Na verdade, não mudamos nada. A grande novidade é que não temos novidade nenhuma. Com o incremento do Método DeRose, apresentamos uma nova abordagem, mas o conteúdo é antigo e nada mudou. Trata-se de apenas uma visão mais expandida, uma outra percepção da mesma cultura, só que agora, sem estarmos espremidos e asfixiados pelos estereótipos da civilização ocidental que não nos permitiam ser compreendidos pelos nossos amigos e familiares, pela sociedade e pela Imprensa, que nos enxergavam sob a lente colorida e distorcida de um fundo de garrafa por causa do rótulo oriental carregado de pré-concepções.
Como algumas pessoas só leem os posts mas não se deteem nos comentários dos colegas, vou transcrever, abaixo, aos nossos leitores, algumas respostas dadas por eles. Acho que elas podem vir a ser úteis e esclarecedoras para muita gente.
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Fiquei bem feliz com o seu comentário, Emerson. É isso mesmo. Você compreendeu cem por cento. Eu só não diria que “hoje mudou”, porque na verdade não mudou nada. Apenas tomamos consciência de que nestes 50 anos de magistério o Método foi se formatando e se expandindo muito gradualmente, de forma natural, e num dado momento assumimos que fazemos outra coisa. Mas que essa coisa, o Método, continua contendo o Yôga em seu acervo, na parte das técnicas. Por isso, em sala de classe, continuamos pronunciando a palavra mágica. Por isso, continuamos escrevendo e publicando livros sobre esse assunto. Apenas precisamos compreender que o Método engloba essa filosofia hindu milenar, mas não se restringe às suas técnicas e abrange muito mais. O “muito mais” são os conceitos, proporcionando uma visão livre de estereótipos, sem sânscrito e que nos permitirá mudar o mundo. Os conceitos são propostas comportamentais que nos permitem reeducar todos quantos estiverem receptivos para melhorar e crescer, inclusive em civilidade, responsabilidade social e consciência ambiental. Os conceitos juntamente com as técnicas constituem uma cultura. Por isso é importante ter claro que não mudamos nada. Não há nenhuma novidade no conteúdo. É uma nova abordagem de um conteúdo antigo que preservamos com muita reverência. Um beijão para você e seja bem-vindo de volta à egrégora que lhe tem muito afeto.
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luis roldao
Unidade Marquês de Pombal – Lisboa – Portugal
Bom dia, Mestre!
Os jovens hoje estão a começar todas as experiências mais cedo, inclusive as mais destrutivas. Mas entre as aceites pela sociedade, estão sempre a inventar outras, como por exemplo misturar medicamentos.
Mas a ideia que me vem à cabeça é o título daquele post “Nós não temos ideia da nossa relevância”. Com toda a segurança é muito mais forte do que nós nos apercebemos, diariamente. Mesmo há pouco tempo, uma das novas alunas comentava isso comigo, a alegria de todos sem ser preciso beber álcool ou tomar drogas. É lindo!
Grande abraço
Luís Roldão – Unidade Marquês de Pombal/Lisboa
Sempre digo que se tudo o que propomos (respiratórios, técnicas orgânicas etc.) fosse uma inóqua ilusão, ainda assim nosso trabalho mereceria todo o apoio dos pais, da sociedade e da imprensa unicamente pelo fato de manter tantos jovens longe das drogas, do fumo e do álcool.
Um forte abraço, Luís.
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Sou praticante do Centro Cívico.
Vamos ver se eu entendi…
Afirmo, ao indagador, que pratico o Método DeRose no lugar de Swásthya Yôga. Que faço coreografia do Método DeRose e não coreografia de Swásthya Yôga. Não digo a palavra mágica (Yôga) quando mencionar o Método DeRose.
Estou com uma dúvida: No dia 18 de fevereiro que é o dia do Yôga, tenho que evitar associar o termo Yôga com o Método no dia ou vai ser mudado para dia do Método DeRose? Ou então o que digo, uma vez que eu sempre faço a prática no parque aqui em Curitiba neste dia e sempre tem a imprensa entrevistando os praticantes?
Abraço. Alceu
Muito boa questão, Alceu. Muita gente deve estar com a mesma dúvida. Lá vai o esclarecimento:
Quando se tratar de Yôga (por exemplo, quando se comemora o Dia do Yôga) não se menciona Método DeRose. Continuaremos publicando livros de Yôga. Neles, a palavra Yôga, obviamente, aparece. Nesse caso, evitamos usar Método DeRose no texto dos livros. Esse tropeço ainda acontece, mas vamos limpando aos pouquinhos. Numa aula de Yôga, de SwáSthya, dizemos essa palavra várias vezes porque aí estamos tratando da parte técnica do Método e o Yôga está embutido aí, na parte técnica. Assumimos com os nossos alunos que essa palavra pode ser usada sem restrições dentro das nossas escolas, pois quando um de nós verbaliza “Yôga” o outro entende e sabe a quê estamos nos referindo; mas da porta da escola para fora, não usaremos a palavra mágica com os nossos amigos, conhecidos, desconhecidos, colegas de trabalho ou familiares, porque eles entendem outra coisa completamente diferente por essa mesma palavra – e talvez seja isso que ainda está faltando: que os nossos instrutores dêem esta explicação, desta forma, aos seus alunos.
