segunda-feira, 22 de novembro de 2010 | Autor:

Mestre,

Gostaríamos de partilhar aqui pelo blog, o programa da Gala DeRose 2010.

Temos em marcha uma série de iniciativas culturais a fim de saudar e comemorar um momento tão estimado para a Nossa Família, que este ano em particular, por ser o Golden Jubilee, será especialmente marcado pela homenagem dos 50 anos de magistério do Mestre.

Nesta homenagem estarão presentes figuras públicas de Portugal. Entre outras surpresas, o evento conta com espectáculos de coreografias, uma curta-metragem baseada na vida e obra de meio século do Mestre, da autoria do reputado cenógrafo e director artístico José Barbieri. Seguido de concerto com Orquestra Sinfónica e Grande coro, a 130 vozes, cuja direcção artística está sob a responsabilidade do Maestro Paulo Martins, que conta com um invejável palmarés como músico e maestro.

Confíamos que, para quem seja possível, participe da Gala DeRose 2010, tornando este evento num momento memorável.

Um até já, com votos de boa viagem!

Clique na imagem para ampliá-la.

  1. Autor: David

    Eu vou! :)

    Abraços para todos e em especial para o Mestre.

    Vemo-nos em breve. :D

  2. Autor: Thiago Duarte

    Mestrão, fico tão feliz que vens para cá. Mesmo muito.

    Nem vais me reconhecer agora uso cabelo. Um abraço cheio de saudade e admiração!

  3. Autor: camila.cabete

    Oi Mestre Queridão!
    Olhe este vídeo sensacional:


    BeijosCaki

  4. Autor: amina

    Vai ser lindo! Estarei lá!
    Até logo, Mestre! : )

  5. Autor: Daniel Suassuna

    Ficaremos com saudades, Mestreeee!!
    Foi muito bom revê-lo em Saquarema
    Beijo grande
    Faça uma boa viagem e divirta-se na Europa

    Daniel Suassuna
    Asa Norte
    Brasília – DF

  6. Autor: Pedro Pena

    Até já! Boa Viagem, em breve nos vemos :)

  7. Autor: DeRose

    Quais palavras? Procurei e não encontrei o que faltava.

  8. Autor: DeRose

    Por isso antes de dar o ok eu perguntei se era só o PDF que era para gravar no CD…

  9. Autor: Manuela Cipollitti

    Maestro Carissimo,

    estarei là, junto com Anna Contieri e Donatella Ripetti.

    non vedo l’ora di partecipare a questo evento e di poter nuovamente riabbracciarti.

    Estarei um pouco triste por o Carlo nao estar là tambem como era previsto …

    A presto, con molto amore.

    Manu

    DeRose |

    Aguardo vê-la com alegria!

    DeRose |

    Obrigado, Cambria. Fiz várias modificações. Acho que é melhor copiar e colar, e depois rediagramar. Um beijão com um pé na Zoropa.

  10. Autor: Franco

    Hola mestre DeRose:

    Resulta lògico considerar disminuir su circuito frecuente de viajes, habiéndo mantenido el mismo rìtmo por varias décadas. Apesar de confesar que no le gusta viajar, usted considera indispensable hacerlo para mantener su tan importante ciclo de cursos en el estranjero.

    Le confieso que me dio pena confirmar que su rutina no pueda simplificarse en ese sentido. Entiendo que es tedioso. Anìmese y concrete el proyecto de residir media temporada en Francia.

    Toda esa gente està generando mucha espectativa con su llegada a Porto. Imagino que en el momento crucial del evento, deducira, como siempre, que todo esto valiò la pena. Ese debe de ser el precio por convertirse en el gran personaje que es, querido mestre DeRose.

    Es inevitable contagiarse del poder de autosuperaciòn que lo caracteriza. Visitar su blog y asistir a sus web classes, me estàn auxiliando en recuperar la convicciòn que descuidè tanto, pero que nunca olvidè por completo…

    Mejor, mañana tome un buen desayuno antes de partir.

    ¡Felicitaciones mestre DeRose!… Un saludo de felicitaciòn, tambièn, para los responsables en la realizaciòn del pròximo ¨Gala DeRose 2.010¨…. Y un saludo afectuoso para el mestre Carlos Cardoso.

