicas e que aquilo não se encaixava na sua cabeça.
Depois da aula, fui conversar com ela e esta me revelou que estava surpresa, que tudo o que sempre ouvira a nosso respeito não fazia sentido, que viu que nosso trabalho é sério e que agora, até mesmo ela vai recomendá-lo.
Fiquei feliz por poder defender você e toda a Nossa Cultura com o que de mais precioso você ensina: manter a ética, a civilidade, a seriedade no trato com esta tão nobre filosofia que escolhi como estilo de vida e profissão.
Mais uma vez obrigada por me ensinar tanto! Tenha a certeza que continuarei sendo uma fiel defensora da nossa estirpe.
Milhões de beijinhos,
Instra. Cris Volter
Luis Eduardo Magalhães – BA
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Além de ser incompreensível um trabalhador desta modalidade sentir ódio por quem quer que seja, considero uma tremenda burrice se opor a profissionais da mesma área, pois além de perder alunos, está denegrindo sua própria ética perante a opinião pública.
Rafael Schoenfelder
Curitiba Pr
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Oi Mestre Queridão!
Olhe este vídeo sensacional:
BeijosCaki
Camila Cabete – Caki Books – Rio de Janeiro
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Estimado Mestre de Rose,
Começo por lhe dizer que antes de chegar ao seu metodo passei por outras 3 correntes e que em nenhuma delas me revi. Quis deixar o meu post neste tema em especifico, porque eu vivenciei pessoalmente esta experiencia.
Em tempos frequentei uma outra escola e ao fim de pouco tempo comecei a ouvir falar mal do Método DeRose, pior ainda verifiquei que os alunos que vinham de escolas do Metodo DeRose eram discriminados. Ao principio não percebi muito bem o que é que se passava, mas um dia um aluno disse-o abertamente: “o Mestre DeRose é o arqui-inimigo do Mestre fulano de tal.” Eu fiquei a pensar se seria brincadeira (já que arqui-inimigos para mim é conversa de banda desenhada) infelizmente não era. Ora a partir daí comecei a ficar desconfiada daqueles profissionais porque, se por um lado são adeptos da harmonia, não violencia, etc por outro têm um arqui-inimigo num outro profissional do ramo. Aquilo não podia ser, era uma incongruência enorme. Comecei a buscar informação sobre o seu Método e concluí, quem era afinal o verdadeiro profissional de Yôga. Assim sendo e em jeito de conclusão agradeço a essas pessoas por me terem permitido conhecer o Método DeRose assim como o seu Mestre, filosofia com o qual me identifico plenamente.
Um grande abraço
Ines Sousa
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O bom disso tudo é que, assim como eu, outras pessoas foram curiosas para conhecer o tão falado Método DeRose e se apaixonaram!
Beijos.
Leilane
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É por isso que eu agradeço com sinceridade aos que têm a gentileza de divulgar o meu nome, de graça, ao veicular maledicências. Sem eles, eu não seria tão conhecido, não venderia tantos livros e não teria pessoas incríveis como você. DeRose.




domingo, 21 de novembro de 2010 às 15:14
Olá Mestre querido,
Realmente é muito triste ver pessoas que nem conhecem nosso Método nos atacando e poluindo a mente de outros contra nós.
Há pessoas que realmente são Vêdánta Brahmachárya e nunca se adaptaríam ao Método, nós as respeitamos, mas há outros que estão no lugar errado e criam uma barreira com um pré- julgamento deixando de conhecer a dádiva que é nossa filosofia.
Apenas tenho uma dúvida em como agir quando somos convidados por um amigo,a participar de algum curso de outra linha, sem parecer arrogante e ainda pensando na possibilidade de trazer este amigo para junto de nós.
