Gurusêvins
Gurusêvins (masc.) e gurusêvinís (fem.) são os obreiros da nobreza interior, os arquitetos da raça humana.
Há no mundo um pequeno número de pessoas muito especiais que se realizam ajudando os outros e construindo coisas positivas. Essas pessoas são paladinos da dedicação. São seres de luz, cuja satisfação reside em espargir felicidade em torno de si e em deixar um rastro de boas obras por onde passam. Tais paladinos costumam estar sempre disponíveis e até mesmo oferecer-se para realizar, anonimamente, trabalhos de suma importância, sem esperar nenhuma recompensa nem remuneração. Sua gratificação é saber que o trabalho foi realizado satisfatoriamente.
Enquanto a maior parte destroi, esses poucos Herois da Humanidade constroem e fazem-no com a força de milhares, pois, mesmo sob o assédio destruidor da maioria, a Espécie Humana progride graças aos que se doam.
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Oi Mestre
Este sábado foi realizada a comemoração do aniverśario de 9 anos da Unidade Joinville / SC e o lançamento do livro “SwáSthya Yôga em dupla” do professor Gustavo Marson. Prabéns pra ele!!




domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 14:09
Sempre tivi dentro de mim esse espirito de realizar, fazer, ajudar, construir. Desde que me conheço por gente estou fazendo algo aqui e algo ali para alguém, seja ajudando uma senhora da roça a rastelar o quintal, um senhor a colher frutas, na praia que costumo ir não fico esperando a tia do restaurante me servi, ofereço ajuda e servi os outros clientes, isso foi permitindo eu fazer novas e valiosas amizades, hoje depois que entrei no yôga vi o como isso é importante, valioso e grandioso para meu crescimento interior. Ser gurusêvini é minha parcela de boas ações no mundo, é uma das formas que encontrei de ser e não ter.
Amo você
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 14:41
Guru sêvá é algo que para mim é natural em todo ser humano, só que alguns casos as pessoas desensinam este tipo de ação tão nobre e sinceramente não consigo entender por que alguém faria isso
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 16:04
yogabatel.blogspot.com
Com certeza o mundo seria bem melhor se todas as pessoas tivessem esse espírito de cooperação. Não só dentro da nossa egrégora, como em todas as situações da vida.
Houve um ano, há muito tempo atrás, que a Inglaterra esteve em crise financeira. Não sei se exatamente todos, mas a maioria dos empregados, funcionários, trabalhadores em geral, se ofereceram para trabalhar mais algumas horas de graça para sanar o problema da crise em que seu país estava se encontrando. E com certeza essa crise não deveria chegar a um centésimo das crises financeiras do Brasil.
Beijos
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 16:48
Acredito que ás vezes, quando achamos que estamos fazendo algo para a judar alguem, e acreditamos muito que é o melhor, nem sempre é o melhor… e devemos nos sentir gratos em apenas podermos ter sentido isso… essa vontade pura de querer ajudar, colaborar sem receber nada em troca.
beijinhos
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 16:51
Descobrir o quanto é bom simplesmente fazer, não têm preço!
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 20:19
Demorei um pouco para descobrir o verdadeiro sentido do guru sêvá, não sabia o sentido da palavra doação. Hoje acredito que estou muito proxima do total entendimento dessa palavra, porque simplesmente fico feliz em poder realizar algo, feliz comigo mesma e não espero nada de ninguém. Me sinto orgulhosa de fazer ou melhorar algo pelo simples fato de eu ter passado por ali e ter me doado anônima.
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 22:21
Quando se fala em guru sêvá, não posso deixar de mencionar o quanto aprendi na minha Unidade de Formação Anália Franco, em especial com diretor e professor Flávio Moreira, que tem contagiado esse sentimento de guru sêvá em seus praticantes, de forma cada vez melhor.
Grande abraço.
Rosângela – Unidade Vila Mariana.
