quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor:

Tudo a ver com o nosso evento INSIGHTS.
Parabéns a todos os organizadores, Conselho Administrativo, Colegiado de presidentes de Federação e ao Mallet e Nilzo. Claro, principalmente a você Mestre!
Estou pilhadíssimo!

Anúncio publicado pela empresa Age em 2007, a partir de valores e uma filosofia inovadora dos seus clientes:

“Alguns temem o novo
Porque ele ameaça o estabelecido, contesta as convenções
Desafia as regras
Alguns evitam o novo
Porque ele traz insegurança, estimula o experimento, convida à reflexão
Alguns fogem do novo
Porque ele nos retira da confortável posição de autoridade
E nos obriga a reaprender
Alguns zombam do novo
Porque ele é frágil, não foi consagrado pelo uso
Mas essas pessoas se esquecem que tudo o que hoje é consagrado um dia já foi novo
Alguns combatem o novo
Porque ele contraria interesses, desafia os paradigmas, não respeita o ego, despresa o status quo
Mas tudo isso é inútil
Porque a história da humanidade mostra
Que o novo sempre vem
Por isso, recicle seus pensamentos, reveja seus pontos de vista
Atualize suas fórmulas, seus métodos, suas armas
Senão você será sempre um grande profissional
Um sujeito muito preparado para lutar numa guerra que já passou”
(enviado por um aluno querido)

Joaquim Roxo
Alphaville – SP

  1. Muito legal,

    Grande beijo ao Juka.!

    Ana Gabi
    Unidade Alphaville

  2. Autor: Everton Vieira

    Olha só, no Paquistão tem um vale chamado Swat:

    http://3.bp.blogspot.com/_qgg-6DR7AZY/SPzsXc6XS1I/AAAAAAAABJs/T5cLOL1FDCo/s400/pak-af-9-swat.gif

    Fica pouco mais a Ocidente de onde foi consagrada a civilização do Vale do Hindu.

    Outra foto do vale:

    http://www.topnews.in/files/swat-Valley-Pakistan.jpg

    Achei interessante.

    Abraços!

    Everton

    DeRose |

    Legal, Everton.

    Everton Vieira |

    A cidade de Mehrgarh que está registrada historicamente perto do início da civilização do Vale do Hindu fica onde hoje é o Paquistão e mais perto do Swat Valley.

    Legal!

    :)

  3. Autor: Ale Roldan

    Oie De Rooooose!! Ehhhhhhhh!!

    Amei vc ter ido ao evento viu?

    E para provar que temos “algo”, estávamos vc, eu a Fe e a Vivi entre muitas e muitas pessoas famosas e conhecidas…

    Mas as primieras fotos de divulgação na mídia, no site do Amaury Jr, saímos TODOS nas fotos!!

    Eu fazendo um bico enorme e com o nome errado acompanhada do meu amigo e tb assessor, Claudinho Vaz…rsrsrrs!

    Vc e Vivi mega sérios!

    E a Fezita lindíssima, numa foto super favorável!!

    Vai o link!

    http://www.amauryjr.com.br/interna_galeria.cfm?noticia=10118

    Fala se não temos açucar?

    Bjkas! : )

    DeRose |

    Valeu, Alezinha. Um beijo.

  4. Autor: paulinho

    Querido Mestrão,
    queria agradecer-lhe pela aula de ontem. Foi muito bom ter visto o senhor ministrando aquela aula. É interessante,pois a sensação que tive foi que todos os cursos e momentos que tive consigo nesses anos que sou instrutor do Método, aflorou em um só instante, trazendo me tantos maravilhosos feelings que as vezes ficam apenas guardados no inconsciente. Como é único ver o senhor nos ensinando. Ai que saudade da família!!! Mesmo com tanta saudade, sinto me suportado pelos meus colegas que me apóiam e querem tb ver o crescimento da nossa filosofia de vida se expandindo desse lado de cá.
    Feliz sou eu que faço parte da família.
    Um beijo carinhoso.
    Paulinho – London

    DeRose |

    Estamos juntos, Paulinho. Um beijo para você.

  5. Autor: Alexandre Rodrigues Lemes

    “Alguns temem o novo”
    Gostei desta frase é bastante inspiradora.

    Por que será que a maioria das pessoas teme o novo? Claro que cada pessoa tem o “seu medo”, mas sempre há algo que chega nessa mutação ambulante, que é a vida moderna, e nos amedronta. De onde vem esse medo?

    Será algo biológico? Temos genes formatados para temer certas coisas? Acho que não é por aí! Pode até ser que hereditariamente tenhamos influências em nosso caráter ou personalidade, mas isso não determina o medo. Então, se não é tão genético assim, seria sócio-educacional? Quer dizer que nossos medos são frutos de nossa educação – no lar e nas escolas – e experiências? Acho que em parte, sim. Mas no lugar de buscar no passado as causas do medo, podemos também procurá-las no presente e no futuro. Sim, por vezes nossos medos vêm de algo que parece ameaçar nosso presente ou nossa idéia de futuro. Por temer que o novo nos prejudique, rejeitamos ou ignoramos o que está chegando. Mas, há ainda uma questão de cunho neural que pode também estar relacionada com a geração da rejeição ao novo: a preguiça mental!