Beijinhos carinhosos
Fabi
DeRose Reply:
novembro 21st, 2010 at 22:47
Se você estiver satisfeita com o Método e todas as suas expectativas supridas, agradeça à pessoa pela simpatia do convite e decline-o. Não precisa se justificar. É imperioso cultivar a autoestima de não precisar ficar se justificando pelas suas decisões. Quanto a trazer esse amigo para junto de nós, isso não é o que nos caracteriza. Nós não fazemos doutrinação nem queremos converter ninguém. Esclarecer, sim. Então, dê-lhe um exemplar do pocket Yôga a Sério, da edição mais recente. Super beijo.
Dimas H. Arias Reply:
novembro 22nd, 2010 at 12:46
Yo también tenía esa duda
Fabi Domingos Reply:
novembro 22nd, 2010 at 16:09
Obrigada Mestre!
Farei extamente o que me disse.
Quanto a estar satisfeita com o Método, não preciso nem falar né Mestre, basta olhar para mim, olhar em meus olhos… Amo você Mestrinho lindo!
Beijokks Fabi
domingo, 21 de novembro de 2010 às 18:57
regginnawzarling.wordpress.com
Um profissional seja do ramo que o for, se ataca a um outro para mim só há dois motivos: despeito por saber que o outro é melhor do que ele mesmo, ou insegurança em relação ao seu próprio trabalho, precisando diminuir o outro para poder sentir-se um pouco mais apto.
Bjs
Regina
domingo, 21 de novembro de 2010 às 21:17
Hola mestre DeRose.
Mi primer contacto con la ¨palabra mágica¨, fue en un gimnasio. Me volví amigo del instructor y conocí su estilo de vida. Dejó de ser mi orientador luego que alguien me regalara un primer ejemplar de la colección DeRose. Concervamos una amistad, aunque cordial y distante.
Al principio, pude apreciar cierto recelo al compartir información con mi amigo instructor. Pero curiosamente, ese recelo se tornó en admiración expresa, en próximos encuentros, luego que le prestara, un ejemplar del ¨Tratado de (palabra mágica)¨-DeRose.
Estimo que en la mayoría de los casos, es una cuestión de desinformación. Las excepciones la conforman personas inseguras (por su falta de estudio y experiencia), que no demuestran capacidad para opinar, inclusive, sobre el trabajo de algún profesional de cualquier área.
Al fin y al cabo, precisamos de algunos enemigos para mantenernos alertas y evitar errores.
F.
P.D.: Me gustaría conocer la versión de Roberta Monteiro (U. Moema).
Franco Reply:
novembro 22nd, 2010 at 23:20
… Lo interesante en este asunto, es llegar a conciderar la noble labor de la Uni-Yôga en ciudades donde la ¨palabra mágica¨ posee una expresiva difusión.
Si existe una verdadera institución que respalde a todos los profesionales que deseen realizar un trabajo serio con la ¨palabra mágica¨, deduzco que cualquier opositor a esa labor, evidenciará la carencia de autenticidad en su trabajo y misión. Los demás, es probable que no hayan accedido a las fuentes informativas correctas…
Me gustaría colaborar con esta institución. Mientras tanto, voy a conocer mejor su trabajo, revisando la información disponible en los materiales didáctico disponibles en este site… ¡Felicitaciones y agradecimientos a todos sus integrantes!
F.
Franco Reply:
novembro 23rd, 2010 at 20:15
… Y a escuchar su himno siempre que ingrese a su site.
Franco Reply:
novembro 25th, 2010 at 23:38
Mestre DeRose, imagine que ayer visité a este amigo instructor. Como quice contratar a su esposa abogada (por concideración y respeto), primero lo visité a él… Ya no lo vuelvo a visitar nunca más.