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 23:51
Eu me lembro da primeira vez em que li esse texto. Ainda era aluna e gostava de passar algumas horas a mais na Escola, após as aulas, nem que fosse só para estar ali. Um dia o Mestre Sérgio até me perguntou: “Por que você fica tanto aqui?” Foi muito engraçado. De fato, era um comportamento suspeito, afinal, há pouquíssimo participava das aulas. Eu, inocentemente, respondi: “Porque gosto daqui.” Pouco tempo depois, enquanto apreciava mais uma tarde na Escola, um instrutor avisou-me que sairia por uns minutos para ir ao banco. Era simplesmente óbvio que eu me oferecesse para ir em seu lugar. E foi o que eu fiz. No dia seguinte, falou-me o instrutor : “O Mestre Sérgio me perguntou se eu fiz o depósito. E eu disse que você é quem tinha feito. E ele perguntou “ELA o fez?”. E eu confirmei.” Desse dia em diante ganhei a honra de poder realizar tarefas na Escola. Alguns que me solicitavam, alguns que me oferecia, outros que fazia por conta própria. E foi numa dessas tardes que encontrei esse texto, sobre o Gurusêva. Foi mágico. Na intimidade da leitura uma profunda sensação de aconchego, compreensão e responsabilidade preencheu meu coração. Naquele momento minha disciplina e minha liberdade encontraram-se na mesma página. Naquele momento, saiu do livro e ecoou dentro de mim. E aqui está, até hoje.
Pela milésima vez e para sempre, obrigada Mestre DeRose.
E, claro, obrigada “MesSérgi”, por tudo que já fez por Minas, por ser um exemplo de lealdade, por me aturar naquela época… E até hoje! Aliás, como você mesmo diz, capriche no pránáyáma, pois tenho a sensação que passaremos mais algumas tardes juntos, por mais alguns anos!
Beijos com muito carinho, de quem quer estar sempre a postos,
Ju Rodrigues Corrêa – BH
DeRose Reply:
fevereiro 2nd, 2009 at 0:49
Minha querida, Ju Corrêa. É tão bom ler um texto fluido, limpo, sem erros e redigido com a lucidez de quem faz da leitura um hábito de vida! Tenho a certeza de que devemos isso à mamãe Maria Lúcia. É bem raro encontrarmos na mesma pessoa a inteligência, a educação, a boa índole e a extraordinária beleza física… e você tem todas essas virtudes e tantas outras mais. É um privilégio tê-la conosco. Em abraço bem apertado de saudade, do DeRose e da Fée.
Ju Rodrigues Corrêa Reply:
fevereiro 4th, 2009 at 0:26
Meu querido, Mestre. Estou sem palavras. Ou pelo menos tenho poucas. Já comecei a escrever quatro vezes e apaguei todas. A esta altura, também, palavras já são quase desnecessárias. Você já sabe como me sinto. Continuo escrevendo e apagando. Paro, enfim, e guardo, até 14 de fevereiro.
É uma honra pertencer a nossa família. Um abraço forte e carinhoso, para o querido Mestre e a amada Fê,
Ju Corrêa
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 4:01
Isso era pra ser natural em todos no ser humano
Não há nada mais gratificante que fazer algo a outro sem esperar nada em troca e depois de feito, abrir um belo sorriso pra si, com um sentimento de felicidade inefável por ter plantado sua semente
Ainda que haja ingratidão, o poder de plantar dos guru sêvins não termina nunca, porque a felicidade de plantar é infinita
Abraços
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 9:11
Olá, Mestre.
Conforme você solicitou em um comentário passado, faço uma observação com relação ao português. O acento foi abolido dos ditongos abertos das paroxítonas. Então destrói e herói continuam com acento.
bjs.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 14:40
psycfeto.blogspot.com
A arte da Yoga sempre me fascinou, por ajudar o ser a elevar-se acima da própia ignorância libertando-o dos sentimentos menos dígnos. Gostaria de receber textos,reportagens,comentários… Qualquer coisa que me entere mais sobre o assunto.
Grato!
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 15:47
O mês passado começámos mais um ano de Formação de Instrutores e eu enviei este texto para os alunos que começam agora esta carreira. Considero-o muito bonito e esclarecedor. Tocou-me quando o li, principalmente porque sempre senti o mesmo, e espero que tenha o mesmo impacto neles (na verdade, uma das alunas veio logo disponibilizar-se para participar mais activamente na Escola). Estava a ler o comentário da colega Ju e identifiquei-me: um dia disse aos instrutores da minha Unidade que gostava de dedicar-me mais à Escola e eles foram-me dando algumas tarefas que realizava com muito prazer, mesmo que fossem só dobrar cartas e colocar em envelopes para mandar aos aluninhos! Ainda hoje rimos muito quando relembramos um dia que um colega foi limpar a casa-de-banho com o maior sorriso do mundo e disse que nunca pensou que aquilo lhe desse tanto prazer! É isso, saber que a seguir os alunos iam chegar e encontrar uma casa limpa e cheirosa e uma equipa super bem disposta! Por trabalhar. Mil beijos a quem nos ensina essa lição de humildade e esforço que constrói o carácter.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 16:02
uni-yoga.org/blogdoderose
Oi Mestre.