    F.

    DeRose |

    Quando eu chego no destino constato que tudo valeu a pena “pois a alma não é pequena”. Abraços.

    Franco |

    … ¨Pués el alma no es pequeña¨…. Mmm. Deduzco que se trata de un refrán brasilero. Si pués, es que usted no ¨es puro (solo) corazón¨, es pura alma.

    Gracias por escribirme.

    F.

  11. Autor: DeRose

    Se a Mariana quiser receber alguns livros como documentação, posso enviá-los sem custo para o seu endereço postal, isto é, para a sua direção física. Outra opção é receber o trabalho pessoalmente (ou mandar alguém retirá-lo) este fim–de-semana quando estarei no Porto. No blog consta um post com as datas e locais em que estarei em Portugal. Caso prefira, posso enviar apenas as respostas e nesse caso o seu e-mail é suficiente. Na verdade, ontem encarreguei minha assistente de lhe enviar um e-mail. Talvez ela tenha demorado para postá-lo. Se for o caso, não se assuste se receber um mail como se nada tivéssemos conversado agora sobre o assunto! Abraços.

  12. Autor: Mariana Guerreiro

    Olá mestre mais uma vez! agradecia-lhe imenso que então, se pudesse, me mandasse as respostas e os livros para o meu endereço de email. Era um praze encontrar-me consigo pessoalmente já que vem a Portugal mas eu vou para Madrid amanhã e só volto na segunda. Quando cá estiver só passa pelo Porto, não vem á capital?
    beijo

    DeRose |

    Os livros, não consigo enviá-los por e-mail, pois são muito pesados e, além disso, perderiam a formatação. Mas enviarei as respostas. Nos últimos trinta anos visitei Lisboa em Abril e o Porto em Novembro, todos os anos! No entanto, a partir de agora, creio que começarei a visitar Portugal apenas uma vez por ano, pois estou muito cansado de tantas viagens. Há quarenta anos trabalho todos os fins-de-semana do ano e quase sempre em viagem. Completei em 2010 cinquenta anos de magistério. Muita gente já ter-se-ia jubilado. Eu pretendo continuar lecionando, pois isso é a minha paixão, mas com quase setenta anos de idade o bom-senso me recomenda que comece a moderar o ímpeto juvenil que ainda palpita cá dentro. Além do mais, sinto que, às vezes, flagro-me um pouco impaciente e isso não é bom para a nossa proposta. Deve ser o desgaste natural de tanto trabalho. Dá prazer, mas fadiga estar catorze horas por dia diante do computador para escrever meus livros, responder cartas, escrever correspondência, redigir informativos semanais aos instrutores do mundo todo, elaborar artigos, revisar livros dos meus colegas… Contudo, não vai aqui nenhuma lamúria, pois faço-o com satisfação e é o que me gratifica. Bem, minha estimada amiga, paro por aqui, pois tenho que fazer as malas para atravessar o Atlântico mais uma vez. Um forte abraço do subcontinente brasileiro que herdou da Pátria-Mãe a melhor língua literária do mundo.

  13. Autor: Mariana Guerreiro

    Mestre acredito que seja cansativo mas creio que o faz de alma e coração. Desde já queria agradecer-lhe pela sua incrivel disponibilidade e dizer-lhe que foi um prazer enorme conhecer este bocadinho de si apesar de ser através de um computador. Desejo-lhe as maiores felicidades do mundo e acredite que Portugal o guarda a si e a todos os seus no coração. Um grande beijo para si e boas viagens

  14. Autor: Franco

    ¡Mestre DeRose!…

    Deseo que la egrégora de Porto, le haya brindado una bienvenida gratificante y que la esté pasando super bien, como se lo merece.

    Ya lo encuentro en su blog

    Un abrazo.