Es una pena que no podamos establecer un dialogo informal y resuelto. Tuvo nuevamente que sermonearme con su doctrina filosófica que escuché por educación y compromiso. Regresé a casa, tarde y mortificado. Llegué a hablar con su mujer, aunque deduzco que hice mal en contactarla. Ellos conforman una misma egrégora, y lamentablemente, si la veo a ella, lo veo a él y todo empieza de nuevo…
Si existiera un eventual conflicto como el que usted plantea en este post, lo único sensato por hacer, sería embestir con bravura, enfatizando la elegancia educación y cultura que usted preconiza. Esmerándose en ser lo más delicado posible al emprender cualquier gestión de difusición sobre nuestro método (Método DeRose) y defender su prestigio.
F.
P.D.:
Si acompaño la letra que revela su mensaje
y el canto que declara con voz actuante,
el gimoteo definirá apenas la nostalgia,
se desvanecerán los contratiempos
y regresarán los buenos tiempos
para no olvidar jamás.
F.
DeRose Reply:
novembro 26th, 2010 at 16:22
Tuviste una buena lección!
domingo, 21 de novembro de 2010 às 22:10
derosemethod.co.uk
Mestre,
Lendo este artigo, resolvi procurar frases sobre Karma na internet. Ainda que nada de novo, achei esta bastante interessante…
Eu sei que não tem nada a ver, não somos religião, mas deu vontade de ver o que a Bíblia diz sobre Karma, já tem mais de 2000 anos e a Humanidade segue sempre na mesma.
Job 4:8 ESV / 6
As I have seen, those who plow iniquity and sow trouble reap the same.
DeRose Reply:
novembro 21st, 2010 at 22:14
Coloque a tradução, Gustavo, pois as pessoas a quem isso é endereçado não entendem inglês. Um beijão.
domingo, 21 de novembro de 2010 às 22:27
derosemethod.co.uk
Aqui vai Mestre:
8. Segundo eu tenho visto, os que lavram iniqüidade, e semeiam mal, segam o mesmo.
http://www.bibliaonline.com.br/acf/j%C3%B3/4 (versículo oitavo)
Para quem nao sabe o significado da palavra segar:
http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/segam
Da próxima vez coloco tudo em Português Mestre.
Beijos
Gustavo
DeRose Reply:
novembro 21st, 2010 at 22:28
Obrigado. Forte abraço.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010 às 1:16
dwayne.com.ar
Me encantó la frase “concordaram em discordar”
Muchas gracias por todo Mestre!
Instr. Dwayne
Belgrano – Argentina
segunda-feira, 22 de novembro de 2010 às 11:13
Olá Mestre!
Considero que tive muita sorte na forma como primeiro conheci a filosofia prática cujo objectivo final é o auto-conhecimento. O primeiro contacto que tive foi mesmo com o Método DeRose (naquela época – 2002 – conhecido mais como apenas SwáSthya Yôga). Nunca pratiquei outra corrente. Tenho alguns conhecidos que praticam ióga mas felizmente nunca presenciei nenhum ataque à nossa égregora nem ao seu trabalho.
Sinto que assim comecei com a mente perfeitamente limpa de qualquer preconceito.
Claro que, nestes 8 anos, já tive de desfazer alguns mal entendidos relativamente ao nosso Método mas felizmente tudo pacífico.
Aproveito este espacinho também para lhe transmitir a imensa honra que sinto de ir receber das suas mãos o meu Certificado de Instrutora na Gala DeRose Porto 2010 do próximo fim-de-semana.
Votos de uma viagem tranquila até terras Lusas.
Um beijo muito grande,
Cristina Varela
Unidade da Amadora
Lisboa, Portugal
segunda-feira, 22 de novembro de 2010 às 12:28
Olá mestre! Gostaria de compartilhar com você a minha historia, sobre como eu travei contato com o Método DeRose pela primeira vez, 4 anos atrás.
Durante muitos anos eu tentei praticar diversas linhas de Ióga e Yôga. Tive aulas em diferentes cidades e países onde morei, em São Paulo, São Carlos, na Tailândia, na Índia, nos Estados Unidos e na Espanha.
