Foi-me perguntado se há algum motivo para não divulgar que só ministro aulas gratúitas e que o faço há mais de vinte anos. Na verdade, não há nenhuma razão. Só não nos ocorrera motivo para divulgá-lo. Mas, para mero registro, fica a informação de que há mais de duas décadas só ministro uma aula por semana. Essa aula sempre foi gratuita, portanto, todas as aulas que ministrei nos últimos vinte e poucos anos foram sem ônus para os interessados. Esse dado é interessante como demonstração de que não trabalhamos visando dinheiro. Talvez por isso, tenha sido solicitado que divulgássemos a presente informação, em benefício de todos.
Com o tempo, a maior parte dos interessados nessas aulas veio a ser constituída pelos próprios instrutores, a quem demos prioridade nas vagas. Hoje, temos um salão com setenta lugares sempre lotados e 95% das vagas são ocupadas por instrutores que acorrem de diversas cidades.
Única exceção: de uns tempos para cá, comecei a ministrar também uma prática avançada, uma vez por mês, em turma exclusiva para instrutores formados. Esse sádhana é a única aula regular que tem um fee. Como se trata de uma turma fechada, só para instrutores formados, não é aberta ao público.
Fora as aulas, tenho a satisfação de ministrar os cursos nos fins-de-semana, cada vez em uma cidade ou país diferente e esses sim, precisam de uma taxa de inscrição que cubra as despesas com deslocamentos aéreos, hotéis, alimentação etc, que pague a instalação em uma sala da Universidade Federal, Estadual ou Católica e que remunere os organizadores.
Não temos nada contra o dinheiro, mas a vida me ensinou que há valores e satisfações mais importantes do que o nobre metal. Por isso, disponibilizo vários livros meus para free download (gratuito) no nosso site. Por isso, permito que assistam gratuitamente minhas webclasses na internet, mais de 60 vídeo-aulas, sem pagar nada. Por isso, damos as aulas gratuitas em parques, jardins e praias de várias cidades e de vários países (consulte o post Aulas gratuitas do Método DeRose em parques e jardins). E pelo mesmo motivo, nossos instrutores interrompem o trabalho que lhes dá o ganha-pão a fim de dedicar seu tempo a ações de responsabilidade social e humanitária. E, ainda, nosso site divulga gratuitamente os endereços de mais de mil concorrentes de outras linhas. Creio que somos os únicos na nossa área a proporcionar tudo isso desinteressadamente à população.
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[O acento em "gratúitas" não existe, mas coloquei-o assim mesmo para alertar algumas pessoas que proncunciam mal, "gratuítas" (na verdade, muita gente). Inclusive, alguém já escreveu aqui no blog com acento no i. Quanto mais corretamente conseguirmos falar e escrever, mais credibilidade terá a nossa proposta.]




quinta-feira, 20 de maio de 2010 às 16:49
E gratuitamente, dá dicas de português.
Amo muito tudo isso!
Abração,
Fernando Salvio
Al Campinas – São Paulo – SP – Brasil
quinta-feira, 20 de maio de 2010 às 17:02
metododerosepelomundoeventos.blogspot.com
Essa eu conhecia, outra palavra que geralmente as pessoas pronunciam errado é pudico (pudíco) que ouve-se muito a pronúncia púdico. Entretanto estava lendo um artigo que o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, atesta ambas. Eu prefiro a forma pudico, que foi o que sempre aprendi e sempre usei e todos as demais gramáticas consideram a correta.
Bjs
Regina
Método DeRose Alto da XV
Curitiba-PR
DeRose Reply:
maio 20th, 2010 at 18:01
Acrescente “rubríca”, que muita gente pronuncia rúbrica. Lembro-me de que certa vez eu estava ministrando um curso em Lisboa e alguém me disse que em Portugal o correto era rúbrica. Valeu-me o Axioma Número Um. Pedi um dicionário. Quando ele chegou, confirmou-se que estavam equivocados e eu estava certo. A pronúncia correta, aqui e lá, é rubríca. Sem acento!
quinta-feira, 20 de maio de 2010 às 17:04
metododerosepelomundoeventos.blogspot.com
Uma forma de lembrar que o correto é gratúito (acento usado apenas para designar a pronúncia) é lembrar do termo intúito ( novamente o acento designa a pronúncia).
Escrita correta: gratuito e intuito.
Bjs
Regina
DeRose Reply:
maio 20th, 2010 at 17:57
Acrescentemos “flúido” (de freios, ou qualquer outro). Sempre junto estas três palavras, quando em classe: “Diga gratúito, flúido, circúito e não gratuíto, fluído, circuíto.” Gratuito, fluido e circuito sem acento, é claro.
quinta-feira, 20 de maio de 2010 às 17:17
anahiflores.org
Gostei disto e quis compartilhar-lo com vcs (é um fragmento):
““éxito” viene del latín “exitus”… los ingleses lo usan mucho, “exit”, quiere decir “salida”. Tener éxito … es terminar las empresas que hemos comenzado. Hacer bien nuestro trabajo.”
O texto completo, aqui:
http://revistapeinate.com.ar/2010/04/09/900-palabras-sobre-los-cuentos-de-hadas/#comment-22423
DeRose Reply:
maio 20th, 2010 at 17:52
Engraçadíssimo! Esse cara escreve muito bem. No es un “vago de mierda”.
Anahi Flores Reply:
maio 20th, 2010 at 17:54
Concordo
quinta-feira, 20 de maio de 2010 às 17:20
anahiflores.org
O erro da acentuação na palavra “gratuita” será porque no espanhol a sílaba tónica está no i?
Beijinhos no final da tarde,
Anahí
Buenos Aires
DeRose Reply:
maio 20th, 2010 at 17:48
Observe a nota que acrescentei no final. Beijinhos com início de gripe.
Anahi Flores Reply:
maio 20th, 2010 at 17:56
Melhoras para vc
Sim, tinha visto a sua nota do final, o meu comentário era apenas uma reflexão para saber de onde poderia vir o erro…
Beijinhos sem gripe!
AF
Bs As
DeRose Reply:
maio 20th, 2010 at 18:15
É a velha história: português é espanhol errado e espanhol e português errado. As duas línguas de tão semelhantes se influenciam mutuamente.
Anahi Flores Reply:
maio 20th, 2010 at 18:19
Sim. O problema é que crianças daqui quando começam a falar, o fazem em português, e crianças do Brasil, em espanhol, hahaha.
quinta-feira, 20 de maio de 2010 às 17:37
yaelbarcesat.com
Gracias a eso los directores nos podemos preparar todas las semanas tan bien para dar el curso básico, mirando tus videos en el website http://www.metododerose.org
Besitos estudiosos, mientras preparo la clase Reglas Generales para mañana!
Yael – Buenos Aires
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012 às 17:56
metododerose.org
Acho melhor fotografar sem logo. Mas escolha só gente perfil, leia-se, gente linda (rosto, corpo e atitude).
Tem bastante material para denominá-lo Tratado?
Beijos (a gripe é da Fëe; espero não pegar).
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012 às 1:04
metododerose.org
Estimo suas melhoras, amigão.
Para se denominar Tratado não há uma regra determinante. Os dicionários são muito reticentes com relação a isso. O que considero um princípio a observar é se os leitores e a opinião pública vão conceder o seu beneplácito e reconhecer a obra como um Tratado digno desse nome ou se vão julgar o título descabido e o autor pretencioso.
Beijos.