Obrigado por nos ajudar. Um forte abraço para você.
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Luisa Sargento
Mudando um paradigma
Dizem que o Homem é um animal de hábitos e, como tal, usamos isso como desculpa para sistematicamente não acompanharmos o ritmo DeRose, sem perceber o quanto isso prejudica o trabalho geral da egrégora e todo o esforço do mentor para nos levar na direcção certa.
Quem já utiliza o Método DeRose, quando se refere à Nossa Cultura, sabe o interesse que desperta no outro e como isso marca o diferencial, abrindo portas para actuarmos e mostrarmos quem somos e o que é a Nossa filosofia de vida.
Já todos comprovámos o que a palavra mágica induz no outro e como isso prejudica o nosso envolvimento na sociedade e fico muito admirada quando observo que, apesar disto, alguns de nós continuam a usar a dita palavra que se refere apenas à técnica e não engloba os conceitos comportamentais nem teóricos usados por nós.
Ora se nós estamos a caminhar para uma Nova Abordagem de três filosofias ancestrais, cujo nome erudito engloba a tal palavra mágica, mas não queremos que os estereótipos de abordagens diferentes nos acompanhem, temos de urgentemente mudar o paradigma e usar o nome real daquilo com que trabalhamos, sem confundir quem nos ouve.
Um exemplo:
eu chego a uma loja de cupcakes e pergunto à empregada se são queques e ela responde: são uma espécie de queques!
O que é q eu vou pensar: ah afinal são só queques!!!
A mesma situação com resposta diferente:
eu chego a uma loja de cupcakes e pergunto à empregada se são queques e ela responde: não, são bolos que levam estes ingredientes e são ornamentados desta forma, conferindo um aspecto fantástico e um sabor maravilhoso!
O que é que eu vou ficar a pensar: uau vou experimentar, até que os ingredientes são parecidos com os dos queques mas parece-me que são algo mais e não apenas um queque banal.
Assim, acho que temos todos seriamente que pensar no assunto e fazer tudo com a consciência que o Nosso Método nos induz, tendo em atenção os detalhes e actuando de forma profissional, atenta e responsável, pois se assim não for prejudicamos uma egrégora inteira.
beijinhos para todos
Luísa.
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Mario Vendas
Olá Mestre,
Como está? Espero que esteja tudo maravilhoso!
Aproveitando o link deste assunto, será que não corremos o risco da imagem visual do nosso logótipo (o yôgin) passar uma mensagem associada à famigerada palavra mágica?
Queremos afastar a ligação da palavra mágica do Método porém, na mensagem visual podemos criar uma brecha para que possa acontecer isso mesmo, isto pela forte associação da imagem com a palavra em questão.
Penso que ao mantermos o desenho do yôgin ligada à nova abordagem, seria como querer que as pessoas associassem a cor vermelha do semáforo com uma nova perspectiva: de avançar.
Espero que tenha conseguido passar esta perspectiva da melhor forma.
Com admiração,
Mário Vendas
Querido Amigo, ainda estamos em fase de transição. Quase concluída, é verdade, mas todas estas dúvidas que estão sendo respondidas nos trazem à realidade de que a mudança de paradigma está em curso. O ícone do yôgin estabelece o link. Está previsto para em algum momento no futuro não usarmos mais esse ícone. Talvez seja substituído pela nossa flor-de-lis. Talvez por outra coisa. Talvez por nenhum símbolo. Ou, ainda, talvez, quem sabe, permaneça – já que ficou tão bonito. Esperemos que no futuro a palavra mágica e os conceitos a ela atrelados passem a ocupar uma posição mais justa e perfeita na percepção da opinião pública e da Imprensa.
Quanto ao fato de que a presença do yôgin no logo do Método seria como se acendêssemos a luz vermelha de um semáforo e quiséssemos que as pessoas avançassem, devo lhe informar que no Brasil é assim. A luz vermelha do semáforo significa avançar com cuidado (extra-oficialmente, é claro!). É o que estamos fazendo com o ícone do yôgin.
Um beijão para você, Mário. Suas contribuições neste blog são sempre muito importantes.






Olá Mestre,
Como está? Espero que esteja tudo maravilhoso!
Aproveitando o link deste assunto, será que não corremos o risco da imagem visual do nosso logótipo (o Yôgín) passar uma mensagem associada à famigerada palavra mágica?
Queremos afastar a ligação da palavra mágica do Método porém, na mensagem visual podemos criar uma brecha para que possa acontecer isso mesmo, isto pela forte associação da imagem com a palavra em questão.
Penso que ao mantermos o desenho do yôgín ligada à nova abordagem, seria como querer que as pessoas associassem a cor vermelha do semáforo com uma nova perspectiva: de avançar.
Espero que tenha conseguido passar esta perspectiva da melhor forma.
Com admiração,
Mário Vendas
yôgin. Com inicial minúscula e sem acento no i.