Contudo, apesar da idéia de Ióga ou Yôga fazer muito sentido e soar como algo extremamente interessante, eu não conseguia me engajar em nenhuma das escolas por onde eu passava. As aulas eram gostosas, mas bastante monótonas. Os ásanas eram interessantes, mas a repetição dos mesmos e a constante verbalização de: ”inspira, expira, inspira, expira…” desanimava-me, eu ficava com sono nas aulas e cheguei a dormir em muitas delas! No final eu acabava desistindo de praticar e procurava outra escola depois de alguns meses, pois tinha a esperança de que desta vez eu não iria desanimar.
Eu ficava triste quando percebia que eu não tinha vontade de voltar à escola e continuar praticando, pois pensava que as aulas seriam sempre iguais, muito calmas, com movimentos sempre básicos, repetitivos e monótonos.
Um dia, cansada de ficar sem praticar algo que fizesse bem, decidi matricular-me em uma academia de ginástica perto de casa, no bairro Vila Madalena, em São Paulo. Quando informaram-me que no meu “pacote” de musculação eu poderia também praticar aulas de Yôga eu fiquei muito contente, uma vez que a musculação em si não me atraía muito, sentia-me como um ratinho de laboratório que fica correndo em uma roda sem chegar em lugar algum.
Cheguei à minha primeira aula de Yôga, numa segunda-feira às 21:00 horas. A aula foi incrível, fiquei abismada como pude em uma única aula aprender tantas coisas novas, que em muitos anos de prática em diversas escolas de diversas linhas de Ióga eu nunca tinha visto? E aquilo era uma aula para iniciantes!
Meu corpo ficou cheio de energia, sentindo-me desperta, mais vitalizada e mais alegre. A aula era dividida em oito partes, os ásanas eram muito elaborados. Fiquei tão concentrada na execução daqueles movimentos que me esqueci de todos os problemas e questões do meu trabalho, que estavam “martelando” a minha mente antes da aula. Senti-me tão bem que decidi voltar para a próxima aula.
Na segunda aula eu decidi que teria que sair da academia! Mas desta vez não era por que a aula era chata, monótona ou repetitiva. Desta vez a aula era cheia de técnicas avançadas, muito bem explicadas, sem repetição, com muita lógica e fluidez. A sequência dos procedimentos fluía tão harmoniosamente que parecia que meu corpo pedia pelo próximo ásana e a professora lia a minha mente e executava exatamente aquilo que meu corpo estava desejando! Era perfeito, muito gostoso! Estava, na minha segunda aula, fazendo invertida sobre a cabeça e outros ásanas que eu nunca tinha sonhado que conseguiria fazer na minha vida. E foi então, na minha segunda aula nesta academia de ginástica, a que decidi que era isso que eu queria para minha vida!
Sim, saí mais uma vez da academia, mas desta vez foi para ir diretamente para a escola onde esta maravilhosa modalidade de Yôga era ensinada. Esperei o final da aula (com lágrimas nos olhos de tanta emoção, juro) para perguntar à professora Cláudia qual era aquela modalidade e em que escola ela era ensinada, pois queria aprender diretamente na fonte e não ficar nas aulas básicas apenas.
Para minha surpresa, ela disse: este é o Metodo DeRose. E minha resposta não foi das mais bonitas e nem a cara que eu fiz ao dizer:
- Ah não! Sério? DeRose? Não acredito!
Coitadinha da professora. Olha cada coisa que ela teve que ouvir de mim, uma aluna que não sabia absolutamente NADA sobre o assunto, com uma postura prepotente, dizendo que a metodologia dela estava errada antes mesmo de experimentar e cheia de preconceitos contra um Método que eu não tinha a menor idéia de como era… e quando travei contato com ele, sem saber, adorei!
O desfecho da historia é muito bonito, por isso não tenho vergonha de assumir que eu tive esta postura feia, cabecinha pequena e preconceituosa. Eu fiz alguns meses de aula na academia [ ... ] , nunca faltava, diferentemente das aulas que tinha feito de no passado.