Gostaria de aproveitar o espaço para convidar os instrutores e chêlas de todo o Brasil e de outros países para fazerem uma semana de guru sêvá ao Mestre, que chamamos de satguru sêvá.
É uma ótima oportunidade de passar mais tempo perto do Mestre e de estreitar laços com a equipe da Sede central e com a egrégora de São Paulo.
Para agendar basta enviar e-mail para: presidente@uni-yoga.org.
Instrutores precisarão da autorização do seu monitor e chêlas do seu diretor.
Beijos!
Vivi
Nilzo Andrade Jr. Reply:
fevereiro 3rd, 2009 at 12:41
Vivi, recebeu o meu e-mail em que coloco-me a disposição para fazer satguru sêva? Aguardo a confirmação!
Bjs!
DeRose Reply:
fevereiro 3rd, 2009 at 13:42
Meu estimado Nilzo. Recebi sua carta, mas não consegui respondê-la porque este blog está me ocupando todo o tempo. Espero que não me impeça de epublicar mais livros! Obrigado pelas palavras carinhosas e estou esperando por você aqui em São Paulo. Lembre-se do Axioma Número Nove (temporário): “E-mail não funciona.” Beijo do seu amigo de sempre.
Virginia Barbosa Reply:
fevereiro 3rd, 2009 at 14:25
Oi Ni. Recebi sim!
Confirmado do dia 16 ao dia 20 de fevereiro!
Beijinhos e até lá!
Vivi
Leilane Lobo Reply:
maio 3rd, 2010 at 13:28
Vivi, alguns Chêlas da nossa escola ficaram interessados em obter mais informações sobre o sat gurusêvá.
Beijinhos,
Instra. Leilane Lobo
Unidade Dom Luís
Fortaleza/CE
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 17:08
casadoyoga.com.br
Guru sêva é fundamental no nosso processo de formação, tanto no SwáSthya Yôga quanto como seres humanos!
Fico muito feliz de poder faze-lo e passar para os meus alunos.
Abraço forte, Mestre.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009 às 13:27
vivaswasthya.blogspot.com
Querido Mestre, acho isso fundamental, muita gente ainda precisa ver o prívilegio que é esse tipo de serviço, que se trata apenas de boa educação e aprendizado com os mais antigos e experientes.
Juntei esse tema com um email de supervisão que mandou há um tempo, sobre novas pins.
Quem sabe a Uni-Yôga inclua um pin de merito aos bons guru sêvins, recebido como uma honraria, para aqueles que incorporaram realmente o conceito do guru sêva.
Poderia ser dado pelos diretores das unidades credenciadas, aquele que merecer.
Isso faria com que os mais novos, desejassem essa insignia e fariam mais serviços ao Mestre.
Espero que essa sugestão possa fazer nosso método crescer ainda mais.
Beijos.
Rodrigo Vivas
DeRose Reply:
fevereiro 4th, 2009 at 14:44
Oi, querido Vivas. A frase correta em português é: “quem sabe a Uni-Yôga inclui…” (contração de “quem sabe se a Uni-Yôga inclui”). Não sei por que, de repente, todos os brasileiros começaram a inserir o subjuntivo, ” quem sabe a Uni-Yôga inclua“, que nunca antes fora usado nesse caso. Poderia ser aplicado em “Talvez a Uni-Yôga inclua”, mas então não será uma pergunta e sim uma informação dada pela Uni-Yôga.
Mas isto é só o vício incurável de quem deu aula durante meio século. A idéia é excelente e já foi ventilado que adotássemos condecorações para Gurusêvins e mais uma variedade de méritos. Confira nos informativos. Beijão do amigo que o admira muito. DeRose.