    É estranho pensar que podemos ter preguiça mental. Mas ela existe e é muito mais presente do que pensamos. Nosso cérebro é craque em associações. Quando chega uma informação, ele busca rapidamente uma conexão na rede existente e por vezes, até força essa associação, pois se não achar uma conexão adequada, ele será obrigado a exercitar a neuroplasticidade, que significa abrir novos troncos em nossa rede neural de modo a recepcionar o novo que não apresenta conexões adequadas na “velha” mente. Como a neuroplasticidade dá muito mais trabalho ao cérebro do que a simples associação, ele vai fortalecendo os velhos troncos, usando-os com freqüência para explicar o que estamos recebendo do mundo real. Esses troncos e conexões enraizadas são nossos modelos mentais. Portanto, formamos conceitos, imagens e padrões em nossa mente que determinam o quê e como entendemos a realidade. Se tivermos modelos limitados, envelhecidos, cristalizados em excesso, tendemos a rejeitar o novo por acreditarmos que ele não é compatível com o que chamamos de real.

    PLATÃO já dizia há mais de dois mil anos que “nada está fisicamente em nossas mentes. Existem apenas premissas, histórias e imagens”. SENGE em sua obra “A Quinta Disciplina”, define Modelos Mentais como “Imagens internas profundamente arraigadas sobre o funcionamento do mundo, imagens que nos limitam a formas conhecidas de pensar e agir”. WIND completa afirmando que “o mundo em que vivemos não está lá fora, na rua. Ele está em nossa própria mente”. Desse modo, podemos concluir que os processos mentais que temos em nosso cérebro dão sentido a nosso mundo e, de modo intenso, determina a qualidade e o rumo de nossas vidas.

    Por isso, temos de parar para pensar em nossos medos! Por que temos esses medos? Do que eles são compostos? Há algo de racional ou se trata de algo emocional, do inconsciente? É uma ameaça à qual estamos reagindo de modo incorreto? Será uma “interpretação” equivocada ou limitada da realidade que nos deixa apreensivos? Conhecer nossos medos e suas causas é o primeiro passo para uma melhoria de nossos modelos mentais e, portanto, de uma postura mais efetiva e real perante o mundo mutante, caótico e competitivo ao qual estamos ligados.

    Não fazer esse exercício mental, ou neuróbica, de nossas fobias, é ficar na mesmice. É aceitar a não neuroplasticidade e a não oportunidade de evoluir nosso pensamento, percepção e reação perante a vida. O medo do novo, como forma de rejeitar o que está sendo posto à sociedade contemporânea é uma fobia ludista, irracional, sem base real. É rejeitar o novo pelo novo, o que não é algo inteligente em nossa realidade globalizada. Quem faz isso, fica parado no tempo, no movimento, no espaço e na mente.

    Não se trata também de aceitar o novo pelo novo! Sabedoria, caminho do meio, reflexão, análise, crítica… Enfim, quando o novo chegar, faça como o bom jogador de futebol: mate no peito, domine a bola, olhe para o campo e faça a melhor jogada! Gooool!!! (rs)

    Abração Mestre De! Boa noite!
    Alexandre.

  6. Autor: Aninha Gonçalves

    Amei o texto. Muito bom!
    Guardei comigo e enviei o link para pessoas queridas.

    Um grande beijo de boa noite, querido Mestre.

    Aninha Gonçalves
    Unidade Rio Vermelho

  7. Autor: DeRose

    Deu tempo, Taline. Obrigado.

  8. Autor: Jú Calderoni

    Adorei o texto!
    Penso que todos nós temos algum grau de medo com relação à mudança. Sair da zona de conforto, enfrentar o desconhecido, além de amedrontador pode ser bastante incômodo. E todo o ser humano tem seu lado inerte, acomodado. Sinto que na nossa cultura essa faceta humana é muito pouco presente: somos muito mais “rajasicos” do que “tamasicos”, mas sempre devemos prestar atenção, pois penso que essa característica é inerente a todos os seres humanos, em maior ou menor grau.

    Um abração, Mestre!

    Júlia Calderoni
    Método DeRose Brooklin
    São Paulo – SP

    DeRose |

    É mesmo, Jú. Vamos cultivar o Ritmo DeRose.

  9. Autor: romulojusta

    Opa, só corrigindo o comentário do Everton lá em cima: não é Civilização do Vale do Hindu, mas Civilização do Vale do Indo :)

    Abraços

    Rômulo Justa
    Unidade Dom Luís; Fortaleza-Ceará

    DeRose |

    Isso mesmo.