Achei uma unidade do Método DeRose relativamente perto da minha casa. Matriculei-me e para minha surpresa a instrutora desta unidade – Chandra DeRose – era nada mais nada menos do que a filha do próprio DeRose. Fiquei muito feliz, pois comecei a aprender sobre este Método que é muito mais do que uma simples aula de ioga e sim uma cultura de vida numa escola maravilhosa com uma instrutora muito querida e muitíssimo bem preparada, uma ótima profissional!
Hoje pratico o método DeRose há 4 anos, pretendo continuar praticando para o resto de minha vida, não apenas a parte orgânica, mas toda a filosofia. Sinto-me honrada por fazer parte de um grupo de pessoas tão de bem com a vida e consigo mesmos! Obrigada, Mestre, por proporcionar-me tudo isso! Obrigada querida e paciente Claudia e muito obrigada Chandra!
Queria ter tido a oportunidade de conhecer este Método antes, mas meu preconceito não me deixou. Uma pena! Espero que com este relato muitas pessoas que ainda não experimentaram o Método DeRose por medo, preconceito ou simplesmente por nunca terem escutado falar sobre ele, abram-se para esta oportunidade que pode mudar sua vida, como mudou a minha!
Debora Trachtenberg
Aluna – Unidade Jardins
DeRose Reply:
novembro 22nd, 2010 at 23:10
Uau! Que história! Acompanhei o relato como quem lê um romance, ansiando pelo próximo parágrafo. Obrigado pela sua contribuição, Débora. Um abraço bem apertado.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010 às 12:49
dimabloarias.blogspot.com
En mi país hay un dicho que dice “La envidia no mata pero mortifica!”
Besos, Dimas.
DeRose Reply:
novembro 22nd, 2010 at 18:42
A mi me ayudó a crescer y me tornar muy conocido. Solo puedo ser agradecido a los invidiosos. Suerte nuestra que ellos son burros y, mismo leyendo esto (porque leyen mi blog religiosamente!) van a proseguir con sus ataques y yo me quedaré cada vez más conocido y cada vez más fuerte. Besote.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010 às 16:33
Além de ser incompreensível um trabalhador desta modalidade sentir ódio por quem quer que seja, considero uma tremenda burrice se opor a profissionais da mesma área, pois além de perder alunos, está denegrindo sua própria ética perante a opinião pública.
Rafael Schoenfelder
Curitiba Pr
segunda-feira, 22 de novembro de 2010 às 16:52
Mais uma vez sintonia!!
Na semana passada veio fazer uma aula comigo uma médica psiquiatra que há muitos anos atrás fez ióga AYPAR, Associação de Yóga do Paraná.
Ela me disse que teve de vencer o preconceito para praticar uma das minhas aulas pois desde aquele tempo, nutria uma grande desconfiança em relação ao Nosso Método.
Disse que sempre ouvia falar mal de nós naquele lugar, mas por outro lado via nossos praticantes felizes, fazendo posições extremamente fortes em mostras públicas e que aquilo não se encaixava na sua cabeça.
Depois da aula, fui conversar com ela e esta me revelou que estava surpresa, que tudo o que sempre ouvira a nosso respeito não fazia sentido, que viu que nosso trabalho é sério e que agora, até mesmo ela vai recomendá-lo.
Fiquei feliz por poder defender você e toda a Nossa Cultura com o que de mais precioso você ensina: manter a ética, a civilidade, a seriedade no trato com esta tão nobre filosofia que escolhi como estilo de vida e profissão.
Mais uma vez obrigada por me ensinar tanto! Tenha a certeza que continuarei sendo uma fiel defensora da nossa estirpe.
Milhões de beijinhos,
Instra. Cris Volter
Luis Eduardo Magalhães – BA
DeRose Reply:
novembro 22nd, 2010 at 21:27
E presenteia-a com o livro Quando é Preciso Ser Forte que ela vai compreender tudo. Beijoka.