    F

  15. Autor: Daniela Areal

    Querido Mestre

    Foi tão bom tê-lo aqui, na nossa Cidade do Porto, e um privilégio tão grande poder privar um pouco mais consigo que nem tenho palavras suficientemente claras para descrever a emoção, o prazer e a vontade de fazer acontecer com que me deixou.
    Tal como combinado, envio-lhe o texto da minha história, que partilhei na noite de sábado da Gala DeROSE 2010.
    E aproveito para lhe agradecer uma vez mais a inspiração incrível que representa para todos e o facto de ser um exemplo vivo daquilo que acreditamos.
    Com carinho,
    Daniela Areal

    COMO ME TORNEI INSTRUTORA DO MÉTODO DEROSE

    “Somos do tamanho dos nossos sonhos!”, dizia Fernando Pessoa.
    Talvez por isso sempre quis sonhar alto… E o meu sonho pode parecer um grande cliché, mas sempre foi… SER FELIZ.

    Confesso, no entanto, que durante muito tempo não soube ao certo o que isso significava ou o que implicava…
    No ano passado, talvez com o aproximar dos meus 30 anos, passei por uma fase de questionamento: Porque não estou feliz? O que é que quero eu realmente? As minhas acções estão a conduzir-me para a concretização do meu sonho? Para onde estou a caminhar?…

    Desde pequena vivi na convicção de que o que eu queria era ser directora de uma grande empresa, atingir um lugar de topo numa instituição de referência. Preparei-me com uma licenciatura em Gestão de Empresas e cheguei a assumir a Direcção de Marketing, numa importante editora. Contudo, nunca havia pensado o que isso significava realmente, porque é que eu quereria o que dizia que queria…

    Decidi assim partilhar com um amigo, cujas opiniões muito estimo, as minhas reflexões e inquietudes. Então, esse meu amigo fez-me pensar no porquê de eu querer atingir esse tal lugar de topo e no que é que eu esperava que acontecesse quando alcançasse essa posição…
    Foi aí que me apercebi de que, afinal, o que eu queria mesmo era ter impacto positivo na vida das pessoas, fazer a diferença e, de alguma maneira, ajudar as pessoas a melhorarem as suas vidas.
    Mas logo o meu amigo me conduziu a ponderar se seria ou não possível que em qualquer profissão, em qualquer posição hierárquica, pudéssemos ajudar os demais. Se para vivermos com determinado conforto precisamos do padeiro, do lixeiro, do gestor do banco, do empregado de mesa, do director e do administrador de empresas… então todos eles nos ajudam a viver melhor. Logo, também eu, enquanto consultora financeira (era essa a minha profissão na altura), ao ajudar os meus clientes a multiplicar as suas poupanças estava sem dúvida a contribuir para que vivessem melhor.
    Mas não fiquei contente com essa análise redutora; sentia que queria mais do que isso… Era bom dar o peixe, mas eu queria na verdade ensinar a pescar… Eu queria mais do que ajudar as pessoas a viver melhor, eu queria inspirar as pessoas a viver melhor…, eu queria contribuir para que as pessoas vivessem o SEU MELHOR.
    Tive nesse momento o meu primeiro grande insight: era isso que o Método DeROSE tinha feito por mim, mostrar-me como eu podia potenciar as minhas capacidades, os meus recursos internos para viver o melhor que me fosse possível – uma verdadeira filosofia de alto desempenho havia-me sido apresentada -.

    Mas nessa fase ficou apenas o desejo de conhecer mais, de saber mais, de explorar mais… Ainda não me passava pela cabeça ser instrutora do Método…