Rodrigo Vivas Reply:
fevereiro 5th, 2009 at 17:00
Mestre, obrigado pela correção. Tenho me esforçado bastante para escrever cada vez melhor.
Eu também te admiro muito.
Sempre um prazer estar em seu Blog, junto com você.
Um Beijão!
Rodrigo Vivas
quarta-feira, 17 de março de 2010 às 13:56
nossacultura.org
Querido Shrí DeRose,
É mais um aspecto da reeducação comportamental, se não se começar por dar nada se pode esperar receber, e mesmo em acção desinteressada, que se nada receber também está bom, o que interessou foi a acção, mas sabemos que podemos receber sempre, ao estar em egrégora, ao ajudar numa tradução, ao escrever um livro, ao limpar um espaço cultural, estamos já a receber através da estruturação do caracter muita coisa boa.
SwáSthya!
Júlio Silva
Discípulo de João Camacho, Yôgachárya
Espaço Cultural Môksha
http://www.nossacultura.org/
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 9:01
palavrejar.blogspot.com
É uma honra poder participar como gurusêvin, em prol da expansão da nossa cultura.
Beijos.
—
Método DeRose Campo Alegre | Porto | Portugal
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 11:12
Amo esse texto Mestre!
beijinhos no coração
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 11:13
Acho uma delícia fazer guru sêvá. Inclusive na Unidade Itu tem um dia na programação das atividades culturais denominado karma yôga! Quem quer participa, passamos um tempo agradável juntos colando etiquetas e rindo, contando causos e limpando, encapando livros e comendo uns petiscos. É uma das minhas atividades preferida e reforça muito os nossos laços de carinho e amizade.
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 11:27
Hola Mestre, qué lindo poder participar de este blog!
Gracias Maestro y gracias Daniel Cambría, por este espacio.
Qué lindo realizar acciones desinteresadas, tener el privilegio de poder construir cosas y dejar nuestra huella en el mundo.
Da placer.
Gracias por todas las enseñanzas!
Un beso Mestre.
Caica.
Sede Decana. Buenos aires, Argentina.
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 11:34
leilanelobo.blogspot.com
Lindo este texto!
Nos dias que estávamos em reforma da unidade, nos emocionamos muito com o que colhemos.
Alguns alunos chegavam de surpresa, sem mesmo saberem se estávamos precisando de algo, se ofereciam e perguntavam o que havia para ser feito.
E além dos alunos, os pais deles, vinham na madrugada trazer comidinhas, trazer café, hehehehe.
São inúmeros os exemplos que teria para dar dos últimos dias.
É mesmo um sentimento fantástico!
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 11:45
universoyoga.org.br
Ai (suspiro)!
Não canso de achar esse texto lindo, lindo, lindo!
Beijinhos com saudade
Carla Aguiar
Método DeRose Vila Olímpia, SP
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 11:52
Oi Querido Mestre,
Este texto foi escrito por Oscar Motomura (www.oscarmotomura.com.br) em prefácio ao livro “A ciência de Leonardo da Vinci” de Fritjof Capra. A maneira como ele fala sobre o desperdício do talento humano, sufocado pela estrutura educacional e política é sem dúvida muito interessante e nos faz refletir.
“Ao avançar na leitura e apreciar as realizações de Leonardo [da Vinci] na passagem do século XV para o XVI, ocorreu-me recorrentemente a seguinte indagação: hoje, em pleno século XXI, quantos Leonardos temos no mundo? Quem são eles? Onde estão? O que estão fazendo? Quantos deles aplicam conscientemente sua criatividade a objetivos nobres? Quantos se dedicam a objetivos supérfluos, desperdiçando o dom que possuem? E quantos outros dirigem sua genialidade a atividades ligadas ao crime organizado e até a colocam a serviço de guerras? Em suma, o que fazemos com o talento humano? Ao usar a história de Leonardo como referencial para refletir sobre essa questão, nós nos damos conta do quanto precisamos estar atentos, como sociedade, ao mundo que criamos em nosso dia-a-dia.