DeRose Reply:
novembro 22nd, 2010 at 21:42
Eu fiquei muito feliz também de poder contar com você. E com ela. Quanto mais fortemente se golpeia um gongo, maior será a quantidade de pessoas que o escutam. Beijinho.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 às 19:39
Ah, se elas fizessem um exame sério de consciência… no fim regozijariam com a liberdade de um veio pernicioso.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010 às 9:18
detigre.com
Mestre, achei que ia gostar de ler isto! Recebi naqueles e-mails que circulam por aí.
Abraço forte!
QUE É GLOBALIZAÇÃO ? *
Pergunta: Qual é a mais correta definição de Globalização?
Resposta: A Morte da Princesa Diana..
Pergunta: Por quê?
Resposta: Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzi italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos estado-unidenses. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia estado-unidense (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos emTaiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia
Isto é,
*GLOBALIZAÇÃO!!!*
QUEM SOU EU?
Nesta altura da vida já não sei mais quem sou…
Vejam só que dilema!!!
Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado CONSUMIDOR.
Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em comícios MASSA , em viagens TURISTA , na rua caminhando PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO, no hospital PACIENTE. Nos jornais viro VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE. Para o Ibope ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR.
Se sou corintiano, SOFREDOR. Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL , sou COLABORADOR ) e, quando morrer… uns dirão… FINADO, outros… DEFUNTO, para outros… EXTINTO , para o povão… PRESUNTO… Em certos círculos espiritualistas serei… DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui… ARREBATADO…
E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!! E pensar que um dia já fui mais EU.
Luiz Fernando Veríssimo
DeRose Reply:
dezembro 28th, 2010 at 22:33
Corrigi o texto. Deletei o “s” de paparazzi que terminando com “i” já é plural. Substituí onde constava “americano”, que é politicamente incorreto, pelo adequado “estado-unidense” (também poderia ser “estadunidense”). Fi-lo antes que algum mexicano ou canadiano se sentisse melindrado por você). Mas está sensacional e vou usar isto para ilustrar meus cursos sobre karma. Obrigado pela contribuição. Beijos.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010 às 19:41
metododerose.org
Estimado Eduardo. Você está com razão. Pelo que você escreveu, sinto que é uma pessoa sincera. Também pude notar que é uma pessoa educada, com quem eu gostaria de dialogar em termos compatíveis com a nossa filosofia de evolução pessoal. Se eu puder atenuar alguma má atitude que eu tenha protagonizado, saiba que farei todo o possível.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010 às 0:28
metododerose.org
Críticas são ouro em pó. Só pude me aprimorar graças a elas. Quando jovem não gostava. Depois, com o tempo, descobri que os que me criticavam estavam me ajudando muito mais do que os que alogiavam. Passei a escutá-las com carinho. E confesso que graças a isso consegui depurar umas quantas imperfeições. Percebi que a veemência da minha convicção, às vezes, fazia com que algumas pessoas ficassem entristecidas. Então, em respeito a essas pessoas, tratei de moderar a veemência. É apenas um exemplo. Além do mais, não vejo você como oposição. Quem se dá ao trabalho de entrar no blog e falar comigo certamente tem algo interessante para dizer.
segunda-feira, 18 de abril de 2011 às 12:58
Estimado Mestre de Rose,
Começo por lhe dizer que antes de chegar ao seu metodo passei por outras 3 correntes e que em nenhuma delas me revi. Quis deixar o meu post neste tema em especifico, porque eu vivenciei pessoalmente esta experiencia.
