Oi Mestre,
compartilho uma ótima animação sobre o emprego e a sensação de ser um empregado.
Segue o link: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-4ItCQ7fquY
Abração.
Júlio Simões
Unidade Centro Cívico
http://www.DeRoseCentroCivico.org
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Mestrinho, o que compartilho é um pouco triste, mas mostra como os empregados se dedicam muito e as vezes acabam por não serem nem notados! O que considero além de triste, deprimente!! Não sei se ja viu, mas lá vai.
Homem morto trabalha por uma semana
(Notícia do New York Times)
Os Gerentes de uma Editora estão tentando descobrir, porque ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há CINCO DIAS. George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários.
Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana. O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse:
‘O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada.
Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.’
A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco.
SUGESTÃO:
De vez em quando acene para os seus colegas de trabalho.
Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também está!
MORAL DA HISTÓRIA:
Não opte por um emprego. Seja um empreendedor!







Querido Mestre,
Eu fiquei muito feliz com o fim de semana que passamos juntos em Campinas.
Gostaria de dizer o quanto o curso Jornada com o Mestre provocou um jorro de entusiasmo em mim e espero que também uma quebra de paradigmas. Acredito que o evento tenha me proporcionado uma luz no fundo, pois sempre sonhei com esse modelo de trabalho, mas nunca havia conseguido visualizar já que sofria com falta de referências.
Afinal, apesar de muito digna e honrada, minha formação cultural e educacional foi baseada em um paradigma bem limitado da mentalidade da classe média, com um bom grau de conforto, mas com uma noção muito restrita de prosperidade. Com esse curso eu acredito que finalmente pude ver o que eu procurei tanto em livros de administração e sucesso profissional, mas que sempre ficaram na teoria, logo, era difícil assimilar o que eu lia. Afinal, o conhecimento transcende os livros, não é mesmo?
Independentemente de ser uma boa ou má ideia agradeço profundamente a você, ao Gustavo Cardoso, ao Clélio Berti e ao Pedro Castro por terem sido os responsáveis pela idealização e realização dessa experiência revolucionária. Paguei R$2.000,00 feliz.
Beijo grande
Daniel Suassuna
Diretor da Unidade Asa Norte
Brasília – DF
Acho que você está carburando na direção certa. Prossiga no processo criativo. Precisamos conversar pessoalmente sobre essas boas ideias. Acho que vamos desenvolver coisas muito boas.
Deixe-me publicar apenas um pequeno trecho do seu comentário, pois acho que seria útil a outras pessoas.
Beijo.
Perfeito, Mestre.
Fico feliz.
Beijo e até sexta
Até sexta.
Mestrinho, o que compartilho é um pouco triste, mas mostra como os empregados se dedicam muito e as vezes acabam por não serem nem notados! O que considero além de triste, deprimente!! Não sei se ja viu, mas lá vai.
Homem morto trabalha por uma semana
(Notícia do New York Times)
Os Gerentes de uma Editora estão tentando descobrir, porque ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há CINCO DIAS. George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários.
Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana. O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse:
‘O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada.
Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.’
A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco.
SUGESTÃO:
De vez em quando acene para os seus colegas de trabalho.
Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também está!
MORAL DA HISTÓRIA:
Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo…
Está aí o reconhecimento de quem opta por ser empregado.
Oi Mestre!
Que feliz que você vem ministrar cursos no Rio de Janeiro nos dias 17 e 18 de setembro! Já estamos contando os dias…
Aproveito para deixar as imagens de uma ação efetiva dos instrutores da nossa cidade. Colaboramos com dois textos seus na revista Pilotis da PUC-Rio.
Muito bom, Rafinha! Se todos replicassem nossos textos nas revistas e jornais de bairro, da faculdade, da empresa, as pessoas nos conheceriam muito melhor e gostariam mais de nós.
Beijinhos,
Rafinha
Unidade Leblon
Hola Mestre, quería pasar a saludarte y dejarte este link, de un videito muy corto e interesante sobre creyentes y no creyentes de Dios !
Un abrazo bien grande y fuerte !
Pablo.F
Instructor
Sede Núñez, Bs. As.
Argentina.
Argumentos muy inteligentes.