…
Talentos são potencializados por circunstâncias favoráveis. Pais buscam criar melhores condições para que os filhos evoluam continuamente. Mestre e líderes ajudam as pessoas a florecer em uma medida que até pode parecer fora do comum. Mas não seria essa a medida natural e não uma exceção? Parece que é a grande abundância de contextos desfavoráveis, mais do que a falta de circunstâncias construtivas, que limita o florescimento do potencial humano. Grande parte do taleto inerente ao ser humano pode estar sendo abafada pelo processo educacional equivocado que ainda prevalece em nossa sociedade. E também por modelos de organização hierárquicos de comando e controle e a imensa quantidade de normas que cerceiam a inventividade e a engenhosidade naturais do ser humano. Se, por outro lado, atentarmos para a trajetória profissional das pessoas, para a forma como elas buscam a realização no trabalho, perceberemos como a nossa sociedade leva pessoas geniais a desviar seus talentos para finalidades que podemos considerar “não-naturais”, que não só estão em desacordo com a ética e com a busca do bem comum, como podem até mesmo prejudicá-lo e destruí-lo.
Ao ler esta livro e apreciar a “luta”de Leonardo, podemos também compreender como funcionam as forças politicas que muitas vezes abafam os talentos ou os colocam na contramão da ética. Nos tempos atuais, em que o poder econômico fala mais alto, quanto do que Leonardos conscientes criam em várias partes do mundo está sendo abortado por ser percebido como “ameaça” por parte de quem usufrui as vantagens do sistema em vigor?
É muito provável que a história venha sendo pontilhada de casos de grandes inventos que foram engavetados porque afetariam a estrutura econômica vigente prejudicariam aqueles que mais se beneficiam dela. Essas são algumas das distorções do dia de hoje…
…
Acredito firmemente que este salto [na evolução humana] aconteça são grandes. Mas é preciso assegurar que os Leonardos de hoje floresçam. Que tenham espaço. Que não sejam abafados pelo sistema político-econômico-social que anseia sobreviver. Como líderes, podemos ajudar significativamente a abrir os caminhos. Como cidadãos conscientes também. Nosso poder, neste mundo cada vez mais interconectado, cresce a cada dia. É clara a visão de que a genialidade existente no planeta poderá ser efetivamente redirecionada para solução de nossos problemas maiores. Talvez aqui esteja nosso grande teste como espécie. Como reverter o processo de amplicação, muitas vezes irresponsável, do potencial humano – e que vem sendo alavancado pelas tecnologias que criamos em um ritmo cada vez mais acelerado – e direcioná-lo para propósitos nobres e para o benefício de todos no planeta? Essa parece ser a equação que representa o nosso maior desafio. Um desafio do qual Leonardo não se esquivaria. …”
Oscar Motomura
http://www.oscarmotomura.com.br
Com carinho,
Beijos
Pedro Carrer
Unidade Oeste
Goiânia-Go
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 12:08
Mestre, tudo bem?
Este texto, embora o tenha escrito há anos, é sempre muito atual. Aqui na Vila Mariana, o nosso instrutor e monitor Gustavo Oliveira implantou gurusêva oficial (além dos horários de panfletagem, fazer o chai e etc) no horário das aulas práticas de monitoria, a fim de despertar sentimento de companheirismo entre os instrutores e graduados, além de lapidar o ego, o que se, na minha opinião, é uma necessidade constante de todos (minha em especial mais ainda).
Já no primeiro dia as atividades fluiram muito bem, uns ajudando aos outros, ensinando como cuidar da nossa escola e integrando-nos mais ainda. Me arrependo de não ter entendido esse conceito desde minhas aulas de pré-Yôga (como a Ju Rodrigues), pois neste momento eu seria bem diferente. Mas, sem olhar para trás, espero conseguir ser uma arquiteta da raça humana. Obrigada ao Gus por sua infinita paciência conosco e a você, Mestre, por transmitir todo esse conhecimento recheado de bháva.
Super beijo carinhoso.
Marina – graduada – Vila Mariana
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 13:35
Maestro, te dejo un gran abrazo de agradecimiento.
Sos el mejor ejemplo de Gurusêvin !!
Saludos.
Pablo.
Sede Belgrano.
Bs.As. Argentina.