    E eis que se deparou na minha vida um novo e marcante momento: a gala DeROSE 2009, na qual tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o educador DeRose. No primeiro dia dessa Gala, decorreu o lançamento do DVD Conversas com Rumo, ao qual se seguiu uma sessão de autógrafos, com uma longuíssima fila de espera.
    Ao aproximar-se a minha vez, assistia com um entusiasmo surpreendente ao crescer de um “nervosinho” bom na barriga, ao esboçar de um sorriso cada vez mais “bobo” e à vontade enorme de conhecer o Mestre e de me dar a conhecer.
    Nesses momentos de excitação, confesso que tendo a falar muito, e muito rápido, pelo que, quando chegou a minha vez de falar com DeRose, essa tendência repetiu-se e desencadeei um turbilhão de ideias e de partilhas. Comecei por lhe agradecer o privilégio de, no ano anterior, ter ocorrido numa livraria dos meus pais o lançamento do livro Quando É Preciso Ser Forte. Dei-lhe a conhecer que vinha de uma família de editores, a qual sempre esteve ligada à difusão cultural e fiquei a saber que DeRose também tinha uma editora e que era através dela que editava os seus livros. Com a sofreguidão de contar mais, fui saltando de assunto e voltando atrás, tendo contado nomeadamente que estava a fazer a formação para instrutora do Método. Então, entre conversas cruzadas, o Mestre disse-me algo que me marcou muito… Não recordo ao certo se foram estas as palavras exactas, mas sei que referiu: “Nunca abandones isso…”. Pensando que se tratava do Método, prontamente respondi que isso, claro, que não ia acontecer, que era uma filosofia de vida já incorporada e que estaria sempre comigo… Fiquei, então, muito emocionada quando DeRose me disse: “Não… Nunca abandones a cultura, nunca deixes de ser um veículo de difusão cultural.”
    Nesse momento veio-me ao pensamento uma frase do meu avô, pela qual o meu pai sempre me ensinou a viver: “Um dia em que nada aprendeste é um dia que não viveste!”
    E foi nesse preciso instante que tive um novo insight: era isso que me apaixonava verdadeiramente no Método… O facto de sentir que a cada momento aprendia imenso, que estava rodeada de pessoas que me apoiavam num convívio de aprendizagem contínua, que estava a conhecer-me como nunca, que aprendia em cada contacto como me relacionar melhor, que estava rodeada de livros e saberes, de pessoas maravilhosas que queriam partilhar e, em conjunto, ensinar e aprender, que uma tal proposta de reeducação comportamental era, na verdade, uma proposta de revolução cultural…
    A divagar sobre este momento de clarividência, senti-me chamada a uma nova reflexão. “ E então, vais fazer o exame para instrutora do Método?”, questionou DeRose, com um sorriso lindo e doce que jamais esquecerei… Surpreendo-me a mim mesma, ao responder com a maior assertividade e convicção que “Sim.. vou sim!”.
    Recordo-me de olhar para a minha monitora, a Profa. Letícia Ziebell e para a minha instrutora Alessandra Dorante e de ver dois rostos espantados… Abraço o Mestre, despeço-me e agradeço por aquele momento mágico, e logo recebo uma pergunta em tom de afirmação da minha monitora: “Tu sabes que te comprometeste com o Mestre que vais fazer o exame?!…”. Eu que até então sempre pensara que não tinha qualquer intenção de ser instrutora, que apenas estava a participar da formação para saber mais da filosofia, entendi claramente as reticências, mas, uma vez mais, respondi com toda a certeza: “Sim, eu quero ser instrutora do Método DeROSE!”

    Com o clarificar do caminho a seguir para atingir o meu sonho, faltava apenas viabilizar esse projecto. Então, seguindo os conselhos sábios dos meus pais, posteriormente reforçado por uma conversa maravilhosa que tive com o Prof. Joris Marengo, no DeROSE Festival 2010, elaborei o meu plano. Defini com clareza aonde queria chegar daqui a 5 anos (quais os valores que queria conquistar, aonde queria centrar a minha energia, definindo objectivos claros, específicos, mensuráveis e delimitados no tempo em que surgiriam…), e foi-se-me deparando o caminho a percorrer para lá chegar daqui a 4 anos, daqui a 3, daqui a 2, no próximo ano, e o que tenho que fazer desde já, para dar início ao cumprimento de cada uma dessas etapas.
    Aí, apenas me restava conciliar a indispensável energia para lutar essas metas com uma componente financeira assegurada, mas também com a componente emocional em pleno equilíbrio.

    Com toda esta história, a mensagem que gostaria de deixar é tão simples como um sonho, que merece ser sonhado bem alto, tão alto quanto o consigamos almejar, mas que é desejável elaborarmos o nosso próprio plano, para dispormos de uma rede de segurança e simultaneamente de um mapa, onde o caminho que devemos usufruir a cada passo surja com naturalidade, por sabermos que ao atravessá-lo já estamos a ser felizes.

    E como diz DeRose:

    “Não penses no que podes perder,
    Mas lembra-te do que queres ganhar”
    e
    “Obstáculos e dificuldades fazem parte da vida
    E a vida é a arte de superá-los”

    DeRose |

    Emocionante. Quem ler e não se emocionar é um neanderthal. Um abraço apertado e longo para você. Precisamos conversar mais.

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