  10. Autor: Anahi Flores

    Este link apenas va para uma foto muito linda, de um macaco montado no lomo de um cachorro na Tailandia. Uma boa imagem para começar o dia. Beijos!
    A. Bs As.

    http://www.clarin.com/diario/2009/10/29/um/thumb/aa2.jpg

    DeRose |

    Ah! É um filhotinho que deve ter perdido a mãe…

  11. Autor: Juliana de Morais

    Olá Mestre!!!

    Este texto é simplesmente o que precisava!!!
    O novo nos leva ao medo, o qual nos impede de sermos realmente melhores!!!
    É preciso superar o medo e inovar sempre!!!

    Um forte abraço com imenso carinho.

    Juliana de Morais
    Unidade Mogi das Cruzes

    DeRose |

    É isso mesmo, querida. Vamos para a frente e para cima, com coragem e altivez, uns ajudando os outros. Abração.

  12. Um texto para ser colado na(s) parede(s) de casa, com direito a delicadas e coloridas ilustrações.

    .
    .
    Mestre, ontem lembrei do curso sobre Karma, realizado recentemente em Santo André…

    Quando eu decidi, há pouco mais de dois anos, não ingerir mais carnes, a minha mãe ficou horrorizada e isto gerou um desconforto entre mim e ela. Há dois meses, quem igualmente não come mais carnes é ela (sendo que duas de suas amigas do trabalho também o fizeram)!

    E, ontem, estávamos nós dando entrevista para uma jornalista a respeito desta historinha. Pois o próximo tema de uma revista, chamada Sorria, será sobre empatia: pai ou mãe que era contra um filho fazer alguma coisa, mas que acabou experimentando e entendeu que era algo legal e acabou ele próprio adotando como hábito.

    Estou muitíssimo feliz! Ainda mais agora sabendo que influenciei direta ou indiretamente na mudança de Karma de outras pessoas, principalmente da minha mãe.

    Esta felicidade deve também ser compartilhada contigo, Mestre, e com os instrutores, porque dela fazem parte.

    B-joletas cheias de bháva!!!

    DeRose |

    Você compreendeu na prática o princípio da irradiação dos conceitos que, pelo bom exemplo, contagiam positivamente um número crescente de pessoas graças ao contato com um praticante do Método. Isso alimenta a reação em cadeia que vai mudar o mundo. Bhávoletas cintilantes para você.

  13. Autor: Gislene

    Mestre querido,

    Tive o privilégio de participar do Ashtánga Sádhana do DeRose Culture na manhã de domingo. Foi surpreendente, revelador, hiper energizante e de uma sensibilidade e sutileza indescritíveis.
    Aos meus 46 anos de idade, posso afirmar que foi um dos melhores momentos (em intensidade) da minha vida.

    A todos os Presidentes de Federações e aos organizadores do evento, meu profundo e sincero agradecimento.

    À você, querido Mestre, meu pújá sincero e especial.

    Gislene (sádhaka – unidade Santo André)

    DeRose |

    Obrigado, Gislene. Fico bem feliz em saber. Um beijo para você.

  14. Autor: Marina Barreira

    Esse texto tem tudo a ver com karma. Quando temos medo de mudar é exatamente o que sentimos: insegurança, desconforto, necessidade de aprender novas coisas. Porém as mudanças sempre devem ocorrer para a evolução do ser humano.
    Ainda bem que aprendi isso a tempo e pude rever minhas atitudes e conceitos.
    Super beijo Mestre.
    Marina Barreira – yôginí – Vila Mariana

  15. Autor: Nilzo Andrade Jr.

    Obrigado, querido Juka, pelo carinho em citar-me.
    Grande abraço para você!

    Nilzo, from New York

  16. Autor: Franco

    Hola mestre.

    Es difícil para mí imaginar la relevancia que significa para la especialidad esta fecha. Acepte por favor mis felicitaciones. Espero que toda la nostalgia generada por la conmemoración de estos 50 años de magisterio, se conviertan en gratitud y lo disfrute. ¡Feliz cumpleaños mestre DeRose!… ¡Y feliz día del Yôga!

    Lamento no poder acompañarlo y sentirme parte de algo vivo y cambiante. Mis distancias han sido determinantes para tornarme el mismo desconocido. Nunca pretendí ser un fraude, por ello confirmo que mi voluntad no fue suficiente aunque el anhelo haya sido grande.

    Franco (Perú).

    DeRose |

    Gracias, Franco.

  17. Autor: Lauro Valente

    Grande Mestrão,

    Excelente texto.
    Para alimentar ainda mais a discussão, olha esse vídeo:


    Excelente.

    Abraços,
    Lauro Valente
    Centro Cívico – Curitiba

    DeRose |

    Sensacional! É assim mesmo. Obrigado por compartilhar.
    Abração.

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