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 14:26
Fico muito orgulhosa de fazer parte desta egrégora, e para mim, o Guru Sêva é muito satisfatório e gratificante, pois mostra o quanto tenho a aprender e que devo ser mais humilde, coisas que para mim são muito difíceis. Entretanto, fico muito triste quando ouço de amigos meus, que não fazem parte da egrégora “como você se sujeita a coisas como essas? você não é uma empregada!”. Na verdade, fico triste por eles, porque isso demonstra o quanto eu consegui me desapegar de conceitos como esses e eles ainda não. Sinto que estou conseguindo ser uma pessoa um pouquinho melhor a cada dia que passa, graças ao Método e tudo isso começa com o Guru Sêva. Obrigada Mestre, por me mostrar o caminho… A minha jornada está sendo gratificante.
Pri (Unidade Cambuí – Campinas)
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 14:27
Olá Mestre!
Com tantos exemplos na sociedade, demostrando que devemos ser servidos, O Mestre vai além de apresentar um contraponto: devemos servir sim, mas com desprendimento, alegria.
Serivço + Desprendimento + Humildade + Alegria: Gurusêva.
Um grande abraço!
Michel Ferreira
Curitiba – PR
Unidade Centro Cívico
http://www.derosecentrocivico.org/blog
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 14:28
Olá querido Mestre
Durante meus 24 anos de profissão, formei vários instrutores e pude constatar que alguns já nasceram gurusêvins, porém, com essa didática maravilhosa, despertamos esse sentimento naquele que já o possui, mas não teve a oportunidade de colocar em prática.
Um grande beijo com saudade
Márcia
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 14:37
yogajoinville.com.br
Oi Mestre
Este sábado foi realizada a comemoração do aniverśario de 9 anos da Unidade Joinville / SC e o lançamento do livro “SwáSthya Yôga em dupla” do professor Gustavo Marson. Prabéns pra ele!!
DeRose Reply:
abril 27th, 2010 at 20:01
Que lindos! Que orgulho!
Daniel Cambría Reply:
abril 28th, 2010 at 1:51
Mestre, já está no Youtube a entrevista com Carlo Mea e demonstrações de coreografías de Virgínia Barbosa para a tv italiana Rai.
Beijão!
Cambría
httpv://www.youtube.com/watch?v=kzygbXmDDVY
DeRose Reply:
abril 28th, 2010 at 6:15
Não consigo copiar e colar este link no post “Entrevista na RAI”.
Daniel Cambría Reply:
abril 28th, 2010 at 10:42
Pronto, ajustei.
Beijão.
Dani.
DeRose Reply:
abril 28th, 2010 at 12:37
Obrigado, amigo.
Instr. Pedro Estela Reply:
abril 28th, 2010 at 1:36
Ah! Qué buena foto. En Argentina esperamos pronto el lanzamiento del libro “SwáSthya Yôga em dupla”.
Everton Vieira Reply:
abril 28th, 2010 at 9:49
Essa foto ficou muito legal. Grande Gustavo e seu time!
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 17:31
universoyoga.org.br
Mestre, nasceu meu segundo filho. É lindo, é um menino: Yôga em Dupla. Tô louco para te entregar pois acho que ficará contente. Do mesmo nível de qualidade e estética do A Ancestral Arte da Poesia.
Bjs e obrigado mais uma vez.
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 17:55
simplemente un abrazo muy fuerte con mucho cariño…
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 18:17
Um dos textos com o qual me identifico mais…
Obrigada
Soninha
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 19:14
espacoswasthya.pt
Este é dos textos mais bonitos que já li. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que o li, as lágrimas correram-me pela face, estava no inicio da minha formação e longe de Lisboa, mas devorava todos os seus livros este texto foi um “clik” muito importante para mim. Percebi finalmente todo o sentido da minha vida…percebi que a vontade que sempre tive de ajudar os outros tinha um grande sentido Universal, fiquei muito feliz! Hoje passo esta mensagem constantemente aos meus alunos, coincidência ou não a semana passada enviei-lhe este texto, pois continua a ser um dos meus favoritos. Obrigado Mestre por nos lembrares desta acção diária na nossa vida.
Grande Beijinho,
Ana Paulo
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 21:20
Mestre querido!
Estava lendo hoje um artigo do rabino Rami Shapiro e me lembrei muito de você com uma frase que quero compartilhar: “Não viemos ao mundo chegando de fora dele: Nós nascemos do mundo, somos de dentro dele. Não estamos aqui para aprender e partir, estamos aqui para despertar e ensinar”.
Beijos super coloridos!