Querido Amigo, ainda estamos em fase de transição. Quase concluída, é verdade, mas todas estas dúvidas que estão sendo respondidas nos trazem à realidade de que a mudança de paradigma está em curso. O ícone do yôgin estabelece o link. Está previsto para em algum momento no futuro não usarmos mais esse ícone. Talvez seja substituído pela nossa flor-de-lis. Talvez por outra coisa. Talvez por nenhum símbolo. Ou, ainda, talvez, quem sabe, permaneça – já que ficou tão bonito. Esperemos que no futuro a palavra mágica e os conceitos a ela atrelados passem a ocupar uma posição mais justa e perfeita na percepção da opinião pública e da Imprensa.
Quanto ao fato de que a presença do yôgin no logo do Método seria como se acendêssemos a luz vermelha de um semáforo e quiséssemos que as pessoas avançassem, devo lhe informar que no Brasil é assim. A luz vermelha do semáforo significa avançar com cuidado (extra-oficialmente, é claro!). É o que estamos fazendo com o ícone do yôgin.
Um beijão para você, Mário. Suas contribuições neste blog são sempre muito importantes.
Oi Mestre!
Só para testemunhar uma feliz realidade: hoje entrei em uma livraria aqui no Sul de Portugal (Algarve – Cidade de Lagos) e perguntei ao livreiro por livros do Método DeRose para testar.
Ele respondeu: DeRose? Aaaah sim tenho!
Isto é fantástico!
Tiro-lhe o chapéu Mestre, quando afirma que estamos em fase de transição, quase concluída.
O ícone do Yôgin na minha singela opinião fica lindo e acredito na justiça de que o mesmo ocupará um lugar majestoso.
Abraços daqueles que fazem vibrar uma egrégora.
Sara
Portugal – Lagos – Algarve
Que bela notícia. Vou dormir mais feliz, graças a você. Mas não escreva Yôgin, que compromete o seu instrutor. Leia a página 154 da mais recente edição do Tratado. A egrégora está vibrando com o seu abraço. Envio-lhe outro igual!
El Método no cambió,los que tenemos que cambiar somos nosotros.
Y qué difícil resulta aveces. A mi sobre todo me cuesta con aquellas personas más cercanas, con las que mantengo un contacto frecuente pero no íntimo (vecinos, compañeros de trabajo, etc), y con las cuales usé la palabra mágica en el pasado. Ahora me cuesta un poco de trabajo quitarles esa palabrita y reemplazarla. Reconozco que con algunos es imposible.
Acepto sugerencias para estos casos…
Abrazos como torbellinos destructores de paradigmas.
Javier. Yôgin
Sede Decana – Bs. As.
Boa noite Mestre,
Puxa que aula ótima que você deu agora ao vivo. Assisitir as aulas proporciona assimilar tanto conteúdo e a cada dia mais compreender melhor Nossa Cultura. A de hoje especialmente foi como um presente para mim já que tem tudo a ver com o tema da minha monografia que é a reeducação comportamental através do Método. Adorei!
Um forte abraço,
Romina
Av. Rio Branco – Floripa
Ya estoy de regreso en Buenos Aires. Vengo cargado de energía por estar cerca tuyo Mestre!
Muchas gracias por todo.
Un beso grande
dwayne
Belgrano – Argentina
Otro beso grande.
Olá querido Mestre,
Quero lhe agradecer pelo sádhana no domingo, foi muito especial. Além disso, foi uma oportunidade de estarmos próximos e rever os amigos.
Escrevo também para tirar uma dúvida: quando falamos sobre a nossa formação, dizemos que somos instrutores do Método DeRose formados pela …? Já sei que não devemos misturar a palavra mágica com o Método. Mas neste caso qual seria a forma mais adequada para falar que somos formados por uma instituição sem citar a palavra mágica?
Talvez esta questão já tenha uma resposta e eu é que estou desatualizada, neste caso peço-lhe desculpas por perguntar algo que já deveria saber.
Um beijo cheio de carinho.
Fernanda Rengel
Joinville – SC
Hoje, dia 16 de junho, tem mais um aniversário que ficou faltando no outro anuncio. O da instrutora Alezinha Roldan. Parabéns para ela!
Beijinhos da
Anahí
Buenos Aires
Que bom saber que faço parte de uma família de empreendedores vivos e ativos! Que participo de uma organização que não se permite parar no tempo e que enxerga além de seu tempo!
Vamos em frente! Agora precisamos nos adaptar aos paradigmas, futuramente serão eles que se adaptarão a nós…
Grande abraço
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/CE
Que bom ter lido isso. Sempre bom entrar aqui. Beijos
Isis Arce
Porto Alegre – RS
Hola Mestre!
Gracias por transcribir los comentarios, es cierto que muchas veces no los leemos. Me gusto la explicación que le diste a Alceu de Centro Cívico acerca de cuando usar y cuando no la palabra mágica.
Estaba releyendo los post, dado que mañana tenemos la clase del curso básico sobre el Método DeROSE y me parece buen momento para esclarecer dudas sobre el tema con los alumnos.
Un abrazo!
Silvina
Unidad San Isidro – Bs. As.
Comece pelo primeiro passo. Sei que você irá longe!