Em tempos frequentei uma outra escola e ao fim de pouco tempo comecei a ouvir falar mal do Método DeRose, pior ainda verifiquei que os alunos que vinham de escolas do Metodo DeRose eram discriminados. Ao principio não percebi muito bem o que é que se passava, mas um dia um aluno disse-o abertamente: “o Mestre DeRose é o arqui-inimigo do Mestre fulano de tal.” Eu fiquei a pensar se seria brincadeira (já que arqui-inimigos para mim é conversa de banda desenhada) infelizmente não era. Ora a partir daí comecei a ficar desconfiada daqueles profissionais porque, se por um lado são adeptos da harmonia, não violencia, etc por outro têm um arqui-inimigo num outro profissional do ramo. Aquilo não podia ser, era uma incongruência enorme. Comecei a buscar informação sobre o seu Método e concluí, quem era afinal o verdadeiro profissional de Yôga. Assim sendo e em jeito de conclusão agradeço a essas pessoas por me terem permitido conhecer o Método DeRose assim como o seu Mestre, filosofia com o qual me identifico plenamente.
Um grande abraço
Ines Sousa
DeRose Reply:
abril 19th, 2011 at 4:39
Obrigado, Inês. Suas palavras me emocionam. Quem me dera que os amigos se dedicassem a defender tanto quanto os desamigos se dedicam a atacar. Espero encontrá-la por aqui mais vezes. Um forte abraço.
quinta-feira, 30 de junho de 2011 às 9:57
yogabalneariocamboriu.com.br
Oi mestrinho!
Antes de conhecer o método também presenciei alguns ataques gratuitos à sua pessoa. Um deles foi por meio de uma colega de faculdade, que certa vez começou a falar mal do Senhor. Quando a perguntei como ela tinha essas informações, ela me disse que uma amiga havia contado. Confesso que já na época achei bem esquisito esse comentário, e até fiquei mais curiosa a respeito.
Tempos depois me caiu em mãos o livro Yôga Mitos e Verdades, e só então pude entender o motivo dos ataques. Fiquei chocada quando vi quanta discórdia acontecia neste meio. Ao mesmo tempo gostei muito do li, o que me motivou a iniciar as minhas práticas e verificar por mim mesma o quanto o trabalho era sério e bom, (tanto que acabei me tornando instrutora) e o quanto as pessoas estão por aí dizendo inverdades sem ter conhecimento de causa algum.
Beijinhos da Ani.
Ani Dupont
Balneário Camboriú – SC
DeRose Reply:
junho 30th, 2011 at 11:29
Que bom que você é uma pessoa esclarecida e hoje uma Guerreira do Método. Beijinho, Ani.
quinta-feira, 30 de junho de 2011 às 12:37
Dá-lhe Ser Forte superar esse lamaçal, tanto cá quanto lá.
quinta-feira, 30 de junho de 2011 às 21:31
Querido Mestre. Tudo bom? Poderia divulgar essa notícia para os leitores do blog?
Com muito prazer informo que nesse final de semana iniciaremos a nova programação de aulas gratuitas do Método DeRose na cidade de São Paulo.
Agora temos práticas nos parques Ibirapuera e Villa-Lobos:
Sábados
9 horas: Praça do Porquinho – Parque do Ibirapuera
10 horas: Memorial Villa-Lobos – Parque Villa-Lobos
Domingos
9 horas: Espaço Serraria – Parque do Ibirapuera
Deixo o convite para que todos participem, levando seus amigos e familiares.
Grande beijo.
Rapha Cagnotto
DeRose Reply:
julho 1st, 2011 at 0:25
Parabéns, Rafa!
sexta-feira, 1 de julho de 2011 às 2:27
leilanelobo.blogspot.com
O bom disso tudo é que, assim como eu, outras pessoas foram curiosas para conhecer o tão falado Método DeRose e se apaixonaram!
Beijos.
L.
DeRose Reply:
julho 1st, 2011 at 14:20
É por isso que eu agradeço com sinceridade aos que têm a gentileza de divulgar o meu nome, de graça, ao veicular maledicências. Sem eles, eu não seria tão conhecido, não venderia tantos livros e não teria pessoas incríveis como você.