Cris. Unidade Plaza Sul.
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 21:44
Caro Mestre, um amigo recentemente me escreveu:
O que um faz com o coração, dez não fazem por obrigação.
Achei fantástico e incorporei no meu dia a dia…
Abraços,,,
terça-feira, 27 de abril de 2010 às 22:34
yaelbarcesat.com
Chêla y gurusêviní, dos roles para mantener siempre.
Besitos online;)
Yael – Buenos Aires
quarta-feira, 28 de abril de 2010 às 0:13
Querido Mestre,
Há pouco tempo conheci esta maravilhosa filosofia e por ela me apaixonei. Muito tenho aprendido e percebi o quanto e quantos seguidores pensam como eu.
Dedicar-se ao guru sêva é um detalhe sutil que faz toda a diferença: nos faz sentir plenos como seres humanos.
Quero agradecer seus ensinamentos e também aos queridos amigos da Unidade Santana.
Um grande abraço.
quarta-feira, 28 de abril de 2010 às 1:03
jnunes.com.br
Eeee Mestre, sua aula de hoje foi fantástica, mais ainda com a tradução simultânea. Delícia poder ouvir os ensinamentos da Nossa Cultura em francês, não tenho palavras para descrever a emoção. Devo estar meio boba mesmo rsrs
Matei as saudades, volta logoooo.
Um beijo.
Neide.
quarta-feira, 28 de abril de 2010 às 1:34
Palabras inspiradoras, como siempre
quarta-feira, 28 de abril de 2010 às 10:00
No passado, em algumas ocasiões, prestei sêva tão naturalmente que só fui me dar conta que prestei um serviço depois. É que cada pessoa tem o impulso natural da sua bagagem karmika, excelente e maravilhoso é quando tal impulso do chêla está em sintonia com o sêva ao guru.
quarta-feira, 28 de abril de 2010 às 11:03
Caro Mestre,
Ainda estou dando os meus primeiros passos e sentindo os primeiros efeitos dessa filosofia milenar. Mas já pude perceber como é forte, rico e importante esse sentimento de cooperação transmitido nas unidades DeRose. Encontrei pessoas com essa mesma vontade de ajudar, construir, compartilhar… A arte do gurúsêvá nos permite repensar como a generosidade engrandece o nosso espírito. O ser humano tem uma força absurda, mas nem sempre a utiliza.
Ainda não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, mas desde já gostaria de agradecê-lo pelo entusiasmo e disposição para nos ajudar a despertar essa força…
Um beijo e até breve,
Stella
quinta-feira, 29 de abril de 2010 às 9:08
Parabens Gustavo.
Que esta comemoração possa ser realizada diversas vezes.
Um forte abraço,
Henrique Malerba
Unidade Santana- SP
sexta-feira, 30 de abril de 2010 às 0:03
Não há aprendizado maior do que uma tarde de gurusêva. Aprender a ser um aluno, um discípulo, alguém capaz de oferecer sem esperar nada em troca, alguém capaz de amar gratuitamente.
O fantástico é que quem tem acesso a esse conhecimento é justamente aquele que na mais despretenciosa ingenuidade se oferece para lavar a garrafa do chái, carimbar flyers ou qualquer outra pequena tarefa.
É tão simples e, ao mesmo tempo, tão profundo!
Esse texto é fantástico, Mestre. Sempre toca o meu coração, e o de vários alunos que já trazem dentro de si a terra fértil para cultivar a semente da Nossa Cultura.
Um beijo com carinho,
Alessandra Fernandes
Instrutora – Un. Plaza Sul / SP
sexta-feira, 30 de abril de 2010 às 7:35
metododerosevilamariana.com.br
Nada como um Guru Sêva para obter novas idéias!
Beijos Mestrão!
PS: em Novembro, estarei presente em mais uma viagem sua à Europa. Chegou mais um momento de, como você mesmo diz, “é preciso ler muito e viajar bastante para esgarçar os antolhos que espremem a nossa inteligência.”
sexta-feira, 30 de abril de 2010 às 17:46
Mestrão,
A foto acima revela o tamanho da nossa felicidade ao estarmos juntos e o quanto somos gratos por termos essa família linda aqui em Joinville!
Só temos a lhe agradecer assim como ao nosso querido professor e amigo Gustavo Marson que está de parabéns pelo seu belíssimo trabalho!
Amamos muito você!
Beijinhos
Jennifer Bez
Unidade Joinville/SC.
segunda-feira, 3 de maio de 2010 às 15:13
Foi muito legal mesmo a festa de aniversário e o lançamento do livro SwáSthya Yôga em dupla! Quanta gente bonita!
Que venham muitos aniversários com muito sucesso para a Unidade Joinville e que o Gus publique sempre bons livros como este.
Fábio Santana
Joinville SC
segunda-feira, 3 de maio de 2010 às 19:01
Parabéns Gustavo, que turma linda…
Estive lembrando dos tempos antigos, das nossas provas juntos, das palestras no grau de docente, puxa vida como o tempo passa. No próximo dia 5 de maio a Unidade Santana completará 5 anos. Vamos comemorar no dia 22. Se vc estiver por aqui, venha prá nossa festa.
Um grande beijo
Márcia
Gustavo Marson Reply:
maio 4th, 2010 at 10:18
Olá Marcia!
Guardo boas recordações das nossas provas, palestras e bancas que fizemos juntos.
Parabéns pelos 5 anos e obrigado pelo convite.
Beijos.
Gustavo
sexta-feira, 7 de maio de 2010 às 13:49
Hoje falei sobre o tema com meus alunos, aproveitei para enviar este texto maravilhoso para eles, certamente entenderão melhor do que se trata. E o quão bom é ser gurusêvin ou gurusêviní.
Alê Filippini – Unidade Alphaville / SP
sexta-feira, 24 de junho de 2011 às 17:43
Hola querido blog!…
Dejame confesarte algo que descubri hoy… Esta mañana llegué al trabajo desanimado. Estas dos semanas fueron muy intensas. Di mi máximo y confirmé que sí puedo desempeñarme bien aqui. He conquistado una buena reputación por mi dedicación e iniciativa (acabativa, también).
Cuando encuentro espacios em blanco, mi intención suele ser tan intensa y vehemente, que auspiciado por un afán perfeccionista dominante, termino incrustándo e incomodado a aquellos que no comparten mis las mismas proyecciones y fantasias. Eso siempre termina siendo frustrante y dificil de asimilar para mi, apesar de la edad que tengo. Siempre lo olvido. A veces, creo que no lo voy a poder evitar jamás y será preciso adiestrarme, lo antes posible, en alguna labor en la que pueda apasionarme (desempeñarme) sin incomodar a nadie. Tengo fe que lo lograré, la soledad me recuerda, que el tiempo es ingrato conmigo en ese sentido.
Un percanse detuvo mi marcha, un contratiempo con mi compañera de labores… En algun momento de la jornada, me acordé de la escuela y de las tareas de limpieza. Mantenerme ocupado, disipa los remolinos que tengo en la cabeza. Desconozco la razón por la que he perdido un poco la audición en el oído izquierdo, me niego a creer que el estrés me haya maltratado tanto. Pedí permiso a la adminitración del restaurante para pasar el resto de la mañana limpiando la terraza del segundo piso. Em el proceso, comprendí en el ejercicio mismo, cuan noble puede ser el servicio y cómo las tareas de limpieza, por más laboriosas y tediosas que suelan ser, reestablecen mi memória. Recorde, que apesar de pretende cambios positivos com tanta vehemencia, fui contratado apenas para desempenar la función de garçon em este bistrô. Barriendo y trapeando, rapidamente me identifique com los funcionários que tienen bajo su cargo estas tareas. Me sentia uno como ellos y em un punto, me sorprendí silbando la canción New York, New York. Estaba solo allí, y podia limpiar essa terraza a la perfección, como yo quiciese, sin incomodar a nadie.
De pronto, uma funcionaria de limpieza entra y me pregunta si hoy estaba inspirado. Sonriendo respondi que acostumbraba limpiar cuando amanecía de mal humor. Ella acotó que espera que amanezca de mal humor siempre para ayudarle con la limpieza, y los dos reimos. Expontáneamente, ella tomó um escoba y empezó a barrer conmigo. Fue agradable confirmar el efecto que produjo mi iniciativa. Se acabo el tiempo, la terraza quedó impecable, aunque mañana com certeza se volverá a ensuciar.
Um abrazo.
F.